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Rio de Janeiro, terça-feira, 27 de setembro de 2016 - 17:07.

 

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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012.

Teatro Carlos Gomes estreia projeto de inclusão.

Teatro Carlos Gomes estreia projeto de inclusão de pessoas com deficiência visual e auditiva.

Com patrocínio da Petrobras, o teatro será o único do Brasil a contar com recursos de audiodescrição, interpretação em LIBRAS e legendagem em todas as peças em cartaz em 2012

A partir do dia 4 de março, todas as peças em cartaz no Teatro Municipal Carlos Gomes (Rio de Janeiro), na temporada de 2012, vão contar com recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. O projeto, da Lavoro Produções, é patrocinado pela Petrobras, em parceria com a Prefeitura do Rio, e prevê sessões inclusivas aos domingos, duas vezes por mês, durante todo o ano.

Na estreia do serviço, no dia 4 de março, o público poderá conferir a peça “As Mimosas da Praça Tiradentes” com recursos de audiodescrição, interpretação em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e legendas, como as que são utilizadas pelos canais de televisão em Closed Caption. As sessões inclusivas dos espetáculos serão sempre nos primeiros e terceiros domingos do mês.

O Teatro Municipal Carlos Gomes, que é um dos mais importantes do Rio de Janeiro, será o único do país a oferecer o serviço de acessibilidade total ao público de suas peças. O objetivo é incluir as pessoas com deficiência visual – cegos e pessoas com baixa visão – além de pessoas com deficiência intelectual, autistas, disléxicos e com síndrome de Down, por meio da audiodescrição; e de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, por meio da Língua Brasileira de Sinais e do serviço de Legendagem.

O recurso da audiodescrição consiste na descrição objetiva de todas as informações visuais contidas nas cenas do espetáculo teatral, como expressões faciais e corporais, ações dos personagens, detalhes do ambiente, figurino, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de informações escritas em cenários ou adereços. Para completar a acessibilidade para as pessoas com deficiência visual, o programa da peça terá versão em Braille. A interpretação em LIBRAS é a tradução para a Língua Brasileira de Sinais de todos os diálogos, músicas e informações sonoras importantes da peça teatral. A legendagem também contém todos os diálogos, músicas e informações sonoras do espetáculo, e é utilizada pelas pessoas com deficiência auditiva que não usam LIBRAS.

O projeto de acessibilidade não acarretará custos extras para os usuários dos recursos. Para assistir às peças, o público poderá usufruir do ingresso a preços populares, política já adotada pelos teatros da Rede Municipal do Rio de Janeiro, que inclui o Teatro Municipal Carlos Gomes.

As Mimosas da Praça Tiradentes.

Um grupo de transformistas ensaia um show para arrecadar fundos em prol do Cabaré das Mimosas, ameaçado de fechar suas portas. Ao longo dos ensaios são reveladas as histórias das personagens e suas relações pessoais. Cada uma delas representa um período da Praça Tiradentes – são negros, ciganos, vedetes, dançarinas de gafieira, a corte portuguesa e os estrangeiros que ao longo do tempo ajudaram a construir a identidade desta região. Alternando números musicais com cenas dramáticas, o espetáculo cria um mosaico de acontecimentos e fatos que mostra a importância e a razão pela qual a Praça Tiradentes foi considerada uma das regiões mais tradicionais do Rio de Janeiro, sendo conhecida, por muito tempo, como a Broadway brasileira. Texto de Gustavo Gasparini e Sérgio Módena. Com Cláudio Tovar, Marya Bravo, Gustavo Gasparini, Milton Filho, Jonas Hammar e César Augusto.

Sobre a Lavoro Produções.
A Lavoro Produções é uma empresa pioneira na criação de projetos culturais com acessibilidade, que se tornou uma referência entre as instituições, grupos e pessoas com deficiência no Brasil e no mundo desde 2003, quando começou a realizar o Festival Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes dobre Deficiência. O projeto introduziu a acessibilidade em projetos culturais no Brasil.

