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Rio de Janeiro, domingo, 04 de dezembro de 2016 - 18:32.

 

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sábado, 11 de abril de 2009.

"Tirem as nádegas da cadeira": Entrevista com Fábio Adiron.

Entrevistado: Fábio Adiron *
Entrevistador: Marco Antonio de Queiroz – MAQ.

1 – Porque inclusão?

Porque as exclusões são muitas. Vivemos ainda numa sociedade compartimentada e, apesar dos discursos bonitos a respeito de igualdade, percebemos que muitos (e não só as pessoas com deficiência) não tem acesso às condições mais básicas de existência. Perpetuar essas exclusões é uma forma de considerar determinadas pessoas como seres humanos de segunda ou terceira categoria, como se fossem menos humanos, com menos necessidades que os demais.

2 – Inclusão escolar, inclusão social, inclusão no trabalho, inclusão política… algum excluído conseguiria sentir-se em uma sociedade inclusiva caso sua deficiência não fosse aceita em sua própria casa?

Algumas pessoas conseguiram superar suas próprias exclusões familiares e encontrar seu espaço social mas, sem dúvida, se no espaço social que mais deveria dar apoio às pessoas, elas são excluídas, a vida fica muito mais difícil.

O que não significa que, apesar de amados por suas famílias, muitos não sejam excluídos dentro dos seus próprios lares sob relações pessoais que parecem aceitáveis, mas são excludentes. Muitos pais não acreditam que seus filhos conseguirão estudar, outros os “protegem” da sociedade evitando qualquer contato com ela e, não poucos, lidam com a deficiência como se essa precisasse de pena e comiseração.

3 – Alguns políticos tradicionais de esquerda associam a luta das pessoas com deficiência à uma “luta de classes”, na verdade, uma “luta de segmentos da sociedade”. Como militante da inclusão das pessoas com deficiência, do segmento menos visível socialmente, como percebe sua briga pessoal a favor das pessoas com deficiência intelectual?

Acho que o discurso ideológico da defesa dos direitos das pessoas com deficiência está muito próximo da defesa dos direitos humanos. Circunstancialmente esse é um discurso que acabou mais associado à esquerda, que se apropriou do mesmo. Direitos humanos não são nem de esquerda nem de direita.

Por outro lado, considerando que o atual discurso da direita liberal é o da competição e da lei do mais forte ou mais hábil, esse acaba considerando que as pessoas com deficiência são um estorvo para suas metas. Diga-se de passagem, não só as pessoas com deficiência, mas também os pobres, os analfabetos, os negros…

4 – Já sentiu vontade, alguma vez, de largar tudo? Porque?

Largar tudo não. O que não significa que, de vez em quando, eu não deixe de lado algumas formas de militância e, quando o faço, costumo trocá-la por alguma outra que me pareça mais adequada. Existem alguns princípios dos quais eu não abro mão, o principal deles é o de lutar pela inclusão de todos de forma irrestrita, então não me alio com quem, para manter seus privilégios exclusivos, defende pseudo-inclusões de caráter limitado, ou como costumam dizer, a “inclusão responsável”, que nada mais é do que fingir que está incluindo, quando só está oferecendo migalhas.

5 – Em que se traduz acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual?

A principal barreira que é colocada diante das pessoas com deficiência intelectual é a de atitude. As pessoas partem do princípio que pessoas com DI nunca vão aprender, ou que não podem aprender qualquer coisa. E quando alguém acredita nisso, deixa de tentar ensinar, deixa de procurar recursos pedagógicos adequados. É preciso construir as “rampas” de aprendizagem, assim como um cadeirante não vai subir uma escada, a pessoa do DI vai precisar usar outros caminhos cognitivos para construir a aprendizagem.

Só que uma coisa legal disso tudo é o seguinte: as rampas não são boas só para cadeirantes, mas para idosos, obesos, mães com carrinhos de bebê….Da mesma forma, os caminhos pedagógicos não homogêneos, também são bons para todas as pessoas.

6 – Na hora de “brigar feio” com seu filho, já deixou de fazê-lo pensando em sua deficiência?

