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Rio de Janeiro, quarta-feira, 28 de setembro de 2016 - 01:34.

 

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quarta-feira, 17 de outubro de 2012.

WCAG 2.0 aprovado como norma internacional ISO/IEC

15 outubro de 2012 – Hoje, o World Wide Web Consortium (W3C) e o Comitê Técnico Conjunto JTC 1 (Tecnologia da Informação) da Organização Internacional de Normalização (ISO) e da Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC), anunciaram a aprovação das Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (Web Content Accessibility Guidelines, WCAG 2.0) como um padrão ISO/IEC International Standard (ISO/IEC 40500:2012).

“Esta importante norma de acessibilidade, que já está amplamente implantada internacionalmente, pode agora se beneficiar do reconhecimento adicional formal de órgãos nacionais ISO/IEC”, observou Jeff Jaffe, CEO do W3C. “Esse reconhecimento é esperado para aumentar internacionalmente a compreensão harmonizada do WCAG 2.0 por governos, empresas e a comunidade Web mais ampla.”

“A ISO/IEC JTC 1 está muito feliz por trazer a bordo o mais importante dos padrões de acessibilidade do W3C, dado o crescente interesse em acessibilidade entre os organismos Nacionais JTC 1 nos últimos anos”, disse Karen Higginbottom, Presidente da ISO / IEC JTC 1. “Esperamos também que o reconhecimento ISO / IEC incentive uma maior convergência em torno da WCAG 2.0, levando adiante o desenvolvimento de ferramentas de apoio e software.”

Harmonização internacional das normas de acessibilidade beneficia todos.
A WCAG 2.0 já foi adotada ou referenciada por muitos governos e organizações. Após a passagem da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência , um número crescente de países tem buscado soluções para resolver seus compromissos firmados para a acessibilidade de tecnologia da informação para as pessoas com deficiência.
“O imprimatur ISO/IEC amplia os caminhos para a adoção de tecnologia e diretrizes W3C”, observou Judy Brewer, diretora da Iniciativa de Acessibilidade na Web do W3C. “Em alguns países, as políticas exigem que as normas técnicas nacionalmente adotadas sejam ISO/IEC. A aprovação formal pelo JTC 1 das WCAG 2.0 vai ampliar a implantação, reduzir a fragmentação e proporcionar a todos os usuários maior interoperabilidade na web.”

A WCAG 2.0 foi submetida pela primeira vez ao processo de norma ISO/IEC JTC 1 para Especificações Publicamente Disponíveis (PAS), em outubro de 2011. O W3C foi aprovado como JTC 1 Submitter PAS desde novembro de 2010 e é uma das nove organizações que estão atualmente aprovadas. Para saber mais sobre o W3C e o processo de Submissão ISO/IEC JTC1 PAS, consulte o W3C PAS FAQ e o website do JTC.

WCAG 2.0 é um padrão estável, com amplos recursos de apoio.
Como uma norma ISO/IEC JTC 1, o WCAG 2.0 está agora disponível a partir do ISO/IEC, enquanto continuar a ser um padrão W3C internacional estável W3C com amplos recursos de apoio. O reconhecimento JTC 1 não muda nem substitui o padrão existente, que se mantém disponível gratuitamente no site do W3C, juntamente com várias traduções autorizadas do WCAG 2.0.

O W3C fornece uma série de recursos de apoio para os gestores, desenvolvedores e decisores políticos, além do padrão WCAG 2.0, incluindo uma visão geral do WCAG 2.0, WCAG 2.0 em resumo, Como cumprir as WCAG 2.0: Um referência personalizável rápida, Técnicas para as WCAG 2.0 e Compreendendo as WCAG 2.0.

Sobre o World Wide Web Consortium.
O World Wide Web Consortium (W3C) é um consórcio internacional em que organizações filiadas, uma equipe em tempo integral e a comunidade trabalham juntos para desenvolver padrões web. O W3C cumpre sua missão através da criação de padrões Web e diretrizes para garantir crescimento de longo prazo para a web. Mais de 375 organizações são membros do Consórcio. O W3C é dirigido conjuntamente pelo MIT Computer Science and Artificial Intelligence Laboratory (MIT CSAIL) nos EUA, o European Research Consortium for Informatics and Mathematics (ERCIM), sediado na França e na Universidade de Keio, no Japão, e outros escritórios em todo o mundo. Para mais informações, consulte http://www.w3.org/Site Externo..

