Conteúdo principal | Últimos 20 posts | Posts por assunto | Bengala Legal

Blog do Bengala Legal.

Rio de Janeiro, quinta-feira, 08 de dezembro de 2016 - 16:10.

 

Conteúdo principal.

sexta-feira, 11 de julho de 2014.

O direito ao prazer da leitura

Marta Gil (*)

Leitura é magia: num instante, sinais se transformam em letras, que formam palavras, que formam frases, que se tornam portais para terras exóticas, para o passado, o futuro ou mesmo o presente. Ela nos transporta ao tempo em que os bichos falavam, desvenda segredos da Natureza e abre as portas da Ciência, da Literatura, da Fantasia e da Imaginação.

Ela também é um direito garantido pelo Decreto legislativo 186 (2008) e pelo Decreto executivo 6949 (2009), que ratificaram e promulgaram a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD).

A CDPD garante a “plena e efetiva participação e inclusão na sociedade, o respeito pela diferença e a acessibilidade” (art. 3); “o superior interesse da criança receberá consideração primordial, em todas as ações relativas às crianças com deficiência” (art. 7); “(…) liberdade de buscar, receber e compartilhar informações e ideias” (art. 21); “sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao logo da vida (art. 24); “acesso a bens culturais em formatos acessíveis (art. 30).

Dicas de alguns livros com versões acessíveis:

  • Coleção Adélia – “Adélia Cozinheira” (esgotado), “Adélia Esquecida” e “Adélia Sonhadora”. Idealização: Lia Zatz (escritora), design de Wanda Gomes e ilustrações de Luise Weiss. Sua concepção inclusiva permite aliar experimentação sensorial e imaginário, braile e cores fortes e contrastantes, brilho, texturas e aromas. O sistema de impressão desenvolvido por Wanda Gomes – Braille.BR® garante durabilidade e qualidade.
Capas dos livros da coleção "Adélia".

A Coleção recebeu prêmios no Brasil, México e Argentina.

Adélia Esquecida” e “Adélia Sonhadora” – compra direta na WG Produto (wandagomes@wgproduto.com.br) ou tel. (11) 5522-7462 / (11) 99940-2171.

  • Mude seu falar que eu mudo o meu ouvir”. É o primeiro livro escrito por jovens com síndrome de Down. Ver: http://www.carpediem.org.br/si/site/0700Site Externo.
  • O Ministério Público do Trabalho e os Direitos dos Trabalhadores”, formatos para download: português (áudio, texto e livro digital); Libras; formato para pessoas com deficiência visual e texto simplificado. Ver: http://www.pcdlegal.com.br/cartilhampt/convencional/index.php#.U76ZZfldX9sSite Externo.
  • Projeto Baú das Artes (Editora Evoluir) – Edição 2014 – Produção de vinte livros paradidáticos com audiodescrição, para crianças com deficiência visual, baixa visão e deficiência intelectual. A audiodescrição foi feita pela Iguale (www.iguale.com.brSite Externo.), que adaptou o conteúdo, compôs trilhas sonoras para cada livro e gravou. Em cada audiolivro, além do narrador principal e do narrador audiodescritor, outros atores interpretam as personagens. Todos os CDs receberam o título do livro em braile, para a devida identificação. www.baudasartes.netSite Externo.

(*) Autora do livro “Caminhos da Inclusão – a trajetória da formação profissional de pessoas com deficiência no SENAI-SP” (Editora SENAI, 2012), organizou livros; tem artigos publicados; participa de eventos no Brasil e no exterior; Fellow da Ashoka Empreendedores Sociais e membro do Conselho Curador do Instituto Rodrigo Mendes. Áreas de competência: Inclusão na Educação e no Trabalho.

Facebook.Compartilhar no Facebook.

Twitter.Publicar no Twitter.

Arquivado em: Notícias.
Assuntos:  , , , , , .
Gil Porta às 11:59.
Post visitado 11527 vezes, 6 foram hoje.

quinta-feira, 5 de junho de 2014.

Legislação se torna mais acessível para pessoas com deficiência

Da Redação.

Senado, Ministério Público do Trabalho, Movimento Down e Associação Carpe Diem se uniram nesta terça-feira (3) para lançar uma cartilha que aborda os principais direitos trabalhistas utilizando linguagem simples, direcionada às pessoas com deficiência. O documento foi tema de audiência pública promovida pelas Comissões de Diretos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e de Assuntos Econômicos (CAE).

