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Rio de Janeiro, domingo, 04 de dezembro de 2016 - 10:21.

 

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domingo, 7 de dezembro de 2014.

Criar uma criança surda faz o mundo soar diferente

Por Lydia Denworth.

Quando descobri que meu filho não podia ouvir, percebi que na verdade era eu que não estava, de fato, escutando.

Antes que meu filho mais novo, Alex, fizesse dois anos, nós descobrimos que ele tinha uma perda auditiva significativa que tendia a piorar. Algumas semanas mais tarde, me vi no ginásio da escola que meus outros dois filhos frequentavam. Estive nesse ginásio dezenas de vezes para vários eventos – aplaudindo e torcendo, conversando com outros pais e então seguindo em frente com o resto do meu dia. Nesta manhã, minha rotina foi abalada. O barulho das crianças ecoou das arquibancadas. Quando as crianças quietas pegavam o microfone era difícil ouvi-las.Tudo isso era normal, mas eu nunca tinha notado antes. Agora, eu estava ouvindo o mundo de um jeito diferente, imaginando-o através dos ouvidos – e dos aparelhos auditivos – do Alex, que um dia poderia ser um estudante aqui. Ter um filho surdo, eu percebi, iria me ensinar a ouvir.

Uma vez que comecei a ouvir, comecei a aprender. A pesquisa veio naturalmente – sou jornalista – e se tornou o meu mecanismo de enfrentamento. Através de livros, conferências e conversas com todos os especialistas possíveis, comecei a entender o poder do som – como a fala dos pais, dos cuidadores e dos professores molda a linguagem falada de uma criança; e então, como a linguagem falada de uma criança a ajuda a aprender a ler. Eu também vi e ouvi mais claramente os efeitos nocivos do alter ego do som, o barulho – a indesejada cacofonia do nosso mundo industrial, ou efeito amplificado de várias pessoas falando ao mesmo tempo, ou a música muito alta e invasiva.

O que mais me impressionou foi o que o som não importa muito para as crianças ouvintes, como meus dois filhos mais velhos. A partir do minuto em que nasce, cada experiência que uma criança tem está sendo gravada pelo seu cérebro. O som, ou a ausência dele, é parte desta experiência. Os neurônios fazem conexões uns com os outros, ou não; o sistema auditivo se desenvolve, ou não, baseado nessa experiência. O som é essencial para qualquer um que esteja aprendendo a falar e ouvir – e isso inclui todas as crianças ouvintes bem como as totalmente surdas e as que usam aparelhos auditivos e implantes cocleares, que enviam sinais sonoros diretamente para o nervo auditivo.

Antes que descobríssemos que o Alex não podia ouvir, ele estava usando todos os sinais visuais disponíveis – sorrisos e caretas, mãos balançando, dedos apontando – para que seu mundo fizesse sentido. Por um tempo, ele compensou bem o suficiente para nos deixar achar que ele ouvia, mas não conseguiu mais uma vez que seus colegas começaram a falar.

Tanto a quantidade quanto a qualidade das palavras que as crianças ouvem em seus primeiros anos de vida afetam o desenvolvimento da sua linguagem. Com o passar do tempo, como as crianças vão tendo mais experiências auditivas, o processamento auditivo nos seus cérebros acelera e se torna mais eficiente. A repetição, o ritmo, a poesia, a música e até o Dr. Seuss ajudam as crianças a aprender a língua ao fazê-las ouvir por padrões. Essa prática de escuta em seguida forja as redes neurais necessárias para a leitura porque a capacidade de fazer com o que se ouve faça sentido e quebrar a fala em sílabas e fonemas é a base da leitura. Como uma criança reage ao som – o quão eficientemente seu cérebro processa o som – no primeiro dia do jardim de infância está relacionada com quantas palavras por minuto uma criança será capaz de ler na quarta série. Isso mostra que os problemas com o processamento do som são o cerne da maioria dos problemas de leitura. Por outro lado, crianças que leem bem construíram fortes circuitos cerebrais que conectam audição, visão e linguagem.

