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Rio de Janeiro, segunda-feira, 26 de setembro de 2016 - 08:35.

 

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domingo, 8 de março de 2009.

Futebol de 5 – Esporte Adaptado – Cegos.

Comitê Paraolímpico Brasileiro.Site Externo..

Existem relatos que no Brasil, na década de 50, cegos jogavam futebol com latas. Em 1978, nas Olimpíadas das APAEs, em Natal, aconteceu o primeiro campeonato de futebol com jogadores com deficiência visual.

A primeira Copa Brasil foi em 1984, na capital paulista. Das quatro edições da Copa América, os brasileiros trouxeram três ouros: em 1997, na capital paraguaia Assunção; em 2001, na cidade paulista de Paulínia; e em 2003, na capital colombiana de Bogotá – título que garantiu a presença da seleção em Atenas. Em Buenos Aires, em 1999, na Copa América, os brasileiros ganharam dos argentinos. Em 1998, o Brasil sediou o primeiro Mundial de futebol e levou o título. Dois anos depois, em Jerez De La Frontera, na Espanha, a seleção se sagrou campeã novamente. Em Atenas (2004) a seleção masculina do Brasil estreou nos Jogos Paraolímpicos, e conquistou a medalha de ouro numa vitória sobre a Argentina por 3 a 2 nos pênaltis. No Parapan do Rio de Janeiro, em 2007, o Brasil ficou em primeiro lugar.

O futebol de cinco é exclusivo para cegos ou deficientes visuais. As partidas normalmente são em uma quadra de futsal adaptada, mas desde os Jogos Paraolímpicos de Atenas também vem sendo praticado em campos de grama sintética. O goleiro tem visão total e não pode ter participado de competições oficiais da FIFA nos últimos cinco anos. Junto às linhas laterais, são colocadas bandas que impedem que a bola saia do campo. Cada time é formado por cinco jogadores – um goleiro e quatro na linha. Diferente dos estádios com a torcida gritando, as partidas de futebol de cinco são silenciosas, em locais sem eco. A bola tem guizos internos para que os atletas consigam localizá-la. A torcida só pode se manifestar na hora do gol. Os jogadores usam uma venda nos olhos e se tocá-la é falta. Com cinco infrações o atleta é expulso de campo e pode ser substituído por outro jogador. Há ainda um guia, o “chamador”, que fica atrás do gol, para orientar os jogadores, dizendo onde devem se posicionar em campo e para onde devem chutar. O jogo tem dois tempos de 25 minutos cada e um intervalo de 10 minutos. No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Deportos para Cegos (CBDCSite Externo.).

Classificação:

Em Jogos Paraolímpicos, esta modalidade é exclusivamente praticada por atletas da classe B1 (cegos totais) que não têm nenhuma percepção luminosa em ambos os olhos; ou têm percepção de luz, mas com incapacidade de reconhecer o formato de uma mão a qualquer distância ou direção.

Nota do MAQ:
Tenha uma idéia do jogo assistindo o vídeo:
Futebol de 5 – Videolog (com audiodescrição) Site Externo..
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Depoimento de um atleta paraolímpico.

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MAQ às 15:33.
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sábado, 7 de março de 2009.

Basquete em Cadeira de Rodas.

Comitê Paraolímpico Brasileiro.Site Externo..

O basquete em cadeira de rodas começou a ser praticado nos Estados Unidos, em 1945. Os jogadores eram ex-soldados do exército norte-americano feridos durante a 2ª Guerra Mundial.

A modalidade é uma das poucas que esteve presente em todas as edições dos Jogos Paraolímpicos. As mulheres disputaram a primeira Paraolimpíada em Tel Aviv, no ano de 1968.

O basquete em cadeira de rodas foi a primeira modalidade paraolímpica a ser praticada no Brasil, em 1958. Os principais responsáveis pelos primeiros passos foram Sérgio del Grande e Robson Sampaio. Nos II Jogos Parapanamericanos, em Mar Del Plata, em 2003, a seleção brasileira masculina conquistou uma vaga para Atenas 2004 retornando a uma edição de Jogos Paraolímpicos após 16 anos de ausência. Já a seleção feminina participou apenas dos Jogos de Atlanta 1996. No Parapan do Rio de Janeiro, em 2007, o Brasil conquistou o 4º lugar no feminino e o 3º no masculino.

A modalidade é praticada por atletas de ambos os sexos que tenham alguma deficiência físico-motora, sob as regras adaptadas da Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas (IWBF).
As cadeiras são adaptadas e padronizadas, conforme previsto na regra. A cada dois toques na cadeira, o jogador deve quicar, passar ou arremessar a bola. As dimensões da quadra e a altura da cesta são as mesmas do basquete olímpico.

No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Basquetebol em Cadeira de Rodas (CBBC) Site Externo..

Classificação.

