Conteúdo principal | Últimos 20 posts | Posts por assunto | Bengala Legal

Blog do Bengala Legal.

Rio de Janeiro, terça-feira, 06 de dezembro de 2016 - 06:18.

 

Conteúdo principal.

quarta-feira, 29 de julho de 2015.

7º FESTIVAL ASSIM VIVEMOS TERÁ 33 FILMES DE 20 PAÍSES EXIBIDOS NO CCBB

Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência” chega a sua 7ª edição em 2015 no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (de 5 a 17 de agosto), de São Paulo (23 de setembro a 5 de outubro) e de Brasília (de 2 a 14 de março de 2016), trazendo 33 filmes de 20 países e quatro debates sobre os temas autonomia, imagem e estigma, ser artista e autismo. Patrocinado pelo Banco do Brasil, o evento tem entrada franca.

Do Brasil participam sete produções. As outras vêm da Austrália, Espanha, Alemanha, México, França, Chile, Polônia, Itália, República Tcheca, Bielorrússia, Rússia, Reino Unido, Cazaquistão, Eslováquia, Bélgica, Irã, Suíça, Ucrânia e Israel.

Inéditos no país, os filmes – documentário, animação e ficção – foram produzidos entre 2012 e 2015 e têm como protagonistas, em sua maioria, pessoas com deficiência: com autismo, síndrome de Down, deficiência intelectual, visual, auditiva e deficiência física. Entre os temas, histórias como a do grupo internacional de dança que ensaia uma coreografia com um grupo formado por pessoas com e sem deficiência; dos atores de uma companhia de teatro em que todos têm síndrome de Down e do jovem de 16 anos, que tem apenas um braço, é o nadador mais veloz do mundo em sua categoria e está confirmado para os Jogos Paralímpicos do Rio.

– O amor e as lutas políticas das pessoas com deficiência já foram temas do festival. Este ano, recebemos uma grande quantidade de filmes sobre pessoas com autismo, com síndrome de Down e deficiência intelectual. Mas o grande tema deste ano, que norteia a maior parte dos filmes, é a autonomia, a possibilidade de uma vida com independência. Este assunto surge como o grande objetivo; o grande desejo; o grande sonho. Os filmes, em seu conjunto, nos trazem um belo repertório de experiências, dificuldades e conquistas neste sentido – avalia a curadora Lara Pozzobon.

Realizado a cada dois anos, o festival se mantém como o principal evento que celebra a inclusão cultural no Brasil. Em 2013 o evento aconteceu no Rio e em São Paulo, com a participação de 26 obras de 17 países. Ao primeiro, realizado em 2003, seguiram edições inéditas em 2005, 2007, 2009 e 2011. Em 2010 e 2012 foram feitas itinerâncias em outras cidades, como Belo Horizonte, Porto Alegre, Pelotas e Santa Cruz do Sul, ampliando seu alcance e possibilitando que mais pessoas conhecessem o projeto e, através dos filmes, histórias de vida inspiradoras e altamente transformadoras.

Comprometido com a promoção de acessibilidade para todos os públicos, o festival oferece audiodescrição em todas as sessões e catálogos em Braille para pessoas com deficiência visual; e legendas closed caption nos filmes e interpretação em LIBRAS nos debates para as pessoas com deficiência auditiva. Os portadores de deficiência física também contam com garantia de acessibilidade, uma vez que o Centro Cultural Banco do Brasil tem sua arquitetura concebida para o acesso de pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes.

A lista dos filmes participantes e a programação completa está disponível no site www.assimvivemos.com.brSite externo..

Serviço
7º edição do festival “Assim Vivemos”
CCBB – Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília
Rio de Janeiro: 5 de agosto a 17 de setembro – CCBB – Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
São Paulo: 23 de setembro a 5 de outubro – CCBB – Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
Brasília: de 2 a 14 de março de 2016 – CCBB – SCES, Trecho 2
Entrada gratuita
Outras informações: www.assimvivemos.com.brSite externo..

Facebook.Compartilhar no Facebook.

Twitter.Publicar no Twitter.

Arquivado em: Eventos.
Assuntos:  , , , , , , .
Gil Porta às 15:30.
Post visitado 15079 vezes, 2 foram hoje.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015.