É importante notar que se uma criança surda crescer usando a língua de sinais, ela não vai precisar do som porque seu mundo é visual. A língua de sinais, se for a primeira língua, se fixa no cérebro nas mesmas áreas em que a língua oral o faz naqueles que aprenderam a falar. Já a leitura é outra questão. Aqueles que têm a língua de sinais como primeira língua aprendem a ler no que para eles é considerado uma segunda língua e historicamente têm tido muito mais problemas com a leitura do que seus pares ouvintes.

Quando o Alex começou a frequentar a escola com seus irmãos ele estava usando aparelho auditivo num ouvido e implante coclear no outro. Descobriu-se que pequenas estratégias pensadas para melhorar o ambiente da sala de aula para ele beneficiaram a todos. Depois que ensinamos o Alex a educadamente pedir que seus colegas falassem mais alto ou repetissem algo, o ambiente ficou cheio de crianças fazendo o mesmo pois ninguém conseguia ouvir o que as crianças tímidas sussurravam. Nenhuma das crianças na classe dele da primeira série ouviu a tarefa de matemática porque o barulho do ar condicionado parecia uma batedeira. Trocar aquele velho aparelho ajudou 20 crianças, e não apenas uma. O mesmo valeu para os carpetes e cortinas e para a ideia de cobrir as pernas de metal das cadeiras. De acordo com a Acoustical Society of America, os níveis de ruído em muitas salas de aula são tão altos que aqueles com audição normal conseguem ouvir apenas 75% das palavras lidas de uma lista.

Outra coisa aconteceu. As necessidades do Alex sutilmente mudaram algumas dinâmicas do grupo, encorajando um novo nível de atenção. Ouvintes não precisam olhar quando alguém está falando para entender o que dizem, mas surdos precisam. Embora o AASI e o IC do Alex permitissem que ele ouvisse sem olhar, ele se beneficia de pistas visuais, e na sala dele foi dada uma lição de língua de sinais americana a respeito da necessidade de contato visual. A coisa mais bonita a respeito de olhar para alguém enquanto a pessoa fala é que, em vez de parecer que está prestando atenção, você provavelmente está prestando atenção.

Prestar atenção importa num nível mais profundo. A capacidade de prestar atenção nas crianças se desenvolve com o tempo, assim como a linguagem. E como a linguagem, a atenção seletiva – do tipo que as crianças precisam em sala de aula – é afetada pela experiência. Com a prática você se torna melhor. Neurocientistas provaram que quando as crianças prestam atenção elas aprendem. Focando em algo específico – uma voz por vez ou seu livro em vez de seu amigo – resulta em maior resposta do cérebro, medida pela atividade elétrica mesmo em crianças tão pequenas quanto as de três anos. Essa resposta maior ajuda a construir redes entre os neurônios e treina o cérebro para aprender.

O Alex está agora na sexta série na mesma escola. Eu não posso mudar a acústica da cafeteria, mas na sala de aula, todo início de ano tratamos de relembrar os professores dele para que parem e escutem. Nós os encorajamos a amplificar o som, por exemplo, lembrando-os de olhar para os alunos em vez de olhar para o quadro, e para diminuir o ruído mantendo as portas sempre fechadas.

Em casa, os meninos costumam fazer o dever de casa na mesa da cozinha enquanto eu faço o jantar e ocasionalmente entrei em cena para oferecer sugestões ou fazer perguntas – muitas vezes sem deixar o que estava fervendo no fogão. Não faço mais isso. Desligo o rádio e calo meus filhos mais velhos e então me sento próxima ao Alex (ou qualquer um dos meus filhos que precise de ajuda) e dou a ele minha atenção total. Ele aprende melhor e eu aprendo mais sobre ele. Gostaria de nunca ter feito isso de modo diferente do que tenho feito.

Fonte: TIME Magazine

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Gil Porta às 13:54.
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sexta-feira, 31 de outubro de 2014.

