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Rio de Janeiro, quinta-feira, 08 de dezembro de 2016 - 12:12.

 

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quarta-feira, 11 de março de 2009.

Programa Assim Vivemos – TV Brasil.

A nova série da TV Brasil – Assim Vivemos – estréia no domingo, dia 15 de março, às 18h30, contemplando todas as acessibilidades para o telespectador. Com essa nova exibição semanal, a TV Brasil abre espaço para a discussão dos problemas enfrentados por pessoas com deficiência. Essas dificuldades, pouco debatidas pela sociedade, são vividas por mais de 24,5 milhões de brasileiros que, de alguma forma, são excluídos do mercado de trabalho e do convívio na sociedade. Isto significa que, de cada 100 brasileiros, no mínimo 14 deles apresentam alguma limitação física, sensorial ou intelectual, que coloca o Brasil entre os países que possuem o maior número de pessoas com deficiência.

A TV pública exibe o programa Assim Vivemos cumprindo seu objetivo de debater e mostrar os problemas que envolvem a população brasileira e, ao mesmo tempo, contribuindo para a construção da cidadania e a inclusão de todos os brasileiros.

Assim Vivemos, 26 episódios que investem na inclusão.

A série mostrará histórias de inclusão e superação no Brasil e no mundo, veiculando filmes e depoimentos que mostram que é possível quebrar barreiras, paradigmas e superar preconceitos culturais e de costumes. Composto de 26 episódios, cada programa mostrará sempre a vida de um personagem e um ou dois documentários. A apresentação será de Moira Braga e Nelson Pimenta.

Moira é formada em Comunicação pela UniverCidade e tem deficiência visual. Nelson é ator e formado em Cinema na Faculdade Estácio de Sá, no Rio. Ele tem deficiência auditiva. Os dois apresentam Assim Vivemos, simultaneamente: Moira narra em língua portuguesa e Nelson, em LIBRAS, língua dos sinais para pessoas com deficiência auditiva.

Para as pessoas com deficiência visual, o programa possibilitará a audiodescrição (narração em off, descrevendo as informações que estão na imagem e que não podem ser percebidas somente pelo som: cenários, paisagens, ações, gestos, figurinos etc). As pessoas com deficiência auditiva obterão as informações por meio de um intérprete (no canto da tela), que traduz o filme para LIBRAS e também estará disponível o recurso da legenda oculta, que contém as informações de ruídos e músicas.

Estréia.

O programa Assim Vivemos, da TV Brasil, além de exibir curtas dos mais diferentes lugares do mundo sobre pessoas com deficiência, também produzirá um quadro chamado Personagem da Semana, no qual traçará, em poucos minutos (de 2 a 4 min.), o perfil de um personagem brasileiro com deficiência que esteja inserido de maneira bem sucedida na sociedade.

No primeiro programa, o personagem da semana será o Gabrielzinho do Irajá. Gabrielzinho será mostrado em diversas situações: na escola (dentro da sala de aula, copiando a lição em braile, convivendo com os colegas e falando da sua experiência como estudante cego), em casa (cantando, tocando teclado e falando da sua vida na música) e no desfile da escola de samba mirim da Portela, a Filhos da Águia (ele é o intérprete da escola e o autor do hino, que é cantado antes do desfile começar). Ele nos fala da importância da convivência das crianças “ditas normais” com as crianças com deficiência, do valor de ter recebido pela primeira vez, este ano, os livros didáticos em braile e do que representa a música na sua vida. Gabrielzinho ficou conhecido, aos nove anos de idade, quando atuou na novela América, da TV Globo.

O programa Assim Vivemos mostrará, ainda, dois curtas-metragens de sucesso: A pessoa é Para o Que Nasce (documentário, 35 mm, 6 minutos – Brasil, 1998), dirigido por Roberto Berliner, que conta a experiência da vida sem visão de três irmãs cegas, em Campina Grande, na Paraíba, cantoras, e Egito (documentário, 16mm, 10 minutos – Áustria, 1998), ensaio poético sobre o universo da surdez em escolas e parques de Viena, dirigido por Katrin Resetarits.

Depois do programa, participe do bate-papo.

