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Rio de Janeiro, sábado, 10 de dezembro de 2016 - 22:29.

 

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quinta-feira, 20 de agosto de 2009.

VIII Encontro Nacional do CVI-Brasil: A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e os Novos Paradigmas Sociais.

Convidamos a todos para o “VIII Encontro Nacional do CVI-Brasil: A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e os Novos Paradigmas Sociais”, numa promoção do Centro de Vida Independente do Rio de Janeiro (CVI-Rio), e contando com o patrocínio da CORDE, além do apoio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro e do Centro de Vida Independente de Maringá (CVI-MGA).

A realização deste evento pretende mobilizar, fortalecer e ampliar a representatividade do Movimento de Vida Independente em defesa dos direitos das pessoas com deficiência, como propõe a Convenção, analisando as ações atuais e seu papel indutor das transformações sociais em direção a uma sociedade inclusiva, estabelecendo projeções futuras para a perspectiva de ampliação do movimento, para fortalecer os princípios de inclusão e direitos humanos.

Pretende também propor a implementação e consolidação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência no Brasil e promover a efetivação de ações que possibilitem ao Conselho Nacional dos Centros de Vida Independente (CVI-Brasil) sua consolidação:

  • fortalecendo e renovando suas lideranças;
  • promovendo a sustentabilidade e ampliação da rede de CVIs ;
  • atuando efetivamente para a consolidação de políticas públicas inclusivas.

Justificativa.

A ratificação pelo Brasil da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, propiciará reflexos significativos para a sociedade brasileira que, no momento, ainda não é possível dimensionar. Mas é fato que uma sociedade, ao assumir sua responsabilidade social, torna-se mais inclusiva, na medida em que proporciona igualdade de condições a diferentes grupos sociais, como o das pessoas com deficiência, para que exerçam sua cidadania de forma plena. Por isso, discutir, debater e propor ações para a implementação da Convenção é fundamental para impulsionar consistentemente a sociedade para uma vertente mais inclusiva nas soluções que contemplam a diversidade humana.

Público Alvo:

O Congresso destina-se às pessoas com deficiência; organizações representativas do movimento de vida independente e de defesa dos direitos humanos; representantes dos governos federal, estadual e municipal; profissionais das diversas áreas afins, acadêmicos, juristas, empresários.

Dados sobre o Evento.

DATA: 26, 27 e 28 de agosto de 2009.
HORÁRIO: das 9.00 às 18.30 horas.
LOCAL: Centro Integrado de Atenção à Pessoa Portadora de Deficiência (CIAD–Mestre Candeias)
ENDEREÇO: Av. Presidente Vargas, 1.997 – Centro – Rio de Janeiro.
Inscrições pelo e-mail: cm@cmeventos.com.br ou na secretaria do evento: C&M Congresses and Meetings – Tel.: (21) 2539-1214.
Valor: R$50,00 – Aberto ao Público.
Programação e mais informações no site do CVI-Rio: www.cvi-rio.org.brSite Externo.

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MAQ às 16:50.
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segunda-feira, 27 de julho de 2009.

UFF cria Escola de Inclusão para preparar futuros profissionais no trato com as diferenças.

Notícias UFF – 24/7/2009.Site Externo.

A Escola de Inclusão, um projeto da Pró-Reitoria de Extensão da UFF, começou, em julho, a preparar os alunos de graduação das 20 licenciaturas oferecidas pela universidade, tanto para o uso de linguagens e códigos utilizados por pessoas com dificuldades de comunicação, como para a produção de materiais didáticos acessíveis.

A Escola de Inclusão funciona como uma disciplina de 60 horas, e a ideia é que seja oferecida no meio do ano, de forma intensiva, com aulas de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, para que, durante a Agenda Acadêmica, os licenciandos já possam repassar esses conhecimentos aos professores da rede municipal de ensino e aos educadores não-formais, de museus, ONGs e casas de cultura, num efeito multiplicador.

São oferecidas três vagas para cada licenciatura, num total de 60, e a expectativa da coordenadora do projeto, professora Cristina Delou, doutora em Educação, é que esses alunos, futuros professores da quinta série ao terceiro ano do segundo grau, consigam passar os conhecimentos com entusiasmo para os professores, que serão transformados em seus “alunos”, durante a Agenda Acadêmica, que ocorre de 19 a 23 de outubro.

O curso introduz, inclusive, o conceito de empreendedorismo, incentivando os estudantes a buscar inovações, sem ficar esperando da escola, onde eventualmente forem lecionar, soluções prontas, a fim de que eles tenham inventividade e segurança para propor.

