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Rio de Janeiro, sábado, 01 de outubro de 2016 - 06:55.

 

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quinta-feira, 25 de novembro de 2010.

Os discursos e as práticas de Educação Inclusiva: a intersetorialidade em questão.

Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.
Fórum Permanente de Eeducação Inclusiva – FOPEI.
Centro de Estudos Multidisciplinar – CEMUPI.

SEMINÁRIO DIA 02 E 03 de Dezembro de 2010.
Os discursos e as práticas de Educação Inclusiva: a intersetorialidade em questão.
Auditório Raphael Galvez.
Rua Álvaro Alvim, 90 – Vila Mariana.
Comissão Organizadora: Eliane Andreoli, Fabio Adiron e Liliane Garcez.

Inscrições Gratuitas: extranet.belasartes.br/educacaoinclusiva Site Externo.

A exemplo de anos anteriores (2007, 2008 e 2009), este encontro anual é fruto da parceria entre o CEMUPI e o FOPEI e objetiva ser um espaço para a reflexão e debate a respeito do processo de inclusão educacional no contexto da escola para todos. Neste ano de 2010, o seminário tem como propósito aprofundar o debate acerca dos diferentes discursos que estão postos no cotidiano escolar, a saber, o médico, o psicológico e o pedagógico.

Para tal, foram convidados três representantes desses lugares que têm em comum atuarem na perspectiva de uma educação para todos e todas como direito inalienável de cada cidadão brasileiro. Aos três convidados foi solicitado uma atualização do que vem sendo discutido e feito em cada uma das áreas acerca da educação na perspectiva da inclusão, bem como o ‘lançamento’ de algumas provocações aos participantes ‘esquentarem’ o debate que será feito em seguida.

Ao final do encontro, todos estarão convidados a elaborar um documento que subsidie a política educacional na perspectiva da educação para todos a ser entregue aos gestores públicos.

Seminário Educação Inclusiva – CEMUPI E FOPEI.
Os discursos e as práticas de Educação Inclusiva: a intersetorialidade em questão

Dia 02 (Quinta-feira) 1º Dia.
8h – Credenciamento. 9h Abertura do Seminário.
Formação da Mesa: Apresentação do CEMUPI e FOPEI / vídeo dos outros seminários.

Auditório Raphael Galvez – 9h30 Palestra.
Liliane Garcez – Psicóloga pelo Instituto de Psicologia da USP e administradora pública pela EAESP-FGV
mestre na área de Psicologia e Educação na Faculdade de Educação da USP.
Educação Inclusiva: o que o psicólogo tem a contribuir?

10h15 Café.
10h40 Discussão e início da elaboração de documento para os gestores públicos.

12h30 Almoço.

14h00 Palestra Educação.
Profa. Dra. Maria Tereza Egler Mantoan.
Pedagoga, mestre e doutora em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas.
Professora Assistente Doutor da Universidade Estadual de Campinas.
Dedica-se, nas áreas de pesquisa, docência e extensão, ao direito incondicional de todos os alunos à educação escolar de nível básico e superior de ensino.
Tema: Conquistas e Desafios da Educação Inclusiva no Brasil.

Auditório Raphael Galvez.
15h00 Discussão e continuidade da elaboração de documento para os gestores públicos.

Auditório Raphael Galvez.
9h00 Palestra Medicina – Dr. Gil Pena.
Médico patologista, pai de pessoa com deficiência e colaborador da revista eletrônica Inclusive.
Dedica-se a estudos na área da educação, dentro da linha do Projeto Roma.
Tema: Medicina e Educação: mitos e verdades.

10h15 Café – Sala a combinar.
10h40 – Discussão e continuidade da elaboração do documento para os gestores públicos.
12:30 Almoço.

13:30 Divisão dos participantes em grupos para discussão do documento.
preliminar – Salas disponíveis do segundo andar.
16:30 Retorno dos grupos para finalização do documento para os gestores públicos.

Auditório Raphael Galvez.
Eventos: palestras, exposição de gráficos: posicionamento da educação inclusiva; apresentação musical, exposição de artesanato.

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MAQ às 20:49.
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sábado, 6 de novembro de 2010.

Pessoas com deficiência conquistam mais espaço no mercado de trabalho

Trabalhadores com deficiência que buscam uma recolocação podem encontrar no posto do Sistema Nacional de Emprego (Sine) da Coordenadoria de Apoio e Assistência à Pessoa com Deficiência (Caade) o caminho para conquistar uma chance no mercado de trabalho. São mais de mil vagas disponíveis na unidade, que é específica para atender trabalhadores com deficiência. Os salários variam de R$ 510 a R$ 3 mil.

