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Rio de Janeiro, domingo, 26 de junho de 2016 - 17:05.

 

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quarta-feira, 28 de outubro de 2015.

AUDIFOTO – Novidade tecnológica para incluir pessoas com deficiência

A área de negócios sociais Soluções em Acessibilidade, da Fundação Dorina Nowill para Cegos, lança com exclusividade o aplicativo AudiFoto. A novidade é mais uma tecnologia direcionada às empresas que desejam participar da inclusão de pessoas com deficiência em museus, exposições e locais em que as imagens são peças fundamentais para a experiência dos visitantes.

Mulher com fones de ouvidos tateando escultura.
(Foto: Reprodução/ Google).

O aplicativo é gratuito, disponibilizado para iOS e Android O funcionamento se dá seguinte forma: após análise prévia, audiodescritores da Fundação Dorina fazem um roteiro de descrição das imagens e ambientes e profissionais da voz gravam os áudios, que serão inseridos nos bacons, sensores que disparam a gravação conforme o usuário se aproxima das peças com seu próprio smartphone ou tablet que tenha o AudiFoto instalado.

O processo ainda inclui avaliação e validação feitas por pessoas com deficiência visual. Dessa forma, as pessoas cegas ou com baixa visão têm acesso aos detalhes e informações expostos em diferentes ambientes.

O AudiFoto ainda permite a inserção de vídeos com LIBRAS – Linguagem Brasileira de Sinais e legendagem, ampliando o público de impacto.

Fundação Dorina NowillSite Externo..

Fonte: http://organicsnewsbrasil.com.brSite Externo..

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Gil Porta às 18:13.
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quinta-feira, 25 de junho de 2015.

REMEMBER WHEN: PERFORMANCE DO BAILARINO E COREÓGRAFO MARC BREW COM AUDIODESCRIÇÃO NO MIS

E-FLYER MARC BREW. Descrição no final do post.

Dança no MIS e Unlimited apresentam: MARC BREW, bailarino e coreógrafo da Escócia, na performance REMEMBER WHEN e uma residência (processo criativo aberto ao público) junto à bailarina brasileira Gisele Calazans.

As atividades fazem parte do programa mensal: Dança no MIS, com curadoria de Natalia Mallo, que convida coreógrafos a escolher uma área do Museu para compor um trabalho site-specific em dança e performances que integram a linguagem audiovisual às pesquisas de movimento e composição coreográfica. A residência terá horários abertos à visitação, em que o público será convidado a produzir registros (críticos, poéticos ou documentais) do processo criativo entre os artistas.

Processo criativo aberto ao público.
Com Marc Brew e Gisele Calazans.
Datas: 24 de junho, quarta-feira, das 17 às 19 horas
25 de junho, quinta-feira, das 14 às 16 horas
Inscrições gratuitas, abertas até 17 de junho

Performance: REMEMBER WHEN com audiodescrição
Com Marc Brew
Data: 27 de junho de 2015, sábado.
Horário: 19 horas.
Abertura do processo criativo com audiodescrição e bate-papo com a plateia.
Com Marc Brew e Gisele Calazans
Data: 27 de junho de 2015, sábado.
Horário: 19h30 horas.

Local: Auditório do Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo
Endereço: Avenida Europa, 158 – Jardim Europa – São Paulo, SP
Informações: pelo telefone (11) 2117 4777
Estacionamento conveniado: R$ 8,00
Eventos gratuitos e abertos ao público. Classificação Livre.
Possui acesso e elevador para cadeirantes.

Reserve seu lugar com marina@vercompalavras.com.br

Descrição do e-flyer: o e-flyer com fundo preto é ilustrado por fotografia colorida, em primeiro plano, de Marc Brew, dançarino cadeirante, moreno, cabelos raspados e barba por fazer, com o corpo inclinado para a esquerda, segurando nos braços da cadeira. Ele usa camiseta regata e calça brancas e sapatilhas de ballet. À esquerda, em segundo plano, uma jovem de cabelos claros, curtos e crespos, está parada com uma mão na testa. Ela usa camisa bege e calça preta.

