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Rio de Janeiro, sexta-feira, 30 de setembro de 2016 - 16:48.

 

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sexta-feira, 29 de junho de 2012.

Emprego para pessoa com deficiência é tema da ‘TV Trabalho’

Veja onde encontrar curso de qualificação para pessoas com deficiência.
Confira oportunidades de emprego e estágio no estado de Goiás.

O quadro “TV Trabalho” do Jornal Anhanguera desta quarta-feira (27) visita algumas empresas para conferir como está a participação de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. As empresas sabem que se não cumprir a legislação, que obriga as empresas com 100 ou mais funcionários a destinar de 2% a 5% das vagas a profissionais com deficiência, será punido com multa.

A fiscalização é maciça, mas é possível observar que faltam alguns incentivos: mais cursos de qualificação, acessibilidade, pois não dá para chegar de cadeira de rodas em qualquer lugar da cidade. São necessários ônibus especiais e adaptações físicas nas empresas.

Cursos de qualificação para pessoa com deficiência.
Associação dos Deficientes Físicos de Goiás (Adfego)
Encaminhamento para vagas em empresas
Avenida Independência, nº 3026
Informações pelo telefone: 62-3202-9412
Associação Pestalozzi de Goiânia
Marcenaria (Associação Pestalozzi)
Auxiliar de cozinha
Auxiliar administrativo
Auxiliar de limpeza
Informática
Informações pelo telefone: 62-3515-5657

Cursos de qualificação.

Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas)
Estão abertas as inscrições às 1.500 vagas dos cursos de qualificação da Semas. Os cursos são gratuitos e abrangem as áreas de higiene e beleza, confecção, alimentação, artesanato e informática. Os interessados podem escolher entre 21 tipos de treinamento em cinco áreas de interesse: higiene e beleza, confecção, artesanato, informática e alimentação.
Endereços:
Semas
Rua 25-A, esquina com Av. República do Líbano, Setor Aeroporto, Goiânia – GO
Centros de Referência de Assistência Social (Cras)
Unidades Municipais de Assistência Social (Umas)
Os cursos têm duração mínima de 40 horas e máxima de 160 horas.
Informações pelos telefones: 62-3524-2645 e 3524-2676.

As modalidades dos cursos ofertados são:
Higiene e beleza: cabeleireiro, manicure e pedicure, depilação, massagem, maquiagem, limpeza de Pele, tranças e penteados, estética facial
Confecção: corte e costura, modelagem, peças íntimas
Alimentação: salgados, quitandas
Artesanato: confecção de caixas de presentes, bordado em pedraria, decoupage, biscuit, vagonite, pintura em tecido, confecção em tecidos
Informática: noções básicas

Sistema Nacional do Emprego em Goiânia (Sine)
Os cursos são oferecidos para pessoas maiores de 18 anos que estão desempregadas.
Local de inscrição: Rua 4, esquina com a rua 06, nº 515 Ed. Parthenon Center – térreo – Centro.
Os interessados deverão estar munidos com os documentos pessoais, carteira de trabalho e comprovante de endereço com Código de Endereçamento Postal (CEP).
Informações pelo telefone: 62-3524-2707
Vagas disponíveis para os seguintes cursos:
Informática básica
Informática intermediária
Suporte técnico
Qualidade no atendimento
Administração de estoque
Manicure e pedicure
Técnicas em vendas
Telemarketing
Cabeleireiro
Operador de caixa
Corte e costura

Serviço Nacional da Indústria (Senai).
Goiânia
Faculdade de Tecnologia Senai de Desenvolvimento Gerencial (Fatesg)
Informações pelo telefone: 62-3269-1200
Aparecida de Goiânia
Unidade Integrada Sesi/Senai Aparecida de Goiânia
Informações pelo telefone: 62-3236-6900
Anápolis
Faculdade de Tecnologia Senai Roberto Mange
Informações pelo telefone: 62-3902-6200
Catalão
Escola Sesi/Senai Catalão
Informações pelo telefone: 64-3411-1065
Itumbiara
Escola Senai Itumbiara
Informações pelo telefone: 64-3432-2500
Rio Verde
Escola Sesi/Senai Rio Verde – fone: 64-3612-1110

Empregos.