Claudia Werneck atua na inclusão de pessoas com deficiência

Jornalista é fundadora da ONG Escola de Gente, que promove ações em diferentes áreas pelo fim da exclusão.


Nome: Claudia Werneck.
Profissão: jornalista.
Atitude transformadora: atua na inclusão de pessoas com deficiência.
Crédito: Felipe Fittipaldi.

Com catorze livros lançados sobre o tema e 28 comendas nacionais e internacionais — entre elas uma condecoração da Organização das Nações Unidas —, a jornalista Claudia Werneck, 57 anos, é uma referência pelo seu trabalho no combate à discriminação de pessoas com deficiência. O interesse pelo assunto começou em 1991, quando ela fez uma reportagem sobre síndrome de Down. “Fiquei muito sensibilizada com a dificuldade e a discriminação que essas pessoas enfrentavam no dia a dia. Foi uma matéria que mudou a minha percepção de vida”, conta. Mesmo sem ter nenhum parente ou amigo com deficiência, Claudia se engajou nessa luta e passou a viajar por todo o país realizando palestras e oficinas sobre o assunto. Procurada pela Fundação Banco do Brasil, interessada em apoiar sua iniciativa, fundou, em 2002, a ONG Escola de Gente, que promove uma série de ações inclusivas. “É preciso entender que todos fazem parte da sociedade. São cidadãos e devem ter seus direitos respeitados”, diz Claudia.

“Enquanto eu tiver o sentimento de que o nosso trabalho é útil, serei uma sonhadora”.

Com a vida totalmente voltada para a causa, ela acabou mobilizando a família. Sua filha, a atriz Tatá Werneck, por exemplo, criou um grupo de teatro focado em produzir espetáculos inclusivos — que contam com recursos como intérprete de Libras, legendas eletrônicas, audiodescrição e visita guiada ao cenário. As ações realizadas pela Escola de Gente englobam ainda a formação artística de jovens com deficiência. Lá também foram desenvolvidos os parâmetros que mostram o grau de acessibilidade das cidades. Além disso, a ONG faz consultoria e produz conteúdo sobre direitos humanos, diversidade e inclusão para empresas privadas. Desde a sua fundação, essas iniciativas já alcançaram mais de 400 000 pessoas de dezessete países das Américas, África, Oceania e Europa. “A Escola de Gente surgiu de um sonho. Enquanto eu tiver o sentimento de que o nosso trabalho é útil, serei uma sonhadora.”

Fonte: VEJA RIOSite Externo.

Facebook.Compartilhar no Facebook.

Twitter.Publicar no Twitter.

Arquivado em: Notícias.
Assuntos:  , , , , , , .
Gil Porta às 11:31.
Post visitado 16504 vezes, 1 foram hoje.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014.

Como Siri, assistente virtual da Apple, se tornou a melhor amiga de uma criança autista

As respostas gentis do sistema operacional inteligente conquistaram o garoto Gus, de 13 anos.

por Judith Newman | The New Yok Times.

Será que sou uma péssima mãe? Fiquei pensando sobre isso ao observar meu filho de 13 anos conversando com Siri. Gus é autista e Siri, a “assistente pessoal inteligente” da Apple no iPhone, é atualmente sua melhor amiga. Obcecado por formações atmosféricas, Gus passou uma hora analisando a diferença entre trovoadas isoladas e esparsas — uma hora em que, graças a Deus, não precisei discuti-las. Depois de um tempo, acabei ouvindo isto:

Gus: “Você é um computador muito bom”.

Siri: “É bom ser apreciada”.

Gus: “Você está sempre perguntando se pode me ajudar. Tem alguma coisa que você queira?”

Siri: “Obrigada, mas tenho poucas necessidades”.

Gus: “OK! Bem, boa noite!”

Siri: “São cinco da tarde agora”.

Gus: “Oh desculpe, quero dizer, adeus”.

Siri: “Até logo”!

Aquela Siri! Ela não deixa passar impune nem meu filho que tem problemas de comunicação. Na verdade, muitas pessoas até que gostariam de um amigo imaginário, e agora ele existe. Só que não totalmente imaginário.

