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Rio de Janeiro, terça-feira, 06 de dezembro de 2016 - 19:46.

 

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terça-feira, 5 de maio de 2009.

Projeto Vida.

O Projeto Vida oferece a prática esportiva para crianças e adolescentes, de 9 a 15 anos, com deficiências. Atualmente, os jovens praticam esportes como basquete, capoeira, dança, escalada, handebol, judô e natação .

O objetivo é oferecer melhor qualidade de vida para pessoas com deficiência, além de estimular a auto-estima, melhorar o condicionamento físico e diminuir os casos de depressão nessa população. Participando desse projeto, as crianças têm a oportunidade de lutar pelos seus direitos e exercer melhor a cidadania.

Além de ajudar a comunidade, o Projeto Vida também beneficia os alunos da Universidade, que aprendem a se relacionar com essas pessoas, ingressando no mercado de trabalho com um diferencial e uma experiência de cidadania. Participaram como voluntários nas várias modalidades, 68 acadêmicos de vários cursos oferecidos pela Universidade.

O Projeto ocorre acompanhando o calendário escolar com intervalos nos meses de férias. O total de meses que tiveram atividades foram de oito: março, abril, maio e junho no primeiro semestre e agosto, setembro, outubro e novembro no segundo. No primeiro meado do mês de dezembro ocorreram as atividades de encerramento das modalidades.

Horários, Modalidades e Locais do Projeto Vida para 2009:

  • segunda-feira 16:30 – 17:30 Futebol p/ DM Ginásio.
  • segunda-feira 17:30 – 19:30 Basquete em CR Ginásio.
  • segunda-feira 18:00 – 19:00 Judô Sl. Ginástica.
  • quarta-feira 16:30 – 17:30 Dança Criativa Prédio Phi.
  • quarta-feira 18:00 – 19:00 Basquete p/ DM Ginásio.
  • quarta-feira 16:30 – 17:30 Secretaria Sala I219.
  • quinta-feira 16:30 – 18:30 Natação Piscina.
  • sábado 12:00 – 13:30 Capoeira Ginásio

Sobre o Projeto: Modalidades.

Participe:

Fale conosco para participar do Projeto Vida, como praticante das atividades ou como voluntário:
Faculdade de Educação Física e Fisioterapia – (11) 4366-5529, com prof. Dumas.

www.metodista.br/projeto-vidaSite Externo.
Curso de Educação Física e Fisioterapia.
Universidade Metodista de São PauloSite Externo.
São Bernardo/SP.

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MAQ às 15:56.
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terça-feira, 21 de abril de 2009.

Natação e o Brasil Campeão: Esporte Adaptado.

Comitê Paraolímpico Brasileiro.Site Externo..

A natação está presente no programa oficial de competições desde a primeira Paraolimpíada em Roma (1960). Homens e mulheres sempre estiveram nas piscinas em busca de medalhas. O Brasil começou a brilhar em Stoke Mandeville (1984), quando conquistou um ouro, cinco pratas e um bronze. Nos Jogos Paraolímpicos de Seul (1988), os atletas trouxeram um ouro, uma prata e sete bronzes. Em Barcelona (1992), a natação ganhou três bronzes. Em Atlanta (1996), o resultado foi exatamente igual à de Seul. Os Jogos de Sydney foram marcados pelo excelente desempenho da natação, que trouxe um ouro, seis pratas e quatro bronzes para o Brasil. Em Atenas, o Brasil brilhou como nunca, foram sete medalhas de ouro, três de prata e uma de bronze. No Parapan do Rio de Janeiro (2007) o Brasil ficou em segundo lugar geral da modalidade, perdendo para o Canadá, mas ficando a frente dos Estados Unidos. Foram 39 medalhas de ouro, 30 de prata e 29 de bronze.