Além da versão impressa, a publicação O Ministério Público do Trabalho e os Direitos dos Trabalhadores em fácil leituraSite Externo., faz parte de um projeto denominado PCD Legal (http://www.pcdlegal.com.brSite Externo.), uma biblioteca virtual com conteúdo acessível a todos, gratuitamente, com o objetivo de oferecer conhecimento sobre legislação de interesse das pessoas com deficiência e temas importantes para o desenvolvimento da cidadania.

Desenvolvido num ambiente bilíngue, incluindo o português e a Língua Brasileira de Sinais (Libras), e disponível em diversos modos de exibição, como textos, áudios e vídeos, o sistema permite que qualquer pessoa consulte as informações, independentemente de restrições físicas ou de aprendizado. Entre os documentos disponíveis estão a Constituição FederalSite Externo. e a Lei de CotasSite Externo..

A ideia surgiu a partir de demanda de pessoas com deficiência que relatavam dificuldade em acessar a legislação. A elaboração do site contou com a participação de pessoas cegas, surdas e com outros tipos de deficiência.

– Com esse portal, estamos possibilitando acesso à informação, permitindo que tanto patrões quanto empregados conheçam direitos e deveres nessa relação de trabalho. Nossa intenção é ampliar o conhecimento – disse o procurador do trabalho Estanislau Tallon Bozi.

Para a presidente da CDH, senadora Ana Rita (PT-ES), que conduziu a reunião, o material servirá para toda a população.

– Parabenizo o Ministério Público do Trabalho por criar um sistema que permita a qualquer pessoa se apropriar do conteúdo legislativo – assinalou a senadora.

O presidente da CAE, Lindbergh Farias (PT-RJ), e outros senadores que participaram da audiência pública também elogiaram a iniciativa.

– Está sendo criado algo muito importante para a luta das pessoas com deficiência no país – avaliou Lindbergh Farias.
Christiane Aquino e Breno Viola, ambos do Movimento Down, observaram que a utilização de imagens, sons e vídeos facilita a vida dessas pessoas.

– Precisamos de acessibilidade. Precisamos de Libras, de braille, de sinais, de rampas, de textos mais simples, com mais imagens, fotos e vídeos. Vamos fazer um mundo melhor, sem violência, sem preconceito e sem discriminação – disse Breno Viola, que tem síndrome de Down.

Autodeterminação.

Glória Maria Moreira Salles, da Associação Carpe DiemSite Externo., destacou a capacidade de autodeterminação de pessoas com deficiência intelectual, ou seja, a competência de dirigirem suas próprias vidas. Mesma questão foi apontada por José Francisco de Souza, do Instituto Benjamin Constant.

– Uma das coisas que mais preocupam as pessoas com deficiência visual ou com outros tipos de deficiência é com a autonomia. Ninguém gosta de ser dependente – disse José Francisco de Souza, que tem visão reduzida.

Ajustes.

Durante a audiência pública também foi apresentado o folheto 10 Coisas que Todo Mundo Precisa Saber sobre Síndrome de DownSite Externo.(Arquivo em PDF com 1,61 MB), material elaborado pelo Movimento Down para esclarecimento de profissionais dos meios de comunicação.

Na ocasião, a Consultoria Legislativa do Senado apresentou proposta de adequação de todas as leis federais aos termos da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. A ideia é a de substituir expressões como “pessoa portadora de deficiência” por “pessoa com deficiência.” A iniciativa atende a uma demanda do Movimento Down e de outras entidades, que consideram depreciativos termos como “portador” ou “especial”.

A audiência pública contou ainda com a presença de Luiza de Andrade Penido, da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que destacou ações do Plano Viver Sem Limites, do governo federal; e de representantes do ICEP Brasil, que cobraram a contratação de profissionais para traduzir os trabalhos do Senado para a língua brasileira de sinais (Libras).

Fonte: Agência SenadoSite Externo..

Facebook.Compartilhar no Facebook.

Twitter.Publicar no Twitter.

Arquivado em: Notícias.
Assuntos:  , , , , .
Gil Porta às 12:48.
Post visitado 8960 vezes, 1 foram hoje.

quarta-feira, 7 de maio de 2014.