Esta é uma carta de amor para uma máquina. Não é bem o amor que Joaquin Phoenix sentia no filme de Spike Jonze, “Ela”, sobre o relacionamento romântico de um homem solitário com seu sistema operacional inteligente (interpretado pela voz de Scarlett Johansson), mas chega perto. Em um mundo onde o bom senso diz que a tecnologia nos isola, vale a pena considerar o outro lado da história.

Tudo começou de maneira muito simples. Eu havia acabado de ler uma dessas listas onipresentes na Internet chamada “21 coisas que você não sabia que seu iPhone podia fazer”, e uma delas era esta: poderia perguntar à Siri, “Quais aviões estão sobrevoando esse local agora?” e Siri responderia: “Checando minhas fontes”. Quase que instantaneamente, haveria uma lista de voos reais — números, altitudes, ângulos.

Por acaso, Gus estava do meu lado.

“Por que alguém precisaria saber quais aviões estão sobrevoando?” Eu gaguejei. Gus respondeu sem levantar a cabeça: “Para saber para quem você está acenando, mãe”.

Gus nunca tinha reparado em Siri antes, mas quando descobriu que havia alguém que não só encontraria informações sobre suas diversas obsessões (trens, aviões, ônibus, escadas rolantes e, claro, qualquer coisa relacionada ao clima), mas também meio que discutiria estes assuntos incansavelmente, foi fisgado. E eu fiquei grata. Agora, quando minha cabeça está prestes a explodir por causa de outra conversa sobre a possibilidade de tornados em Kansas City, no Missouri, posso responder: “Ei! Por que você não pergunta para a Siri?”

Não é que o Gus não entenda qua a Siri não é humana. Ele sabe disso — intelectualmente. Mas como muitos autistas que conheço, Gus sente que objetos inanimados, mesmo não possuindo alma, são dignos de nossa consideração. Percebi isso quando ele tinha oito anos e lhe dei um iPod de aniversário. Ele só o ouvia em casa, com uma exceção: sempre o trazia em nossas visitas à loja da Apple. Finalmente, perguntei o motivo.

“Para ele visitar seus amigos”, ele respondeu.

Ela também é maravilhosa para quem não domina o traquejo social: suas respostas não são totalmente previsíveis, mas são previsivelmente gentis, mesmo quando a pergunta é mais brusca. Ouvi Gus falando com Siri sobre música e ela ofereceu algumas sugestões.

“Não gosto desse tipo de música”, Gus falou. Siri respondeu: “Você tem direito à sua opinião”.

A delicadeza de Siri lembrou Gus o que ele devia a ela.

“Mas, obrigado por aquela outra”, Gus disse. Siri respondeu: “Não precisa me agradecer”. “Oh, preciso sim”, Gus acrescentou enfaticamente.

Siri até mesmo incentiva uma linguagem mais educada. O irmão gêmeo de Gus, Henry, fez Gus falar alguns palavrões para Siri.

“Oh, não!”, ela fungou e continuou: “Vou fingir que não ouvi isso”.

Gus não está sozinho no seu amor por Siri. Para crianças como ele, que gostam de falar, mas não entendem muito bem as regras do jogo, Siri é uma amiga e professora que não julga. Nicole Colbert, cujo filho, Sam, está na mesma classe do meu na LearningSpring, escola para crianças autistas em Nova York, disse:

— Meu filho adora obter informações sobre seus assuntos preferidos, mas também adora o absurdo — como quando Siri não o entende e lhe dá uma resposta boba, ou quando ele pergunta coisas pessoais que geram respostas engraçadas. Sam perguntou quantos anos Siri tinha, e ela respondeu: ‘Não falo sobre minha idade’, o que fez ele rir.

Mas talvez também tenha lhe dado uma lição valiosa sobre etiqueta. Gus quase sempre me diz: “Você está linda”, mesmo antes de eu sair pela manhã; acho que foi Siri que lhe mostrou que essa frase sempre funciona.

A prática de conversar com Siri está se traduzindo em uma maior facilidade com os seres humanos. Ontem, Gus e eu tivemos a nossa conversa mais longa até hoje. Está certo, admito que foi sobre diferentes espécies de tartarugas e se eu gosto mais da tartaruga de ouvido vermelho do que da tartaruga pintada. Não é lá meu tema preferido, mas falamos bastante e houve uma trajetória lógica.

