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Rio de Janeiro, sábado, 24 de setembro de 2016 - 20:46.

 

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domingo, 16 de agosto de 2009.

Campanha de VISIBILIDADE da Educação Inclusiva.

FBASD e Agência Inclusive
Apoio Bengala Legal.

Oi pessoal.

Estamos iniciando junto à FBASD um projeto urgente de visibilidade da educação inclusiva. Além de várias incursões na mídia, acreditamos que podemos ter uma estratégia mais visível, principalmente nesse momento em que as pressões políticas ganham enorme peso na definição do Ministério da Educação pela regulamentação do Dec. 6.571, orienta a distribuição dos recursos do FUNDEB e organiza o Atendimento Educacional Especializado – AEE nas escolas regulares. Na verdade, o que queremos é furar esse bloqueio de visibilidade.

Muitos grupos socialmente excluídos valem-se de campanhas com esse tipo de objetivo e os resultados tem sido muito bons. Cito rapidamente campanhas contra o racismo, homofobia, contra a fome, etc. Contra a educação inclusiva tem sido elencados muitos fatores, o temor do preconceito dos alunos “normais”, o temor pela educação pública, o temor da exposição das pessoas, etc. Com isso, temos uma sociedade medrosa, assustada e que se vale de preconceitos justamente por não ter a oportunidade de conviver com a diferença.

A imagem que está sendo vinculada à educação inclusiva é de alunos isolados, sem recursos e desamparados. Evidentemente sabemos que situações difíceis existem mas muitas dessas situações são decorrentes exatamente de uma falta de investimento e preparo, que traz consigo desmotivação e medo, medo novamente.

Enfim, essa não é uma história desconhecida de ninguém. O que é desconhecido é que podemos dar uma chance à sociedade de conhecer outras situações, situações de pessoas e alunos da educação inclusiva que puderam ir um pouco além, por ter o apoio dos colegas, professores, escola, família e, principalmente, das próprias pessoas com deficiência.
Em termos práticos queremos fazer o seguinte:

– queremos inundar a web com pequenos vídeos onde as próprias pessoas com deficiência digam quem são, de onde são e como se sentem na escola inclusiva. Só isso. Alunos de hoje, da pré-escola, alunos formados e formandos. Alunos com dificuldades também. Sem restriçôes. A única restrição é estudar ou ter estudado na escola comum.

– Como fazer isso? Pode ser com um celular, com câmeras fotográficas, com filmadoras. O que importa é que sejam vídeos digitais pequenos, que possam ser enviados por e-mail. Pode ser na rua, em casa, com a família, na escola, no supermercado. Qualquer lugar. O importante é dar voz e deixar falar. Abaixo segue uma sugestão de roteiro:

  1. Dizer o nome;
  2. De onde é, cidade, estado, país, planeta… (seria legal que alguém bem humorado dissesse que é um terráqueo);
  3. Dizer como se sente na escola, ou como se sentiu, se já saiu. Pode falar dos amigos, professores, qualquer coisa. Até mesmo de preconceitos, porque senti-lo é parte de pertencer ao mundo, nada mais que isso.

Depois é só enviar para o nosso e-mail agenciainclusive@gmail.com

O que vamos fazer com isso: vamos fazer uma edição rápida, criar um canal no YouTube, um perfil no Orkut, Twitter, etc, um blog ou um site e divulgar muito, pra muita gente, fazer esses vídeos rolarem por aí. E lançar a idéia unificando a mensagem da FBASD e de todos os interessados na educação inclusiva.

Qual a pressa disso? Toda. Quem pode contribuir? Todos que quiserem. Posso dar uma idéia? Deve.

Acham que não dá? Se ninguém tentar é que não vai dar. Por isso contamos com todos, que divulguem entre seus grupos, associados, etc. etc. Sem vocês isso é só uma idéia. Mas sem uma idéia, o que a gente é?

Um abraço
Lucio Carvalho,
Pai da Isabel e do Rodrigo
Agência Inclusive.Site Externo.

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segunda-feira, 27 de julho de 2009.

UFF cria Escola de Inclusão para preparar futuros profissionais no trato com as diferenças.

Notícias UFF – 24/7/2009.Site Externo.

A Escola de Inclusão, um projeto da Pró-Reitoria de Extensão da UFF, começou, em julho, a preparar os alunos de graduação das 20 licenciaturas oferecidas pela universidade, tanto para o uso de linguagens e códigos utilizados por pessoas com dificuldades de comunicação, como para a produção de materiais didáticos acessíveis.

A Escola de Inclusão funciona como uma disciplina de 60 horas, e a ideia é que seja oferecida no meio do ano, de forma intensiva, com aulas de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, para que, durante a Agenda Acadêmica, os licenciandos já possam repassar esses conhecimentos aos professores da rede municipal de ensino e aos educadores não-formais, de museus, ONGs e casas de cultura, num efeito multiplicador.

