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Rio de Janeiro, domingo, 25 de setembro de 2016 - 08:43.

 

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013.

Piercing na língua é capaz de controlar cadeira de rodas

Tecnologia desenvolvida nos EUA pode ajudar pessoas tetraplégicas.

Cientistas nos Estados Unidos descobriram uma forma de fazer com que pessoas possam controlar cadeiras de rodas e computadores usando um piercing na língua.

Piercing na língua.

A descoberta pode ajudar a dar mais independência a pessoas com paralisia. O movimento de um pequeno ímã dentro de um piercing é detectado por sensores e convertido em impulsos eletrônicos, que podem controlar uma série de aparelhos.

A equipe de cientistas disse que está explorando a “destreza incrível” da língua. A pesquisa foi publicada na revista científica “Science Translational Medicine“.

A equipe da Georgia Institute of Technology percebeu que, devido à grande flexibilidade da língua, um piercing no órgão pode servir para propósitos bem mais ambiciosos do que o meramente decorativo.
Uma grande parte do cérebro é usada para controlar a língua, que tem mecanismos bastante sofisticados usados na fala. Essas partes ficam intactas mesmo em casos de lesão na espinha dorsal, que provocam a paralisia.

“Estamos investigando as capacidades inerentes da língua, que é uma parte tão incrível do corpo’, disse o pesquisador Maysam Ghovanloo à BBC.

Precisão.
O piercing do tamanho de um feijão produz um campo magnético que muda quando a língua se movimenta. Sensores colocados na bochecha conseguem detectar a posição precisa do piercing.
Em testes feitos com 23 pessoas sem qualquer tipo de paralisia e 11 tetraplégicos, seis posições diferentes dentro da boca foram programadas para mover uma cadeira de rodas elétrica ou controlar um computador. Por exemplo, quando a língua tocava o lado esquerdo da bochecha, a cadeira se mexia para a esquerda.

Em média, as pessoas tetraplégicas conseguiam desempenhar tarefas até três vezes mais rápido e com o mesmo nível de precisão, em comparação com outras tecnologias disponíveis hoje.

Os pesquisadores querem desenvolver comandos colocados em cada um dos dentes da boca, possibilitando a criação de um número “ilimitado” de instruções, permitindo que tetraplégicos possam discar um número de telefone, mudar um canal de televisão ou até mesmo digitar uma mensagem. “As pessoas serão capazes de fazer mais coisas e de forma mais eficiente”, diz Ghovanloo.

Ele disse que algumas pessoas mais idosas se recusaram a participar da experiência por terem restrições ao uso de um piercing na língua, mas que os mais jovens acharam a experiência “muito legal”.

Os aparelhos testados estão disponíveis somente nos laboratórios. A equipe está estudando formas de aumentar a estabilidade da tecnologia, para conseguir aprová-la junto às autoridades americanas. Isso abriria a possibilidade de se comercializar a descoberta.

O diretor da instituição de pesquisas Spinal Research, Mark Bacon, disse que o objetivo principal da ciência deve continuar sendo a busca por formas de regenerar a espinha dorsal, mas que pessoas tetraplégicas podem se beneficiar muito com a tecnologia criada no laboratório.

“A língua é capaz de comandos tão sofisticados usados na fala que não existe motivo para não se usar esta versatilidade de movimento para controlar aparelhos de forma discreta.”

Ele faz a ressalva de que é importante desenvolver mecanismos que protejam as pessoas de acidentes, quando a língua estiver sendo usada para atividades como comer, falar e engolir.

Fonte: G1Site Externo..

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Gil Porta às 12:11.
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segunda-feira, 1 de abril de 2013.

Acessibilidade: Instrumentos musicais eletrônicos

Olá caros amigos e leitores! Tudo bem?