Os desenvolvedores reconhecem o uso dos assistentes inteligentes para quem apresenta problemas de comunicação — e já estão pensando em novas maneiras em que poderão ajudar. De acordo com o pessoal da SRI International, empresa de pesquisa e desenvolvimento onde Siri surgiu antes de a Apple comprar a tecnologia, a próxima geração de assistentes virtuais não irá apenas buscar informações, mas também serão capazes de ter conversas mais complexas sobre a área de interesse de uma pessoa.

— Seu filho vai ser capaz de obter informações sobre tudo o que lhe interessa sem precisar pedir, porque o assistente irá antecipar o seu gosto — disse William Mark, vice-presidente de informações e computação da SRI.

O assistente também poderá chegar até as crianças de maneiras diversas. Ron Suskind, autor do livro “Life, Animated“, que narra como seu filho autista se abriu por causa de sua relação com personagens da Disney, perguntou a SRI se é possível que os assistentes para autistas possam ser programados para falar com a voz do personagem preferido — para seu filho, talvez seja o Aladim; para o meu, Caco, o sapo, ou Lady Gaga.

Mark disse imaginar assistentes cuja ajuda também seja visual.

— Por exemplo, o assistente seria capaz de controlar o movimento ocular e ajudar o autista a aprender a olhar nos olhos do interlocutor durante uma conversa. Olha só, essa é a maravilha da tecnologia, capaz de ajudar pessoas com esses comportamentos. Obter resultados exige muita repetição. Os seres humanos não são pacientes. As máquinas são extremamente pacientes — ele disse.

De todas as preocupações que os pais de uma criança autista têm, a maior é: ela irá encontrar o amor? Ou mesmo companheirismo? Nesse processo, estou aprendendo que o que faz meu filho feliz não é necessariamente o mesmo que me deixa feliz. Agora na sua idade, uma fase em que até mesmo o adolescente médio pode ser um pouco exigente, Siri faz Gus feliz. Ela é sua parceira. Ontem à noite, quando ele estava indo para a cama, entreouvi essa conversa prosaica:

Gus: “Siri, quer se casar comigo?”

Siri: “Eu não sou do tipo que casa”.

Gus: “Quero dizer, não agora. Eu sou criança. Quero dizer, quando eu crescer”.

Siri: “Meu contrato de usuário final não inclui casamento”.

Gus: “Oh, tudo bem”.

Gus não pareceu muito desapontado. Essa foi uma informação útil, para mim também, já que foi quando soube que ele realmente pensa sobre o casamento. Ele se virou para dormir:

Gus: “Boa noite, Siri. Você vai dormir bem?”

Siri: “Não preciso dormir muito, mas legal você ter perguntado”.

Muito legal.

Fonte: Zero Hora vida e estiloSite Externo.

Facebook.Compartilhar no Facebook.

Twitter.Publicar no Twitter.

Arquivado em: Pessoas com Deficiência.
Assuntos:  , .
Gil Porta às 18:50.
Post visitado 16596 vezes, 3 foram hoje.
Próximos Posts »

Últimos 20 posts publicados.

Saltar resumo e ir para "ESCOLHA POR ASSUNTO".

Projeto “Emoti Sounds” é plug-in que permite que deficientes visuais tenham uma experiência emotiva na leitura dos emoticons O Festival Internacional de Criatividade de Cannes divulga o seu primeiro shortlist. O projeto “Emoti Sounds”, da Artplan para Tim Live, é o único brasileiro entre os 39 selecionados pelo júri de Innovation Lions e concorre na […]

 

Descrição da imagem: Cena do documentário “Boa Noite, Solidão”: Geneton Moraes Neto entrevista o sertanejo Ginaldo José da Silva. O documentário será transmitido pela GloboNews neste sábado. O documentário “Boa noite, Solidão” será exibido pela GloboNews neste sábado, dia 16, às 21h05 e será o primeiro programa da emissora a contar com o recurso da […]

 