Eu só poderia poupar meu filho de uma bronca de pai se o motivo da bronca fosse decorrente da sua deficiência. Em 10 anos (a idade do Samuel), não houve nada que ele fizesse que eu associasse ao fato de ter síndrome de Down. Malcriação e desobediência não estão alojadas no cromossomo 21, risos.

8 – O que mais dói nessa luta, a dimensão dos limites da deficiência dessas pessoas, entre as quais seu filho, ou a relação da sociedade com elas?

O que mais dói não é nem uma coisa, nem outra. O que mais dói é assistir muitos pais de crianças com deficiência não prepará-las para a vida real. Ou porque são alheios à defesa dos direitos dos seus próprios filhos, ou porque acreditam nesse modelo de exclusão que nos é apresentado. Optam pela comodidade de encerrar as crianças em instituições que cuidam delas das 7 às 18, de forma que eles mesmos não tenham que se preocupar com isso. É verdade que isso não está acontecendo só com as pessoas com deficiência mas, para essas, isso representa a negação de qualquer chance de autonomia.

9 – Por fim, poderia nos dizer, por favor, algo a respeito do assunto como mensagem para todos?

Outro dia estive conversando com os professores de uma escola situada num bairro muito pobre de São Paulo. E constatei mais uma vez que inclusão não é coisa de classes favorecidas. Depende da família, depende da escola, depende da comunidade. Dá trabalho para todo mundo, mas tem suas recompensas.

Minha mensagem é muito simples: tirem as nádegas da cadeira, não esperem que as benesses caiam do céu mas lutem por direitos de todos, não privilégios de alguns.

* Fábio Adiron : Pai de duas crianças (uma com Síndrome de Down), é consultor e professor de marketing. É membro da Comissão Executiva do Fórum Permanente de Educação Inclusiva e coordenador do CEMUPI – Centro de Estudos Multidisciplinar pró-Inclusão e do grupo de estudos Projeto Roma Brasil. Moderador dos grupos Síndrome de Down e Educação & Autismo e colaborador de publicações ligadas à educação e inclusão (Rede Saci, Planeta Educação, Tópicos em Autismo e Inclusão).

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MAQ às 7:56.
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quinta-feira, 9 de abril de 2009.

De que se está falando: de incapacidade ou de valores?

por Paulo Kroeff *

Fato 1:
Um estabelecimento particular de ensino, de grande porte, informa a uma mãe de uma criança com síndrome de Down que não poderia receber sua matrícula, pois eles não se sentem “capacitados”, apesar de terem “diversas experiências na linha de inclusão”.

Fato 2:
Uma pequena escola particular recebe essa criança. Ela está preparada, pois há 19 anos realiza a inclusão de crianças com deficiência na rede regular de ensino.

De que se está falando? Seria de “incapacidade” e de “falta de condições” daquele estabelecimento de grande porte, com um qualificado corpo de profissionais? Poderiam não estar preparados? Não seria, muito mais, a falta de desejo de incluir? Passou o tempo de segregar pessoas com deficiência. A síndrome de Down que uma criança possa ter não é impeditivo para a sua inclusão. Se a rede regular de ensino, pública, está fazendo isto com sucesso, por que não poderia fazê-lo um estabelecimento privado, de grande porte, com recursos imensamente maiores?

A pequena grande escola de ensino regular, privada, que recebeu essa criança está “preparada” e tem “condições” de receber a criança. Por que ela não estaria? Recebe essa criança como o faz com as demais: dá-lhe simplesmente o que toda criança precisa: carinho, atenção, cuidado, aceitação, solicitude e disponibilidade para conviver com a diferença. E não necessita fazer nenhuma adaptação especial para isto, nem precisa contratar profissional adicional. Serviços complementares podem ser acessados em outras entidades.

Fato 3:
O sindicato das escolas particulares publica artigo citando a Constituição Brasileira e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, pretendendo que elas amparariam aquela recusa de matrícula (crime tipificado na lei federal 7.853/89). Estariam propondo que esses instrumentos legais só são aplicáveis àqueles que frequentam escola pública? Isto não é aceitável! A educação inclusiva é um direito de todos e também as escolas particulares devem assumi-la como um compromisso e uma obrigação social.