São oferecidas três vagas para cada licenciatura, num total de 60, e a expectativa da coordenadora do projeto, professora Cristina Delou, doutora em Educação, é que esses alunos, futuros professores da quinta série ao terceiro ano do segundo grau, consigam passar os conhecimentos com entusiasmo para os professores, que serão transformados em seus “alunos”, durante a Agenda Acadêmica, que ocorre de 19 a 23 de outubro.

O curso introduz, inclusive, o conceito de empreendedorismo, incentivando os estudantes a buscar inovações, sem ficar esperando da escola, onde eventualmente forem lecionar, soluções prontas, a fim de que eles tenham inventividade e segurança para propor.

Nesta primeira versão da Escola Inclusiva, os alunos foram divididos em três grupos, colocados em três salas diferentes, tendo aulas de Libras em uma, Braille em outra e de desenvolvimento de materiais didáticos acessíveis e facilitadores do aprendizado na última. A metodologia utilizada é a da escola ativa, onde todos estão fazendo alguma coisa o tempo todo, apesar de terem um dia inteiro reservado a aulas teóricas.

Biologia saiu na frente.

Segundo a coordenadora Cristina Delou, quem primeiro pensou nesses meios facilitadores do aprendizado foram as ciências biológicas, onde cerca de dez trabalhos ou monografias de final de curso já foram feitos no Instituto de Biologia da UFF, nesse sentido.

Recém-formada em Biologia e já dando aulas, Natália Pinho mostrou aos estudantes o modelo de tecido celular criado por ela, utilizando material de carnaval, como miçangas, contas e paetês, além de cola, gel, fios de lã e fitas adesivas, para que alunos cegos percebessem, concreta e conceitualmente, o que eram células longas como as do tecido muscular, células muito agrupadas como as do tecido epitelial e células mais espalhadas, como as do tecido conjuntivo.

De acordo com Natália, na hora em que os alunos “criam” os tecidos, na prática, é o momento da avaliação do professor, para verificar se a teoria foi bem transmitida, e é nesse momento que o estudante constrói seu conhecimento. “Achar que o aluno entendeu só porque a gente falou não funciona, e, no caso da biologia, ele precisa sentir a textura, manusear para saber como os tecidos se superpõem no organismo, e isso facilita para todos os alunos, cegos ou não”, explicou.

Para Cristina Delou, os professores de outras áreas como História, letras e ciências humanas em geral precisam também pensar no desenvolvimento desses materiais, daí a importância desse curso congregar futuros professores das diversas licenciaturas da UFF, trocando experiências e conhecimentos.

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MAQ às 11:06.
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terça-feira, 14 de julho de 2009.

Carta de Compromisso da FBASD – Um Ano da Ratificação da Convenção.

Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down – FBSD.Site Externo.

Mais de 60 ativistas entre eles 37 representantes de associações de síndrome de down, que estiveram presentes no encontro promovido pela Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down com apoio da SEESP assinam a “Carta de compromisso em homenagem ao primeiro aniversário da ratificação da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência”, e levam para suas cidades e Estados o compromisso de divulgar, com acessibilidade,pressionar e acompanhar a efetivação imediata de todos os direitos previstos na Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência e seu Protocolo Facultativo.
A Carta foi apresentada pela Relações Públicas da FBASD Beatriz Paiva.

Carta de Compromisso em Homenagem ao Primeiro Aniversário de Ratificação.

Nós, participantes do Encontro de Formação para Educação Inclusiva: Alunos com Síndrome de Down na Escola Comum, realizado nos dias 9 e 10 de julho de 2009, pela Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, com apoio do MEC/SEESP, na cidade de Brasília – DF, declaramos que:

Nos comprometemos a divulgar, com acessibilidade, pressionar e acompanhar a efetivação imediata de todos os direitos previstos na Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência e seu Protocolo Facultativo (Decreto Legislativo nº 186/2008), para que a deficiência seja compreendida como uma característica da diversidade humana e a partir do contexto da comunidade em que vivemos.

Para tal, enfatizamos que a educação, na perspectiva da inclusão, deve ser entendida dentro do modelo social que valoriza capacidades e habilidades dos educandos, com e sem deficiência e tem como função romper com a lógica da exclusão, por meio do acesso, permanência e participação de todos, com atendimento educacional especializado, quando necessário, de acordo com o artigo 24 da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e o Decreto nº 6.571/2008.

Reafirmamos que as pessoas com deficiência devem participar de todas as ações, com equiparação de oportunidades, para que sua plena capacidade legal seja respeitada, garantindo-se os apoios e as salvaguardas específicas, como pressupostos para alcançarmos um mundo justo e inclusivo.

Sabemos que para isso, o exercício do controle social deve ser uma prática cotidiana e nos comprometemos a exercê-lo e estimular que os demais cidadãos brasileiros também o façam para que os instrumentos previstos no primeiro tratado de direitos humanos, ratificado em nosso país com equivalência de emenda constitucional, sejam efetivamente aplicados.

Parafraseando Gandhi, devemos nos transformar na mudança que queremos ver no mundo.

Brasília, 10 de julho de 2009.

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MAQ às 13:40.
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