Conteúdo principal | Últimos 20 posts | Posts por assunto | Bengala Legal

Blog do Bengala Legal.

Rio de Janeiro, quinta-feira, 29 de setembro de 2016 - 15:11.

 

Conteúdo principal.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009.

VIII Encontro Nacional do CVI-Brasil: A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e os Novos Paradigmas Sociais.

Convidamos a todos para o “VIII Encontro Nacional do CVI-Brasil: A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e os Novos Paradigmas Sociais”, numa promoção do Centro de Vida Independente do Rio de Janeiro (CVI-Rio), e contando com o patrocínio da CORDE, além do apoio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência do Rio de Janeiro e do Centro de Vida Independente de Maringá (CVI-MGA).

A realização deste evento pretende mobilizar, fortalecer e ampliar a representatividade do Movimento de Vida Independente em defesa dos direitos das pessoas com deficiência, como propõe a Convenção, analisando as ações atuais e seu papel indutor das transformações sociais em direção a uma sociedade inclusiva, estabelecendo projeções futuras para a perspectiva de ampliação do movimento, para fortalecer os princípios de inclusão e direitos humanos.

Pretende também propor a implementação e consolidação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência no Brasil e promover a efetivação de ações que possibilitem ao Conselho Nacional dos Centros de Vida Independente (CVI-Brasil) sua consolidação:

  • fortalecendo e renovando suas lideranças;
  • promovendo a sustentabilidade e ampliação da rede de CVIs ;
  • atuando efetivamente para a consolidação de políticas públicas inclusivas.

Justificativa.

A ratificação pelo Brasil da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, propiciará reflexos significativos para a sociedade brasileira que, no momento, ainda não é possível dimensionar. Mas é fato que uma sociedade, ao assumir sua responsabilidade social, torna-se mais inclusiva, na medida em que proporciona igualdade de condições a diferentes grupos sociais, como o das pessoas com deficiência, para que exerçam sua cidadania de forma plena. Por isso, discutir, debater e propor ações para a implementação da Convenção é fundamental para impulsionar consistentemente a sociedade para uma vertente mais inclusiva nas soluções que contemplam a diversidade humana.

Público Alvo:

O Congresso destina-se às pessoas com deficiência; organizações representativas do movimento de vida independente e de defesa dos direitos humanos; representantes dos governos federal, estadual e municipal; profissionais das diversas áreas afins, acadêmicos, juristas, empresários.

Dados sobre o Evento.

DATA: 26, 27 e 28 de agosto de 2009.
HORÁRIO: das 9.00 às 18.30 horas.
LOCAL: Centro Integrado de Atenção à Pessoa Portadora de Deficiência (CIAD–Mestre Candeias)
ENDEREÇO: Av. Presidente Vargas, 1.997 – Centro – Rio de Janeiro.
Inscrições pelo e-mail: cm@cmeventos.com.br ou na secretaria do evento: C&M Congresses and Meetings – Tel.: (21) 2539-1214.
Valor: R$50,00 – Aberto ao Público.
Programação e mais informações no site do CVI-Rio: www.cvi-rio.org.brSite Externo.

Facebook.Compartilhar no Facebook.

Twitter.Publicar no Twitter.

Arquivado em: Eventos.
Assuntos:  , , , , , .
MAQ às 16:50.
Post visitado 13725 vezes, 4 foram hoje.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009.

Cadeirante terá Táxi Adaptado em BH.

Notícias UAISite Externo.

A partir de outubro, devem rodar em Belo Horizonte os primeiros modelos de táxi especiais para cadeirantes. O veículo escolhido pela BHTrans para atender pessoas com deficiência tem 20 encomendas para instalação dos equipamentos necessários para o transporte de pessoas com mobilidade reduzida, mas, antes disso, os motoristas precisam passar por treinamento, com duração de quatro horas, sobre como lidar com uma pessoa com deficiência e manusear o sistema.

Visando a facilitar o embarque e desembarque de passageiros, a BHTrans estuda liberar o entra e sai de pessoas nas portas de garagens, a pedido do Sindicato Intermunicipal dos Condutores Autônomos de Veículos Rodoviários, Taxistas e Transportes Rodoviário Autônomos de Bens de Minas Gerais (Sincavir). Mas, por enquanto, a operação deve ser feita nas vagas destinadas a deficientes. Segundo o diretor de Atendimento e Informação da BHTrans, Cássio Almeida, o embarque do passageiro leva cerca de cinco minutos e, por isso, não é possível estacionar em qualquer lugar, sendo necessário dispor de mais tempo e, claro, mais cuidados com a pessoa transportada.

