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Rio de Janeiro, terça-feira, 06 de dezembro de 2016 - 19:45.

 

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quinta-feira, 2 de outubro de 2014.

Bibliotecas públicas serão referência em acessibilidade

Com investimento de R$ 2,7 milhões, iniciativa faz parte do edital do Ministério da Cultura para garantir maior acesso à cultura.

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Biblioteca Pública da Bahia está na lista das contempladas por iniciativa do MinC.

Até abril de 2015, dez bibliotecas públicas no país ganharão qualificação profissional, melhorias no acervo e novas tecnologias para que sejam totalmente acessíveis a pessoas com deficiência. O objetivo é que se tornem referência e multiplicadoras para as outras cerca de seis mil bibliotecas públicas do país.

Com investimento de R$ 2,7 milhões, a iniciativa faz parte do edital do Ministério da Cultura (MinC) para garantir maior acesso à cultura. Serão beneficiadas instituições em todas as cinco regiões do país.

Segundo últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do censo de 2010, há, no Brasil, 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que representa 23,9% da população. A convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência garante o direito à cultura, ao lazer e ao entretenimento.

A Mais Diferenças, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), será responsável pela adequação das bibliotecas. O primeiro passo foi a elaboração de um diagnóstico geral das instituições. “Esse diagnóstico vai ajudar muito na segunda fase do projeto que já tem plano de ação: a formação e capacitação das equipes”, explica Carla Mauch, coordenadora da Mais Diferenças e responsável pela execução do projeto. “Ficamos na biblioteca, conversamos com várias pessoas, desde secretário de cultura até usuários com deficiência, incluindo os funcionários”, completa.

Após a qualificação profissional, a ação será dirigida a mudanças no acervo, tornando-os acessíveis. “A ideia é avançar. Não pensar somente no livro em Braille – que já está disponível em algumas bibliotecas – mas pensar também, por exemplo, no livro digital bilíngue (português e libras). Queremos também ampliar a acessibilidade a todos os públicos com deficiência, não apenas a visual’, explica Carla Mauch.

Tecnologia assistida.

Outra etapa do projeto consiste na aquisição de tecnologia assistida, com recursos que permitam que as pessoas com deficiência tenham acesso ao conteúdo da biblioteca. Exemplos disso são as impressoras em braile, leitores de tela, teclados colmeia e aplicativos diversos.

Entre os grandes objetivos está também o de possibilitar a criação de redes entre profissionais, bibliotecas, setores culturais, políticas públicas federais e estaduais. Para Rosália Guedes, consultora do projeto, a troca de experiência e o trabalho em rede certamente contribuirão para a ampliação da acessibilidade nas bibliotecas.

A Mais Diferença quer montar um análise mais ampla sobre o tema. Para isso, elaborou um questionário direcionado a todas as bibliotecas e que servirá de base para a realização do Diagnóstico Nacional de Acessibilidade em Bibliotecas Públicas. A instituição também criará um site acessível com manual para as demais bibliotecas.

Com a pesquisa, o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) e a Mais Diferenças desenharão, ao fim do projeto, diretrizes nacionais para as políticas públicas de acessibilidade em bibliotecas públicas brasileiras. “Cada biblioteca foi ouvida na sua essência para construção de algo melhor: a inclusão de todas as pessoas. Nesse trabalho, vivi o Brasil de muitas diversidades. Encontrei muitas pessoas que trabalham pensando no outro, que trabalham para o outro. Há espaços maravilhosos em que a biblioteca pública cumprirá seu papel, que é o da democratização de acesso a informações e à cultura a todos os brasileiros”, conta Rosália, sobre a primeira etapa do projeto.