Sistema Nacional do Emprego (Sine) – Goiânia.
Endereço: Rua 4 nº 515, térreo, Ed. Parthenon Center – Setor Central
Para se inscrever, basta comparecer na Unidade do Sine Municipal de Goiânia, levando carteira de Trabalho, RG, CPF e comprovante de endereço.
1 auxiliar de crédito
4 repositor de supermercado
5 açougueiro
2 auxiliar de cobrança
2 assistente de vendas
3 auxiliar de linha de produção
1 auxiliar contábil
1 padeiro
2 balconista de lanchonete
2 vendedor de serviços
1 costureira de máquina de overloque
2 supervisor de vendas
1 copeiro bar
3 manobrista
15 auxiliar de limpeza
1 camareira de hotel
15 motorista d caminhão
Total geral: 51

Instituto Euvaldo Lodi (IEL) Goiás.
Contatos pelo portal www.ielgo.com.br/emprego ou atendimento presencial.
Endereço: Av. Anhanguera, nº 5.440, Ed. Palácio da Indústria, 1º andar – Centro – Goiânia – Goiás

Vagas para Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Trindade e Senador Canedo:
Analista de RH
Vendedor
Maqueiro
Gerente de estoque
Assistente de controladoria
Cozinheiro
Operador de pá carregadeira
Conferente
Medicina do trabalho
Serviços gerais
Impressor flexográfico
Auxiliar de remoção
Supervisor de lanchonete
Balconista
Motorista
Auxiliar de indústria

Vagas para pessoas com deficiência (PCD) – IEL:
Recepcionista
Auxiliar administrativo
Auxiliar de Produção
Porteiro
Telefonista
Digitador
Porteiro
Auxiliar de produção

Estágio.

Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee).

Ciee Goiânia
Informações pelo telefone: 62-4005-0750
Portal: www.ciee.org.br

Administração
35 vagas
Do 2º ao 6º período

Ensino Médio
10 vagas
Do 1º ao 3º ano

Pedagogia
1 vaga
Do 3º ao 7º período

Design
1 vaga
Do 1º ao 4º período

Educação Física
1 vaga
Do 4º ao 7º período

Comunicação
3 vagas
Do 2º ao 6º período

Comunicação Social – Publicidade e Propaganda
1 vaga
Do 1º ao 4º período

Comunicação Social – Jornalismo
1 vaga
Do 6º ao 7º período

Comunicação Social – Relações Públicas
1 vaga
Do 1º ao 4º período

Ciência da Computação
3 vagas
Do 2º ao 5º período

Marketing
3 vagas
Do 2º ao 6º período

Psicologia
2 vagas
Do 4º ao 8º período

Técnico em Enfermagem
2 vagas
Do 1º ao 2º período

Telecomunicações
2 vagas
Do 2º ao 3º período

Ciências Contábeis
5 vagas
Do 2º ao 7º período

Técnico em Segurança do Trabalho
1 vaga
Do 2º período

Engenharia Civil
1 vaga
Do 6º ao 8º período

Engenharia Elétrica
1 vaga
Do 2º ao 3º período

Direito
02 vagas
Do 02º ao 08º Período

Tecnologia em Construção de Edifícios
1 vaga
Do 2º ao 4º período

Serviço Social
1 vaga
Do 5º ao 6º período

Ciee Anápolis
Informações pelo telefone: 62-331-3500
Portal: www.ciee.org.br

Ensino Médio
1 vaga
Do 1º ao 2º ano

Nutrição
1 vaga
Do 4º ao 7º período

Administração
4 vagas
Do 1º ao 6º período

Ciee Itumbiara
Informações pelo telefone: 64-3431-5944
Portal: www.ciee.org.br

Ciências Econômicas
1 vaga
Do 1º ao 7º período

Ciências Contábeis
1 vaga
Do 4º ao 8º período

Ciee Rio Verde
Informações pelo telefone: 64-3602-1085
Portal: www.ciee.org.br

Administração
1 vaga
Do 2º ao 7º período

Ensino Médio
1 vaga
Do 1º ao 3º Ano

Ciências Contábeis
2 vagas
Do 2º ao 7º período

Tecnologia da Informação
1 vaga
Do 2º ao 3º período

Psicologia
1 vaga
Do 2º período

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MAQ às 16:12.
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segunda-feira, 25 de junho de 2012.

7ª Semana de Inclusão Educacional: Diálogo, Compreensão e Ação

O Senac Consolação realiza, de 3 a 7 de julho, pelo 7º ano consecutivo, a Semana de Inclusão Educacional: Diálogo, Compreensão e Ação.

7ª Semana de Inclusão Digital.