O veículo homologado pela BHTrans é o Fiat Doblò ELX com diversas adaptações. O condutor pode trabalhar normalmente com outros passageiros e terá a vantagem de poder levar aqueles que têm a cadeira de rodas. Em vez de espaço para sete passageiros, o automóvel comporta apenas três, além do cadeirante. No espaço destinado à cadeira de rodas, o banco dobrável é encolhido para atender à pessoa com deficiência.

O teto do veículo é suspenso em cerca de 50 centímetros e o piso feito com material de compensado naval e antichamas. Para garantir estabilidade, o cinto de segurança e os trilhos para a cadeira resistem a 250 quilos, cada, ou seja, até 1 tonelada os quatro juntos. Além disso, um cinto de três pontas entrelaçado à pessoa e um encosto de cabeça servem para reforçar a segurança.

Numa operação de cinco minutos para embarque, a porta se abre e são acesas as luzes do pisca-alerta. O elevador desce e sobe em aproximadamente dois minutos e, em seguida, são feitas as acomodações do passageiro. Terminada a operação, começa a viagem.

Precariedade.

O custo da instalação da aparelhagem é de cerca de R$ 36 mil, mas, numa parceria com a Fiat, é possível comprar o veículo com acréscimo de apenas R$ 10 mil. Segundo o presidente do Sincavir, Dirceu Efigênio Reis, atualmente, o transporte de cadeirantes é feito de forma precária e muitos condutores são obrigados a recusar os passageiros, por causa da instalação de cilindros de gás no porta-malas do veículo. “Com esses carros, será possível garantir mais conforto a essas pessoas e demonstrar preocupação com portadores de mobilidade reduzida”, afirma.

Facebook.Compartilhar no Facebook.

Twitter.Publicar no Twitter.

Arquivado em: Notícias.
Assuntos:  , , , , , .
MAQ às 15:22.
Post visitado 14662 vezes, 6 foram hoje.

domingo, 16 de agosto de 2009.

Pessoas com Deficiência e Relacionamentos Dependentes.

No dia 16 de agosto, o programa Assim Vivemos da TV Brasil apresentou o filme “Até que a Morte Nos Separe”, de Maciej Adamek (Polônia, 24 min. 1999), e cuja sinopse era: “Franek e Andrzej se conheceram ainda pequenos, quando estudavam em uma escola para crianças especiais. Um deles tem deficiência física, efeito de paralisia cerebral, e o outro, deficiência intelectual. Define Andrzej: “Eu sou o seu cérebro e ele as minhas mãos”, apresentando-nos essa extraordinária amizade que começou na escola e pela qual tiveram de lutar, já que o Estado Polonês não aceitou facilmente que os dois juntos pudessem conquistar sua total autonomia.

Entrevistei Lêda Lucia Spelta, psicóloga clínica e pessoa cega no chat do programa e, devido à relevância do tema e ao interesse geral, estou reproduzindo abaixo a entrevista:

Entrevistada: Lêda Lúcia Spelta.
Entrevistador: Marco Antonio de Queiroz – MAQ.

Lêda, como pessoa cega e psicóloga clínica, já teve experiências de desconfiança de clientes a respeito de sua competência devido à sua deficiência?

R.: Nunca ouvi isso diretamente. Como acontece com todos os terapeutas, algumas pessoas vêm fazer a primeira entrevista e não voltam. Isso se deve a vários motivos, a maioria deles ligados ao imaginário; por exemplo, elas podem achar que o terapeuta não é confiável por ser jovem demais, velho demais, negro, judeu, etc. É aí que entra a cegueira, como uma das características que servem para a pessoa projetar valores negativos. Mas, felizmente, também servem para projetar os valores positivos, pois há pessoas que ficaram em terapia comigo justamente porque sou cega, do mesmo modo que ficam com outros terapeutas porque são jovens, velhos, homens, mulheres, etc.

Faz parte do trabalho do terapeuta saber identificar o que é dele e o que é projeção do outro e devolver ao outro o que é seu, sem ficar se sentindo o máximo sempre que for elogiado ou arrasado se for rejeitado.

