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Rio de Janeiro, terça-feira, 06 de dezembro de 2016 - 19:59.

 

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013.

Menina dos Meus Olhos, 13 a 15/12, Nova York

Peça escrita e encenada por jovem brasileira com síndrome de Down estreia em Nova York.

Tathiana Piancastelli.Nova York – Menina dos Meus Olhos é uma peça original escrita e encenada por Tathiana Piancastelli, jovem de 29 anos com síndrome de Down que estreia em Nova York, a capital das super produções teatrais. A peça conta a história de Bela – uma adolescente em busca do amor e aceitação social e estará em cartaz em curta temporada: 13 a 15 de dezembro, no Teatro Círculo (64 E 4th St), em Manhattan.

Projeções de imagens e legendas em inglês levam o público, independente da nacionalidade , a mergulhar no mundo criado por Tathiana. Nele a personagem Bella passa por vários preconceitos diante da sociedade, inclusive dos próprios pais. Depois de muito sofrimento, Bella busca ajuda de um amigo através do qual ela conhece o amor de sua vida.

A construção da peça segue a linha do teatro físico, onde a criação das cenas usam o corpo do ator como ponto de partida para a criação. “Tathiana é artista, adulta, madura e preparada para encenar. Ela responde instantaneamente às imagens que surgem em sua mente e apesar das dificuldades físicas e cognitivas que enfrenta, são exatamente essas tão faladas “dificuldades” que permitem sua total liberdade de expressão”, afirma Débora Balardini, diretora do espetáculo.

Tathiana escreveu Menina dos Meus Olhos sem pontuações ou concordâncias verbais. A adaptação do texto para o teatro, respeitou seu estilo narrativo, onde Tathiana transita de um pensamento ao outro sem pedir permissão ao mundo. “Eu tirei tudo da minha cabeça, pois amo atuar e meu sonho é apresentar uma peça em NY”, comenta Tathiana, escritora e protagonista da peça.

Débora Balardini, atriz e diretora atuante em diversos países, dirige o espetáculo contando com um casting de nove atores. A frente da companhia Nettles Artists Collective, juntamente com Sandie Luna, fazem a co-produção da peça. O objetivo do grupo é difundir no cenário do teatro americano vozes globais autênticas e um teatro físico inovador.

Tathiana Piancastelli.

Nascida em São Paulo, Tathiana é atriz, autodefensora e apresentadora de TV. Já atuou em peças de teatro brasileiras e em comerciais institucionais da Rede Globo de Televisão. Ela é voluntária no Instituto MetaSocial, que desenvolve ações junto à mídia para promover a inclusão social. Em 2010 Tathiana representou o Brasil nas comemorações do Dia Internacional da síndrome de Down nas Nações Unidas em NY. Tathiana também é conhecida por ser inspiração do cartunista Maurício de Sousa para a criação da personagem Tati com síndrome de Down. Na revista Viva as Diferenças ela interage com a Turma da Mônica.

Conheça melhor a atriz em: http://tathianapiancastelli.comSite Externo..
Menina dos Meus Olhos. Trailer: http://vimeo.com/78866267Site Externo..

Datas/horários:
13 e 14 de dezembro – 8pm.
15 de dezembro – 2pm: apresentação seguida de bate papo exclusivo com diretora e atores da peça. “Quebrando Barreiras – Um olhar sobre a peca Menina Dos Meus Olhos”.
Local: Teatro Círculo (64 E 4th St) – Nova York.
Ingressos: http://appleofmyeye.brownpapertickets.comSite Externo..
Contato para entrevistas: mirella@blablablanyc.com.

Fonte: InclusiveSite Externo..

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Gil Porta às 11:49.
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segunda-feira, 1 de abril de 2013.

Acessibilidade: Instrumentos musicais eletrônicos

Olá caros amigos e leitores! Tudo bem?

Pois, comigo tudo. Já a muito tempo venho com um problema no que diz respeito à acessibilidade e usabilidade, com o qual não consigo me conformar: Hoje os cegos têm acesso total e pleno à informática, nos mais diversos sistemas como Linux, Windows e mesmo sistemas Apple; Mesmo equipamentos como celular, iPhone e outros na área da comunicação já têm acessibilidade. Um cego, só para dar um exemplo, hoje em dia compra um iPhone e basta dar três toques na tecla “home” e o sistema começa a falar dando acesso por voz a todas as funções, ou o cego pode pedir pra uma pessoa que enxerga ativar o leitor de telas, que também é possível e integrado. Mesmo nos computadores isso é possível, o próprio Linux Ubuntu por exemplo já vem com fala integrada em vários idiomas. Mas eu fico pensando: E os instrumentos eletrônicos? Nunca ninguém levantou a questão que, também para eles, (e mais do que tudo), seria necessário incluir opções de acessibilidade?