“Passei por vários processos de exclusão”, diz Claudia Werneck, especialista em Down

Christh Lopes*.

A função do jornalista está estritamente ligada ao papel de transmitir informação. Como filosofia de vida, Claudia Werneck levou essa premissa a sério e hoje trabalha para um público que conquistou ao longo da carreira. A especialização em tratar temas sensíveis à vida do cidadão foi fundamental para que passasse a ser referência no mercado, atuando em organização não governamental.

Na foto: Claudia Werneck.

Claudia Werneck conta trajetória e ressalta projeto social. (Crédito: Paulo Rodrigues).

Tudo começou com uma situação inusitada, quando a jornalista não estava preparada para responder uma questão. “Em 1991, eu era chefe de reportagem da revista Pais&Filhos. Um dia, o meu filho mais velho, Diego, na época com sete anos, me pediu para ir visitar o irmãozinho recém-nascido de um colega da escola. Chegando lá, ao me debruçar para conhecer o pequenino dormindo no berço, sua mãe, que eu havia acabado de conhecer, me disse: ‘Você viu? Ele nasceu com Síndrome de Down’”.

“Ao saber que eu era jornalista, ela me pediu ajuda para saber quem era aquele filho que havia chegado. Andaria? Casaria? Aprenderia a ler? Informações sobre síndrome de Down eram raras. Prometi ajudá-la. Naquela noite, não dormi, perplexa e envergonhada com o meu despreparo para lidar com o assunto”, completa. O fato fez com que reascendesse na jovem um “ideal de infância”, quando já compartilhava com seu pai, historiador, o desejo de ser jornalista para disseminar uma causa. “Mas, até então, nenhuma causa havia realmente me mobilizado”, comenta.

Em seguida, a profissional resolver abraçar a luta e escrever sobre o assunto no periódico, uma vez que o problema vivenciado poderia ser semelhante ao ocorrido em outros casos. A repercussão foi tão positiva que, com essa matéria, publicada em agosto de 1992, ela ganhou menção honrosa no I Prêmio Associação Médica Brasileira de Jornalismo sobre Saúde, da Associação Médica Brasileira. “Antes mesmo do prêmio e cada vez mais impressionada com o que estava descobrindo sobre o que é viver nesse planeta com uma deficiência intelectual, decidi escrever um livro, o “Muito prazer, eu existo“, lançado em 1992, e que se tornou o primeiro livro sobre síndrome de Down para leigos no Brasil, hoje um clássico com várias reedições”.

Na foto: Os Inclusos e os Sisos.

Projeto da jornalista busca inclusão social.
(Crédito: Divulgação).

Por conta do livro e do objetivo de reapresentar pessoas nascidas com síndrome de Down à sociedade, a jornalista recebeu mais de três mil cartas e centenas de telefonemas de diversos cantos do país pedindo ajuda no tratamento da questão. “Passei a dar palestras pelo Brasil e outros países, além de centenas de entrevista na mídia. Contei imediatamente com o apoio incondicional do minha família: mãe, pai, filho, filha e marido”. No entanto, com o bom trabalho desenvolvido, logo se estendeu alguns problemas que surgem a partir do momento que um projeto ganha notoriedade no contexto em que se está inserido.

Embora não tenha sofrido ameaças, acabou passando “por vários processos de exclusão”. “Mesmo com o primeiro livro sendo um sucesso, eu me sentia excluída e era criticada, pois para o senso comum era estranho ver uma jornalista especializada em síndrome de Down, deficiência, inclusão. Era como se essa especialidade, ao contrário de gastronomia, política ou futebol, não tivesse qualquer sentido ou importância. Para os meus amigos jornalistas, eu deixara de ser jornalista. Para os médicos e educadores, era uma intrusa. Para os profissionais da literatura, eu não fazia literatura.”.

Claudia diz que logo entendeu a problemática. “Quando se defende um assunto sobre o qual o nível de exclusão é muito grande, vivemos a exclusão do que defendemos”, afirma. Mesmo com o viés negativo de colegas que não apreciavam sua causa, ela continuou.