Nesta primeira versão da Escola Inclusiva, os alunos foram divididos em três grupos, colocados em três salas diferentes, tendo aulas de Libras em uma, Braille em outra e de desenvolvimento de materiais didáticos acessíveis e facilitadores do aprendizado na última. A metodologia utilizada é a da escola ativa, onde todos estão fazendo alguma coisa o tempo todo, apesar de terem um dia inteiro reservado a aulas teóricas.

Biologia saiu na frente.

Segundo a coordenadora Cristina Delou, quem primeiro pensou nesses meios facilitadores do aprendizado foram as ciências biológicas, onde cerca de dez trabalhos ou monografias de final de curso já foram feitos no Instituto de Biologia da UFF, nesse sentido.

Recém-formada em Biologia e já dando aulas, Natália Pinho mostrou aos estudantes o modelo de tecido celular criado por ela, utilizando material de carnaval, como miçangas, contas e paetês, além de cola, gel, fios de lã e fitas adesivas, para que alunos cegos percebessem, concreta e conceitualmente, o que eram células longas como as do tecido muscular, células muito agrupadas como as do tecido epitelial e células mais espalhadas, como as do tecido conjuntivo.

De acordo com Natália, na hora em que os alunos “criam” os tecidos, na prática, é o momento da avaliação do professor, para verificar se a teoria foi bem transmitida, e é nesse momento que o estudante constrói seu conhecimento. “Achar que o aluno entendeu só porque a gente falou não funciona, e, no caso da biologia, ele precisa sentir a textura, manusear para saber como os tecidos se superpõem no organismo, e isso facilita para todos os alunos, cegos ou não”, explicou.

Para Cristina Delou, os professores de outras áreas como História, letras e ciências humanas em geral precisam também pensar no desenvolvimento desses materiais, daí a importância desse curso congregar futuros professores das diversas licenciaturas da UFF, trocando experiências e conhecimentos.

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MAQ às 11:06.
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terça-feira, 14 de julho de 2009.

Carta de Compromisso da FBASD – Um Ano da Ratificação da Convenção.

Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down – FBSD.Site Externo.

Mais de 60 ativistas entre eles 37 representantes de associações de síndrome de down, que estiveram presentes no encontro promovido pela Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down com apoio da SEESP assinam a “Carta de compromisso em homenagem ao primeiro aniversário da ratificação da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência”, e levam para suas cidades e Estados o compromisso de divulgar, com acessibilidade,pressionar e acompanhar a efetivação imediata de todos os direitos previstos na Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência e seu Protocolo Facultativo.
A Carta foi apresentada pela Relações Públicas da FBASD Beatriz Paiva.

Carta de Compromisso em Homenagem ao Primeiro Aniversário de Ratificação.

Nós, participantes do Encontro de Formação para Educação Inclusiva: Alunos com Síndrome de Down na Escola Comum, realizado nos dias 9 e 10 de julho de 2009, pela Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, com apoio do MEC/SEESP, na cidade de Brasília – DF, declaramos que:

Nos comprometemos a divulgar, com acessibilidade, pressionar e acompanhar a efetivação imediata de todos os direitos previstos na Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência e seu Protocolo Facultativo (Decreto Legislativo nº 186/2008), para que a deficiência seja compreendida como uma característica da diversidade humana e a partir do contexto da comunidade em que vivemos.

Para tal, enfatizamos que a educação, na perspectiva da inclusão, deve ser entendida dentro do modelo social que valoriza capacidades e habilidades dos educandos, com e sem deficiência e tem como função romper com a lógica da exclusão, por meio do acesso, permanência e participação de todos, com atendimento educacional especializado, quando necessário, de acordo com o artigo 24 da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e o Decreto nº 6.571/2008.

Reafirmamos que as pessoas com deficiência devem participar de todas as ações, com equiparação de oportunidades, para que sua plena capacidade legal seja respeitada, garantindo-se os apoios e as salvaguardas específicas, como pressupostos para alcançarmos um mundo justo e inclusivo.

Sabemos que para isso, o exercício do controle social deve ser uma prática cotidiana e nos comprometemos a exercê-lo e estimular que os demais cidadãos brasileiros também o façam para que os instrumentos previstos no primeiro tratado de direitos humanos, ratificado em nosso país com equivalência de emenda constitucional, sejam efetivamente aplicados.

Parafraseando Gandhi, devemos nos transformar na mudança que queremos ver no mundo.

Brasília, 10 de julho de 2009.

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MAQ às 13:40.
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