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Rio de Janeiro, quinta-feira, 08 de dezembro de 2016 - 16:09.

 

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quinta-feira, 24 de setembro de 2009.

Ministro Homologa Parecer que Trata de Aluno com Deficiência.

Assessoria de Comunicação Social.
Quarta-feira, 23 de setembro de 2009 – 15:09.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, homologou nesta quarta-feira, 23, o parecer nº 13/2009 do Conselho Nacional de Educação (CNE), que trata das diretrizes operacionais para o atendimento educacional especializado para os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação matriculados em classes regulares e no atendimento educacional especializado. A homologação ocorreu após ajustes no texto, para evitar interpretações equivocadas, como a de que o governo estaria proibindo o atendimento educacional especializado.

O parecer regulamenta o decreto nº 6.571/08, que dispõe sobre o apoio técnico e financeiro da União aos sistemas públicos de ensino nos estados, Distrito Federal e municípios para ampliar a oferta do atendimento educacional especializado. Esse tipo de atendimento se refere a atividades complementares à escolarização dos alunos públicos da educação especial, nas classes regulares.

De acordo com o texto, “para a implementação do decreto 6571/2008, os sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação nas classes comuns do ensino regular e no atendimento educacional especializado, ofertado em salas de recursos ou instituições especializadas, públicas ou privadas sem fins lucrativos”.

Esse atendimento é realizado preferencialmente na escola regular, no entanto as instituições especializadas, públicas ou privadas sem fins lucrativos, que ofertarem o atendimento educacional especializado para alunos matriculados nas classes comuns do ensino regular também receberão recursos do Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb). Está disposto no decreto que a matrícula de cada aluno com deficiência no ensino regular da rede pública e também no atendimento especializado deve ser contada em dobro, para que os recursos do Fundeb possam subsidiar as duas modalidades.

O objetivo é garantir recursos de acessibilidade, bem como estratégias de desenvolvimento da aprendizagem, previstos no projeto político-pedagógico da escola. A ação vai ao encontro da Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva, que orienta os sistemas educacionais na organização e oferta de recursos e serviços da educação especial de forma complementar.

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quarta-feira, 18 de março de 2009.

Minha Primeira Aventura com a Bengala.

Sonia B. Hoffmann e Eduardo F. Paes.

Depois de algumas aulas de Orientação e Mobilidade, me senti mais confiante para realizar um desejo que sempre tive: sair sozinho à rua. E que motivo melhor para começar a fazer isto do que ir à festa de aniversário do Renato, meu melhor amigo, sem que meus pais precisassem me levar até lá?

Conversei com eles sobre isto e senti que, no começo, não ficaram muito satisfeitos com esta minha idéia. Insisti com meus pais, dizendo que já me sentia seguro para sair sozinho, principalmente para lugares próximos da nossa casa. Finalmente, usei um argumento bastante convincente: “Não se preocupem! Não preciso atravessar rua alguma para chegar lá. Depois, já conheço bem o caminho porque, muitas vezes, vocês me levaram até a casa dele.
Lembram?”.

Eles pensaram um pouco e, finalmente, permitiram que eu fosse, pedindo apenas que eu telefonasse para eles quando chegasse lá e quando eu decidisse vir embora. “Eba, vai ser uma grande surpresa para o Renatinho. Por esta ele não está esperando!!”.

Fui para o quarto me arrumar para esta minha “grande aventura”. Abri o armário e escolhi a roupa mais legal que eu tinha. Não foi difícil encontrá-la, pois minha mãe sempre organiza minhas roupas do jeito que combinamos ser o mais prático para mim. Calcei meu tênis mais novo e procurei dar um laço bem firme, como meu pai havia ensinado, para não correr o risco de ele se desfazer e eu pisar no cadarço e cair.

Peguei a Sandy, minha bengala, que a partir de hoje tinha a certeza de que passaria a ser minha constante companheira de saídas. Me despedi dos meus pais e ouvi deles aquelas recomendações que tantas e tantas vezes fizeram para meu irmão mais velho e que, muitas vezes, imaginei e desejei que fossem dirigidas também para mim.

Apanhei o presente na mesa, abri a porta, atravessei o jardim e cheguei ao portão que dava para a rua. Já na calçada, com o coração batendo forte, respirei fundo e pensei: “João Vítor, agora é contigo! Coragem e vamos em frente!”