Ao final de cada programa, os telespectadores poderão participar do bate-papo no site da TV Brasil: www.tvbrasil.org.br/assimvivemosSite Externo. – sempre com a presença de um convidado especial. Assim Vivemos contará, ainda, com um fórum permanente de discussões e quem se cadastrar poderá assistir ao programa da semana. O site será comandado por Marco Antonio de Queiroz, o MAQ – consultor de acessibilidade na internet e engajado nos movimentos pelos direitos das pessoas com deficiência. Ele próprio tem deficiência visual.

O programa Assim Vivemos surgiu a partir do Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência, de 2003, realizado no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), que apresentou uma mostra com o mesmo nome. A recepção do público e da mídia foi tão boa que, em 2005, a mostra virou um festival bienal (com edições em 2005, 2007).

Créditos.

Apresentadora: Moira Braga.
Apresentador: Nelson Pimenta.

Direção Geral: Gustavo Acioli.
Diretora convidada: Anna Azevedo.
Produção: Lavoro Produções
Produção Executiva: Lara Pozzobon
Produtora: Luna Mancini.

Intérprete de Libras: Jhonatas Narciso.
Audiodescrição:Cinema Falado.
Coordenação de Audiodescrição: Graciela Pozzobon.
Audiodescritores : Nara Monteiro, Ricardo Soares, Roberto Souza e Graciela Pozzobon.
Gravação de Audiodescrição: Damião Lopes.
Edição e Mixagem de Som: Damião Lopes.

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MAQ às 22:58.
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sexta-feira, 6 de março de 2009.

Cada caso é um caso, cada surdo é um surdo.

Sônia M.Ramires de Almeida.

Nas conversas cotidianas vamos soltando palavras sem muita preocupação com definições e precisão. Dizemos orientais para um montão de povos diferentes entre si, o mesmo para africanos ou índios, cometendo erros tremendos, atribuindo a uns características de outros.

Com os surdos acontece a mesma coisa. Quem não está diretamente envolvido com o problema imagina o universo dos surdos povoado por irrecuperáveis “surdos-mudos” ou por velhinhos que a familia prefere considerar distraídos. Até explicar para a pessoa comum que ouvir e falar são funções que dependem de órgãos diferentes, que a deficiência de um não significa a falência de outro, que a gente aprende a falar ouvindo e que aprender qualquer coisa leva tempo e trabalho…

Uma criança surda mal diagnosticada pode ser considerada autista ou portadora de problemas mentais, acarretando consequências sérias e dolorosas para si e sua familia, chegando a comprometer o desenvolvimento intelectual se não houver uma atenção correta. Por outro lado, ainda hoje algumas pessoas tentam negar a deficiência auditiva própria ou de familiares pelo simples fato de não ser um problema visível e palpável. Lamentavelmente nos setores mais pobres e menos escolarizados a situação se torna mais grave.

Voltando à ideia inicial, os surdos não são todos iguais, não são todos condenados ao silêncio eterno, podem falar, oralmente ou através de sinais, falam e pensam.
Eu pessoalmente tenho um ponto de vista situado no meio do caminho, não nasci surda e comecei a ter dificuldades por volta dos vinte anos, estou entre os surdos definidos como pós-linguais.

Primeiro, quando não entendia o que diziam pensava que era muito distraída. Quando perdia a hora do trabalho por não ouvir o despertador a desculpa era o sono pesado, cansaço etc. Por sorte, tive uma colega de trabalho, a Nílcea, pessoa sensível e amiga, estudante de fonoaudiologia. Ela resolveu fazer uma audiometria e definiu meu problema. Era perda auditiva. Com esse resultado procurei um médico da empresa que me disse que o problema não tinha solução nem remédio.

Por sorte procurei outro profissional que me recomendou tratamento e o uso de aparelhos auditivos. A adaptação aos aparelhos foi rápida e pude seguir estudando e trabalhando. Explicando o problema aos demais conseguia a ajuda de colegas que se tornavam intépretes espontâneos e adquiri o hábito de solicitar ajuda quando necessário evitando constrangimento.

