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Rio de Janeiro, sábado, 10 de dezembro de 2016 - 04:58.

 

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quarta-feira, 27 de março de 2013.

Repressão – A era das sombras permanece

Estou encaminhando este documento para diferentes instâncias da casa que entendo útil sua recepção.

Vitor Alberto da Silva Marques.

Caros colegas, João Batista Alvarenga e Cláudia Paschoal, respectivamente, coordenador das publicações em Braille e Chefe da DDI.

Após refletir profundamente sobre o que aconteceu hoje nessa divisão, deliberei por oportuno, abrir mão de minha participação na equipe editorial da RBC e Pontinhos, em função de dois aspectos relevantes: de um lado, por não satisfazer às expectativas dos membros da equipe, que no todo, representam o pensamento do setor diretivo, do outro, por me sentir incomodado, em face da forma pela qual está sendo conduzida a política de publicações em Braille, ainda pouco afeita a uma filosofia voltada para a realidade do dia-a-dia.

O que gerou o aprofundamento dessa minha reflexão, que já há algum tempo vinha fazendo, foi a minha preparação para a RBC, de matéria relativa a fatos ocorridos na década de 60, durante o golpe civil-militar, envolvendo o IBC, palco de momentos vivenciados em parte por nós, alunos dessa época, em que parte de seu espaço foi ocupado eventualmente para sessões de interrogatórios de autoridades presas para averiguação.

Vale realçar que esses fatos são de domínio público entre os nossos contemporâneos. Isso é atestado pela conversa recente com nossa chefe de gabinete a respeito desses fatos que não se perderam de nossa memória. A conversa foi suscitada pela sondagem efetuada por um dos núcleos da comissão da verdade junto à Direção. Mais tarde eu soube por um órgão da grande imprensa, que essa comissão havia mapeado locais onde se realizaram esses interrogatórios, entre os quais constava o IBC.

A partir daí, percebi ser interessante relatar esse fato na seção da RBC, “O IBC em Foco”, por julgá-lo de relevância histórica para os nossos leitores e para a nossa instituição. Enfim, foi essa a minha maior motivação.

Para a publicação dessa matéria que não possui qualquer conotação político-partidária, ao contrário do que possam pensar os desavisados.

Tanto é assim, que reproduzo agora essa matéria:

“IBC em Foco.
O IBC na Era das Sombras – Anos de Chumbo.

Desde o Imperial Instituto dos Meninos Cegos, esta Instituição tem sido incorporada à história deste país.
Uma vez proclamada à República, o Instituto toma o nome atual, em homenagem ao seu patrono e diretor durante vinte anos (Benjamin Constant Botelho de Magalhães). Militar e professor de matemática, defensor do Positivismo e da República.
A partir desse período o Instituto Benjamin Constant ultrapassou como pioneiro da educação especializada no Brasil, a primeira República (1889-1930), a República nova, no período Getulista (1930-1945 e 1950-1954), a fase desenvolvimentista com Juscelino Kubitschek (1955 – 1960), até atingirmos a crise institucional de 1964 que gerou um golpe civil-militar, já que esse evento contou com apoio de grupos civis.
Esse período (1964-1985) caracterizou-se pela instalação de governos totalitários que decretaram consecutivos atos institucionais que determinaram a cassação e perseguição de inúmeros opositores ao regime instalado, tornando a repressão sobre esses grupos uma prática sistemática.
Alguém indagará, que relação terá o IBC com esses fatos históricos a serem esquecidos? Ocorre que, embora a instituição não estivesse diretamente envolvida nesses acontecimentos (somente relembrados para não serem repetidos), acabou sendo atingida por seus efeitos.
Isso poderá vir a ser revelado através de uma profunda investigação a partir do Núcleo Nacional da Comissão da Verdade, instalada ao final do governo Lula e concretizada ao início do governo da presidente Dilma Rousseff, sempre com o aval do Ministério da Justiça.
Esta comissão vem estimulando a criação de núcleos estaduais que servirão de seu braço investigativo desse momento histórico. A comissão abriu um processo de mapeamento de locais onde foram efetuados interrogatórios e até mesmo sessões de tortura, promovidas pela Divisão de Ordem Política e Social (DOPS). Somente no Rio de Janeiro, foram constatados treze locais onde foram efetivadas essas práticas. Entre esses locais verificou-se que durante o período de 1965 e
1966 foram usadas dependências
do IBC, mais precisamente em uma área do segundo andar. Essa ocupação foi mantida com extrema reserva e sigilo, em função do evento e da natureza da instituição.
Certamente a busca de resultados poderá ser infrutífera, dado que os responsáveis por essas práticas devem ter tido o cuidado de não deixar vestígios que poderiam levar a conclusões sobre o ocorrido.
De qualquer forma essa busca, apesar de nos passar uma sensação de frustração pelos resultados pouco significativos, nos transmite a ideia de que vivemos um fato histórico altamente relevante que nos conduziu a uma anistia que protegeu de um lado os algozes, e de outro as vítimas desse processo de impunidade promovido pelo aparelho do Estado.
Essas lições alimentam a nossa esperança de que esses fatos não se repitam.”