Com isto, posicionei a bengala à frente do meu corpo, fiz a primeira varredura e dei início à caminhada, ativando todos os meus sentidos para perceber e interpretar todas as informações que auxiliassem ou atrapalhassem o trajeto. Depois de alguns passos, percebi que estava em frente a casa de dona Sofia, pois sua calçada era feita com pedras portuguesas – como meu avô havia me explicado. Logo em seguida, identifiquei a calçada do seu Joaquim que, ao contrário de dona Sofia, não estava nem aí para a sua conservação e a calçada apresentava altos e baixos – o que me obrigou a ser mais lento em meus movimentos. Eu sabia que a parte mais complicada do trajeto era justamente a inicial, pois lembrava que as outras calçadas até a casa de Renatinho eram planas.

Um cheirinho gostoso de pão me indicava que eu estava próximo à padaria da esquina, na qual eu deveria virar à direita e caminhar até a outra esquina a mais ou menos 150m, onde eu deveria virar novamente à direita.

Quando passava pela padaria, o Sr. Nestor, que era o dono, gritou do balcão para mim:

Ei, João Vítor, andando sozinho pela rua? Cadê sua mãe?
Rapidamente, me virei em direção de sua voz e respondi com um sorriso orgulhoso:
Olá, Sr. Nestor. Ela ficou em casa. Hoje, estou fazendo minha primeira saída sozinho. Já tenho 11 anos e fui muito bem orientado no uso da bengala. Amanhã venho aqui pra comprar meu doce preferido!“.

Fui em frente, imaginando a cara de espanto que ele deve ter feito ao receber aquela informação… as pessoas não estão acostumadas a ver crianças andando de bengala sozinhas nem mesmo pelas ruas do seu bairro.

Mais adiante, me dei conta de que já estava no meio da quadra por causa do som estridente vindo da serralheria do seu Manuel. Como o som era muito forte, fiquei por algum momento sem poder captar outras informações auditivas e isto me deu um medo de perder a orientação. Procurei me concentrar um pouco mais e continuar meu caminho em linha reta, como até então vinha fazendo. Uma senhora que passava, talvez por ter notado minha preocupação, me perguntou se eu precisava de ajuda. Agradeci gentilmente, como me havia sido ensinado, e disse que estava tudo bem.

Quando cheguei na próxima esquina, ouvi crianças jogando bola no pátio de um grande prédio. Percebi que elas pararam seu jogo e comentaram baixinho:

Olha lá aquele menino ceguinho que sempre passava por aqui de mão dada com a sua mãe. Agora ele usa a bengala e está só! Será que ele não tem medo de andar sozinho?
Que legal! Assim, ele pode ir pra tudo que é lado como a gente!

Ouvi estes comentários e pensei que muitos mais eu ouviria ainda neste mesmo dia e em todos os demais da minha vida. Mas meu desejo de ser cada vez mais independente era muito forte e, por isto, não deixaria que nenhum comentário me desanimasse a seguir em frente.

Com passos mais rápidos porque me sentia mais seguro, entrei na rua onde morava Renatinho. Sua casa ficava a poucos metros, logo após dois degraus que marcavam o início da ladeira. Felizmente, ele morava bem no começo dela! Em todo caso, seria fácil achar a casa de qualquer modo, pois no jardim havia um grande viveiro de pássaros e, especialmente naquele dia de festa, eu já começava a identificar algumas vozes conhecidas que se aproximavam.

Posicionei a bengala corretamente para a subida dos degraus e, em frente ao portão, nem tive tempo de achar a campainha porque sua mãe, entre surpreendida e contente por me ver ali sozinho, veio logo me receber e me conduziu até o Renatinho. Nos abraçamos e eu lhe contei minha pequena aventura. Ele ficou muito feliz e mais feliz ainda ficou quando lhe entreguei meu presente: uma bengala igual a minha, pois ele também é cego.

Texto elaborado por Sonia B. Hoffmann e Eduardo F. Paes para a Oficina de Deficiência Visual do Curso de Formação Continuada na Modalidade Educação Especial, promovido pela Divisão de Educação Especial – Secretaria da Educação do Estado do Rio Grande do Sul.
Porto alegre, RS, agosto de 2007.

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sábado, 21 de fevereiro de 2009.

O que é Inclusão Escolar?

MARIA TERESA EGLÉR MANTOAN: “Inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças.

Para a educadora, na escola inclusiva professores e alunos aprendem uma lição que a vida dificilmente ensina: respeitar as diferenças. Esse é o primeiro passo para construir uma sociedade mais justa.