Com o objetivo de proporcionar um espaço de vivência, compartilhamento de experiências, integração e reflexão em torno do tema inclusão social e educacional, diversos profissionais renomados do mercado foram convidados para seis atividades, como palestras, debates e apresentações de teatro, com temas direcionados para o paradigma da inclusão frente ao mercado de trabalho.

O evento terá a audiodescrição e interpretação em Libras.

Serviço:
Senac Consolação.
Rua Dr. Vila Nova, 228 – 1º andar – Centro – São Paulo – SP.
E-mail: consolacao@sp.senac.br.
Telefone: (11) 2189-2100.
Data e Horário: 03/07/2012 até 07/07/2012.
Preço: Participação gratuita.

Inscreva-seSite Externo.

Informações:
Colabore com nossas atividades sociais trazendo um item de higiene pessoal que será doado para a Associação de Apoio à Promoção Humana Novos Rumos.

Programação:

Exposição da artista plástica Eliana Zagui.
Data e horário: 03/07/2012 até 06/07/2012 das 14 às 19 horas.

Eliana Zagui é artista plástica da Associação de Pintores com a Boca e os Pés e autora do livro Pulmão de Aço.
Feira de Oportunidades.
Data e horário: 03/07/2012 até 06/07/2012 das 14 às 19 horas.

Espaço para cadastramento e captação de currículos de pessoas com deficiência.
Mesa de debates: O paradigma da inclusão frente ao mercado de trabalho.
Data e horário: 06/07/2012 das 19 às 21 horas.

Ana Beatriz Pierre Paiva – Integrante do Conselho de Administração da Carpe Diem, apresentadora e coautora do livro Mude seu falar que eu mudo meu ouvir.

Eliane Ranieri – Gerente de Diversidade & Inclusão da IBM América Latina, com experiência em educação de lideranças, como facilitadora dos programas de desenvolvimento para gestão de pessoas.

Felipe Elias Bueno, Ana Paula Rodrigues e Raquel Rieckmann – Integrantes da equipe de jornalismo da Rádio SulAmérica Trânsito, responsável pelo projeto Igualdade Ainda Deficiente que apresenta série de reportagens sobre as questões relacionadas às dificuldades de deslocamento das pessoas com deficiência pelas ruas da cidade de São Paulo.

Flávio Gonzalez – Gerente de Processos de Inclusão da Avape – Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência, atua há 16 anos na inclusão de pessoas e programas de responsabilidade social com foco na Diversidade Humana.

Julia Rosemberg – Gerente de projetos da I.Social, na qual auxilia empresas na inclusão responsável de profissionais com deficiência, por meio da conscientização dialógica e de ações contundentes de responsabilidade social.
Palestra: Pessoas com Deficiência e Suas Interações no Mercado de Trabalho, com Emílio Figueira.
Data e horário: 07/07/2012 das 9h30 às 11 horas.

Uma inclusão no mercado de trabalho dependerá também de uma boa convivência no ambiente profissional. Se o empregador e os funcionários se atentarem para esse detalhe, mais que as metas produtivas, as interações sociais serão experiências enriquecedoras para todos os envolvidos.

Emílio Figueira.
Doutor em Psicanálise, pós-graduado pela USP, jornalista, psicólogo e escritor com 87 artigos científicos e 38 livros publicados, entre eles: O que é Educação Inclusiva e Caminhando em Silêncio – Uma introdução à trajetória da pessoa com deficiência na história do Brasil.
Conversa com Eliana Zagui e Paulo Henrique Machado.
Data e horário: 07/07/2012 das 11 às 12 horas.

Eliana Zagui é artista plástica da Associação de Pintores com a Boca e os Pés e autora do livro Pulmão de Aço.

Paulo Henrique Machado é designer gráfico e desenvolvedor da arte utilizada nas peças de divulgação dessa edição do evento.
As diferenças e semelhanças entre ouvir e escutar, com Lak Lobato.
Data e horário: 07/07/2012 das 13h30 às 15h.
A partir de sua experiência de como se tornou surda oralizada e as implicações na sua vida social e profissional, Lak abordará as dificuldades de adaptação de surdos oralizados e com implante coclear no ambiente educacional e profissional.

Lak Lobato.
Formada em comunicação social pela Universidade Anhembi Morumbi. Fotógrafa, publicitária, redatora, trabalha como analista de endomarketing de uma multinacional. Autora do blog “Desculpe, não ouvi!” sobre deficiência auditiva focada em oralização, uso de próteses auditivas e implante coclear. Assina uma coluna semanal sobre acessibilidade, no site “Acessibilidade Total” e na revista on-line “Acesso Total”.
Palestra: O diferencial e as diferenças no mercado de trabalho, com Roseli Behaker Garcia.
Data e horário: 07/07/2012 das 15h às 16 horas.
Atualmente, ter um diferencial é um fator considerável para se obter êxito e sucesso no trabalho. Para tanto, é necessário saber lidar com pessoas diferentes, sejam elas com deficiência ou não.