Sobre o Teatro Municipal Carlos Gomes.
O Teatro Municipal Carlos Gomes tem uma trajetória que se confunde com a própria história do teatro brasileiro. Em 1904, o empresário do entretenimento Paschoal Segreto comprou o antigo Teatro Cassino Franco-Brésilien, fundado em 1872, e o renomeou Carlos Gomes. Em 1963, a classe teatral reagiu contra a tentativa de transformar o teatro em cinema, mas o espaço ficou abandonado. Em 1988, o teatro foi posto à venda. A Prefeitura do Rio comprou o teatro, realizou uma grande reforma e o transformou em um dos melhores teatros da cidade, em 1993. Hoje, além da sala principal, funciona no segundo andar o Salão Nobre Guarani, reservado para espetáculos musicais.

SERVIÇO: Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes.
Peça: As Mimosas da Praça Tiradentes.
Dias: 04 e 18 de março, às 19h30.
Local: Teatro Municipal Carlos Gomes. Praça Tiradentes, 19, Centro.
Telefones: (21) 2224-3602 ou (21) 2215-0556.
Capacidade: 685 lugares.
Ingresso: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia).
Classificação etária: 12 anos.
Duração: 120 minutos.
Bilheteria: a partir das 11h (qui. e sex.); a partir das 14h (sáb. e dom.).

Assessoria: Palavra Assessoria (21) 3204-3124.
Patricia Klingl patricia@palavraonline.com (21) 9811-8087.

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011.

Teatro Alfa – O Quebra Nozes – com audiodescrição.

Imagem convite para "O Quebra Nozes".

Descrição do convite do balé “O quebra Nozes” da Cia. Cisne Negro.

O convite é composto por uma foto de uma cena do balé, onde a personagem Clara – a protagonista – está sentada em uma cadeira de balanço no centro do palco. Ela está adormecida, segurando nas mãos um soldadinho de brinquedo de calça branca, farda vermelha com detalhes em amarelo e um chapéu com um penacho branco, também vermelho. Clara usa um vestido branco e sapatilhas de balé. Em pé e atrás da cadeira está o Rei dos Camundongos – um bailarino usando capa preta e uma enorme cabeça de rato, com uma coroa dourada sobre ela. O fundo da foto é escuro, porém nota-se a presença de uma grande cortina vermelha e alguns pequenos pontos brancos, que lembram flocos de neve ou luzes de Natal. Sobre esta foto, escrito em branco e de cima para baixo estão os letreiros:

No topo: “O Teatro Alfa oferece audiodescrição para espectadores com deficiência visual para o tradicional balé de Natal – O Quebra Nozes”. Logo abaixo o logotipo: “Cisne Negro companhia de dança em: O Quebra Nozes” – música de Tchaikovsky.

Mais abaixo e ao lado dos personagens acima descritos estão as informações:

“Sessão com audiodescrição, dia doze de Dezembro – segunda-feira as vinte e uma horas. Duração cento e vinte minutos. Classificação “livre”.

Ingressos: inteira, quarenta e cinco reais. Meia-entrada, vinte e dois e cinquenta.

Estarão disponíveis cinquenta fones de audiodescrição nesta data. Favor reservar o fone no ato da compra de ingresso.

Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro, pelos telefones: 11 5693-4000 e 0300-789-3377, ou pessoalmente.

De segunda a sábado das onze às dezenove horas e domingos das onde às dezessete horas.

No rodapé do convite há uma faixa preta onde estão o logotipo do Teatro Alfa – Arte em todos os sentidos – e o endereço: Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722.

Demais informações:
Telefones da bilheteria: 11 5693-4000 e 0300 789 3377.
www.teatroalfa.com.brSite Externo.
Facebook: teatroalfa.
Twitter: @teatroalfa.
Logo abaixo estão os logotipos da Lei de Incentivo a Cultura e do patrocinador – Banco Alfa.
Apoio Institucional: Prefeitura do Município de São Paulo – Lei número 10.923/90
Realização: Instituto Alfa de Cultura e Cisne Negro Cia de Dança.
Ministério da Cultura e Governo do Brasil.

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quarta-feira, 26 de outubro de 2011.

“LEONEL PÉ DE VENTO” – Peça infanto-juvenil.

Espetáculo infanto-juvenil “Leonel Pé de Vento” trata da convivência com a diferença.