Na natação competem atletas com todos os tipos de deficiência (física e visual) em provas como nos 50m aos 400m no estilo livre, dos 50m aos 100m nos estilos peito, costas e borboleta. O medley é disputado em provas de 150m e 200m. As provas são divididas na categoria masculino e feminino, seguindo as regras do IPC Swimming, órgão responsável pela natação no Comitê Paraolímpico Internacional. As adaptações são feitas nas largadas, viradas e chegadas. Os nadadores cegos recebem um aviso do “tapper”, por meio de um bastão com uma ponta de espuma, quando estão se aproximando das bordas. A largada também pode ser feita na água, no caso de atletas de classes mais baixas, que não conseguem sair do bloco. As baterias são separadas de acordo com o grau e o tipo de deficiência. No Brasil, a modalidade é administrada pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro.

Classificação.

O atleta é submetido à equipe de classificação, que procederá a análise de resíduos musculares por meio de testes de força muscular; mobilidade articular e testes motores (realizados dentro da água). Vale a regra de que quanto maior a deficiência, menor o número da classe. As classes sempre começam com a letra S (swimming) e o atleta pode ter classificações diferentes para o nado peito (SB) e o medley (SM).

  • S1 a S10 / SB1 a SB9 / SM1 a SM10 – nadadores com limitações físico-motoras;
  • S11, SB11, SM11 S12, SB12, SM12 S13, SB13, SM13 – nadadores com deficiência visual (a classificação neste caso é a mesma do judô e futebol de cinco);
  • S14, SB14, SM14 – nadadores com deficiência intelectual.

Nota do MAQ:
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Natação Adaptada Site Externo..
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quarta-feira, 18 de março de 2009.

Judô Adaptado – Artes Marciais – Pessoas com Deficiência Visual.

Comitê Paraolímpico Brasileiro.Site Externo..

A arte marcial foi a primeira modalidade de origem asiática a entrar no programa paraolímpico. Desde a década de 70 já se praticava a modalidade. A estréia em Paraolimpíadas foi em 1988, em Seul. Na época, só lutaram os homens com deficiência visual. E assim foi em Barcelona, Atlanta e Sydney. Em Atenas (2004) marcam a entrada das mulheres nos tatames paraolímpicos.

A entidade responsável pelo esporte é a Federação Internacional de Esportes para Cegos, fundada em Paris, em 1981.

Assim como em todo o mundo, a década de 70 marcou o princípio do judô no Brasil. Em 1987, os judocas brasileiros participaram pela primeira vez de uma competição internacional, o Torneio de Paris. Desde quando a modalidade passou a fazer parte dos Jogos Paraolímpicos, o País demonstra ser uma das maiores potências do planeta. Em Seul (1988), Jaime de Oliveira (categoria até 60kg), Júlio Silva (até 65kg) e Leonel Cunha (acima de 95kg) conquistaram a medalha de bronze. Com esses resultados, o judô passou a ser a quarta modalidade brasileira a subir no pódio paraolímpico.

Atlanta (1996) teve um significado especial: o Brasil conquistou pela primeira vez a medalha de ouro com o judoca Antônio Tenório da Silva, na categoria até 86kg. Em Sydney, Tenório foi novamente campeão paraolímpico, desta vez na categoria até 90kg. As mulheres não ficam atrás. Karla Cardoso (até 48kg), conquistou no Mundial da IBSA, em 2003, a vaga de Atenas. Danielle Bernardes (até 57kg) ganhou o bronze e também carimbou seu passaporte para a Grécia. Em Atenas os brasileiros brilharam mais uma vez, com a medalha de ouro de Antônio Tenório (até 100Kg), a prata de Eduardo Amaral (até 73 Kg), a prata de Karla Cardoso (até 48Kg) e o bronze de Daniele Silva (até 57Kg).

Classificação:

Nesta modalidade os atletas deficientes visuais das classes B1, B2 e B3, competem juntos, ou seja, do atleta completamente cego até os que possuem acuidade visual parcial.

  • B1 – Cego total: de nenhuma percepção luminosa em ambos os olhos até a percepção de luz, mas com incapacidade de reconhecer o formato de uma mão a qualquer distância ou direção.
  • B2 – Lutadores que já têm a percepção de vultos. Da capacidade em reconhecer a forma de uma mão até a acuidade visual de 2/60 ou campo visual inferior a 5 graus.
  • B3 – Os lutadores conseguem definir imagens. Acuidade visual de 2/60 a 6/60 ou campo visual entre 5 e 20 graus.

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Judô Adaptado. Site Externo..
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