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Rio de Janeiro, segunda-feira, 26 de setembro de 2016 - 15:30.

 

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012.

Projeto Praia Acessível – cadeiras anfíbias

Cadeira anfíbia para pessoas com deficiência.

Cadeiras proporcionam segurança para entrar no mar.

Um projeto piloto voltado às pessoas com deficiência foi implantado pelo Governo do Estado, no domingo, 16, em Capão da Canoa, no Litoral Norte. Parte integrante das ações da Operação Verão Numa Boa, o Praia Acessível disponibilizará cadeiras anfíbias para as pessoas com deficiência entrarem no mar com segurança.

O teste do equipamento foi realizado no sábado, 15, por funcionários da Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e Altas Habilidades (Faders), responsável pelo projeto, em Torres, durante o lançamento da operação. Mais leves e com pneus especiais para a areia, as cinco cadeiras compradas pela Fundação serão disponibilizadas às sextas-feiras, aos sábados e aos domingos, ao longo do verão, em Capão da Canoa, e os veranistas terão a ajuda de um salva-vidas.

“Temos o programa de geração de oportunidades e a ideia foi fazer uma praia acessível dentro do Verão Numa Boa e fazermos com certeza uma praia democrática, dando oportunidades a todos”, afirmou o secretário da Justiça e dos Direitos Humanos, Fabiano Pereira, que acompanhou o teste das cadeiras em Torres.

O projeto Praia Acessível contempla ainda esteiras ecológicas, feitas por um funcionário da própria Faders, para facilitar o acesso dos cadeirantes à praia. A iniciativa, explica a presidente da Fundação, Marli Conzatti, faz parte do plano RS Sem Limites, voltado às pessoas com deficiência. “Em novembro do ano passado, a presidente Dilma lançou o plano Viver Sem Limites e o Rio Grande do Sul foi o primeiro Estado a aderir à proposta”, destacou.


Fonte: GAZ – www.gaz.com.brSite Externo..

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MAQ às 11:59.
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segunda-feira, 23 de julho de 2012.

Software auxilia pessoas com deficiência visual

POR VAGNER DE ALENCAR.
COM A COLABORAÇÃO DE: MAURE PEÇANHA.

Cego usando bengala.O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, divulgou este mês, uma lista de 25 universidades pré-selecionadas para fazer parte da rede de núcleos de tecnologia assistivaSite Externo. criada pelo governo federal no ano passado. Tecnologia assistiva, termo ainda novo para algumas pessoas, é um conceito utilizado para identificar os recursos e serviços que proporcionem e ampliem as habilidades funcionais de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.

A proposta é que essas instituições de ensino passem a elaborar projetos de pesquisa, desenvolvimento ou inovação para melhorar a qualidade de vida dessas. Em declaração oficial, o secretário de Ciência e Tecnologia, Eliezer Pacheco, disse que “os núcleos fazem parte de um esforço para disseminar as pesquisas de tecnologia assistiva para todo o território nacional, por que a produção é quase artesanal, já que o equipamento deve ser adaptado a cada usuário, impossibilitando a produção em escala”.

Mas algumas iniciativas isoladas têm ajudado pessoas com deficiência a terem um maior acesso a oportunidades educacionais e profissionais. É o caso do F123Site Externo. , projeto criado em Curitiba, que há dois anos desenvolve um sistema de software, de baixo custo, específico para pessoas cegas ou com baixa visão para ajudá-las nos estudos e em suas carreiras.

Ao instalar o sistema no computador, pessoas com baixa visão podem, por exemplo, ampliar as letras na tela e movimentar uma lupa eletrônica usando o mouse. Enquanto para as pessoas com cegueira total, um leitor de tela, através de uma voz sintética, “lê” os conteúdos para os usuários. A partir dos comandos no teclado, é possível ouvir e seguir as instruções do computador a medida que novas janelas e abas são abertas.

“O custo alto dos softwares, que já existem no mercado, e a falta de material apropriado para capacitação são os principais fatores para a exclusão de crianças e jovens cegos ou com baixa visão. Os softwares tipicamente usados para a leitura, ou ampliação de tela, custam o equivalente a dois ou três computadores. Este valor elevado impede governos, fundações e organizações de implementarem projetos na escala necessária para obter melhorias significativas, tanto na escolaridade quanto na empregabilidade de jovens com deficiência visual”, afirma Fernando Botelho, fundador do F123.

“Uma das minhas principais motivações foi perceber que nos países em desenvolvimento, nove em cada dez crianças com deficiência visual não têm acesso à educação.”

Botelho é cego e sempre teve acesso a equipamentos que o ajudaram a estudar e desenvolver plenamente a sua carreira. É formado em sociologia pela universidade de Cornell e é mestre em relações internacionais pela Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos. Foi diretor adjunto do Banco UBS, em Zurique, na Suíça, é Ashoka fellow e recebeu, em 2010, o prêmio A World of Solutions do BID.  ”Uma das minhas principais motivações foi perceber que nos países em desenvolvimento, nove em cada dez crianças com deficiência visual não têm acesso à educação.”