Pude assim estudar música, expressão corporal e idiomas estrangeiros além de concluir Ciências Sociais na USP. Além do meio social mais amplo, muitas vezes a familia se torna um núcleo de negação da surdez ou deficiência. Muitos fonoaudiólogos e médicos descrevem a dificuldade de explicar que o tratamento ou adaptação de aparelhos não tem como finalidade a cura total desejada pelo paciente e pelos pais, mas oferecer instrumentos para melhorar a qualidade de vida e inserção social da pessoa.

A medicina, como a ciência em geral, é dinâmica e o que hoje é conhecimento estabelecido pode ser mudado a partir de novas pesquisas interdisciplinares. Não podemos exigir da sociedade em geral que conheça, respeite e não discrimine. Isso depende da escolaridade, informação, cultura, noções de cidadania e até da sensibilidade de cada um.

Por outro lado, podemos e devemos exigir o conhecimento, respeito e atenção especial dos órgãos públicos, que devem estar aptos a atender a qualquer cidadão, independente de suas características individuais. Na escola, professores e orientadores devem ter conhecimento suficiente para orientar os pais e auxiliar na busca de ajuda profissional se necessária.

Num aspecto mais geral tenho sentido a falta de oferta de produtos e acessórios que facilitem a vida diária: despertadores por vibração, capinhas de silicone para proteger os aparelhos retroauriculares da umidade e transpiração etc. Também faltam salas de aula, de cinema e teatro adaptadas com amplificadores que possam ser captados pelos aparelhos auditivos. Esse tipo de salas existem em Buenos Aires por exemplo, adaptação promovida pela Mutualidad Argentina de Hipoacusicos *, que presta uma série de serviços aos deficientes auditivos daquele país.

Outra facilidade seria incentivar a produção de TV e cinema legendados promovendo a inclusão de um público interessado em arte, cultura e educação.Procurei descrever a situação de uma pessoa que perdeu a audição já adulta, alfabetizada e integrada à sociedade. Outras vidas e experiências serão necessariamente diferentes, enfatizando outros lados da questão. Proponho que tenhamos uma visão dinâmica e multifacetada como merecem as questões sociais e humanas.

* Mutualidad Argentina de Hipoacúsicos: http://www.mah.org.ar.Site Externo.

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MAQ às 17:27.
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quinta-feira, 5 de março de 2009.

Jardim Sensorial – Jardim Botânico / RJ.

O Jardim Sensorial localizado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, foi escolhido depois de desenvolver uma atividade em julho de 2007 na comemoração dos seus 199 anos; que analisado sobre a importância e a necessidade de um espaço lúdico que possa transmitir aspectos ambientais e despertar a consciência ecológica e unindo a inclusão, facilitando a sensibilização para
uma compreensão da acessibilidade e a importância de novos comportamentos e atitudes.

Programação das Atividades – Jardim Sensorial

  • Março:
    • 05, 06, 12, 13, 19, 20/03: Visitas mediadas por monitores cegos;
    • 12 e 13: Oficina de cerâmica com artista plástica cega Rose Queiroz;
    • 19 e 20: Oficina de Braille (é um sistema de leitura com o tato para cegos);
    • 21/03: Comemoração do Dia Internacional da Síndrome de Down.
  • Abril:
    • 02, 03, 08, 15, 23 e 24 de abril – Visitas guiadas com monitores cegos

Agenda de visitas:

E-mail: jardimsensorial@gmail.com
Tel.: (21) 81 59 – 09 66. Shizue Tamaki
http://jardimsensorial.blogspot.com.Site Externo.

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MAQ às 1:33.
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Em São Paulo, no Centro Cultural Banco do Brasil Desde 2003, o Assim Vivemos tem sua programação totalmente acessível para pessoas com deficiência visual e auditiva. Audiodescrição e legendas em português (LSE) em todas as sessões, catálogo em Braille e Interpretação em LIBRAS nos debates. No CCBB, todos os ambientes têm acesso para pessoas com […]

 

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Para grande parte da população a tecnologia facilita. Para pessoas com deficiência visual a tecnologia possibilita. O projeto F123 é um software inovador, de baixo custo e alta eficiência, que possibilita o acesso à educação e à informação, favorecendo oportunidades de trabalho e a utilização de tecnologias por pessoas com deficiência visual. O F123 permite […]

 

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