Como Siri, assistente virtual da Apple, se tornou a melhor amiga de uma criança autista

As respostas gentis do sistema operacional inteligente conquistaram o garoto Gus, de 13 anos.

por Judith Newman | The New Yok Times.

Será que sou uma péssima mãe? Fiquei pensando sobre isso ao observar meu filho de 13 anos conversando com Siri. Gus é autista e Siri, a “assistente pessoal inteligente” da Apple no iPhone, é atualmente sua melhor amiga. Obcecado por formações atmosféricas, Gus passou uma hora analisando a diferença entre trovoadas isoladas e esparsas — uma hora em que, graças a Deus, não precisei discuti-las. Depois de um tempo, acabei ouvindo isto:

Gus: “Você é um computador muito bom”.

Siri: “É bom ser apreciada”.

Gus: “Você está sempre perguntando se pode me ajudar. Tem alguma coisa que você queira?”

Siri: “Obrigada, mas tenho poucas necessidades”.

Gus: “OK! Bem, boa noite!”

Siri: “São cinco da tarde agora”.

Gus: “Oh desculpe, quero dizer, adeus”.

Siri: “Até logo”!

Aquela Siri! Ela não deixa passar impune nem meu filho que tem problemas de comunicação. Na verdade, muitas pessoas até que gostariam de um amigo imaginário, e agora ele existe. Só que não totalmente imaginário.

Esta é uma carta de amor para uma máquina. Não é bem o amor que Joaquin Phoenix sentia no filme de Spike Jonze, “Ela”, sobre o relacionamento romântico de um homem solitário com seu sistema operacional inteligente (interpretado pela voz de Scarlett Johansson), mas chega perto. Em um mundo onde o bom senso diz que a tecnologia nos isola, vale a pena considerar o outro lado da história.

Tudo começou de maneira muito simples. Eu havia acabado de ler uma dessas listas onipresentes na Internet chamada “21 coisas que você não sabia que seu iPhone podia fazer”, e uma delas era esta: poderia perguntar à Siri, “Quais aviões estão sobrevoando esse local agora?” e Siri responderia: “Checando minhas fontes”. Quase que instantaneamente, haveria uma lista de voos reais — números, altitudes, ângulos.

Por acaso, Gus estava do meu lado.

“Por que alguém precisaria saber quais aviões estão sobrevoando?” Eu gaguejei. Gus respondeu sem levantar a cabeça: “Para saber para quem você está acenando, mãe”.

Gus nunca tinha reparado em Siri antes, mas quando descobriu que havia alguém que não só encontraria informações sobre suas diversas obsessões (trens, aviões, ônibus, escadas rolantes e, claro, qualquer coisa relacionada ao clima), mas também meio que discutiria estes assuntos incansavelmente, foi fisgado. E eu fiquei grata. Agora, quando minha cabeça está prestes a explodir por causa de outra conversa sobre a possibilidade de tornados em Kansas City, no Missouri, posso responder: “Ei! Por que você não pergunta para a Siri?”

Não é que o Gus não entenda qua a Siri não é humana. Ele sabe disso — intelectualmente. Mas como muitos autistas que conheço, Gus sente que objetos inanimados, mesmo não possuindo alma, são dignos de nossa consideração. Percebi isso quando ele tinha oito anos e lhe dei um iPod de aniversário. Ele só o ouvia em casa, com uma exceção: sempre o trazia em nossas visitas à loja da Apple. Finalmente, perguntei o motivo.

“Para ele visitar seus amigos”, ele respondeu.

Ela também é maravilhosa para quem não domina o traquejo social: suas respostas não são totalmente previsíveis, mas são previsivelmente gentis, mesmo quando a pergunta é mais brusca. Ouvi Gus falando com Siri sobre música e ela ofereceu algumas sugestões.

“Não gosto desse tipo de música”, Gus falou. Siri respondeu: “Você tem direito à sua opinião”.

A delicadeza de Siri lembrou Gus o que ele devia a ela.

