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Rio de Janeiro, segunda-feira, 23 de janeiro de 2017 - 12:51.

 

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sexta-feira, 28 de março de 2014.

Oficina “De Olho no Braille” e Workshop de Livro Acessível/audiodescrição.

Evento se repetirá em Salvador, Brasília e Curitiba.

Braille Caixa Cultural.
[Descrição da imagem]

Programação para Salvador:

A CAIXA Cultural Salvador abre, a partir da próxima segunda-feira (31), as inscrições para a oficina “De Olho no Braille”, que acontece de 8 a 12 de abril. A oficina apresenta histórico e aplicações do Braille, além de aspectos imagéticos e táteis da escrita em relevo. O projeto traz a ludicidade como forma de acesso à leitura, que pode ser realizada com crianças alfabetizadas e seus responsáveis, por meio de brincadeiras que envolvem vendar os olhos e manipular objetos. Os participantes aprendem a ler em Braille em aproximadamente 30 minutos. As inscrições vão até 7 de abril e podem ser feitas na recepção da CAIXA Cultural, mediante a troca de 20 latinhas ou 10 garrafas Pet para reciclagem.

O curso será dividido em dois momentos: de 08 a 10 de abril será realizada a oficina de Braille, com duas turmas por dia, uma às 09h e outra às 14h, com carga horária de 40min cada. Nos dias 11 e 12 de abril acontece o WorkshopLivro Acessível”, em uma única turma, das 9h às 17h, com carga horária de 16h. A oficina tem orientação de Patrícia Braille, Coordenadora de Educação Especial da Secretaria de Educação do Estado da Bahia; especialista em Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, pela UNEB.

A oficina tem o objetivo de democratizar a aprendizagem do Sistema Braille entre as pessoas que enxergam, favorecendo o contato entre cegos e videntes por meio da escrita. “A oficina será um importante momento de contato com o Braille numa abordagem lúdica, colocando o público em contato com a temática da deficiência visual, mas longe do peso que a sociedade costuma a dar ao tema. Isso aproxima as pessoas, dilui preconceitos e atrai a atenção para as pessoas com deficiência visual, historicamente invisibilizados.” afirma Patrícia.

Mais informações:

https://www.facebook.com/events/1481062328779773Site Externo..

Retângulo horizontal azul claro trazendo o texto:

[identidade visual da Caixa] Caixa Cultural apresenta: Oficinas Braille com Patrícia Braille.

8 a 10 de abril de 2014 – Oficina “De Olho no Braille”.
2 turmas por dia – às 9h e às 14h – carga horária 40 minutos.
11 e 12 de abril de 2014 – Workshop Livro Acessível.
1 turma – das 9h às 17h – carga horária 16h.

No rodapé do retângulo está uma faixa branca com as informações:

Caixa Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro.
Informações: (71) 3421-4200 – www.caixa.gov.br/caixaculturalSite Externo..
Estacionamento gratuito ao lado.
Produção: Guaxe Produções, Edmília Barros Produção e Mídia Social.
Patrocínio: Caixa e Governo Federal.

No lado direito da imagem está a ilustração de uma garota de perfil esquerdo, vista dos ombros para cima. Ela tem cabelos castanhos, com franja e na altura dos ombros. Usa camiseta verde e tem uma faixa branca vendando os olhos.


Patrícia Silva de Jesus [Patrícia Braille].
Coordenadora de Educação Especial do Estado da Bahia.
Consultora de Produtos Editoriais Acessíveis.
Lattes: http://lattes.cnpq.br/9270615740740774Site Externo..
Blogs:
www.palavrachaveonline.blogspot.comSite Externo..
www.patricitudes.blogspot.comSite Externo..
Tim: 71 9305-4863.

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Gil Porta às 11:44.
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014.

Políticas públicas: segunda etapa da luta

Marta Gil (*).

Foto: Marta Gil.

O início do ano nos estimula a traçar planos de ação. Extraindo a essência dos balanços feitos em dezembro, na esteira do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, constato mais uma vez que há conquistas da maior importância, que ainda há muito a fazer e, principalmente, que estas conquistas estão sendo seriamente ameaçadas – exatamente em decorrência de sua importância.

