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Rio de Janeiro, terça-feira, 27 de setembro de 2016 - 13:45.

 

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terça-feira, 25 de agosto de 2009.

Chat do dia 23/08/2009 – Programa Assim Vivemos – O Envelhecimento da Pessoa com Deficiência.

Programa Assim Vivemos.
TV Brasil – 23/agosto/2009.
Chat – complemento do programa – 19 horas.
Entrevistada: Fabíola Cintra Campillo.
Entrevistador: Marco Antonio de Queiroz – MAQ.

MAQ: Boa noite. Como em todas as semanas vamos começar nosso chat com uma entrevista e, logo após, vamos abrir o chat para que todos possam se expressar ou mesmo perguntar algo à nossa entrevistada.
.Nirce Entra na conversação.

MAQ: Nossa entrevistada de hoje é Fabíola Campillo, fisioterapeuta, especialista em tecnologias assistivas, idealizadora e membro do trabalho de pesquisa “O Envelhecimento das Pessoas com Deficiência” e membro do CVI AN. Boa noite Fabíola!

Fabíola. Boa noite MAQ. Boa noite a todos.
.Lucio Entra na conversação.
.Fernanda Entra na conversação.
.Nancy Entra na conversação.

MAQ: Fabíola, poderia nos dizer sobre seu trabalho de pesquisa sobre o envelhecimento das pessoas com deficiência? Porque você o idealizou e como vai seu desenvolvimento?
Fabíola. O trabalho foi idealizado em 2007 por mim e minha amiga e parceira de trabalho, Naira Rodrigues, durante um curso de formação de CIF, onde uma palestrante falava sobre envelhecimento populacional e percebemos que as pessoas com deficiência não entravam neste estudo. A partir daí iniciamos o projeto que é realizado pelo CVI/AN em parceria com mais 3 organizações, a “Mais Diferenças”, “Ciape” e “CBCD” com o financiamento da SEDH/CORDE. Acabamos de concluir a primeira fase que foi o desenvolvimento da metodologia e estamos trabalhando na 2a. fase que é a replicação do instrumento.
.Flavia Entra na conversação.

MAQ: Fabíola, nosso filme “Masters” é sobre o envelhecimento de pessoas, entre as quais uma pessoa com deficiência que adquiriu deficiência há pouco tempo. A pesquisa trata também dessa situação?
.Jean Entra na conversação.
Fabíola. Sim, nossa pesquisa visa entender como essas pessoas estão vivendo e identificar as barreiras e facilitadores que elas têm na sua vida diaria, além disso, observamos a interação das pessoas com a sociedade e o meio em que vivem. Em cima destas informações detectamos o porquê aumetou ou dimunuiu sua participação na sociedade e o filme mostra justamente isso, que uma pessoa mesmo se tornando deficiente nesta fase da vida, pode vivê-la de forma plena se estiver inserida num contexto social que seja facilitador e que permita que ela possa experimentar e vivenciar aquilo que lhe da prazer, utilizando a tecnologia e o apoio de seus colegas e familiares.

MAQ: Fabíola, existe associação direta entre envelhecimento e deficiência?
.Mateus Entra na conversação.
Fabíola. Sim, observamos em nosso estudo que o maior número de pessoas com deficiência aqui do município de São Paulo estão na faixa etária de 55 anos ou mais e percebemos que o envelhecimento vem muitas vezes associado à condições de saúde que podem muitas vezes levar a uma deficiência. Pra se ter uma idéia, 48% da população de São Paulo, na faixa etária de 55 anos é composta por pessoas com deficiência.
.Costa Entra na conversação.
.Fernanda Entra na conversação.

MAQ: Fabíola, como ficam as pessoas com deficiência idosas e dependentes que perdem seus parentes ou que são abandonadas por eles?
Fabíola. Esta é uma das principais questões e angustias que nossa equipe encontrou durante a aplicação do instrumento da pesquisa. Na grande maioria, a principal preocupação destas pessoas é como vão dar conta de viverem sem seus familiares, que também muitas vezes não abandonaram, mas se tornaram pessoas idosas e dependentes também. Muitas pessoas com deficiência acabam tendo que se virar sozinhas, além de cuidar destas outras pessoas. As pessoas com deficiência intelectual e seus familiares vivem esse medo diário de não saber o que fazer ou quem vai cuidar quando esses pais se forem. Esse é um dos principais problemas enfrentados atualmente pelas pessoas que estão envelhecendo. Hoje o que acontece é que muitas vezes estas pessoas acabam indo para abrigos públicos, mas já existem coisas bacanas acontecendo como as residências inclusivas, que parece ser uma boa opção.