Roseli Behaker Garcia.
Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, pós-graduada em Linguagem das Artes pela Universidade de São Paulo. Profissional da área de recursos humanos há 17 anos na Universidade Presbiteriana Mackenzie e ministra palestras sobre inclusão, mercado de trabalho, motivação. Representou o Brasil no Congresso Internacional para Mulheres com Deficiência Visual no Canadá em 1996.
Apresentação teatral Projeto Mix Menestréis, dirigido por Deto Montenegro.
Data e horário: 07/07/2012 das 16h15 às 17 horas.
Um dos vários projetos que integram a Oficina dos Menestréis, empresa de Teatro Musical com excelência comprovada tanto pela linguagem original e vocabulário próprio, quanto pela contribuição significativa para formação de público e inclusão social.


Fonte: www.sp.senac.brSite Externo..

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segunda-feira, 12 de março de 2012.

Manifestação Pública – Contra a flexibilização da “Lei de Cotas”.

No dia 15 de Janeiro último, o jornal Folha de São Paulo, no aderno “Mercado”, página B4, publicou a matéria “STF poderá rever regras para deficientes”. Alguns dias depois, o mesmo jornal, em 23 de Janeiro, assinou o editorial “Barreira Burocrática”, caderno “Poder”, página A2, tratando do tema.

Não é de hoje que parte mais atrasada do setor empresarial vem defendendo flexibilizações na chamada “Lei de Cotas” (Lei 8.213/91, posteriormente regulamentada), que reserva um percentual de 2% a 5% das vagas nas empresas com cem ou mais empregados a serem preenchidas por pessoas com deficiência e reabilitados.

O conteúdo da matéria e do editorial mencionados acima buscam dar respaldo para o processo de flexibilização da Lei, em sintonia com o discurso dessa parcela do empresariado. Assim sendo, nos parece de suma importância apresentar, de maneira pontual e objetiva, argumentos contrários a este movimento, oriundos da experiência prática de órgãos públicos, sindicatos, empresas cumpridoras da Lei, associações, ONGs, ativistas sociais, enfim, pessoas com e sem deficiência que atuam cotidianamente com esta questão.

Além disso, os argumentos por nós apresentados têm seu embasamento na legislação vigente e, principalmente, na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada pela ONU em 2006, ratificada pelo Brasil em 2008 com o status de emenda constitucional e promulgada pelo Executivo Federal por meio do Decreto 6.949/09.

Os seguintes aspectos nos chamaram a atenção e provocaram questionamentos:

1. Embora a matéria fale explicitamente que “o Superior Tribunal Federal (STF) votará nos próximos meses uma ação que poderá instituir a flexibilização das regras para a contratação de deficientes pelas empresas”, não há referências a uma única fonte do próprio Tribunal, nem maiores informações sobre o trâmite desta ação, como o Ministro Relator responsável.

2. Deve-se reafirmar que o papel primordial do STF, no sentido contrário, é defender a Constituição e o direito ao trabalho das pessoas com deficiência, grupo populacional historicamente discriminado. O acesso ao trabalho é direito constitucional previsto no Art. 27 da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência supracitada;

3. Explica-se na matéria que a ação é movida pelo grupo Pão de Açúcar, que teria sido autuado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) por descumprimento da Lei. Segundo a matéria: “a empresa diz ter cumprido a lei e que foi multada porque só consideraram como deficientes aqueles com atestado do INSS”;

4. Pelo texto, se entende que o MPT considerou como pessoas habilitadas a fazer jus à Lei de Cotas só aqueles com certificado do INSS. Tal afirmação é imprecisa e não condiz com os procedimentos legais ou regimentais para comprovação das condições que definem aqueles que são considerados para fins de cumprimento da Lei. Vejamos:

De acordo com o Decreto Federal 3.298/99, art. 36, que disciplinou a “Lei de Cotas”, observa-se que as vagas reservadas a serem preenchidas se referem:

  1. às pessoas portadoras de deficiência habilitadas ou
  2. aos beneficiários da Previdência Social reabilitados.