“As pessoas com deficiência precisam mostrar eficiência”. A afirmação é da profissional de serviços gerais, Beatriz Soledade Machado, de 42 anos. Com deficiência física na perna direita (sequela de uma poliomielite), ela descobriu a Caade como aliada na hora de buscar uma oportunidade no mercado de trabalho.

As oportunidades são para todos os níveis de escolaridade e várias profissões: recepcionista, auxiliar de higienização, técnico de enfermagem, técnico contábil, atendente hospitalar, técnico de manutenção predial, assistente de vendas internas, serviços de transportes e descarga de mercadorias, conferente de mercadorias entre outras.

Há dois meses empregada, Beatriz acredita que muitos não sabem o lugar certo para buscar uma vaga no mercado e por isso não conseguem um bom emprego. “Antes de conhecer a Caade tinha muita dificuldade para conseguir uma recolocação no mercado de trabalho. É a segunda vez que a coordenadoria me encaminha para um emprego. Quando participava de processos seletivos em outros lugares, mesmo tendo o perfil da vaga, eles não me contratavam, preferiam uma pessoa que não tinha deficiência”, relata.

Colocações

O número de trabalhadores com deficiência colocados no mercado de trabalho, por meio do Sine da Caade, teve um aumento de 9%, quando comparado os nove primeiros meses deste ano com o mesmo período de 2009. Foram 422 contra 386 colocados.

Flávio Oliveira acredita que a tendência é que o número de pessoas com deficiência inseridas no mercado de trabalho continue aumentando. “A Caade vem aprimorando a capacitação do público, oferecendo o curso de competências básicas para o trabalho e atendendo em pequenos grupos ou individualmente. Isso aumenta a confiança das pessoas, bem como as chances da pessoa ter um melhor desempenho na hora da entrevista”, disse.

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terça-feira, 26 de outubro de 2010.

Acessibilidade pode ser rentável para empresas

Revista PGNESite Externo.

Apesar do grande número de pessoas com deficiência, ainda são poucas as normas técnicas e as leis que regulamentam produtos e serviços destinados a esse público.

Cerca de 14% da população brasileira possui algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida. Na cidade de São Paulo, as pessoas com deficiência são cerca de 1,5 milhão de habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar disso, ainda são poucas as normas técnicas e as leis que regulamentam produtos e serviços destinados a esse público.

Cadeiras de rodas e bengalas, por exemplo, não estão enquadradas em nenhuma norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Por este motivo, a entidade elegeu este ano como tema da Exponorma 2010 a acessibilidade. O evento, que aconteceu na semana passada em São Paulo, teve como objetivo disseminar a importância da normalização para todos os públicos.

O Sebrae, uma das entidades parceiras da ABNT, já emprega há alguns anos pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, diz o gerente de Inovação e Tecnologia da entidade, Edson Fermann. Segundo ele, o Sistema Sebrae tem interesse em apoiar as pequenas empresas que vêm na acessibilidade uma opção para produzir produtos e serviços.

“Na parceria com a ABNT, podemos ajudar a desenvolver normas e soluções para que os empresários de pequenos negócios criem produtos inovadores”, diz o gerente. Ele cita como exemplo, no setor de transporte, os táxis ou limusines adaptáveis para o transporte de pessoas até teatros e cinemas. “Essa é uma faixa de mercado que praticamente não é atendida adequadamente”.

Fermann acredita que empresas que trabalham no setor de turismo, por exemplo, como as pousadas, deixam de aumentar o seu mercado quando não têm acessibilidade às pessoas com deficiência. Assim como restaurantes, bares e toda a área de entretenimento.

São Paulo – Para o diretor de qualidade do Imnetro, Alfredo Carlos Orphão Lobo, a acessibilidade vem evoluindo no Brasil em velocidades diferentes de acordo com os setores. “Na área de transportes, estamos caminhando em um passo mais acelerado. Já em relação à construção civil, a situação caminha de maneira mais lenta”.

Isso porque, segundo ele, uma lei federal obrigou os fabricantes de ônibus urbanos a produzirem modelos com acessibilidade e adaptarem os modelos antigos. “Até 2014 todos os ônibus urbanos serão acessíveis”.

No sistema aquaviário, segundo ele, uma parceria entre a Marinha e o Imnetro definiu que até 2013 todas as embarcações passem a ser fabricadas em condições de acessibilidade.

“O poder executivo é um grande indutor de políticas públicas para o desenvolvimento da acessibilidade no País”, disse Alfredo Carlos. A parceria com o Sebrae, segundo ele, visa dar ao pequeno empresário informação, assessoraria na implantação das normas e subsídio no processo de certificação. “Temos o Bonus Certificação, onde a pequena empresa encontrará respaldo para suas ações de inovação”.

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