No caso dos meus clientes, mais cedo ou mais tarde acabamos sempre descobrindo os motivos simbólicos pelos quais ele acabou escolhendo uma pessoa cega como terapeuta.

Por outro lado, já sofri preconceito por parte de profissionais que trabalham nas instituições de cegos. Quando cursava a faculdade, tentei estagiar em duas dessas instituições, mas as portas só estavam abertas para mim como cliente, não como profissional. Porém, como sou teimosa, acabei conseguindo trabalhar num pequeno centro de reabilitação, onde creio que realizei o trabalho mais interessante da minha vida.

Nosso filme “Até que a Morte nos Separe”, mostrou duas pessoas com deficiência em uma relação de interdependência. Como você percebeu essa relação?

R.: Eu gostaria de abordar 2 aspectos desta relação: o da interdependência e o da simbiose. Estou chamando de interdependência aos aspectos objetivos da dependência, neste caso devidos principalmente às duas deficiências; e estou chamando de simbiose aos aspectos subjetivos da relação, nem sempre conscientes, onde as pessoas sentem como se formassem um ser único e que não sobreviverão a uma separação.

A simbiose não decorre necessariamente da deficiência e é mais comum do que se imagina; por exemplo, quase todos nós conhecemos alguém que não conseguiu recuperar a sua vida normal após a perda de um ente querido ou após se separar do cônjuge.

O que acontece neste filme é que ficamos tão impactados com as peculiaridades desta situação incomum de relação entre duas pessoas com deficiência, que tendemos a creditar todas as dificuldades à deficiência e desconsiderar os problemas de encaixe de personalidade que existem em quaisquer relações pessoais mais íntimas.

De modo geral, creio que tendemos a atribuir coisas demais à deficiência. Por exemplo, se uma pessoa com deficiência é muito acomodada, é por causa da deficiência; se, pelo contrário, é muito ativa, também é por causa da deficiência.

Este filme deixa em nós uma saudável interrogação sobre até que ponto a dependência de cada um dos rapazes se deve à sua deficiência. A tendência natural da nossa mente é a de formular uma resposta – que sim ou que não – e se convencer de que esta é a única verdade. Creio que a postura mais promissora é a de suportar esta interrogação e abrir a mente para todas as possibilidades.

Lêda, o filme também mostra que uma parte frágil dessa relação é o possível aparecimento de um namoro ou casamento de um dos integrantes dessa relação. Que pensa a respeito disso?

R.: penso que, se isso acontecer, eles irão sofrer muito mais por causa da simbiose do que da deficiência. Me explico: existem muitas pessoas que, ao se casarem, levam para morar consigo a mãe que sofre de alguma doença, o irmão que tem uma deficiência, etc. Mas a gente percebe que os rapazes do filme encaram essa possibilidade como uma ameaça. Creio que isso se deve menos aos aspectos objetivos da deficiência e mais à simbiose.

Não estou negando a interdependência e a complementaridade objetiva que se formou por causa das deficiências. Mas é a simbiose, não a deficiência, que os leva a crer que esta forma de relação que eles têm hoje é a única ou que é a melhor possível, até que a morte os separe!

Boa parte das pessoas com deficiência mantém uma relação de dependência com algum familiar. Algumas mesmo sem possuírem uma dependência real. Como conseguir perceber a diferença entre a dependência real e a imaginária nessas relações?

R.: Em primeiro lugar, é preciso que as pessoas – ou ao menos uma delas – queiram perceber o que está acontecendo com elas. Não conheço ninguém que se proponha a fazer isso sem um bom motivo, porque esta percepção pode ser muito dolorosa. Geralmente isso ocorre quando uma das partes está muito insatisfeita e deseja mudar radicalmente a forma de relação, ou até mesmo rompê-la. Parece até que estou falando exclusivamente de um casamento; porém, tratando-se ou não de uma relação conjugal, as bases psicológicas são as mesmas.

Às vezes é fácil para um observador externo perceber esta diferença. Quando era criança, eu tinha uma tia professora que costumava fazer este papel. Ela dizia, por exemplo, para a minha mãe: por que a Lêda Lucia não pode pegar ela mesma a sua toalha de banho e a sua roupa, em vez de ficar gritando de dentro do banheiro que já acabou o banho?