MAQ: Fabíola, essa entrevista é para a apresentação do tema e de uma pessoa que entenda do assunto. Envelhecimento é um tema bastante instigante e com questões muito difíceis. Obrigado, suas colocações foram muito interessantes. Agora iremos abrir o chat para as perguntas dos participantes.
Fabíola. Eu sou quem agradece a oportunidade de participar e poder dividir com vocês esse interesse.
*.Sala E aberta (por Jean).

MAQ: Todos que quiserem fazer perguntas sobre o envelhecimento das pessoas com deficiência, podem ficar à vontade.
MAQ: Fabíola, me impressionou o percentual de 48% da população paulista acima de 55 anos ter deficiência. Pode nos dizer qual percentual é esse com relação à população total?
.Elizabet Entra na conversação.
Fabíola. MAQ, não tenho estes dados aqui comigo agora, Porém são dados do IBGE para o município de São Paulo, lembro-me que o panorama nacional não é tão diferente assim. Quando pegamos faixas etarias maiores que 55 anos no IBGE, este percentual aumenta ainda mais.

MAQ: isso significa que existe, realmente, uma associação direta entre envelhecimento das pessoas e deficiência. Será por isso que o censo de 2000 nos mostrou 24 milhões de pessoas com deficiência no Brasil?
Fabíola. Temos que lembrar que nestes números do IBGE, as pessoas se declararam com deficiência e nestas estão incluídas também as pessoas com mobilidade reduzida. Mas mesmo assim o número é muito grande.

Fabio. Fabíola, não sei se já foi pesquisado, mas qual é a categoria de deficiência com maior presença entre as pessoas com mais de 55 anos?
Flavia. Os cegos sempre tiveram maior sobrevida.
Jean: A, que bom saber disso, Flávia.
Jean: rs..
MAQ: até para morrer nós cegos somos ruins!
MAQ: ahaahha.
Fabio. ahahhahahhahaaa.
Fabíola. Pessoas com deficiência visual têm maior prevalência, porém temos observado na pesquisa o aumento de deficiências múltiplas, pois pessoas que já possuiam uma deficiência, com o envelhecimento acabam adquirindo outras. Mas estes dados precisam ser melhor estudados, por isso a importância desta pesquisa.
MAQ: concordo… essa pesquisa é super importante!
Fabio. É sim.
Fabíola. Pouco se sabe sobre o processo de envelhecimento das pessoas com deficiência. Esta pesquisa visa levantar estes dados para subsidiar políticas públicas para garantia de direitos e melhoria da qualidade de vida desta população, que está aumentando e precisa ser conhecida por todos nós.

Flavia. Na pesquisa vocês contemplaram a deficiência intelectual?
Fabíola. Sim Flávia, a pesquisa contempla as cinco categorias de deficiência estabelecidas na legislação brasileira: física, visual, intelectual, auditiva e múltipla.