Meire Cavalcanti.

Uma das maiores defensoras da educação inclusiva no Brasil, Maria Teresa Mantoan é crítica convicta das chamadas escolas especiais. Ironicamente, ela iniciou sua carreira como professora de educação especial e, como muitos, não achava possível educar alunos com deficiência em uma turma regular.

A educadora mudou de idéia em 1989, durante uma viagem a Portugal. Lá, viu pela primeira vez uma experiência em inclusão bem-sucedida. “Passei o dia com um grupo de crianças que tinha um enorme carinho por um colega sem braços nem pernas”, conta. No fim da aula, a professora da turma perguntou se Maria Teresa preferia que os alunos cantassem ou dançassem para agradecer a visita.

Ela escolheu a segunda opção. “Na hora percebi a mancada. Como aquele menino dançaria?” Para sua surpresa, um dos garotos pegou o colega no colo e os outros ajudaram a amarrá-lo ao seu corpo. “E ele, então, dançou para mim.”

Na volta ao Brasil, Maria Teresa que desde 1988 é professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas deixou de se concentrar nas deficiências para ser uma estudiosa das diferenças. Com seus alunos, fundou o Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diversidade.

Para ela, uma sociedade justa e que dê oportunidade para todos, sem qualquer tipo de discriminação, começa na escola.

 

Entrevista

O que é inclusão?

É a nossa capacidade de entender e reconhecer o outro e, assim, ter o privilégio de conviver e compartilhar com pessoas diferentes de nós. A educação inclusiva acolhe todas as pessoas, sem exceção. É para o estudante com deficiência física, para os que têm comprometimento mental, para os superdotados, para todas as minorias e para a criança que é discriminada por qualquer outro motivo.

Costumo dizer que estar junto é se aglomerar no cinema, no ônibus e até na sala de aula com pessoas que não conhecemos. Já inclusão é estar com, é interagir com o outro.

Que benefícios a inclusão traz a alunos e professores?

A escola tem que ser o reflexo da vida do lado de fora. O grande ganho, para todos, é viver a experiência da diferença. Se os estudantes não passam por isso na infância, mais tarde terão muita dificuldade de vencer os preconceitos.

A inclusão possibilita aos que são discriminados pela deficiência, pela classe social ou pela cor que, por direito, ocupem o seu espaço na sociedade. Se isso não ocorrer, essas pessoas serão sempre dependentes e terão uma vida cidadã pela metade.

Você não pode ter um lugar no mundo sem considerar o do outro, valorizando o que ele é e o que ele pode ser. Além disso, para nós, professores, o maior ganho está em garantir a todos o direito à educação.

O que faz uma escola ser inclusiva?

Em primeiro lugar, um bom projeto pedagógico, que começa pela reflexão. Diferentemente do que muitos possam pensar, inclusão é mais do que ter rampas e banheiros adaptados.

A equipe da escola inclusiva deve discutir o motivo de tanta repetência e indisciplina, de os professores não darem conta do recado e de os pais não participarem.

Um bom projeto valoriza a cultura, a história e as experiências anteriores da turma.

As práticas pedagógicas também precisam ser revistas. Como as atividades são selecionadas e planejadas para que todos aprendam?

Atualmente, muitas escolas diversificam o programa, mas esperam que no fim das contas todos tenham os mesmos resultados. Os alunos precisam de liberdade para aprender do seu modo, de acordo com as suas condições. E isso vale para os estudantes com deficiência ou não.

Como está a inclusão no Brasil hoje?

Estamos caminhando devagar. O maior problema é que as redes de ensino e as escolas não cumprem a lei. A nossa Constituição garante desde 1988 o acesso de todos ao Ensino Fundamental, sendo que alunos com necessidades especiais devem receber atendimento especializado preferencialmente na escola , que não substitui o ensino regular.

Há outra questão, um movimento de resistência que tenta impedir a inclusão de caminhar: a força corporativa de instituições especializadas, principalmente em deficiência mental.

Muita gente continua acreditando que o melhor é excluir, manter as crianças em escolas especiais, que dão ensino adaptado. Mas já avançamos. Hoje todo mundo sabe que elas têm o direito de ir para a escola regular.

Estamos num processo de conscientização. A escola precisa se adaptar para a inclusão?