Noutros casos, porém, isso pode ser muito difícil. Quando ainda estava na faculdade, conheci um jovem cego que havia sido tão superprotegido pela mãe e pela avó, que nunca fui capaz de descobrir se suas dificuldades intelectuais e sociais eram congênitas ou adquiridas.

Em muitos casos, é só experimentando que a gente consegue saber até onde cada um de nós é capaz!

Facebook.Compartilhar no Facebook.

Twitter.Publicar no Twitter.

Arquivado em: Entrevistas.
Assuntos:  , , , , .
MAQ às 23:37.
Post visitado 18115 vezes, 2 foram hoje.
« Posts mais novosPróximos Posts »

Últimos 20 posts publicados.

Saltar resumo e ir para "ESCOLHA POR ASSUNTO".

Projeto “Emoti Sounds” é plug-in que permite que deficientes visuais tenham uma experiência emotiva na leitura dos emoticons O Festival Internacional de Criatividade de Cannes divulga o seu primeiro shortlist. O projeto “Emoti Sounds”, da Artplan para Tim Live, é o único brasileiro entre os 39 selecionados pelo júri de Innovation Lions e concorre na […]

 

Descrição da imagem: Cena do documentário “Boa Noite, Solidão”: Geneton Moraes Neto entrevista o sertanejo Ginaldo José da Silva. O documentário será transmitido pela GloboNews neste sábado. O documentário “Boa noite, Solidão” será exibido pela GloboNews neste sábado, dia 16, às 21h05 e será o primeiro programa da emissora a contar com o recurso da […]

 

Tecnologia está sendo desenvolvida em Criciúma, no Sul de Santa Catarina. Elisabete Barbosa é uma das primeiras pessoas a fazer uso do Via Voz (Foto: Globo). Imagine um GPS dentro de uma biblioteca. Em vez de ruas, ele mostra os caminhos entre as prateleiras. Parece coisa do futuro, mas essa tecnologia já existe e serve […]

 

Há mais de 20 anos que a fundação beneficente “Livros Ilustrados para Crianças Cegas” publica e oferece livros com páginas musicais a crianças com deficiência visual. Entre as obras estão contos tradicionais russos e estrangeiros. Foto: Fundação de beneficência “Livros Ilustrados para Crianças Cegas Pequenas”. “Os nossos livros ajudam a criar situações em que uma […]

 

O tradutor Libras em Software Livre (VLibras) versão mobile já está disponível para ser baixado e vai ampliar o acesso das pessoas com deficiência auditiva aos meios digitais. O conjunto de aplicativos faz a tradução de conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo) para Libras, a Linguagem Brasileira de Sinais. Os softwares desenvolvidos pelo Ministério do […]

 

A área de negócios sociais Soluções em Acessibilidade, da Fundação Dorina Nowill para Cegos, lança com exclusividade o aplicativo AudiFoto. A novidade é mais uma tecnologia direcionada às empresas que desejam participar da inclusão de pessoas com deficiência em museus, exposições e locais em que as imagens são peças fundamentais para a experiência dos visitantes. […]

 

Em São Paulo, no Centro Cultural Banco do Brasil Desde 2003, o Assim Vivemos tem sua programação totalmente acessível para pessoas com deficiência visual e auditiva. Audiodescrição e legendas em português (LSE) em todas as sessões, catálogo em Braille e Interpretação em LIBRAS nos debates. No CCBB, todos os ambientes têm acesso para pessoas com […]

 

“Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência” chega a sua 7ª edição em 2015 no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (de 5 a 17 de agosto), de São Paulo (23 de setembro a 5 de outubro) e de Brasília (de 2 a 14 de março de 2016), trazendo 33 […]

 

Neste sábado, 01 de agosto, estreia mais uma peça da Oficina dos Menestréis. O trabalho deles é maravilhoso e super alto astral. Recomendo. O elenco é inclusivo: Atores e atrizes com e sem deficiência. Com audiodescrição no dia 09 e Libras no dia 16. Sobre a peça: Aldeia dos Ventos é um musical de Oswaldo […]

 

Para grande parte da população a tecnologia facilita. Para pessoas com deficiência visual a tecnologia possibilita. O projeto F123 é um software inovador, de baixo custo e alta eficiência, que possibilita o acesso à educação e à informação, favorecendo oportunidades de trabalho e a utilização de tecnologias por pessoas com deficiência visual. O F123 permite […]