MAQ: Outro detalhe do que nos disse, Fabíola, sobre o envelhecimento, pessoas com deficiência idosas e dependentes, é que elas aprendem a se virar e, por vezes, acabam até cuidando de quem eram seus cuidadores… mas existem aquelas que não têm mesmo como se virar, que não é questão de tentarem, é que não conseguem mesmo!
MAQ: o que pode-se fazer também é estimular tanto o empoderamento quanto a autonomia das pessoas com deficiência. Muitas são dependentes psicológicas e culturais… a sociedade julga que são dependentes e as trata como dependentes e elas acabam assumindo essa dependência que, na verdade, pode ser muito menor.
Fabíola. MAQ, antes da sociedade, a questão de achar que são dependentes muitas vezes começa na família e nos cuidadores. Observamos durante a pesquisa que muitas vezes os cuidadores se caracterizam mais como uma barreira, devido à relação que é estabelecida, do que como facilitadores.
MAQ: Sim, começa na própria pessoa com deficiência, que não se sente capaz de gerir sua própria vida e não tenta ultrapassar seus temores…
Fabíola. Muitas vezes os cuidadores acabam achando que estão fazendo o melhor. Mas acabam decidindo pela pessoa, escolhendo por ela e assim por diante, se esquecendo muitas vezes de perguntar o que a pessoa quer de verdade.
MAQ: mas por vezes não é nem maldade. Conheço familiares desenformados que não dão liberdade a seus entes com deficiência, inibindo iniciativas, por preocupação, por amor mesmo!
Fabíola. Concordo com você MAQ, não acho que seja por maldade, mas é uma questão que precisa ser trabalhada para poder dar autonomia às pessoas.

Flavia. Vocês tiveram dificuldade em encontrar esta população com deficiência intelectual? Recorreram à alguma instituição?
Fabíola. Não, não tivemos dificuldade, estabelecemos parcerias com diversas organizações de e para pessoas com deficiência do município.
Flavia. Perguntei errado. Estas pessoas estavam institucionalizadas?
Fabíola. Institucionalizadas (internas?). Não, elas frequentam instituições, mas moram com suas famílias e muitas vezes até sozinhas.
Flavia. Quando esta pesquisa, de vital importância, será disponibilizada para todos?
Fabíola. Neste momento acabamos de entregar o instrumento para a SEDH/CORDE e estamos trabalhando na segunda fase. Pois a primeira fase o instrumento foi aplicado somente em 31 sujeitos para validação. Agora nesta fase que estamos trabalhando ele será aplicado em 310 sujeitos do municipio, além de de estarmos trabalhando para replicá-lo em outros municípios em diversos estados do país.
Flavia. Porque não criam um site para podermos acompanhar a pesquisa e seus resultados?
Fabíola. Assim que estivermos com os resultados desta segunda fase, iremos divulgar com certeza.
MAQ: Fabíola, quando quiserem, a Bengala Legal estará a disposição da pesquisa e de qualquer texto que queiram divulgar.
Fabíola. Obrigada e pode ter certeza que iremos mandar.

MAQ: Fábio, quando me lembro de você, seus medos e seu fechamento em Ourinhos… e agora, você é um homem, uma pessoa do mundo… fazendo faculdade, trabalhando, concursado… tenho o maior orgulho de ter sido um estímulo… apenas com palavras e por e-mail!
*.Usuário Fabio é conhecido como Diniz (obs.: Troca de nome permitida pelo chat.)
Diniz. Você foi muito mais que um estímulo MAQ. Foi a via para que eu pudesse descobrir que a vida que tenho hoje era perfeitamente possível e viável.
MAQ: Tudo vale a pena, Diniz, quando o desejo e a imaginação, o esforço e a coragem podem ser aproveitados. Você me emociona com teu exemplo de vida e bendito a hora, o momento, que te escrevi estimulando à mudança.
Flavia. Mas tem gente que faz de sua deficiência sua profissão e isto é terrível.