Sobre a Web Accessibility Initiative.
A Iniciativa de Acessibilidade do W3C (WAI) trabalha com organizações ao redor do mundo para tornar a web mais acessível para pessoas com deficiência e idosos. A WAI persegue a acessibilidade da Web, garantindo que as tecnologias Web suportem acessibilidade; diretrizes de desenvolvimento para o conteúdo da Web, navegadores, media players e ferramentas de autoria, desenvolvimento de recursos para apoiar e melhorar as ferramentas de avaliação; desenvolvimento de recursos para a educação e sensibilização e esforços em coordenação com pesquisa e desenvolvimento que podem afetar o futuro da acessibilidade na web. A WAI é apoiada em parte pelo Departamento Nacional de Educação do Instituto de Pesquisa em Deficiência e Reabilitação dos Estados Unidos (NIDRR), o Programa da Comissão Europeia de Tecnologias da Sociedade da Informação, HP e IBM. Para mais informações, consulte http://www.w3.org/WAI/Site Externo.

Sobre o JTC 1.
O comitê técnico conjunto da Organização Internacional de Normalização (ISO) e da Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC), ISO/IEC JTC 1 (Tecnologia da Informação) é o lugar onde os blocos básicos de construção de novas tecnologias são definidos e onde as fundações de importantes infra-estruturas de TIC são colocadas. Com mais de 2.400 normas e documentos correlatos desenvolvidos por mais de 2.000 corpos nacionais de especialistas de todo o mundo, a ISO / IEC JTC 1 traz soluções inovadoras e melhores práticas para o mercado.

Sobre ISO.
A ISO é o maior desenvolvedor e editor do mundo de Normas Internacionais. ISO é uma rede de institutos de normas nacionais de 164 países, em julho de 2012. Mais de 100 membros da ISO são de países em desenvolvimento. A ISO tem mais de 18.600 normas internacionais em sua carteira. A ISO tem faixas de trabalho do programa de normas para atividades tradicionais, como a agricultura e construção civil, por meio de engenharia mecânica, de produção e de distribuição, para o transporte, dispositivos médicos, meio ambiente, segurança, tecnologias de informação e comunicação, bem como as normas de boas práticas e de serviços.

Sobre o IEC.
A IEC (International Electrotechnical Commission) é a organização líder mundial que prepara e publica padrões internacionais para todas as tecnologias elétricas, eletrônicas e afins – conhecidos popularmente como “Eletrotécnica”. Normas IEC internacionais cobrem uma vasta gama de tecnologias de geração, transmissão e distribuição de eletrodomésticos e equipamentos de escritório, semicondutores, fibra ótica, baterias, nanotecnologias, energia solar e marinha conversores de energia, para mencionar apenas alguns. Onde quer que você encontre eletricidade e eletrônica, você vai encontrar a segurança, apoio e desempenho do IEC, o ambiente, a eficiência de energia elétrica e energias renováveis. O IEC também gerencia sistemas de avaliação de conformidade que certificam que equipamentos, sistemas ou componentes estão em conformidade com as normas internacionais. www.iec.chSite Externo.


Fonte: http://www.w3c.br/Noticias/WebContentAccessibilityGuidelineswcag20AprovadoComoNormaInternacionalIsoiecSite Externo..

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MAQ às 12:07.
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012.

Um guia muito especial

Shirley Pacelli.

Foto atual de Gil e Telma (por Shirley Pacelli / EM).Gil e Telma, em pose igual à da primeira foto que registrou a união dos dois como namorados, são os responsáveis por inédito guia de serviços on-line para pessoas com deficiência.

“Nós não fomos visitar o motel in loco, mas soubemos que só tinha um adaptado na cidade”, brinca Telma de Oliveira, de 52 anos, em meio às risadas do marido, Gilberto Porta, de 51. Ambos têm deficiência de locomoção: Gilberto, o Gil, é cadeirante, e Telma anda com auxílio de órtese (dispositivo destinado a corrigir uma função muscular, esquelética ou neurológica) e bengala. O casal é responsável pelo site e blog BH Legal (www.bhlegal.netSite externo.), incrível iniciativa de um guia de produtos e serviços, exclusivo da capital mineira, para pessoas com deficiência.