Conheça as bibliotecas contempladas:

  • Biblioteca Pública Estadual Luis de Bessa (MG)
  • Biblioteca Pública Estadual Levy Cúrcio da Rocha (ES)
  • Biblioteca Pública Estadual Dr. Isaias Paim (MS)
  • Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça (MT)
  • Biblioteca Pública Municipal Professor Barreiros Filho (SC)
  • Biblioteca Pública do Estado do Paraná (PR)
  • Biblioteca Pública Estadual do Amazonas (AM)
  • Biblioteca Pública Estadual do Acre (AC)
  • Biblioteca Pública Benedito Leite (MA)
  • Biblioteca Pública do Estado da Bahia (BA)

Fonte: Ministério da CulturaSite Externo.

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Gil Porta às 11:35.
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014.

Teatro recebe peças acessíveis para pessoas com deficiência em Salvador

Projeto “Teatro para Sentir” começa nesta sexta (26), no Teatro Vila Velha.
Até outubro, projeto irá contar com audiodescrição e tradução em libras.

Logomarca: Teatro para Sentir. O Teatro Vila Velha, em Salvador, começa a exibir a partir desta sexta-feira (26) uma série de três espetáculos acessíveis para pessoas cegas, surdas e mudas. Elaborado pelo Coletivo DiveersaSite Externo., que desenvolve trabalhos na área de diversidade cultural, o projeto conta ao todo com 10 apresentações de duas montagens adultas e uma infantil, que irão contar com recursos de audiodescrição e tradução em libras (linguagem brasileira de sinais).

Por meio do projeto “Teatro para Sentir”, os espetáculos marcam três datas do mês de setembro que destacam a luta de direitos para pessoas com deficiência: Dia Nacional do Teatro Acessível (19), Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (21) e Dia Nacional dos Surdos (26). As exibições, que vão até o 19 de outubro, ainda contempla o Dia das Crianças.

As peças contempladas com o selo de acessibilidade do “Teatro Para Sentir” são: “Relato de uma Guerra que (não) Acabou”, remontagem de 2002 do Bando de Teatro Olodum; “A Mulher como Campo de Batalha’, texto do romeno Matéi Visniec dirigido por Marcio Meirelles, e “Bonde dos Ratinhos”, infantil escrito pelo baiano Isac Tufi com direção de Zeca de Abreu.

De acordo com os produtores, em todas as apresentações estarão disponíveis os recursos técnicos de acessibilidade: fones de ouvido para transmissão da audiodescrição dos elementos visuais, que é feita ao vivo, e intérprete de libras, que fará a tradução simultânea das falas e informações sonoras por meio da linguagem de sinais.

Meia hora antes do início dos espetáculos, o projeto ainda oferece visitas para quem tiver interesse em conhecer de perto o palco, o cenário e até personagens. Quem não tiver a deficiência, mas quiser fazer a vivência sensorial, poderá fazer a visita de olhos vendados.

Elaborado pelo Coletivo Diveersa, que desenvolve projetos na área de diversidade cultural, o “Teatro Para Sentir” conta com a parceria do Teatro Vila Velha e tem apoio financeiro do Fundo de Cultura, aprovado pelo Edital de Projetos Estratégicos da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia deste ano.

Conheça os espetáculos realizados no Teatro Vila Velha:

Relato de uma guerra que (não) acabou – Bando de Teatro Olodum.

A montagem, que estreou originalmente no ano de 2002, é baseada em vivências de violência no cotidiano de moradores da periferia da capital baiana durante a semana de greve das polícias da Bahia ocorrida naquela época, além de situações ainda presentes no dia a dia da população. Também foram incorporados episódios das paralisações mais recentes. O espetáculo encerra a II Oficina de Performance Negra do Bando de Teatro Olodum, edição 2014. | Dias 26, 27 e 28 de setembro – às 20h.

Texto: Márcio Meirelles e atores do Bando de Teatro Olodum.
Classificação indicativa: 14 anos.

A Mulher como campo de batalha – Universidade Livre de Teatro Vila Velha.

Duas mulheres se encontram depois de conflito na Bósnia. Uma médica norte-americana e uma mulher violentada tentam contar suas histórias uma para a outra e encontrar forças para continuar suas trajetórias. Retratos de mulheres arrasadas, feridas, que tentam reconstruir um equilíbrio. | Dias 07, 08 e 09 de outubro – às 20h.