Em 1994, ela passou a escreveu sobre síndrome de Down para crianças, criando os primeiros livros infantis da literatura brasileira com personagens humanos com deficiência, como a Coleção “Meu Amigo Down” e o “Um amigo diferente?”. Segundo a jornalista, as obras passaram a ser retiradas de concursos literários “sob a alegação de que o tema deficiência não era universal, de interesse para a formação de crianças e adolescentes”.

Nada que impede ou desanima Claudia, que ainda hoje enfrenta tal modo de pensar. “Quando escrevo um livro que não é sobre inclusão, como é o caso de “Sonhos do Dia”, publicado pela WVA Editora, em 2011, e que se tornou o primeiro livro para crianças editado em sete formatos acessíveis, enfrento muita resistência de obter espaço de divulgação na área cultural ou de literatura dos meios de comunicação”. Neste caso, prevalece a ideia de que se a obra tem formatos acessíveis – o que é lei no Brasil – ele necessariamente só interessa a crianças com deficiência, e então o seu espaço de divulgação é outro, não na cultura ou literatura.

Aos poucos, a luta pela inclusão social foi deixando de ser apenas uma pauta para se tornar um objetivo de vida. A transição ocorreu a partir de algumas variáveis. “Fui aprendendo sobre a solidão e as necessidades específicas de algumas populações no Brasil, principalmente de pessoas com deficiência de populações de baixa renda. Pude testar os limites da minha profissão. Finalmente eu exercia o jornalismo com o qual sonhara desde a infância e que me mobiliza até hoje”. Para ela, todo jornalista deve ser um “agente de história”, “principalmente das histórias silenciosas, que nunca são relatadas, porque simplesmente não acontecem”.

“Como jornalista, defendo que os mais graves atos de discriminação se dão nos processos de comunicação, independentemente do conteúdo que está sendo transmitido. Todas essas ideias deram origem, em 2002, a organização da sociedade civil ‘Escola de Gente – Comunicação em Inclusão’”. A organização não governamental idealizada por Claudia surgiu em decorrência das ações produzidas tanto por especialistas de comunicação, como por ativistas na inclusão social.

A iniciativa tem como objetivo mostrar que a comunicação é uma área do conhecimento que deve ser mais bem utilizada a favor da integração de grupos em situação de vulnerabilidade na sociedade, especialmente crianças, adolescentes com deficiência. “Concebemos e realizamos projetos que envolvem a formação de jovens Oficineiros da Inclusão, Agentes de Promoção da Acessibilidade, artistas como o grupo Os Inclusos e os Sisos – Teatro de Mobilização pela Diversidade, de especialistas em políticas de comunicação, cultura, juventude, educação – sempre na perspectiva da acessibilidade, da deficiência e da inclusão”.

“Fazemos da comunicação nossa estratégia, dos direitos humanos nosso território, da juventude nosso principal agente de transformação e da infância nosso maior público beneficiário. Tudo o que fazemos é para a garantia dos direitos de todas as crianças. Todos os direitos para todas as crianças”, declara.

Nos onze anos de funcionamento, a Escola de Gente sensibilizou mais de 410 mil pessoas de 17 países das Américas, África, Oceania e Europa em torno do desenvolvimento inclusivo e sustentável. Recentemente, a entidade encerrou mais um projeto premiado que leva teatro inclusivo a comunidades com as Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) no Rio de Janeiro. “O diferencial é que além de apresentarmos um espetáculo acessível, ensinamos como se faz, discutindo conceitos como discriminação, preconceito e inclusão. Mais de 1.600 adolescentes foram sensibilizados pelo projeto, e nosso desejo é que tenha continuidade o ano que vem”.

Todavia, a área cultural sempre foi um dos focos da empreitada. Um dos trabalhos do grupo Os Inclusos e os Sisos – Teatro de Mobilização pela Diversidade, foi idealizado pela filha, a atriz Tatá Werneck, em 2003, “Ela reuniu um grupo de amigos, todos estudantes da UniRio, que passaram a receber formação continuada da Escola de Gente em temas como legislação, Direitos Humanos, acessibilidade, o que lhes deu conteúdo para a criação de esquetes e músicas sobre inclusão”.

Porquanto, todo este planejamento demanda investimentos, custos. Para se manter sustentável, a Escola de Gente possui patrocinadores de projetos sociais e culturais. “O trabalho de captação é árduo, exige muita energia, relacionamento com parceiros, transparência em todos os processos, incluindo as prestações de contas, documentação sistemática e minuciosa de todas as ações”, afirma Claudia, que está com ótimas expectativas com relação aos projetos em andamento em 2014.