A tecnologia está presente desde o início da história dos dois. Eles se conheceram por meio de uma rede no site Entre amigos, destinado a pessoas com deficiência. Na época, Gil morava em São Paulo (SP) e eles conversavam pelo esquecido ICQ, programa de bate-papo virtual. Depois do primeiro encontro em terras paulistas, ele veio visitar Telma em Minas. De iguaria em iguaria, a família inteira conquistou Gilberto também pelo estômago e ele não voltou mais para a antiga morada. O primeiro desafio, em Belo Horizonte, veio quando precisou trocar uma almofada de gel que havia furado. “Normalmente elas têm garantia de 30 dias e no 31º furam”, ironiza Telma. O marido conta que ninguém sabia onde comprar uma nova almofada e que, por fim, pediu ao irmão para trazer uma de São Paulo.

Quem e onde.
O problema foi o ponto de partida para a criação do BH Legal. Telma explica que o setor de ortopedia e artigos cirúrgicos é até bom, mas não costuma haver muita divulgação. “Belo Horizonte é uma cidade grande. Alguém em algum lugar faz um sapato sob medida. Mas onde eles estão?”, questionou-se na época. Para economizar tempo e dinheiro gastando horas em cima de catálogos telefônicos para descobrir as lojas e serviços, eles resolveram criar o próprio guia.

Em meados de 2006, o casal fez um banco de dados e colocou o site no ar. A página virtual tem cerca de 500 visitantes por dia. Ela é dividida em 10 seções, entre elas comércios e serviços, empregos, turismo, governo, lazer etc. Em cada item, eles indicam o nome, endereço e contatos do estabelecimento. Alguns posts recebem selos de teste e aprovação. Em outros, há dicas, como a existência de provadores exclusivos para cadeirantes na loja de uma grande rede de roupas. Na home, eles deixam claro que a iniciativa é particular e independente. Além disso, eles destacam que as informações são enviadas por amigos ou colhidas em publicações especializadas, e que toda dica é sempre bem-vinda. Os leitores, volta e meia, dão os pitacos: “Eu fui ao motel adaptado e é muito bom, mas não tem hidromassagem” ou “essa não é a única autoescola com carros adaptados, tem outra no Padre Eustáquio”.

Toda a programação do site foi feita por Gilberto, que se preocupou em fazer um projeto com recursos de acessibilidade. Em um dos menus, há um mapa das teclas de atalhos para cada comando. Gil é tetraplégico e tem o movimento das mãos reduzido. Ele explica que cegos e pessoas com algum tipo de doença que provoque espasmos não usam o mouse. Algumas pessoas clicam nas teclas utilizando objetos presos à boca.

Espaço para conversar.
Como o site BH Legal tem viés mais estático, o casal sentiu falta de um espaço para uma prosa com o leitor e criou um blog de mesmo nome. Polêmicas como a demora na aprovação de um projeto de lei de aposentadoria em tempo especial para pessoas com deficiência são os posts mais lidos e comentados. Outra seção campeã de leitura são as crônicas da colaboradora Adriana Lage sobre as viagens que fez. Gil conta que a mais acessada já foi vista 4,4 mil vezes.

Um dos motivos esbarra com técnicas de SEO (otimização de sites para motores de buscas): diversas pessoas buscam por uma música do Jota Quest no Google e caem na crônica intitulada “Onde tenha sol, é pra lá que eu vou”. As últimas publicações do blog vão para a home do site. Assim, sempre tem notícia fresquinha no endereço.

“Você nunca sabe quando vai se deparar com escadas, se vai conseguir vaga em estacionamento, se o local que escolheu terá um banheiro adaptado. A internet abriu muitas portas para pessoas com deficiência de locomoção. Uma delas é a da vida social. É difícil sair de casa, tem essa peculiaridade.”, explica Telma. Ela acrescenta que, além da troca de ideias e informações, a web ajudou até na educação, por meio de seus cursos on-line.