Para a identificação de tais pessoas, além do art. 4° deste Decreto (alterado pelo Decreto 5.296/04), os parágrafos 1° a 5° esclarecem que:

1º) considera-se pessoa com deficiência habilitada:

  1. aquela que esteja capacitada para o exercício de uma função, ainda que não submetida ao processo de habilitação ou reabilitação; desta forma, a pessoa com deficiência não possui certificado de conclusão de processo de habilitação ou reabilitação profissional fornecido pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS; Neste caso, comprova-se tal condição simplesmente por meio de laudo médico, que pode ser emitido por médico do trabalho da empresa ou qualquer outro médico.
  2. aquela que esteja capacitada para o exercício de uma função submetida ao processo de habilitação ou reabilitação; desta forma, a pessoa com deficiência possui certificado de conclusão de processo de habilitação ou reabilitação profissional fornecido pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS.

2º) considera-se pessoa reabilitada aquela submetida ao processo de reabilitação profissional e com certificado de reabilitação profissional fornecido pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS.

5. Em resumo, para a grande maioria dos casos, as pessoas com deficiência que fazem jus às cotas comprovam sua condição apenas com o laudo médico. Eventualmente, se passaram por processos de habilitação ou reabilitação profissional, as pessoas com deficiência terão também o certificado fornecido pelo INSS. Mas este é somente exigido obrigatoriamente para o segundo grupo de pessoas beneficiado pela Lei: os reabilitados.

6. Talvez o verdadeiro argumento da ação do grupo Pão de Açúcar, em consonância com setores empresariais, esteja explícito no seguinte trecho da matéria: “a legislação também define os tipos de deficiência, excluindo as consideradas “mais leves” – diferenciação que as empresas consideram “inconstitucional”;

7. É preciso deixar claro que os parâmetros que balizam as cotas – Decretos Federais 3.298/99 e 5.296/04 – não excluem “deficiências leves”. Eles apenas caracterizam aquelas condições nas quais, a partir de uma significativa limitação funcional, há desvantagens competitivas e dificuldades adicionais para o pleno acesso ao mercado de trabalho. Sem estes critérios, corre-se o risco de banalizar este instrumento de ação afirmativa;

8. O pior é que, na seqüência, a “inconstitucionalidade” acima mencionada é apresentada como responsável pela queda no número de ocupações formais exercidas por pessoas com deficiência, de 348 mil em 2007 para 306 mil em 2010 (fonte RAIS, Ministério do Trabalho Emprego).

9. O que não consta na matéria, mas é percebido claramente por aqueles que atuam nesta área, é a “preferência” de parte das empresas por pessoas com deficiências “mais leves”, dificultando o acesso, por exemplo, de cadeirantes ou pessoas cegas nos ambientes de trabalho; (ou seja, há uma dupla discriminação para pessoas com deficiências mais “graves”);

10. Além das “questões burocráticas” e dos “problemas da legislação”, a matéria abre espaço para outra queixa freqüente de parte do empresariado que não cumpre a Lei: “a falta de pessoas com deficiência e de mão-de-obra qualificada para o preenchimento das vagas”;

11. Embora se reconheça que há um histórico de exclusão escolar responsável por um passivo na formação das pessoas com deficiência, este processo está sendo claramente revertido. Dados do MEC apontam para o aumento no número de matrículas e crescente escolaridade das pessoas com deficiência. Existem também iniciativas – no chamado “Sistema S”, órgãos públicos e empresas privadas – no sentido de promover capacitação profissional e maior qualificação para este segmento (como também para o conjunto da população, cuja qualificação média também não é adequada).

O editorial “Barreira Burocrática”, mesmo que numa forma mais amena e cuidadosa, segue o mesmo estilo “conservador e pró-empresarial” da matéria, reproduzindo equívocos no sentido de respaldar o seu conteúdo e a intenção clara de flexibilizar a “Lei de Cotas”.