Texto: Matéi Visniec.
Direção: Marcio Meirelles.
Classificação indicativa: 14 anos.

Bonde dos Ratinhos – Universidade Livre de Teatro Vila Velha.

Três ratinhos em busca de diversão decidem ir ao shopping. O que a princípio parecia um simples passeio se transforma numa grande aventura. Logo de cara, Rói-Rói, Ratrícia e Xis são barrados por ratos-seguranças, que avisam que shopping não é lugar para ratos. No caminho de volta pra casa, os três acabam se perdendo e parando num laboratório, onde conhecem Dezenove e Dezessete, ratinhos utilizados em testes feitos pelos humanos. A partir daí, a missão do trio passa a ser libertar as dezenas de ratinhos presos no laboratório.| Dias 11, 12, 18 e 19 de outubro – sábados, às 16h, e domingos, às 11h.

Texto: Isac Tufi.
Direção: Zeca de Abreu.
Classificação indicativa: livre.

Fonte: G1 BahiaSite Externo. e Coletivo DiveersaSite Externo..

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Gil Porta às 20:37.
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segunda-feira, 1 de setembro de 2014.

Evento MODIFICANDO ATITUDES

Data: 15 e 17 de setembro de 2014.
Local: Av. Marquês de São Vicente, 235, auditório do 1º. Subsolo.
Barra Funda – São Paulo/SP.

O evento é gratuito e aberto ao público.
É possível fazer inscrição para o dia 15 ou 17 de setembro e, também, para ambos os dias.
Inscrições no link: ejud2.trtsp.jus.brSite Externo..
Recursos de acessibilidade: Audiodescrição e interpretação em LIBRAS.

Programação:

15/09/2014.

16h30 – Abertura.

Execução do Hino Nacional bilíngue à capela, por Sara Bentes, cantora, compositora e atriz premiada.

16h50 – “Trabalhando pela inclusão da pessoa com deficiência no TRT2”, pelo Des. Alvaro Nôga, Presidente da Comissão de Acessibilidade e pela servidora Daniela Kovács, Chefe da Seção de Acessibilidade.

17h10 – “Superando Limites”, por Marcos Rossi. A emocionante história de um homem que, sem braços e pernas, é mergulhador, surfista, ritmista de escola de samba, entre outras atividades.

17h40 – Coffee Break.

18:00h – “Educação inclusiva: caminho para o trabalho”, por Marta Gil, socióloga, colunista da Revista Reação, atua na área da inclusão social das pessoas com deficiência desde 1976.

18h20 – “O resgate da cidadania por meio do direito fundamental ao trabalho”, pelo Dr. José Carlos do Carmo, Coordenador do Projeto de Inclusão de Pessoas com Deficiência, da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do MTE.

18h40 – Apresentação musical “Uma maneira diferente de ver o mundo”, por Sara Bentes.

17/09/2014

16h30 – Apresentação da Orquestra da Associação Brasil Soka Gakkai – BSGI

16h45 – “Considerações sobre a gestão socioambiental no TRT2”, pela Des. Regina Duarte, Presidente da Comissão Permanente de Gestão Socioambiental.

17h05 -“Os novos limites da sustentabilidade”, por Washington Novaes, colunista dos jornais O Estado de São Paulo e O Popular, consultor de jornalismo da TV Cultura, documentarista e produtor independente de TV.

18h00 – “As demandas e disponibilidade de água nos grandes centros urbanos”, pelo Dr. Wanderley Paganini, livre-docente em saneamento básico e ambiental, professor associado da USP e Superintendente de Gestão Ambiental da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo.

18h40 – Encerramento

19h00 – Coquetel de encerramento

Recursos de acessibilidade disponíveis durante todo o evento: audiodescrição ao vivo e interpretação em LIBRAS.

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Gil Porta às 14:11.
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