Me parece que a reprodução desse texto não deixa qualquer dúvida a qualquer pessoa mais atenta e antenada com o mundo em que vivemos.

Reportando-me ao fato de hoje, diante da controvérsia existente na equipe, sugeri uma reunião na qual compareceu, além do coordenador, mais uma funcionária que logo de chofre me pergunta qual a minha intenção na publicação desse artigo na RBC. Eu retruquei, perplexo, a razão da tal estranheza e da pergunta ao estilo de quem já havia decidido pelo veto ao artigo.

Em seguida ela respondeu que tal artigo não tinha razão de ser, no momento! Diante da observação inusitada, nada mais disse e me retirei, constatando ter sido essa funcionária, encarregada de me passar a negativa do grupo. A falta de uma reunião para debater essa questão, me leva a pensar no descaso em que são tratadas as questões da nossa já frágil e combalida instituição. O que mais me incomodou foi a forma descuidada e desprovida de qualquer espírito democrático, no processo de encaminhamento dessa decisão, que segundo minha leitura tolerante, classifica seu funcionário como irresponsável.

Tudo indica que a era das sombras permanece!

Fico na expectativa que esse quadro rumoroso seja um dia revertido em favor de nossa instituição.

A sociedade que se amedronta e se cala sucumbirá!
Vitor Alberto da Silva Marques.

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013.

Por acessibilidade na universidade

À Universidade Federal da Bahia,
Aos Órgãos de Defesa dos Direitos Humanos,
À Sociedade brasileira.

Na qualidade de estudante cego, matriculado na Universidade Federal da Bahia sob número 210109064, Turma de 2010.1, cursando Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades, área de concentração em Políticas e Gestão da Cultura e levando em conta a exaustiva luta pela inclusão educacional na referida Instituição de Ensino Superior, venho a público relatar aquilo que seria, quando do meu ingresso na Faculdade, uma trajetória de pleno gozo do direito à educação.

Em 2010, quando da minha matrícula na Universidade, soube que a entidade não dispunha de banco de dados de alunos com deficiência, enviei carta a mesma comunicando a minha condição de estudante com deficiência visual e colocando-me à disposição da instituição para encontrar caminhos para um equilibrado ingresso e percurso universitário.

Passam-se hoje mais de três anos e pouco ou quase nada foi feito no sentido de atender às necessidades educacionais dos alunos com deficiência nesta Universidade.

Estudantes com deficiência têm direito a atendimento especializado no ensino superior há mais de vinte anos e atendimento preferencial garantido por lei. Depois de inúmeras reivindicações junto a diversas instâncias da Universidade, estive em reunião na Reitoria em agosto de 2011, também levei a situação para a reunião do Conselho Universitário no mês de outubro daquele ano, oportunidades em que expus todas as necessidades pertinentes ao caso inclusive dando sugestões para o enfrentamento dos problemas como a realização de seminários temáticos, elaboração de um plano de acessibilidade e treinamento de recursos humanos. Nunca fui procurado depois. Reinou o silêncio ensurdecedor da invisibilidade.

Pelo menos três prédios novos ou reformados não tem elevadores funcionando por quase dois anos.

Um ano depois e levando em consideração a quase inviabilização da conclusão do meu curso, protocolizei denúncia ao Ministério Público Federal na Bahia, em 27 de novembro de 2012. O direito à educação de pessoas com deficiência bem como a oferta dos necessários suportes pedagógicos são amparados por diversos diplomas legais sobretudo na Convenção Internacional da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, o Decreto Federal 5296/2004 dentre outros e, mais especificamente a Portaria do MEC nº 3.284, de 7 de novembro de 2003, que dispõe sobre requisitos de acessibilidade no ensino superior.