Realizada esta avaliação crítica do material jornalístico, concluímos este Manifesto com uma síntese das nossas posições sobre o tema:

  1. É precipitado propor flexibilizar a “Lei de Cotas” sem que se conheça a fundo o universo das pessoas com deficiência e/ou com limitação funcional a ser divulgado pelo IBGE nos resultados do Censo de 2010 (até o presente momento, se conhece apenas os dados agregados absolutos);
  2. No mesmo sentido, é prematuro e perigoso falar em inclusão de “deficiências leves” nas cotas quando ainda está em curso um estudo demandado pela Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência (SNDP), vinculado à Secretaria Nacional de Direitos Humanos, junto ao IETS (Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade), com o objetivo de aperfeiçoar a classificação das deficiências;
  3. A “Lei de Cotas”, da forma como está hoje, não é a panacéia para resolver a questão da inclusão das pessoas com deficiência no trabalho, mas pior seria sem ela. Não queremos depender eternamente deste instrumento, mas ele se mostrou necessário e ainda é imprescindível para consolidar a cultura de inclusão e valorização da diversidade nos ambientes de trabalho;
  4. Reduzir o percentual das cotas, incluir novos grupos ou criar fundos de contribuição para não contratar trariam perdas para o já precário processo de inserção no mercado de trabalho, penalizando as pessoas com maior limitação funcional, justamente aquelas para as quais foi pensado este instrumento de ação afirmativa.
  5. Qualquer discussão sobre mudanças na Lei deve passar pelo controle social de instâncias como o CONADE (Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência), em sintonia fina com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

Manifeste-se também! vggarcia30@gmail.com
Escreva para Vinícius Gaspar Garcia para se incluir no manifesto.
e peça a lista atualizada com todos os participantes.


As pessoas abaixo assinadas endossam as colocações do Manifesto e pedem a gentileza para sua divulgação.

Adriana Dias – Pessoa com Deficiência Física e Osteogenesis Imperfecta e Coordenadora do GT permanente de Deficiência e acessibilidade da Associação Brasileira de Antropologia.

Adilso Luis Pimentel Corlassoli – Coordenador da Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre. 1o Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Porto Alegre.

Alexandre Mapurunga – Associação Brasileira Para Ação por Direitos das Pessoas com Autismo.

Ana Maria Machado da Costa – auditora fiscal do trabalho, coordenadora do Projeto de Inclusão de pessoas com deficiência no trabalho da SRTE no RS.

Anahi Guedes de Mello – cientista social, é uma das fundadoras do Centro de Vida Independente de Florianópolis (CVI-Florianópolis).

Angela Cristina Guedes – articuladora política na área da Pessoa com deficiência, Vice presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Leopoldo-RS, atuando como diretora na Diretoria Municipal de Políticas para as Pessoas com Deficiência em São Leopoldo-RS.

André Luiz de Pinho – analista financeiro e pessoa com deficiência.

Antonio Carlos da Silva Antunes – representante sindical, dirigente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários. Trabalha na INFRAERO na Assessoria de Acessibilidade. Instrutor do Curso de Atendimento às Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida.

Antônio Muniz da Silva – Presidente da Associação Pernambucana de Cegos.

Antonio Santos Pereira – Membro do CVI Bahia e do Perspectivas em Movimento – Inclusão Artístico e Cultural da Pessoa com Deficiência.

Carlos Aparício Clemente – Vice Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região e Coordenador do Espaço da Cidadania.

Claudia Grabois – membro da comissão de direitos humanos da OAB/RJ, coordenadora jurídica e de políticas publicas de inclusão do Portal Inclusao Já, coordenadora da Rede Inclusiva – Direitos Humanos BR, membro do conselho jurídico do Instituto Baresi, ex presidente da FBASD, ex gestora de educação especial do município do Rio de Janeiro-IHA/SMERJ.

Claudia Maia Tavares – jornalista e superintendente adjunta da Escola de Gente – Comunicação em Inclusão.

Claudia Werneck – escritora, jornalista, empreendedora social e fundadora da Escola de Gente – Comunicação em Inclusão.

Cláudio Vereza – Deputado Estadual – Espírito Santo.

Claracy Hevlyn Martins Celso – jornalista e repórter free-lancer da revista Incluir.

Eduardo Fagnani – economista, professor no Instituto de Economia da Unicamp.

Eduardo Soares Guimaraens – jornalista, especialista em redes sociais e membro do CVI Araci Nallin.

Edyléa Corrêa Lima – Psicóloga.

Elaine Guadelupe Rodrigues – Professora Adjunta da Universidade Federal de São Paulo, farmacêutica.

Ernesto Luiz Muniz Moreira – Engenheiro Civil, área de Engenharia de Projetos e Projetos de Acessibilidade, colaborador do grupo Floripa Acessível do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis-SC e Presidente do CVI-FLORIPA (Centro de Vida Independente de Florianópolis-SC).

Fabiana Grangeia – empresária, artista plástica e portadora de deficiência auditiva.

Fernando Antonio Pires Montanari – Economista.

Flavia Maria de Paiva Vital – Analista de Gestão da Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo, prestando serviços para Secreteria de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência.