* Com supervisão de Vanessa Gonçalves.

Facebook.Compartilhar no Facebook.

Twitter.Publicar no Twitter.

Arquivado em: Notícias.
Assuntos:  , , , .
Gil Porta às 10:33.
Post visitado 13492 vezes, 13 foram hoje.
« Posts mais novosPróximos Posts »

Últimos 20 posts publicados.

Saltar resumo e ir para "ESCOLHA POR ASSUNTO".

Projeto “Emoti Sounds” é plug-in que permite que deficientes visuais tenham uma experiência emotiva na leitura dos emoticons O Festival Internacional de Criatividade de Cannes divulga o seu primeiro shortlist. O projeto “Emoti Sounds”, da Artplan para Tim Live, é o único brasileiro entre os 39 selecionados pelo júri de Innovation Lions e concorre na […]

 

Descrição da imagem: Cena do documentário “Boa Noite, Solidão”: Geneton Moraes Neto entrevista o sertanejo Ginaldo José da Silva. O documentário será transmitido pela GloboNews neste sábado. O documentário “Boa noite, Solidão” será exibido pela GloboNews neste sábado, dia 16, às 21h05 e será o primeiro programa da emissora a contar com o recurso da […]

 

Tecnologia está sendo desenvolvida em Criciúma, no Sul de Santa Catarina. Elisabete Barbosa é uma das primeiras pessoas a fazer uso do Via Voz (Foto: Globo). Imagine um GPS dentro de uma biblioteca. Em vez de ruas, ele mostra os caminhos entre as prateleiras. Parece coisa do futuro, mas essa tecnologia já existe e serve […]

 

Há mais de 20 anos que a fundação beneficente “Livros Ilustrados para Crianças Cegas” publica e oferece livros com páginas musicais a crianças com deficiência visual. Entre as obras estão contos tradicionais russos e estrangeiros. Foto: Fundação de beneficência “Livros Ilustrados para Crianças Cegas Pequenas”. “Os nossos livros ajudam a criar situações em que uma […]

 

O tradutor Libras em Software Livre (VLibras) versão mobile já está disponível para ser baixado e vai ampliar o acesso das pessoas com deficiência auditiva aos meios digitais. O conjunto de aplicativos faz a tradução de conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo) para Libras, a Linguagem Brasileira de Sinais. Os softwares desenvolvidos pelo Ministério do […]

 

A área de negócios sociais Soluções em Acessibilidade, da Fundação Dorina Nowill para Cegos, lança com exclusividade o aplicativo AudiFoto. A novidade é mais uma tecnologia direcionada às empresas que desejam participar da inclusão de pessoas com deficiência em museus, exposições e locais em que as imagens são peças fundamentais para a experiência dos visitantes. […]

 

Em São Paulo, no Centro Cultural Banco do Brasil Desde 2003, o Assim Vivemos tem sua programação totalmente acessível para pessoas com deficiência visual e auditiva. Audiodescrição e legendas em português (LSE) em todas as sessões, catálogo em Braille e Interpretação em LIBRAS nos debates. No CCBB, todos os ambientes têm acesso para pessoas com […]

 

“Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência” chega a sua 7ª edição em 2015 no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (de 5 a 17 de agosto), de São Paulo (23 de setembro a 5 de outubro) e de Brasília (de 2 a 14 de março de 2016), trazendo 33 […]

 

Neste sábado, 01 de agosto, estreia mais uma peça da Oficina dos Menestréis. O trabalho deles é maravilhoso e super alto astral. Recomendo. O elenco é inclusivo: Atores e atrizes com e sem deficiência. Com audiodescrição no dia 09 e Libras no dia 16. Sobre a peça: Aldeia dos Ventos é um musical de Oswaldo […]

 

Para grande parte da população a tecnologia facilita. Para pessoas com deficiência visual a tecnologia possibilita. O projeto F123 é um software inovador, de baixo custo e alta eficiência, que possibilita o acesso à educação e à informação, favorecendo oportunidades de trabalho e a utilização de tecnologias por pessoas com deficiência visual. O F123 permite […]

 