Além de fazer adaptações físicas, a escola precisa oferecer atendimento educacional especializado paralelamente às aulas regulares, de preferência no mesmo local. Assim, uma criança cega, por exemplo, assiste às aulas com os colegas que enxergam e, no contraturno, treina mobilidade, locomoção, uso da linguagem braile e de instrumentos como o soroban, para fazer contas. Tudo isso ajuda na sua integração dentro e fora da escola.

Como garantir atendimento especializado se a escola não oferece condições?

A escola pública que não recebe apoio pedagógico ou verba tem como opção fazer parcerias com entidades de educação especial, disponíveis na maioria das redes.

Enquanto isso, a direção tem que continuar exigindo dos dirigentes o apoio previsto em lei. Na particular, o serviço especializado também pode vir por meio de parcerias e deve ser oferecido sem ônus para os pais. Estudantes com deficiência mental severa podem estudar em uma classe regular?

Sem dúvida. A inclusão não admite qualquer tipo de discriminação, e os mais excluídos sempre são os que têm deficiências graves.

No Canadá, vi um garoto que ia de maca para a escola e, apesar do raciocínio comprometido, era respeitado pelos colegas, integrado à turma e participativo.

Há casos, no entanto, em que a criança não consegue interagir porque está em surto e precisa ser tratada. Para que o professor saiba o momento adequado de encaminhá-la a um tratamento, é importante manter vínculos com os atendimentos clínico e especializado.

A avaliação de alunos com deficiência mental deve ser diferenciada?

Não. Uma boa avaliação é aquela planejada para todos, em que o aluno aprende a analisar a sua produção de forma crítica e autônoma. Ele deve dizer o que aprendeu, o que acha interessante estudar e como o conhecimento adquirido modifica a sua vida.

Avaliar estudantes emancipados é, por exemplo, pedir para que eles próprios inventem uma prova. Assim, mostram o quanto assimilaram um conteúdo. Aplicar testes com consulta também é muito mais produtivo do que cobrar decoreba. A função da avaliação não é medir se a criança chegou a um determinado ponto, mas se ela cresceu. Esse mérito vem do esforço pessoal para vencer as suas limitações, e não da comparação com os demais.

Um professor sem capacitação pode ensinar alunos com deficiência?

Sim. O papel do professor é ser regente de classe, e não especialista em deficiência. Essa responsabilidade é da equipe de atendimento especializado. Não pode haver confusão. Uma criança surda, por exemplo, aprende com o especialista libras (língua brasileira de sinais) e leitura labial.

Para ser alfabetizada em língua portuguesa para surdos, conhecida como L2, a criança é atendida por um professor de língua portuguesa capacitado para isso. A função do regente é trabalhar os conteúdos, mas as parcerias entre os profissionais são muito produtivas. Se na turma há uma criança surda e o professor regente vai dar uma aula sobre o Egito, o especialista mostra à criança com antecedência fotos, gravuras e vídeos sobre o assunto. O professor de L2 dá o significado de novos vocábulos, como pirâmide e faraó. Na hora da aula, o material de apoio visual, textos e leitura labial facilitam a compreensão do conteúdo.

Como ensinar cegos e surdos sem dominar o braile e a língua de sinais?

É até positivo que o professor de uma criança surda não saiba libras, porque ela tem que entender a língua portuguesa escrita. Ter noções de libras facilita a comunicação, mas não é essencial para a aula.

No caso de ter um cego na turma, o professor não precisa dominar o braile, porque quem escreve é o aluno. Ele pode até aprender, se achar que precisa para corrigir textos, mas há a opção de pedir ajuda ao especialista. Só não acho necessário ensinar libras e braile na formação inicial do docente.

O professor pode se recusar a lecionar para turmas inclusivas?

Não, mesmo que a escola não ofereça estrutura. As redes de ensino não estão dando às escolas e aos professores o que é necessário para um bom trabalho. Muitos evitam reclamar por medo de perder o emprego ou de sofrer perseguição. Mas eles têm que recorrer à ajuda que está disponível, o sindicato, por exemplo, onde legalmente expõem como estão sendo prejudicados profissionalmente.

Os pais e os líderes comunitários também podem promover um diálogo com as redes, fazendo pressão para o cumprimento da lei. Há fiscalização para garantir que as escolas sejam inclusivas?

O Ministério Público fiscaliza, geralmente com base em denúncias, para garantir o cumprimento da lei. O Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Especial, atualmente não tem como preocupação punir, mas levar as escolas a entender o seu papel e a lei e a agir para colocar tudo isso em prática.

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