  • Cada atleta é classificado de acordo com seu comprometimento físico-motor e a escala obedece aos números 1, 2, 3, 4 e 4,5.
  • Para facilitar a classificação e participação dos atletas que apresentam qualidades de uma e outra classe distinta (os chamados casos limítrofes) foram criadas classes intermediárias: 1,5; 2,5 e 3,5.
  • O número máximo de pontuação em quadra não pode ultrapassar 14 e vale a regra de que quanto maior a deficiência, menor a classe.

Nota do MAQ:
Tenha uma idéia do jogo assistindo o vídeo:
Basquete em Cadeira de Rodas – Videolog (com audiodescrição). Site Externo.
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MAQ às 22:13.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009.

Atleta com síndrome de Down Conquista o 10º Posto na Regional Metropolitana de Equitação Fundamental.

Reportagem: Redaçao Sentidos.

Claudio Aleoni Arruda, atleta com síndrome de Down, conquista o 10º posto na Regional Metropolitana de Equitação Fundamental. Apaixonado por cavalos, aprendeu
a cavalgar com o pai aos 5 anos de idade. De lá para cá nunca mais parou. Ainda criança ganhou uma égua de presente, a Borboleta, sua “professora”, com
a qual ele superou metas, medos e desafios. Depois ganhou outra égua, uma manga-larga marchadorHamamélis. Com essa, Cláudio desenvolveu habilidades inusitadas
e inesperadas. Aos 15 anos, ele entrou para a Escola de Equitação da Sociedade Hípica Paulista, iniciando uma nova etapa e disciplina, pois enfrentaria
novos desafios. Aprender a montar e a saltar.

Foram meses de muito trabalho e garra, para Cláudio adquirir postura, equilíbrio, e domínio, haja vista que cavalgar e tocar gado são etapas muito diferentes
de montar e saltar. Com muita dedicação e vontade de vencer, todo seu esforço valeu a pena. Primeiro foram as provas de salto, iniciando pelo plano, depois
as de 20 cm , e em seguida as de 40 cm. Nessa última, Cláudio foi campeão do ranking interno, na categoria sênior, em 2004. A partir daí começou uma nova
etapa: a saltar os 60 cm. Nessa prova, ele obteve várias colocações e premiações. Hoje, aos 23 anos, ele é campeão no hipismo.

Claudio treina três vezes por semana, durante uma hora As provas acontecem todos os meses na Hípica e somam pontos para o ranking final. O objetivo é cumprir
um percurso de 8 a 10 obstáculos, no qual o reconhecimento da pista é feito a pé, em um tempo desconhecido (tempo ideal que é calculado pelos dirigentes,
num percurso determinado por eles e divulgado apenas no final das provas). Vence quem não comete faltas durante o percurso e completa a prova no tempo
ideal.

Muito atencioso e bem humorado, o jovem faz amizades com facilidade e concorre de igual para igual com seus companheiros. “Neste momento, posso afirmar
que ele é incluído na Escola de Equitação sem diferenças ou privilégios”, conta a mãe Lisabeth Aleoni Arruda. O preconceito Cláudio tira de letra. “Ele
aprendeu a demonstrar que pode SER, mesmo sendo Down, e é muito respeitado, pois se faz respeitar. Sou mãe da geração estimulação precoce e de muitas batalhas
para chegar aonde chegamos. Sinto-me honrada por poder mostrar para sociedade que basta acreditar, praticando a inclusão e dando oportunidades para que
ela possa de fato acontecer.”

Claudio e sua mãe têm mais motivos para comemoração. É que o jovem cavaleiro completou dois anos de trabalho, em outubro de 2008. Contratado com registro
na carteira de trabalho pelo restaurante Applebee’s, na unidade do Shopping Morumbi, em São Paulo, trabalha na função de assistente de serviços gerais.
Ele mantém uma rotina semelhante aos milhões de trabalhadores brasileiros: acorda cedo para ir ao trabalho e só volta para casa no final do dia. “Eu ralo
muito, todo dia, ajudo todas as pessoas da equipe.”

O envolvimento de Cláudio com o hipismo está além da pratica esportiva. “Meu plano é trabalhar com a equoterapia e ajudar crianças com deficiência”, diz
o atleta.

Se depender de dedicação e experiência com certeza Cláudio realizará o seu objetivo. Antes do restaurante Applebee’s ele já trabalhou na loja Golden Horse
e nas Paraolimpíadas desportivas, organizadas pela Equoterapia da Sociedade Hípica Paulista. O evento acontece anualmente e além de participar das provas,
juntamente com outros atletas com deficiência, Cláudio sempre é convidado para trabalhar como staff – dando apoio às pessoas com necessidades especiais,
levando cadeira de rodas, cavalos e acessórios para montaria.

Claudio está saltando 0.80m no ranking da Hípica Paulista e nas provas da Fundamental da FPH. Em 2009, a expectativa é se aperfeiçoar cada vez mais. “Ele
ficará na série preliminar para tornar-se mais seguro e firme”, diz a mãe.

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MAQ às 14:02.
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