Pois, comigo tudo. Já a muito tempo venho com um problema no que diz respeito à acessibilidade e usabilidade, com o qual não consigo me conformar: Hoje os cegos têm acesso total e pleno à informática, nos mais diversos sistemas como Linux, Windows e mesmo sistemas Apple; Mesmo equipamentos como celular, iPhone e outros na área da comunicação já têm acessibilidade. Um cego, só para dar um exemplo, hoje em dia compra um iPhone e basta dar três toques na tecla “home” e o sistema começa a falar dando acesso por voz a todas as funções, ou o cego pode pedir pra uma pessoa que enxerga ativar o leitor de telas, que também é possível e integrado. Mesmo nos computadores isso é possível, o próprio Linux Ubuntu por exemplo já vem com fala integrada em vários idiomas. Mas eu fico pensando: E os instrumentos eletrônicos? Nunca ninguém levantou a questão que, também para eles, (e mais do que tudo), seria necessário incluir opções de acessibilidade?

Vou dar meu próprio exemplo: Tenho um teclado Yamaha, PSRS-900; Faz 5 anos que eu o tenho, e posso garantir que, até hoje, não uso nem 50% das funções dele! Um cego pra usar um teclado, além de decorar as funções (todas que puder), ainda tem que “adivinhar” em algumas vezes o que aparece na tela e o que vai poder responder por exemplo perguntas do tipo se quer salvar o arquivo, se quer alternar sem salvar, etc.

Então imaginem o seguinte: Empresas como a Yamaha, a Roland e outras que fabricam instrumentos eletrônicos poderiam fazer como fez o pessoal da Apple, ou da Distro Ubuntu, no caso do Linux, e colocar fala integrada nos seus sistemas bem como sistemas de ampliação de telas para visão subnormal. Fazer um teclado especial para visão subnormal ou cegos totais, com sistema de fala e ampliação seria contraproducente já que, ou os cegos teriam que se limitar a comprar somente aquele modelo se quisessem ter acessibilidade, ou teria que ser fabricado exclusivamente pela (e para) a acessibilidade.

Contudo, se essas empresas fizessem como fez a Apple, ou o pessoal da Distro Ubuntu, por exemplo, e colocassem a acessibilidade como pré-requisito básico em seus sistemas, um cego poderia comprar um teclado qualquer em uma loja por exemplo, e além de já sair tocando, fazê-lo já com acessibilidade, dependendo apenas de usar uma pequena combinação de teclas para a ativar.

O que pretendemos com esse artigo e a manifestação que estamos fazendo nas redes sociais é conscientizar essas empresas de que, além de ter um grande volume de gente que usa seus equipamentos e que necessita acessibilidade neles (como teclados, baterias eletrônicas, gravadores digitais e etc), com o grande número de funções que eles possuem o antigo método da “decoreba” não funciona.

Finalizo por aqui esse pequeno artigo na expectativa de que os responsáveis dessas empresas que fabricam esses equipamentos (como Yamaha, Roland, Zoon e outras) possam dar a devida atenção à nossa causa e que, em breve, eu venha a escrever outro artigo comemorando a solução deste problema e os avanços na acessibilidade também no âmbito dos instrumentos musicais.

Um abraço,
Fernando.


Fonte: Blog de Fernando de Paula ZamboniSite Externo..

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MAQ às 12:06.
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segunda-feira, 1 de abril de 2013.

I Encontro Nacional de Acessibilidade Cultural

Em simultâneo:

III Seminário Nacional de Acessibilidade em Ambientes Culturais.

16, 17 e 18 de Abril de 2013.
Local: Fundação Biblioteca Nacional – RJ.

  • Políticas Públicas para acessibilidade cultural;
  • Linguagens de produtos culturais acessíveis;
  • A universidade da formação e produção da cultura acessível;
  • Planejamento e Projeto de produtos culturais acessíveis;
  • Programas Educativos e acessibilidade cultural.

Em breve a programação completa em:
www.acessibilidadecultural.wordpress.comSite Externo.
www.medicina.ufrj.br/acessibilidadeculturalSite Externo.

Mais informações:
acessibilidadecultural.ufrgs@gmail.com.

Apoio: Empresa Brasil de Comunicação (EBC) – Ministério da Cultura (Fundação Biblioteca Nacional) – Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência – Secretaria de Direitos Humanos

Realização: UFRJ – UFRGS – Diferenças – Mais educação e cultura inclusiva – Fórum de Ciência e Cultura UFRJ – Especialização em Acessibilidade Cultural – Terapia Ocupacional UFRJ – Núcleo Interdisciplinar Pró Cultura Acessível – Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural – Ministério da Cultura – Governo Federal.

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MAQ às 11:20.
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