Lucio. Boa noite MAQ, Fabíola.. Eu estou tentando fazer uma pergunta mas o meu filho não está deixando….
Diniz. Oi Lúcio! boa noite!
Fabíola. Boa noite Lucio
MAQ: Boa noite Lúcio, pode perguntar!
Lucio. Ele quer tc junto comigo.. Mas tem só 2 anos e meio.. ehehe.
MAQ: Bem, percebe-se que Rodrigo não será um sujeito muito acomodado!
Lucio. Queria perguntar uma coisa só.. Nem sei se é bem uma pergunta, ou uma impressão que tenho sobre o envelhecimento de um modo geral…
Lucio. É difícil MAQ, o Rodrigo continua no meu colo…
MAQ: rodrigo, deixa o papai perguntar! ahahah.
Lucio. Acho que agora vai… Ô peste!
MAQ: Lúcio, você não está preocupado com o envelhecimento do Rodrigo, não, né?
Diniz. Hahahaaa.
Fabíola. rrsss….
Jean: eeeita MAQ!
Lucio. Um pouco sim, a SD costuma associar envelhecimento precoce de verdade…
Fabíola. É verdade.
MAQ: SD = Síndrome de Down.
Lucio. As placas amilóides são visíveis aos 10 anos de idade, na população normal é só depois dos 40.
MAQ: Sim, mas quando é o envelhecimento precoce da SD?
Fabíola. Aliás, não sei se você conhece, mas existe um grupo de estudos que está fazendo justamente pesquisas relacionadas ao envelhecimento precoce das pessoas com deficiência intelectual.
MAQ: Desculpe minha ignorância quanto à brincadeira anterior, Lúcio, mas, mesmo assim, não é cedo para você pensar nisso para o Rodrigo?
Lucio. Há medidas nutricionais antioxidantes importantes pra retardar esse processo. Mas minha questão não é sobre SD.
Fabíola. Pode perguntar.
Lucio. Entendo que a sociedade percebe o idoso como uma pessoa com deficiência… Um desajustado.
Lucio. Às vezes ficamos pensando em vitaminar os idosos e esquecemos de perceber o quanto o contexto social está focado em isolá-lo.
Lucio. Além disso, o idoso apresenta muitas deficiências físicas com o tempo.. Auditiva, visual, sensorial e até mesmo intelectual…
MAQ: Lúcio, a sociedade tem no idoso alguém diferente de si mesma, discrimina a não ser que seja seu pai ou mãe… ou até pai e mãe!
Lucio. Mas isso é coisa recente, MAQ… Até bem pouco não havia essa onda de terceira idade.
MAQ: Recente?
Lucio. Só restavam o tricô para a vovó e o xadrez para o vovô.
Fabíola. Mas que bom que hoje existe essa preocupação com a 3a. idade, até porque a tendência é que em pouco tempo tenhamos mais idosos do que jóvens.
Lucio. Isso. O que eu queria saber é como você entende o lugar do idoso e se os avanços na sociabilidade deles pode ser replicado em outros setores e grupos.
MAQ: Eu percebo as questões da terceira idade semelhantes às das pessoas com deficiência, vai muito pela quebra de mitos, por lutarem por suas idéias e colocação na sociedade. No entanto, a questão das pessoas com deficiência idosas junta tudo isso e mais a sobrevivência, uma luta pela dignidade.
Fabíola. Isso está aos poucos mudando, até em função deste aumento populacional de pessoas nesta faixa etária, que se deve ao aumento da expectativa de vida. Muitas coisas ainda precisam ser vistas e revistas, principalmente quando falamos de pessoas idosas com deficiência.
Flavia. Lucio, a busca da dignidade é para todos, por isso a importância da união dos movimentos.
Fabíola. É isso aí Flavia.
Lucio. Concordo tb Flavia
Fabíola. O grande erro que muitos cometem é achar que o idoso não tem mais poder de decisão e acabam tomando para si todas as responsabilidades e atividades que a pessoa idosa tinha. Com isso nós só conseguimos causar neste idoso um sentimento de inútil, incapaz e daí começam a maioria dos problemas.

MAQ: Bem, o filme de hoje do programa Assim Vivemos era o “Masters”, que mostra que as pessoas com deficiência tem de ter empoderamento e que decidem por suas vidas…
a filha da mulher dizia que ela não podia pegar skate, e ela dizia que pegava e pronto… aparece ela com uma perna-de-pau, andando no jardim com 78 anos de idade.
Diniz. adoro esses desafios… “você não pode fazer isso”. Pode ser que eu não possa mesmo, mas vou lá e faço. ainda preciso amadurecer nisso.
Lucio. Diniz, você não pode fazer isso!!!!
Diniz. Sim Lúcio, eu posso! :)
Flavia. Minha nãe é meio assim, tem 84 anos e não permite que nenhum de seus filhos escolha o que é melhor para ela.