Flávio Scavasin – graduado em Direito pela USP e pós-graduado pela FGV. Ex-diretor do Parque Villa-Lobos no período de sua expansão e acesssibilização. Coordenador da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Genário Viana Filho – Servidor Público Federal.

Genival Santos – advogado formado pela PUC-SP.

Geraldo Marcos Nogueira Pinto – Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência – OAB/RJ; membro do Conselho Pleno da OAB/RJ; membro fundador, Conselheiro Fiscal e Ex-Diretor Jurídico do CVI-Brasil; Ex-Diretor Executivo do CVI-Rio; Ex-Subsecretario do Trabalho e Emprego do Município do Rio de Janeiro; colunista sobre temas da deficiência para Revista Reação e para o Jornal Arauto dos Advogados; consultor jurídico das seguintes ONGs: Associação de Apoio as Pessoas com Deficiência da ZonaOeste – ADEZO; Instituto Sirius – Núcleo Francisco de Assis de Atendimento à Pessoa com Deficiência; SOLAZER – O Clube dos Excepcionais; Grupo dos Portadores de Artrite Reumatoide do Rio de Janeiro – GRUPARJ.

Gildete Ferreira – Assistente Social. Militante desde 1980 na área, tendo atuado na AFR, ADFERJ, CVI-Rio, APADA – Niterói e Coordenadoria de Políticas para PcD na Prefeitura Municipal de Niterói. Atualmente assessorando a Superintendência de Política para Pessoa com Deficiência da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direito Humanos. Mestranda em Política Social na UFF.

Guirlanda Benevides – Economista, especialista em Economia do Trabalho e Sindicalismo (UNICAMP) e responsável pelo Programa de Inclusão de Pessoas com deficiência no Mercado de Trabalho/MTE/GRTE-CAMPINAS.

Gustavo A. Barros – advogado e deficiente visual.

Hélio de Araújo – Professor, ativista na defesa dos direitos das pessoas
com deficiência, membro do Conselho Municipal de Educação de Petrolina.

Hélio Morais Pereira – administrador de empresas. Participante voluntário de instituições pró deficientes visuais de outras organizações da sociedade civil em Goiás.

Ida Célia Palermo – Consultora de Inclusão Social, Presidente do CVI-Campinas.

Izabel Maria Madeira de Loureiro Maior – médica fisiatra e docente da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro, integrante do Núcleo Interdisciplinar de Acessibilidade e Inclusão da UFRJ, especialista e consultora na área de políticas públicas de inclusão das pessoas com deficiência. Ex-Secretária nacional da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Jorge Amaro de Souza Borges – Biólogo – Especialista em Educação Ambiental Mestrando em Educação – PPGE-PUCRS – Chefe de Gabinete da FADERS – RS. Vice-presidente do COEPEDE – RS

Jorge Márcio Pereira de Andrade – médico, psicanalista, psiquiatra, analista institucional, fundador do DEFNET Centro de Informações e Informática sobre Paralisias Cerebrais, Ativista de Direitos Humanos e responsável pelo Blog INFOATIVO.DEFNET CAMPINAS SP.

José Carlos do Carmo – médico, auditor fiscal do trabalho. Coordenador do programa de inclusão da pessoa com deficiência da SRTE/SP/MTE.

Josué Ribeiro Costa da Silva – Internauta que assinou o manifesto por meio do blog Bengala Legal.

Jucilene Braga Silva Evangelista – Deficiente visual.

Kátia Ferraz – Presidente do Centro de Vida Independente de Belo Horizonte.

Katia Fonseca – Jornalista, ativista de Direitos Humanos, conselheiro-consultiva do CVI-Campinas.

Leno F Silva – consultor em comunicação e sustentabilidade, sócio-diretor da LENOorb – Negócios para um mundo em transformação.

Lilia Pinto Martins – Psicóloga clínica, com experiência profissional no campo da psicologia da reabilitação. Uma das fundadoras e atual presidente do CVI-Rio.

Lothar Bazanella – Deficiente visual analista de sistemas.

Luiz Portinho – Procurador Federal e Presidente da Associação RS Paradesporto, de Porto Alegre.

Mara Gabrilli – Deputada Federal.

Maria Lucia Gaspar Garcia – Psicóloga e voluntária do CVI-Campinas.

Marcio Castro de Aguiar – Fisioterapeuta, Cego, ativista na defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, fundador do CVI-Niterói.

Marco Antonio Queiroz – Conteudista do site Bengala Legal e Especialista em Acessibilidade Web.