As ameaças se fazem sentir, com maior intensidade, nos campos da Educação e do Trabalho – e não por acaso, pois estes são cruciais para a Inclusão e, consequentemente, para o exercício da cidadania.

O que fazer para enfrentar as ameaças e consolidar as conquistas?

Federico Mayor, ex-diretor da UNESCO, dá a primeira indicação, ao destacar a relação entre Informação, Consciência e Ação:

“Para sermos conscientes temos de estar informados; para nos envolvermos, temos de ser conscientes”.

O Dr. Roberto Wanderley Nogueira, Juiz Federal, professor universitário da UNICAP-Recife e da Faculdade de Direito da UFPE – Universidade Federal de Pernambuco e tem deficiência física, destaca mais dois pontos importantes: a necessidade de materializar as conquistas em políticas públicas associadas às leis e a urgência do cumprimento destas pelo Poder Judiciário:

Quem tem de proceder de forma a elevar o sistema ao patamar das igualdades e da inserção efetiva de todos são os seus idealizadores e construtores que não podem, enquanto não conseguirem essa meta, exigir dos demais que se adaptem. O Poder Judiciário confunde inclusão com integração, discussão antiga e já superada na área da Inclusão Social que os Magistrados nem sonham que tenha existido.

Outros ativistas, profissionais e estudiosos também concordam com os pontos acima citados.

É hora, pois, de nos inserir efetivamente nos espaços de construção das políticas públicas – esta é a segunda etapa, após a elaboração e aprovação das leis.

Em ano de eleições, a concretização de políticas públicas deve constar das plataformas de candidatos. Vamos acompanhá-las e fazer pressão para que as leis se concretizem!

(*)Consultora na área de Inclusão, Coordenadora Executiva do Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas, Fellow da Ashoka, colaboradora do Planeta Educação e da Revista Reação. Autora do livro “Caminhos da Inclusão – a trajetória da formação profissional de pessoas com deficiência no SENAI-SP” (Editora SENAI, 2012).

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Gil Porta às 13:48.
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013.

Museu do Futebol adapta acervo

Um catálogo do acervo e equipamentos adaptados permitem um passeio emocionante para quem não consegue ver uma partida de futebol.

Em São Paulo, o Museu do Futebol adotou medidas que facilitaram a visita de pessoas com deficiência visual. Um catálogo do acervo e equipamentos adaptados permitem um passeio emocionante para quem não consegue ver uma partida de futebol.

A visita começa com um aprendizado sobre o estádio do Pacaembu, que abriga o Museu do Futebol. Roseli, de 23 anos, tem apenas 6% da visão, que perdeu em um acidente de moto. A aposentada Maria Zélia Mota só enxerga vultos – consequência da diabete.

“Que legal! Aqui já é o campo de futebol”, exclama Maria Zélia.

O caminho é facilitado por um piso tátil. Elas também conheceram em primeira mão um catálogo produzido no museu, com textos em braile e fotos em alto relevo.

“O catálogo vai para o Brasil inteiro. A gente vai distribuí-lo para todas as entidades na esperança de que eles possam vir a conhecer o local onde foi concebido esse catálogo”, diz o diretor do museu, Pedro Sotero.

Todas essas experiências que o museu proporciona aos visitantes só têm sido possíveis com a ajuda de pessoas que conhecem e vivem os problemas da visão, e sabem muito bem que com toque e sensibilidade dá para entender e admirar a beleza do futebol.
Durante três meses, o vendedor José Vicente de Paula ensinou funcionários a receber melhor visitantes especiais.

“Até então a gente não sabia como lidar com um cego, como subir uma escada, como conduzir um elevador. Se a gente poderia falar de cores. Como, se a gente pode falar, e como falar”, afirma a educadora Simone Venâncio dos Santos.

E ele, cego de nascença, aprendeu muito:

“É o Pelé dando uma bicicleta. A perna direita dele, ele está na horizontal, levantado do chão, chutando a bola em direção ao gol”, descreve José Vicente. “Deve ser muito lindo. A pessoa ficar no ar, ter esse movimento, bola para trás porque aqui pegou a bola no alto e fez o movimento inverso. Isso aqui ficou perfeito. A gente consegue enxergar.”

Fonte: Jornal NacionalSite Externo..

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MAQ às 12:33.
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