Então, falemos claro: é da dignidade da pessoa e da defesa de seus direitos que estamos falando e da nossa capacidade (ou incapacidade) de aceitar e conviver com a limitação e a diferença.

O Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência se coloca à disposição para continuar debatendo e refletindo sobre estes fatos.

A citada criança, de um ano e quatro meses, tem direito à educação inclusiva para que desenvolva o máximo de suas potencialidades, ainda que o limite de capacidade que possa alcançar seja inferior ao nosso. Mas aqui termina a nossa diferença: em termos de dignidade e valor, somos iguais.

* Presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência. (Porto Alegre).

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MAQ às 17:39.
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quinta-feira, 26 de março de 2009.

TV Brasil – Programa Especial Comemora Cinco Anos.

No ar, dia 31 de março, ao meio-dia, na TV Brasil.

Em comemoração aos cinco anos do Programa Especial, da TV Brasil, a diretora Ângela Reiniger, conta a história do programa pioneiro sobre inclusão e como adotou o lema ” “Nada sobre nós, sem nós”, na atração. Por isso, convidou Juliana Oliveira, jornalista formada pela UFF/RJ, e tetraplégica desde uma acidente de carro em 1998, para apresentar o programa, e Fernanda Honorato, única repórter down do Brasil, para fazer entrevistas de rua e quebrar preconceitos. A audiodescrição e a janela de LIBRAS são mudanças para contemplar todas as acessibilidades. “O Brasil é um país muito rico em termos de cultura, de manifestações locais e o programa acha fundamental mostrar isso para o público”, conta Ângela.

O programa comemorativo vai mostrar também uma reportagem de Fernanda com João Paulo, que também tem síndrome de Down, sua madrinha Norma e sua mãe Ester que fala sobre a paixão de João Paulo pela música, especialmente o hip hop, e sobre suas aulas de natação.

O programa, que tem parceria com o Programa Consigo da Rádio e Televisão de Portugal (RTP), mostra o Teatro São Luiz, em Leiria, que disponibiliza dois intérpretes de Língua Gestual Portuguesa durante o espetáculo de “Moby Dick”. Com esta iniciativa, o teatro torna-se uma diversão para todos, inclusive para os deficientes auditivos que nunca tiveram oportunidade de ir à um teatro. A inclusão é feita não só em Portugal, mas no Centro-Oeste, Sudeste, Nordeste, Norte e Sul brasileiros. “As pessoas podem conhecer casos semelhantes aos seus e pedirem informações, além de outras quererem dizer como passaram por aquilo, através do programa. Isso é que eu acho muito bacana também”, afirma Ângela.

Segue entrevista da Ângela Patrícia Reiniger (Jornalista e diretora de cinema. Seu primeiro longa – metragem “Três Irmãos de Sangue”, contou a história de Betinho, Henfil e Chico Bento, que lutaram contra a hemofilia, a ditadura e a fome).

Entrevista de Juliana Oliveira com Ângela Reininger.

Juliana Oliveira: – Muitos telespectadores têm curiosidade em saber um pouco mais sobre a história do Programa Especial. Quem está com a gente hoje para conversar sobre isso é a diretora do programa, Ângela Patrícia Reiniger. Ângela, conta para o nosso público como tudo começou.

ÂNGELA: – A ideia do programa foi da Maria Léia, é uma jornalista, ela tem um filho com síndrome de Down, o Alexandre. Quando o Alexandre nasceu, ela percebeu que era difícil conseguir coletar informações, isso ainda pré boom da internet. E um tempo depois, ela achou que seria interessante ter um programa que abordasse as questões das deficiências, não só da síndrome de Down, mas de todos os tipos de deficiência. E é isso, há cinco anos o Programa Especial está no ar.

JULIANA: – Ao longo desses cinco anos, como você vê a evolução do Programa Especial?