Maria Aparecida Gugel – Subprocuradora Geral do Trabalho.

Maria Aparecida Ouvinhas Gavioli – Pedagoga, especializada na área de deficiência intelectual e educação especial. Professora universitária do Curso de Pedagogia da FAPEC – (Faculdade Paulista de Educação e Comunicação de Ibiúna); assessora na área de inclusão educacional.

Maria Cristina de Souza Leão Attayde – servidora pública federal vinculada ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

Maria Eduarda Silva Leme – psicóloga, doutora em Educação-Unicamp. Coordenou o programa de atenção à pessoa com deficiência no INSS Campinas.

Marilene Vian Guilherme – pedagoga aposentada, deficiente visual total.

Marina Teresa da Fonseca – Publicitária, pessoa com deficiência, Campinas-SP.

Marta Gil – socióloga, consultora na área da Deficiência e Coordenadora Executiva do Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas.

Melissa Bahia – Consultora na área de Empregabilidade para Pessoas com Deficiência.

Messias Tavares de Souza – Bancário aposentado, militante pela Inclusão das pessoas com deficiência.

Naira Rodrigues – Fonoaudióloga, Presidente do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência de Santos/SP.

Reinaldo Bulgarelli – sócio-diretor da Txai Consultoria e Educação.

Regina Atalla – Ativista dos Direitos de PcD.

Renato Tadeu Barbato – arquiteto e urbanista, Deficiente total, Representante suplente do IAB/SP na Comissão Permanente de Acessibilidade na Prefeitura de São Paulo.

Rita de Cássia Tenório Mendonça – advogada humanitária, pesquisadora e consultora em inclusão social e direito ao trabalho.

Roberto Luiz da Veiga Oliveira – Presidente do COEPEDE – RS.

Rodrigo Galvão dos Santos – Advogado, Deficiente Visual, São Paulo/SP

Ronaldo André Bácry Brasil – Presidente do Centro de Vida Independente do Amazonas – CVI-AM, Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Manaus –CMDPD-Manaus. Presidente do CVI-Brasil.

Romeu Kazumi Sassaki – secretário do Conselho Nacional dos Centros de Vida Independente e consultor de inclusão social.

Roseli Bianco Piantoni – conselheira do CMPD/Campinas – Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência; Conselho Local de Saúde do CRR e Vice Presidente do CVI Campinas.

Rosemeire Santana Ruiz Lemos de Andrade – Psicóloga e coordenadora do departamento de inclusão da ONG NURAP.

Rosinha da Adefal – Deputada Federal, Presidente da Frente Parlamentar do Congresso Nacional em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência (FrentePcD). Coordenadora da ONEDF e do Fórum Alagoas Inclusiva.

Samuel Alesse Leandro – portador de deficiência visual.

Sérgio Ramos de Farias – analista de sistemas, formado em administração e pós-graduado em Gestão de projetos.

Sinival Pinheiro – consultor de emprego apoiado da ABADS (antiga Pestalozzi de São Paulo), membro da rede de emprego apoiado, militante da causa.

Silvia Pereira de Brito – assistente social, Mestre em Serviço Social pela PUC-SP.

Sonia de F.T. Rodrigues – Movimento Social das pessoas com deficiência.

Sônia Regina Carvalho – participante do Fórum Pró Trabalho da Pessoa com Deficiência e Reabilitada da RMBH.

Teda Ferreira Pellegrini – psicóloga, Membro da diretoria do CVI Araci Nallin.

Vinicius Gaspar Garcia – economista e pesquisador na Facamp, Doutor em Economia Social e do Trabalho pela Unicamp, co-fundador do CVI-Campinas e diretor de relações institucionais do CVI-Brasil.

Xyco Theophilo – Secretaria dos Direitos Humanos/Coordenadoria da Pessoa com Deficiencia, da ONEDEF, e Associação dos Deficientes Motores do Ceara ADM.


Associações e Organizações:
Associação RS Paradesporto de Porto Alegre-RS.
Centro de Referência em Reabilitação – Prefeitura Municipal de Campinas
Centro de Vida Independente de Campinas (CVI-Campinas)
Conselho Nacional dos Centros de Vida Independente (CVI-Brasil)
Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB-RJ
Fórum Alagoas Inclusiva
Instituto Baresi de Associações de Pessoas com doenças raras e Núcleo de
Acolhimento de Pessoas com doenças rarísimas.
Onedef – Organização Nacional de Entidades de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência.

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