Peça fica em cartaz no Oi Futuro Flamengo, até 27 de novembro, com sessões gratuitas para alunos da rede pública e recursos (somente aos sábados) para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência.

Imagem: no topo, dois pés sobre um céu azul. Abaixo, paisagem de montanhas.Leonel nasceu “pé de vento”: ele flutua, nunca pisa no chão. Por ser tão diferente, vive isolado, tendo como companhia apenas seu pai e sua mãe. Confundido com pássaros e com assombração, ele é segregado pelas crianças da pequena cidade onde vive. A única maneira de Leonel descer e tocar a terra com seus pés é sentir um amor intenso, que traga peso à sua alma. Um dia, aparece Mariana, uma menina doce e curiosa, que vai transformar a sua vida. A peça infanto-juvenil “Leonel Pé de Vento” está em cartaz no Oi Futuro Flamengo (Rio de Janeiro), aos sábados e domingos, até 27 de novembro, e tem ingressos a preços populares.

O espetáculo aborda diversos temas importantes: a passagem da infância para a adolescência, a dor e a solidão causadas pelo preconceito e a convivência com a diferença. Para o diretor João Batista, é fundamental abordar essas questões desde cedo com as crianças. “Falamos de um tema importante, a diversidade, mas de forma lúdica e divertida. A montagem tem tudo para alegrar as crianças e os pais: romance, aventura, belas músicas originais, cantadas por todo o elenco, além de um personagem central que anda no ar”, conta.

“Leonel Pé de Vento” é baseado em um curta-metragem homônimo, do gaúcho Jair Giacomini, lançado em 2006, e premiado em diversos festivais, nacionais e internacionais, entre eles o Prêmio Unesco de Melhor Filme da América Latina e do Caribe e Melhor Filme da Mostra Competitiva Nacional Granimado. A ideia de adaptar a história para o teatro é da equipe da Lavoro Produções, que há anos desenvolve projetos que privilegiam a acessibilidade.

“Deslocar as discussões sobre pessoas com deficiência para um ambiente dedicado à cultura estimula o debate e a formação de novos pontos de vista. É um privilégio contar com uma equipe de criação e um elenco tão talentoso para falar de um dos assuntos mais importantes da atualidade”, explica Lara Pozzobon, diretora de produção.

A temporada no Oi Futuro prevê sessões inclusivas, com apresentações gratuitas para alunos da rede pública de ensino e, aos sábados, para crianças de escolas especiais. Serão utilizados recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual (audiodescrição, transmitida por fones) e auditiva (Interpretação em LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais).

Sobre o Oi Futuro.

Na área cultural, O Oi Futuro atua como gestor do Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, mantém dois espaços culturais no Rio de Janeiro (RJ) e um em Belo Horizonte (MG), além do Museu das Telecomunicações nas duas cidades. www.oifuturo.org.brSite Externo.

SERVIÇO:

Espetáculo “Leonel Pé de Vento”.
Direção de João Batista.
De 13 de agosto a 27 de novembro.

Horário: sábados e domingos, às 16h.
Local: Teatro do Oi Futuro (Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo).
Capacidade: 74 lugares.
Ingresso: R$10 (inteira) e R$5 (meia).
Classificação etária: livre.
Duração: 60 minutos.
Vendas antecipadas: Bilheteria do teatro, das 11h às 20h.
Agendamento de sessões especiais: Lavoro Produções, pelo telefone (21) 2235-5255.

Projeto realizado com o patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro.

FICHA TÉCNICA:

Direção: João Batista.
Texto: Jair Giacomini e Tarcísio Puiati.
Produção: Lavoro Produções.
Direção de Produção: Lara Pozzobon.
Figurino: Mauro Leite.
Cenário: Dóris Rollemberg.
Iluminação: Renato Machado.
Direção Musical e Trilha Sonora: Paula Leal.
Direção de Movimento e Assist. Direção: Dani Cavanellas.
Projeto Gráfico: Bruno Ribeiro.
Fotos: Tata Barreto.
Elenco: Graciela Pozzobon, Roberto Souza, Alexandre David, Amina Muniz, Bernardo Lacombe, Ana Paula Brasil, Lívia Guerra e Iuri Saraiva.

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