Dizer que não é fácil ingressar e permanecer num curso de nível superior tendo alguma deficiência poderia ser uma constatação dura e previsível. Entretanto, comprovar que tal não é tarefa fácil, e experimentar a invisibilidade e o silêncio recorrentes, é uma constatação revoltante.

Salvador, 25 de janeiro de 2013.

José Ednilson Almeida do Sacramento.

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013.

Projeto para pessoas com deficiência é destaque internacional

Voltado para pessoas com limitações ou deficiências, o projeto TV Digital Assistiva e Interativa pretende promover a inclusão de pessoas com necessidades especiais, ampliando habilidades funcionais. A ideia é da alagoana Fabiana Toledo, finalista do prêmio Pense em Inovar, realizado pela Indra.

Doze iniciativas concorreram à premiação, entregue em Madri, na Espanha, no mês de junho. A brasileira foi a única representante do País, escolhida entre mais de 1.500 inscritos. Fabiana – secretária adjunta de Administração, Recursos Humanos e Patrimônio de Maceió e consultora do Governo do Estado –, conta que foi surpreendida pela indicação.

“Achava meu projeto bom, mas fiquei muito impressionada com a repercussão. Ter sido reconhecida foi muito gratificante e abriu um leque de oportunidades, além de conhecimentos na área. O prêmio veio para dar uma chancela maior ao meu projeto e mostrar que Alagoas tem muito de bom a oferecer”, diz.

Pela contribuição ao Estado, ela receberá o Prêmio Expressão Alagoana, concedida pelo Governo e outra surpresa para a especialista em Ciências da Computação. “Não esperava isso. Achei gratificante estar entre os ganhadores e é muito bom ver o Governo apoiando as boas ideias de alagoanos”, expõe.

Projeto.

Por suas ideias inovadoras, Fabiana já havia sido premiada no Desafio Empreendedor Telefônica, em 2007, com o projeto “Catálogo de Produtos para TVDI”, que alcançou o terceiro lugar nacional, e no Prêmio Santander de Empreendedorismo, em 2008, com o projeto T-Curso, um software para a promoção da educação à distância por meio da Televisão Digital.

Agora, com o projeto TV Digital Assistiva, ela pretende dar mais acessibilidade a pessoas com limitações físicas. O conceito criado pela alagoana consiste na conexão entre a televisão e um aparelho celular – por meio de um pendrive ou da internet –, permitindo que sejam realizadas ações de interatividade.

“Se o usuário tiver uma deficiência motora que impeça a utilização do controle remoto, por exemplo, ele poderá ditar para o celular o que deseja, como mudar de canal ou aumentar o volume. A instrução será entendida pela TV Digital”, explica. “Já testamos em emuladores (software que reproduz as funções de determinado ambiente) e vimos que pode ser feito”, completa.

Fabiana Toledo destaca que, devido aos custos, o projeto está paralisado. “São necessários mais estímulos para seguir em frente e lançá-lo no mercado. Agora pretendo correr atrás para conseguir parcerias para que tudo dê certo. Tudo depende dos investimentos e da mão de obra”, diz.

O próximo passo, segundo a especialista, é produzir os equipamentos necessários para que a ideia – classificada pela Indra como inovadora e viável –, saia do papel. Parcerias com fabricantes de TVs, aparelhos de telefonia e dispositivos móveis são necessárias para disponibilizar a tecnologia ao público.

Mestra em Modelagem Computacional do Conhecimento pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Fabiana destaca a relevância da iniciativa. “Meu objetivo é colocá-la em prática. Ser finalista me deu mais certeza do projeto, muito necessário para essa parcela da população, que não pode aproveitar dessas novas tecnologias. Também há a lacuna no mercado”.

Além do mestrado, a alagoana – nascida em Maceió e formada em Ciências da Computação – possui especializações em Tecnologia da Informação, também pela Ufal, e em Engenharia de Software, pelo Centro de Estudos Superiores de Maceió (Cesmac).

Fonte: Aqui Acontece (Maceió)Site Externo..

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