 

A Fundação Dorina Nowill para Cegos tem uma nova versão para o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa em formato digital acessível Daisy – Digital Accessible Information System. O Instituto Helena Florisbal foi o parceiro para a viabilização deste projeto, que conta com a produção e disponibilização de cinco mil dicionários em português com as novas […]

 

Dança no MIS e Unlimited apresentam: MARC BREW, bailarino e coreógrafo da Escócia, na performance REMEMBER WHEN e uma residência (processo criativo aberto ao público) junto à bailarina brasileira Gisele Calazans. As atividades fazem parte do programa mensal: Dança no MIS, com curadoria de Natalia Mallo, que convida coreógrafos a escolher uma área do Museu […]

 

A ANCINE colocou em Consulta Pública, até o dia 08 de julho, Notícia Regulatória e Relatório de Análise de Impacto – AIR que discutem a implementação de ações para regulamentar a promoção da acessibilidade em salas de cinema, com disponibilização de recursos de legendagem descritiva, LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais e audiodescrição que possibilitem […]

 

Está chegando ao fim o curso de Especialização em Audiodescrição promovido pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em parceria com a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD). Em iniciativa inédita, foi possível viabilizar o primeiro curso sobre esta temática a nível de especialização no Brasil, com o principal […]

 

MARIA LUÍSA BARSANELLI. De SÃO PAULO. Em um cantinho ao lado do palco, Rafaella Sessenta, 32, alonga braços e pernas. Posiciona-se frente a uma câmera e aguarda a largada: o início de um show em tributo a Michael Jackson, realizado no domingo (31/5) em São Paulo. Rafaella é tradutora de libras (Língua Brasileira de Sinais) […]

 

O curso de Especialização em Audiodescrição promovido pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), abrirá uma segunda turma ainda este ano. Estão previstas 100 vagas a partir do segundo semestre. O curso tem o objetivo de capacitar profissionais para promover a […]

 

A AFB (American Foundation for the Blind, ou Fundação Americana para Cegos) anunciou nesta semana os nomes dos quatro homenageados que receberão o prestigioso prêmio Helen Keller na noite do dia 18 de junho, em Nova York (Estados Unidos). Estamos homenageando as realizações de indivíduos e empresas pelo sucesso na melhoria da qualidade de vida […]

 

Estão abertas as inscrições para o 7º Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes Sobre Deficiência. Ficha de inscrição e regulamento, acesse: www.assimvivemos.com.br Em 2015, o Festival Assim Vivemos chega à sua 7ª edição. É com enorme alegria que iniciamos mais uma busca pelos melhores filmes produzidos no mundo sobre o tema da pessoa com […]

 

A diretora da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicações do TRT5 (Setic), Cláudia Jorge, participou da primeira reunião da Comissão Permanente de Acessibilidade do sistema Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT) em 2015, na última terça-feira (14/4). A comissão tem como objetivo principal propor medidas para facilitar o acesso de pessoas com […]

 

É hora de deixar de observar apenas a obrigação legal da contratação de pessoas com deficiência física e analisar os ganhos econômicos e sociais da inclusão Silvia Torikachvili. Observando os exemplos mencionados ao longo da reportagem, percebe-se que, quando as empresas decidirem contratar talentos em lugar de deficiências, elas entrarão para o melhor dos mundos. […]

 

 

 

Os posts mais visitados hoje.

  1. O que é Inclusão Escolar? (147 visitas)
  2. Cannes: case de Artplan e Tim é único finalista do Brasil em Innovation (31 visitas)
  3. Basquete em Cadeira de Rodas. (27 visitas)
  4. GLOBONEWS LARGA NA FRENTE E ESTREIA AUDIODESCRIÇÃO (26 visitas)
  5. Aplicativo serve como guia auditivo para pessoas com deficiência visual (26 visitas)
  6. Dúvidas sobre a aposentadoria especial para pessoa com deficiência (24 visitas)
  7. Deficiente visual tem isenção de ICMS na aquisição de veículo zero quilômetro. (24 visitas)
  8. Marta Gil (20 visitas)
  9. Luta por direitos mudou vida de irmãs anãs (18 visitas)
  10. Futebol de 5 - Esporte Adaptado - Cegos. (18 visitas)
Bengala Legal.

eXTReMe Tracker