MAQ: Gente, nossa entrevistada, Fabíola Campillo, está com seu tempo esgotado. Quero agradecer sua presença, dizer que foi maravilhosa sua entrevista e que todos ficaremos na espectativa do término e divulgação da pesquisa sobre o envelhecimento das pessoas com deficiência que, com certeza, irá nos enriquecer muito!
Fabíola. Pessoal, infelizmente terei que sair agora. Gostaria de me colocar à disposição para esclarecer qualquer dúvida, o MAQ tem meus contatos.
Diniz. Obrigado Fabíola.
Flavia. Obrigada Fabíola, adorei sua entrevista!
Lucio. Obrigado Fabíola.. Desculpe minhas interferências, na verdade era o Rodrigo digitando hehehe
Diniz. ahahahhahahaa. O Lúcio é hilário.
Lucio. Boa noite pessoal…
Fernando: boa noite Lucio, e até o próximo chat.
Diniz. Valeu Lúcio, boa semana.
Flavia. Boa noite Lúcio!
Lucio. Tchau MAQ, Bom início de semana a todos!!
MAQ: Boa noite Lúcio, Flávia, Elizabet, todos… Costa!!! Hoje foi muito boa nossa conversa…
.Lucio Sai da conversação
.Flavia Sai da conversação
.Elizabet Sai da conversação
MAQ: Boa noite Diniz, Fernando, Fernanda, Jean, Walki… que bom que todos vocês estão participando conosco.
MAQ: Boa noite Diniz, em especial também para o seu sósia, o Fábio!
MAQ: Boa noite a todos e muito obrigado.

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MAQ às 12:31.
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quinta-feira, 4 de junho de 2009.

Semáforos poderão ser adaptados para daltônicos.

Fernando Gabeira ressaltou que os custos decorrentes da proposta serão mínimos.

Agência Câmara.
Reportagem – Noéli Nobre.

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 4937/09, do deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), que altera os formatos das lentes de semáforos para beneficiar os motoristas daltônicos, incapazes de discriminar alguns tipos de cores. Segundo a proposta, as lentes com foco vermelho serão quadradas; as amarelas triangulares; e as verdes circulares.

Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) determina que todas as lentes sejam circulares.

“Com a identificação dos focos de semáforos também por figuras geométricas, além das cores, as pessoas que não conseguem distinguir o vermelho, o amarelo e o verde poderiam conduzir veículos e se integrar com segurança ao trânsito”, afirma Gabeira. De acordo com ele, os daltônicos representam aproximadamente 8% da população brasileira, ou quase 15 milhões de pessoas.

Prazos e Tramitação.

Ainda segundo o projeto, cada Detran terá um ano para adaptar metade dos semáforos sob sua responsabilidade às novas regras. Todos eles deverão estar adaptados em dois anos.

O deputado argumenta que os custos serão mínimos, pois vão ser trocados ou adaptados apenas os faróis dos semáforos, sem necessidade de mudar os sistemas elétricos e eletrônicos, os postes e barras de fixação e os painéis de sobreposição dos faróis.

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A íntegra da proposta está no PL-4937/2009.

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MAQ às 11:08.
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quarta-feira, 13 de maio de 2009.

Minha Casa, Minha Vida Inacessíveis.

Pessoal,

Olha mais uma coisa para ficarmos alertas e discutirmos com quem de direito.

O programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo federal, vai construir um milhão de casas para a população de baixa renda.

http://www.minhacasaminhavida.gov.br/.Site Externo..

Nenhuma – repito – nenhuma dessas casas tem acessibilidade e muito menos segue o Desenho Universal.

Podem também ver na MEDIDA PROVISÓRIA Nº 459, DE 25 DE MARÇO DE 2009.

http://www.planalto.gov.br/ccivil/_Ato2007-2010/2009/Mpv/459.htm.Site Externo..

Ou seja: muitas pessoas com deficiência, que provavelmente participarão do Programa, terão que continuar tomando “banho de pano na sala”…ou fazer um sacrifício ainda maior para pagar a casa e a reforma para torná-la acessível…

Precisamos convercer o governo federal a participar da campanha de Acessibilidade…

Um abraço,

Fábio Adiron.
Inclusão : ampla, geral e irrestrita.
http://xiitadainclusao.blogspot.com/.Site Externo..

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MAQ às 12:31.
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