A Fundação Dorina Nowill para Cegos tem uma nova versão para o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa em formato digital acessível Daisy – Digital Accessible Information System. O Instituto Helena Florisbal foi o parceiro para a viabilização deste projeto, que conta com a produção e disponibilização de cinco mil dicionários em português com as novas […]

 

Dança no MIS e Unlimited apresentam: MARC BREW, bailarino e coreógrafo da Escócia, na performance REMEMBER WHEN e uma residência (processo criativo aberto ao público) junto à bailarina brasileira Gisele Calazans. As atividades fazem parte do programa mensal: Dança no MIS, com curadoria de Natalia Mallo, que convida coreógrafos a escolher uma área do Museu […]

 

A ANCINE colocou em Consulta Pública, até o dia 08 de julho, Notícia Regulatória e Relatório de Análise de Impacto – AIR que discutem a implementação de ações para regulamentar a promoção da acessibilidade em salas de cinema, com disponibilização de recursos de legendagem descritiva, LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais e audiodescrição que possibilitem […]

 

Está chegando ao fim o curso de Especialização em Audiodescrição promovido pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em parceria com a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD). Em iniciativa inédita, foi possível viabilizar o primeiro curso sobre esta temática a nível de especialização no Brasil, com o principal […]

 

MARIA LUÍSA BARSANELLI. De SÃO PAULO. Em um cantinho ao lado do palco, Rafaella Sessenta, 32, alonga braços e pernas. Posiciona-se frente a uma câmera e aguarda a largada: o início de um show em tributo a Michael Jackson, realizado no domingo (31/5) em São Paulo. Rafaella é tradutora de libras (Língua Brasileira de Sinais) […]

 

O curso de Especialização em Audiodescrição promovido pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), abrirá uma segunda turma ainda este ano. Estão previstas 100 vagas a partir do segundo semestre. O curso tem o objetivo de capacitar profissionais para promover a […]

 

A AFB (American Foundation for the Blind, ou Fundação Americana para Cegos) anunciou nesta semana os nomes dos quatro homenageados que receberão o prestigioso prêmio Helen Keller na noite do dia 18 de junho, em Nova York (Estados Unidos). Estamos homenageando as realizações de indivíduos e empresas pelo sucesso na melhoria da qualidade de vida […]

 

Estão abertas as inscrições para o 7º Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes Sobre Deficiência. Ficha de inscrição e regulamento, acesse: www.assimvivemos.com.br Em 2015, o Festival Assim Vivemos chega à sua 7ª edição. É com enorme alegria que iniciamos mais uma busca pelos melhores filmes produzidos no mundo sobre o tema da pessoa com […]

 

A diretora da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicações do TRT5 (Setic), Cláudia Jorge, participou da primeira reunião da Comissão Permanente de Acessibilidade do sistema Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT) em 2015, na última terça-feira (14/4). A comissão tem como objetivo principal propor medidas para facilitar o acesso de pessoas com […]

 

É hora de deixar de observar apenas a obrigação legal da contratação de pessoas com deficiência física e analisar os ganhos econômicos e sociais da inclusão Silvia Torikachvili. Observando os exemplos mencionados ao longo da reportagem, percebe-se que, quando as empresas decidirem contratar talentos em lugar de deficiências, elas entrarão para o melhor dos mundos. […]

 

 

 

Os posts mais visitados hoje.

  1. O que é Inclusão Escolar? (110 visitas)
  2. Dúvidas sobre a aposentadoria especial para pessoa com deficiência (43 visitas)
  3. Luta por direitos mudou vida de irmãs anãs (21 visitas)
  4. AUDIFOTO – Novidade tecnológica para incluir pessoas com deficiência (19 visitas)
  5. Marta Gil (19 visitas)
  6. Isenção de pedágio da Linha Amarela para idosos e pessoas com deficiência. (19 visitas)
  7. Mineiros com deficiência reclamam por mais audiodescrição (19 visitas)
  8. GT W3C Acessibilidade (18 visitas)
  9. TST, CNJ e CSJT firmam compromisso para ampliar a acessibilidade ao PJe-JT (18 visitas)
  10. 7º FESTIVAL ASSIM VIVEMOS TERÁ 33 FILMES DE 20 PAÍSES EXIBIDOS NO CCBB (17 visitas)
Bengala Legal.

eXTReMe Tracker