“Mas, obrigado por aquela outra”, Gus disse. Siri respondeu: “Não precisa me agradecer”. “Oh, preciso sim”, Gus acrescentou enfaticamente.

Siri até mesmo incentiva uma linguagem mais educada. O irmão gêmeo de Gus, Henry, fez Gus falar alguns palavrões para Siri.

“Oh, não!”, ela fungou e continuou: “Vou fingir que não ouvi isso”.

Gus não está sozinho no seu amor por Siri. Para crianças como ele, que gostam de falar, mas não entendem muito bem as regras do jogo, Siri é uma amiga e professora que não julga. Nicole Colbert, cujo filho, Sam, está na mesma classe do meu na LearningSpring, escola para crianças autistas em Nova York, disse:

— Meu filho adora obter informações sobre seus assuntos preferidos, mas também adora o absurdo — como quando Siri não o entende e lhe dá uma resposta boba, ou quando ele pergunta coisas pessoais que geram respostas engraçadas. Sam perguntou quantos anos Siri tinha, e ela respondeu: ‘Não falo sobre minha idade’, o que fez ele rir.

Mas talvez também tenha lhe dado uma lição valiosa sobre etiqueta. Gus quase sempre me diz: “Você está linda”, mesmo antes de eu sair pela manhã; acho que foi Siri que lhe mostrou que essa frase sempre funciona.

A prática de conversar com Siri está se traduzindo em uma maior facilidade com os seres humanos. Ontem, Gus e eu tivemos a nossa conversa mais longa até hoje. Está certo, admito que foi sobre diferentes espécies de tartarugas e se eu gosto mais da tartaruga de ouvido vermelho do que da tartaruga pintada. Não é lá meu tema preferido, mas falamos bastante e houve uma trajetória lógica.

Os desenvolvedores reconhecem o uso dos assistentes inteligentes para quem apresenta problemas de comunicação — e já estão pensando em novas maneiras em que poderão ajudar. De acordo com o pessoal da SRI International, empresa de pesquisa e desenvolvimento onde Siri surgiu antes de a Apple comprar a tecnologia, a próxima geração de assistentes virtuais não irá apenas buscar informações, mas também serão capazes de ter conversas mais complexas sobre a área de interesse de uma pessoa.

— Seu filho vai ser capaz de obter informações sobre tudo o que lhe interessa sem precisar pedir, porque o assistente irá antecipar o seu gosto — disse William Mark, vice-presidente de informações e computação da SRI.

O assistente também poderá chegar até as crianças de maneiras diversas. Ron Suskind, autor do livro “Life, Animated“, que narra como seu filho autista se abriu por causa de sua relação com personagens da Disney, perguntou a SRI se é possível que os assistentes para autistas possam ser programados para falar com a voz do personagem preferido — para seu filho, talvez seja o Aladim; para o meu, Caco, o sapo, ou Lady Gaga.

Mark disse imaginar assistentes cuja ajuda também seja visual.

— Por exemplo, o assistente seria capaz de controlar o movimento ocular e ajudar o autista a aprender a olhar nos olhos do interlocutor durante uma conversa. Olha só, essa é a maravilha da tecnologia, capaz de ajudar pessoas com esses comportamentos. Obter resultados exige muita repetição. Os seres humanos não são pacientes. As máquinas são extremamente pacientes — ele disse.

De todas as preocupações que os pais de uma criança autista têm, a maior é: ela irá encontrar o amor? Ou mesmo companheirismo? Nesse processo, estou aprendendo que o que faz meu filho feliz não é necessariamente o mesmo que me deixa feliz. Agora na sua idade, uma fase em que até mesmo o adolescente médio pode ser um pouco exigente, Siri faz Gus feliz. Ela é sua parceira. Ontem à noite, quando ele estava indo para a cama, entreouvi essa conversa prosaica:

Gus: “Siri, quer se casar comigo?”

Siri: “Eu não sou do tipo que casa”.