O sistema do F123 chega a ser 50 vezes mais barato – quando adquirido em grande escala – do que outros softwares para pessoas com problemas de visão. O software mais caro do grupo F123 custa R$ 350, enquanto os tradicionais chegam a R$ 4 mil. Os softwares também são oferecidos gratuitamente em versão limitada e possuem traduções para espanhol e inglês. Além do Brasil, o sistema já vem sendo testado em 20 países, como Argentina, Peru e Uruguai, na América Latina, e até mesmo na Zâmbia e no Quênia, na África.

O preço baixo do software é, segundo Botelho, uma garantia também de maior empregabilidade para os jovens. “Um estágio é a forma mais efetiva para possibilitar que uma pessoa com deficiência consiga um emprego, pois permite que um empregador dê uma oportunidade, sem assumir grandes riscos. Mas, no momento em que esse jovem tenta obter um estágio, o preço elevado do software acaba sendo um empecilho para empresa.”

Formação.

O projeto F123, inclusive, criou um curso de informática dirigido a pessoas com deficiência visual. O curso Educação Livre, apenas no ano passado, capacitou 74 alunos, utilizando o próprio software para desenvolver as atividades. Entre esses formados, 55%  foram empregados e 6% deles estavam envolvidos em treinamentos práticos de preparação profissional. Segundo Botelho, depois da capacitação, alguns alunos voltaram à universidade. Outros estão ocupando cargos em call centers ou trabalhando como produtores de edição de áudio para propagandas de rádio.

Marco Aurélio de Freitas, ex-aluno do curso, conta que se acostumar à leitura por voz é fácil, algo que as pessoas com deficiência visual estão acostumadas. “Muitos até me perguntam se é em português que o software está lendo devido à velocidade com que falam. Como lemos muito mais rápido do que falamos, o deficiente visual acaba se acostumando a escutar tudo de forma muito rápida, ou seja, lê muito mais rápido do que fala.”

De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), de 2010, a deficiência visual é considerada a mais comum entre a população brasileira (atinge cerca 3,5% das pessoas, cerca de 6,5 milhões de brasileiros). Desse total, quase 530 mil são cegas e 6 milhões têm algum tipo de problema com a visão.

Fonte: PORVIRSite Externo..


Obs do Bengala Legal:
O que existe de extraordinário nesse projeto e que não faz parte da reportagem original, é que o F123 vem com o sistema operacional, leitores e ampliadores de tela, navegadores, arquivos pessoais do usuário etc, de forma qe, estando em um pendrive de 4G pode ser transportado no bolso e conectado a qualquer computador, de um telecentro ou lan house, por exemplo, casa de amigos sem deficiência, proporcionando a acessibilidade já acostumada pelo usuário, com todas as tecnologias, assistivas ou não, necessárias para que, estando em outro ambiente, possa utilizar como se estivesse em seu próprio computador, pois tudo que precisa estará instalado em seu pendrive. MAQ.

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MAQ às 12:48.
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segunda-feira, 9 de julho de 2012.

Inovação para pessoas com deficiência

Um polo de inovação voltado a criar tecnologia em favor das pessoas com deficiência. Assim é o Centro Nacional de Referência em Tecnologia Assistiva (CNRTA), alocado no Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), em Campinas (SP), que o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, vai inaugurar no dia 20 de julho. Ele será a principal referência para os 25 núcleos de tecnologia assistida, laboratórios e unidades de pesquisa, que irão integrar uma rede nacional voltada a elaborar tecnologias que aumentem a acessibilidade desses brasileiros com algum tipo de deficiência. Os núcleos estão localizados em 18 estados e no Distrito Federal. No total, serão alocados R$ 3 milhões do orçamento da União para os núcleos e unidades de pesquisas nas universidades. As verbas serão empregadas na aquisição de equipamentos e de materiais para o funcionamento e instalação. Cada projeto aprovado poderá receber valores que variam de R$ 100 mil a R$ 500 mil.

Para o secretário de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social do MCTI, Eliezer Moreira Pacheco, é estratégico para o país produzir em território nacional os equipamentos e aparelhos de uso por parte das pessoas com deficiência, pois, atualmente, grande parte do material utilizado é importado, bem como vários tipos de próteses. Além disso, ele ressalta que é preciso mudar a cultura do tratamento que se dá aos brasileiros com algum tipo de limitação. Muitas vezes, lembrou, pequenas coisas que não exigem maior complexidade deixam de ser feitas, como é o caso do rebaixamento de calçadas, lembrou.

O Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tem uma população de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. Esse contingente é um número bastante expressivo e não é mais possível que o poder público e a sociedade negligenciem suas demandas de inclusão. Melhorar as vias públicas e os acessos aos prédios e produzir os equipamentos protéticos específicos são tarefas urgentes a serem cumpridas.

Fonte: Correio do Povo – Porto Alegre.

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