Gil diverte-se ao lembrar que muitos internautas fazem confusão e imaginam que o site é do governo. “Eles fazem uma busca na internet, chegam a uma página específica do BH Legal e começam a reclamar da falta de ação dos representantes como se fossemos nós dois”, conta. Ele explica que a ideia é tornar o site mais conhecido por meio da integração com redes sociais, como Twitter e Facebook. “A gente tem que mostrar a cara”, justifica Telma. O marido logo completa: “Se não for assim, o comerciante vai se desculpar, como sempre, dizendo que não vai nenhum deficiente. Sai a turma toda, a casa não é acessível? Todo mundo boicota.”

Clique também:

Bengala legal.
» Se tornou referência em blogs sobre deficiência. Toda a estrutura foi desenvolvida de forma a oferecer acessibilidade web aos leitores. Escrito por Marco Antonio de Queiroz, conhecido como MAQ, que é cego. Trata de diferentes temas, como educação inclusiva, legislação e trabalho. Tem uma seção só com audiodescrições.
http://bengalalegal.com.

Mão na roda.
» Blog escrito a 10 mãos: quatro blogueiros cadeirantes e uma “andante”. Tem guia de atrações turísticas com avaliações de acessibilidade de cada local. Em um mapa é possível identificar locais acessíveis no Rio de Janeiro (RJ). Há também conteúdo sobre temas diversos como esporte, equipamentos e saúde do deficiente.
http://maonarodablog.com.brSite externo..

Blog da audiodescrição.
» Traz as últimas novidades da audiodescrição no Brasil e no mundo. Também busca apoio para investimento na área. Segundo os blogueiros, os produtores culturais veem a audiodescrição ainda como despesa e não como investimento em um público potencial de 25 milhões de consumidores. Traz as leis, e toda a trajetória da batalha por mais acessibilidade no país.
http://blogdaaudiodescricao.com.brSite externo..

Entre amigos.
» Rede de informações sobre deficiência. Tem o objetivo de disponibilizar informações, orientar e oferecer diferentes tipos de suporte, via internet. Tem notícias, calendários de eventos, e na seção Tribuna Livre é possível publicar seus próprios textos sobre o tema.
http://www.entreamigos.com.brSite externo..

Ranking do Google.
André Carneiro, diretor de marketing da The Agency, explica que os padrões de acessibilidade são a base para qualquer trabalho de otimização de sites. “Em meados de 2005, ter uma forma indicada pela W3C (consórcio internacional de modelos para web) já representava um diferencial para aparecer mais bem ranqueado no Google”, conta. Ele explica que os robôs dos buscadores são como os deficientes visuais: eles não enxergam o conteúdo para indexação se ele não estiver acessível.

Segundo Carneiro, desenvolver sites acessíveis hoje é muito fácil. Existem plataformas prontas, como o WordPress, que permitem que pessoas sem conhecimento técnico aprofundado construam sites acessíveis e não quebrem a cabeça com códigos. Ele conta que, normalmente, o maior obstáculo é a falta de conhecimento de quem tem o poder de decisão sobre o projeto. “Já vi donos de empresa pedindo, por exemplo, para retirar legendas de fotos, alegando que estavam comprometendo a estética da página. Eu respondo sempre que projetos que priorizam a estética acima de tudo falham lindamente”, ressalta.

Fonte: Estado de MinasSite externo.
Reproduzido do site: BH LegalSite externo..

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MAQ às 11:24.
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012.

Lançado livro acessível

Marta Gil.

Depois de meses de gestação e a dificuldade em encontrar uma editora que topasse publicar o livro em formato analógico e digital (sem acessibilidade o livro não iria sair de jeito nenhum) foi lançado hoje em e-book o “Celebrando a diversidade”

Graças ao acolhimento das responsáveis pelo site Planeta Educação, portal educacional da empresa Vitae Futurekids, foram essenciais para a edição do e-book Celebrando a Diversidade.

O livro, leitura obrigatória e, claro, de compartilhamento em todas as suas redes pode ser lido ou baixado em: http://www.planetaeducacao.com.br/portal/Celebrando-Diversidade.pdfSite Externo.

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