ÂNGELA: – A gente foi, realmente, acompanhando as mudanças que ocorreram no país em termos de evolução do movimento das pessoas com deficiência, da defesa dos direitos das pessoas com deficiência e, ouso dizer que, contribuindo para isso também. Eu acho que a gente ajudou a trazer para o dia-a-dia das pessoas, que não tinham tanto contato com essa questão, uma familiaridade com o tema de uma forma muito, acho que muito leve. Quer dizer, com informação, tratando as questões com seriedade, mas sem aquela questão de “Óh, meu Deus!”, são pessoas, enfim, somos todos pessoas.

JULIANA: – E como surgiu a ideia de ter uma apresentadora cadeirante?

ÂNGELA: – Eu, do ponto de vista jornalístico, sempre acho que a pessoa que vai apresentar um programa sobre um tema específico é importante que ela tenha um conhecimento de causa. E, ao mesmo tempo, dentro do movimento internacional e também aqui no Brasil das pessoas com deficiência existe um lema que é “Nada sobre nós, sem nós”, E a gente é totalmente alinhado com isso. Além de você, a gente tem também a Fernanda Honorato, que é nossa repórter com síndrome de Down. No caso das pessoas com deficiência intelectual, existe acho que um preconceito muito grande de que elas não são capazes de formular questões, de ter um pensamento próprio, e eu acho que a Fernanda estando nas ruas ela mostra que isso não é verdade, a gente ajuda a quebrar esse preconceito. A gente tem também agora a Jeanie, que acabou de ser incorporada, que é que faz a parte da janela de LIBRAS para a gente, que é surda. E nos bastidores também, a gente conta com pessoas com deficiência.

JULIANA: – O programa está completando agora cinco anos trazendo grandes mudanças, fala um pouco sobre a importância dessas mudanças.

ÂNGELA: -A nossa meta é estar cada vez mais acessível ao maior número possível de pessoas. Então a gente está agora com a janela de LIBRAS, mantivemos a legenda, então a gente atende tanto aos surdos que lêem português, quanto aos surdos que são sinalizados, mas não lêem português. A gente está com audiodescrição para que as pessoas com deficiência visual também possam ser atendidas E como jornalista isso é um desafio, uma alegria muito grande, quer dizer, é a comunicação no sentido pleno, através da forma e do conteúdo.

JULIANA: – O Programa também é muito abrangente e mostra histórias de todas as regiões do país, qual a importância disso?

ÂNGELA: – O Brasil é um país muito rico em termos de cultura, de manifestações locais e a gente acha fundamental mostrar isso para o público. Não só mostrar, por exemplo, como é que é feito por Portugal, mas como que é feito no Sudeste, no Nordeste, no Norte, no Sul, Centro-oeste e as pessoas às vezes podem conhecer instituições ou casos semelhantes aos seus e entrarem em contato com essas pessoas para pedirem ajuda.

JULIANA: – E para você, pessoalmente, o que te dá mais prazer em fazer o Programa Especial?

ÂNGELA: – Uma coisa que me dá muito prazer é o retorno do público, a gente recebe e-mails de pessoas, ou felizes porque descobriram informação, até pessoas que não têm nenhuma deficiência, ou nenhum parente com deficiência e, no entanto, gostam de ver o programa, porque eu acho que a gente fala muito em quebrar preconceitos.

JULIANA: – Para finalizar, queria que você deixasse uma mensagem para nossos telespectadores.

ÂNGELA: – Eu convido todos os telespectadores do Programa Especial a enviarem sugestões para a gente, comentários, continuarem participando como vocês participam, e daqui do lado de cá da câmera é um prazer para a gente fazer esse programa.

Sintonize a TV Brasil:

TV aberta – canal 2 VHF e 32 UHF (transmissora da zona rural).
Em SP, canal digital 63 UHF
Net – canais 4 (SP), 16 (DF), 18 (RJ e MA)
Sky-Direct TV – canal 116
TVA digital – canal 181 (RJ e SP)

Na internet: www.tvbrasil.org.br. Site Externo.

TV Brasil, Rádios MEC, Nacional, Nacional da AM e Alto Solimões

Departamento de Comunicação Social e Marketing
Brasília: (61) 3327-4380 /-4368
Rio de Janeiro: (21) 2117-6230 /-6243.

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