Gus: “Quero dizer, não agora. Eu sou criança. Quero dizer, quando eu crescer”.

Siri: “Meu contrato de usuário final não inclui casamento”.

Gus: “Oh, tudo bem”.

Gus não pareceu muito desapontado. Essa foi uma informação útil, para mim também, já que foi quando soube que ele realmente pensa sobre o casamento. Ele se virou para dormir:

Gus: “Boa noite, Siri. Você vai dormir bem?”

Siri: “Não preciso dormir muito, mas legal você ter perguntado”.

Muito legal.

Fonte: Zero Hora vida e estiloSite Externo.

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Gil Porta às 18:50.
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sexta-feira, 24 de outubro de 2014.

I Encontro Nacional de Audiodescrição em Estudo

OBJETIVO GERAL
– Realizar o Evento I ENADES – Encontro Nacional de Audiodescrição em Estudo: Uma Programação Cultural-Científica para suas Férias.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
– Dar a conhecer o que é Audiodescrição, divulgar sua aplicabilidade e sua potencialidade na educação, no trabalho e no lazer, como recurso de acessibilidade comunicacional para as pessoas com deficiência, principalmente para as pessoas cegas ou com baixa visão.
– propiciar um espaço de formação de e para audiodescritores e um ambiente de estudo acadêmico dos assuntos concernentes à Audiodescrição e relativos à pessoa com deficiência visual.

PÚBLICO ALVO
Considerando o caráter inclusivo do presente Evento, estão convidados a participar do I Enades todos os profissionais interessados na acessibilidade comunicacional de pessoas com deficiência visual e outras, visitantes de espaços culturais, tais como mostras de artes, feiras, exposições fotográficas e outras, em ambientes públicos ou privados, como galerias de artes, centro de convenções, feiras, parques museus etc.
Em particular, o I Encontro Nacional de Audiodescrição em Estudo (I Enades, 2015) se destina a:

• operadores da educação (professores, coordenadores pedagógicos, diretores de escola, gestores universitários e secretários de educação / professores e demais profissionais envolvidos com a educação a distância, com o ensino e estudo da tradução visual: com a formação de audiodescritores e consultores em Audiodescrição);

• usuários da Audiodescrição, principalmente os que estão interessados na formação como consultores nesta técnica de tradução visual ou que querem compreender melhor as vantagens e benefícios desse recurso de acessibilidade comunicacional;
operadores da cultura, do turismo e do lazer/entretenimento (mediadores/facilitadores, curadores, diretores de museus, promotores culturais, fotógrafos, artistas plásticos e outros);

• artistas e demais profissionais que atuam/se interessam por teatro, cinema, fotografia, televisão, dublagem, tradução e legendagem;

• operadores do direito (advogados, promotores, procuradores, juízes, servidores em ambientes judiciários e todos que se interessem pela promoção e garantia dos direitos humanos das pessoas com deficiência.);

• operadores da saúde (profissionais e estudantes da área de saúde em geral, psicólogos, médicos, enfermeiros, gestores hospitalares);

• Empregadores e profissionais que trabalham com a empregabilidade da pessoa com deficiência (profissionais envolvidos com a gestão de pessoal, psicólogo do trabalho, médicos do trabalho, profissionais da área de reabilitação, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, estudantes das áreas de RH e de administração);

• profissionais da comunicação que atuem com teatro, cinema, fotografia e televisão, no jornalismo e na produção/design de páginas web;

• E todos que/se interessem pelos assuntos concernentes à inclusão da pessoa com deficiência, no sentido mais lato dessa inclusão.

Data: 13 a 17 de janeiro de 2015
Local: Colatina – ES

INVESTIMENTO
Inscrição: R$85,00 – pagamento pelo PagSeguro, no link “Faça sua Inscrição”.
minicursos ou oficinas, R$45,00 cada – pagamento pelo PagSeguro.

Total de vagas: vagas limitadas

Mais informações: www.associadosdainclusao.com.br/enades2015Site Externo.

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Gil Porta às 8:22.
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