Fonte: Ver com palavras.

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Gil Porta às 19:13.
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sábado, 6 de junho de 2015.

‘Tradução’ para cegos e surdos se espalha por espetáculos em São Paulo

MARIA LUÍSA BARSANELLI.
De SÃO PAULO.

Em um cantinho ao lado do palco, Rafaella Sessenta, 32, alonga braços e pernas. Posiciona-se frente a uma câmera e aguarda a largada: o início de um show em tributo a Michael Jackson, realizado no domingo (31/5) em São Paulo.

Rafaella é tradutora de libras (Língua Brasileira de Sinais) e trabalha em eventos culturais há oito anos. Ela diz que é preciso traduzir ao público surdo as letras e também o ritmo das músicas.

Para entrar na cadência do astro do pop, dança junto (até mimetiza as mãos arqueadas de "Thriller") e imita o tocar de instrumentos que se sobressaem: faz gestos de um bateristas, dedilha uma guitarra.

Enquanto isso, a audiodescritora Livia Motta, 62, fica em uma cabine, ao fundo da plateia. Sua função é narrar aos espectadores cegos, munidos de fones de ouvido, o que acontece sobre o palco. No roteiro, conta ela, também faz um histórico sobre as músicas, o artista e a coreografia.

Para a analista de sistemas Talita Spulveda, 29, que perdeu a visão há cinco anos, as opções culturais para deficientes vêm crescendo. Em 2015, diz, compareceu a mais programas com audiodescrição do que nos últimos dois anos.

Já a assistente administrativa Mellina Reis, 31, que é cega, acha que há mais programação para deficientes, "mas são em dias pontuais". "Poderia ter mais vezes", diz.

Para a museóloga e consultora de acessibilidade Amanda Tojal, há um crescimento desses espetáculos nos últimos cinco anos. Não só uma forma de atrair o público deficiente, mas também em decorrência de editais públicos de cultura, que muitas vezes exigem de projetos uma contrapartida de acessibilidade.

A casa de espetáculos HSBC Brasil adotou sessões com libras e audiodescrição a partir de 2011. Hoje, de acordo com o espaço, recebe programas assim ao menos uma vez por mês, com uma média de 80 surdos e cegos por dia.

A Virada Cultural, que teve três espetáculos acessíveis em 2013 e 13 no ano seguinte, deve aumentar o número nesta edição (20 e 21/6), diz a Secretaria da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida.

No MAM, que também dá cursos para educadores atenderem os públicos cego e surdo, formou-se um grupo de estudos que promove saraus bilíngues: falado e em libras.

Por vezes, a tradução em libras serve como uma escada para o espetáculo, diz Rafaella, a tradutora de libras.

É comum que comediantes de stand-up interajam com o tradutor. Em fevereiro, no Itaú Cultural, a Banda Estralo chegou a convidar o tradutor de libras para entrar no palco.

A dança também tenta se adaptar. Em maio, a companhia Cisne Negro fez apresentações com audiodescrição.

Desde 2013, a São Paulo Cia. de Dança faz sessões para cegos. Há um ano, adotou o aplicativo WhatsCine: em celulares e tablets, o público acompanha a obra com audiodescrição, legendas ou libras. O roteiro, conta Inês Borgéa, diretora artística do grupo, descreve cenários, figurinos, sensações e movimentos.

Em algumas sessões, cegos podem chegar mais cedo, tocar no cenário e nos figurinos e sentir, em um boneco articulado, como são os movimentos. "São novos caminhos para a dança", diz Borgéa.

Assista o vídeo.

Download do vídeo (arquivo .MP4 compactado .RAR com 34 MB). Clique com o lado direito do mouse e vá em “Salvar link como…”

Fonte: Folha de S.PauloSite Externo..

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Gil Porta às 14:04.
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