Vou dar meu próprio exemplo: Tenho um teclado Yamaha, PSRS-900; Faz 5 anos que eu o tenho, e posso garantir que, até hoje, não uso nem 50% das funções dele! Um cego pra usar um teclado, além de decorar as funções (todas que puder), ainda tem que “adivinhar” em algumas vezes o que aparece na tela e o que vai poder responder por exemplo perguntas do tipo se quer salvar o arquivo, se quer alternar sem salvar, etc.

Então imaginem o seguinte: Empresas como a Yamaha, a Roland e outras que fabricam instrumentos eletrônicos poderiam fazer como fez o pessoal da Apple, ou da Distro Ubuntu, no caso do Linux, e colocar fala integrada nos seus sistemas bem como sistemas de ampliação de telas para visão subnormal. Fazer um teclado especial para visão subnormal ou cegos totais, com sistema de fala e ampliação seria contraproducente já que, ou os cegos teriam que se limitar a comprar somente aquele modelo se quisessem ter acessibilidade, ou teria que ser fabricado exclusivamente pela (e para) a acessibilidade.

Contudo, se essas empresas fizessem como fez a Apple, ou o pessoal da Distro Ubuntu, por exemplo, e colocassem a acessibilidade como pré-requisito básico em seus sistemas, um cego poderia comprar um teclado qualquer em uma loja por exemplo, e além de já sair tocando, fazê-lo já com acessibilidade, dependendo apenas de usar uma pequena combinação de teclas para a ativar.

O que pretendemos com esse artigo e a manifestação que estamos fazendo nas redes sociais é conscientizar essas empresas de que, além de ter um grande volume de gente que usa seus equipamentos e que necessita acessibilidade neles (como teclados, baterias eletrônicas, gravadores digitais e etc), com o grande número de funções que eles possuem o antigo método da “decoreba” não funciona.

Finalizo por aqui esse pequeno artigo na expectativa de que os responsáveis dessas empresas que fabricam esses equipamentos (como Yamaha, Roland, Zoon e outras) possam dar a devida atenção à nossa causa e que, em breve, eu venha a escrever outro artigo comemorando a solução deste problema e os avanços na acessibilidade também no âmbito dos instrumentos musicais.

Um abraço,
Fernando.


Fonte: Blog de Fernando de Paula ZamboniSite Externo..

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MAQ às 12:06.
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013.

Museu do Futebol adapta acervo

Um catálogo do acervo e equipamentos adaptados permitem um passeio emocionante para quem não consegue ver uma partida de futebol.

Em São Paulo, o Museu do Futebol adotou medidas que facilitaram a visita de pessoas com deficiência visual. Um catálogo do acervo e equipamentos adaptados permitem um passeio emocionante para quem não consegue ver uma partida de futebol.

A visita começa com um aprendizado sobre o estádio do Pacaembu, que abriga o Museu do Futebol. Roseli, de 23 anos, tem apenas 6% da visão, que perdeu em um acidente de moto. A aposentada Maria Zélia Mota só enxerga vultos – consequência da diabete.

“Que legal! Aqui já é o campo de futebol”, exclama Maria Zélia.

O caminho é facilitado por um piso tátil. Elas também conheceram em primeira mão um catálogo produzido no museu, com textos em braile e fotos em alto relevo.

“O catálogo vai para o Brasil inteiro. A gente vai distribuí-lo para todas as entidades na esperança de que eles possam vir a conhecer o local onde foi concebido esse catálogo”, diz o diretor do museu, Pedro Sotero.

Todas essas experiências que o museu proporciona aos visitantes só têm sido possíveis com a ajuda de pessoas que conhecem e vivem os problemas da visão, e sabem muito bem que com toque e sensibilidade dá para entender e admirar a beleza do futebol.
Durante três meses, o vendedor José Vicente de Paula ensinou funcionários a receber melhor visitantes especiais.

“Até então a gente não sabia como lidar com um cego, como subir uma escada, como conduzir um elevador. Se a gente poderia falar de cores. Como, se a gente pode falar, e como falar”, afirma a educadora Simone Venâncio dos Santos.

E ele, cego de nascença, aprendeu muito:

“É o Pelé dando uma bicicleta. A perna direita dele, ele está na horizontal, levantado do chão, chutando a bola em direção ao gol”, descreve José Vicente. “Deve ser muito lindo. A pessoa ficar no ar, ter esse movimento, bola para trás porque aqui pegou a bola no alto e fez o movimento inverso. Isso aqui ficou perfeito. A gente consegue enxergar.”

Fonte: Jornal NacionalSite Externo..

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MAQ às 12:33.
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