Tecnologia está sendo desenvolvida em Criciúma, no Sul de Santa Catarina. Elisabete Barbosa é uma das primeiras pessoas a fazer uso do Via Voz (Foto: Globo). Imagine um GPS dentro de uma biblioteca. Em vez de ruas, ele mostra os caminhos entre as prateleiras. Parece coisa do futuro, mas essa tecnologia já existe e serve […]

 

Há mais de 20 anos que a fundação beneficente “Livros Ilustrados para Crianças Cegas” publica e oferece livros com páginas musicais a crianças com deficiência visual. Entre as obras estão contos tradicionais russos e estrangeiros. Foto: Fundação de beneficência “Livros Ilustrados para Crianças Cegas Pequenas”. “Os nossos livros ajudam a criar situações em que uma […]

 

O tradutor Libras em Software Livre (VLibras) versão mobile já está disponível para ser baixado e vai ampliar o acesso das pessoas com deficiência auditiva aos meios digitais. O conjunto de aplicativos faz a tradução de conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo) para Libras, a Linguagem Brasileira de Sinais. Os softwares desenvolvidos pelo Ministério do […]

 

A área de negócios sociais Soluções em Acessibilidade, da Fundação Dorina Nowill para Cegos, lança com exclusividade o aplicativo AudiFoto. A novidade é mais uma tecnologia direcionada às empresas que desejam participar da inclusão de pessoas com deficiência em museus, exposições e locais em que as imagens são peças fundamentais para a experiência dos visitantes. […]

 

Em São Paulo, no Centro Cultural Banco do Brasil Desde 2003, o Assim Vivemos tem sua programação totalmente acessível para pessoas com deficiência visual e auditiva. Audiodescrição e legendas em português (LSE) em todas as sessões, catálogo em Braille e Interpretação em LIBRAS nos debates. No CCBB, todos os ambientes têm acesso para pessoas com […]

 

“Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência” chega a sua 7ª edição em 2015 no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (de 5 a 17 de agosto), de São Paulo (23 de setembro a 5 de outubro) e de Brasília (de 2 a 14 de março de 2016), trazendo 33 […]

 

Neste sábado, 01 de agosto, estreia mais uma peça da Oficina dos Menestréis. O trabalho deles é maravilhoso e super alto astral. Recomendo. O elenco é inclusivo: Atores e atrizes com e sem deficiência. Com audiodescrição no dia 09 e Libras no dia 16. Sobre a peça: Aldeia dos Ventos é um musical de Oswaldo […]

 

Para grande parte da população a tecnologia facilita. Para pessoas com deficiência visual a tecnologia possibilita. O projeto F123 é um software inovador, de baixo custo e alta eficiência, que possibilita o acesso à educação e à informação, favorecendo oportunidades de trabalho e a utilização de tecnologias por pessoas com deficiência visual. O F123 permite […]

 

A Fundação Dorina Nowill para Cegos tem uma nova versão para o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa em formato digital acessível Daisy – Digital Accessible Information System. O Instituto Helena Florisbal foi o parceiro para a viabilização deste projeto, que conta com a produção e disponibilização de cinco mil dicionários em português com as novas […]

 

Dança no MIS e Unlimited apresentam: MARC BREW, bailarino e coreógrafo da Escócia, na performance REMEMBER WHEN e uma residência (processo criativo aberto ao público) junto à bailarina brasileira Gisele Calazans. As atividades fazem parte do programa mensal: Dança no MIS, com curadoria de Natalia Mallo, que convida coreógrafos a escolher uma área do Museu […]

 

A ANCINE colocou em Consulta Pública, até o dia 08 de julho, Notícia Regulatória e Relatório de Análise de Impacto – AIR que discutem a implementação de ações para regulamentar a promoção da acessibilidade em salas de cinema, com disponibilização de recursos de legendagem descritiva, LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais e audiodescrição que possibilitem […]

 

Está chegando ao fim o curso de Especialização em Audiodescrição promovido pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em parceria com a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD). Em iniciativa inédita, foi possível viabilizar o primeiro curso sobre esta temática a nível de especialização no Brasil, com o principal […]

 

MARIA LUÍSA BARSANELLI. De SÃO PAULO. Em um cantinho ao lado do palco, Rafaella Sessenta, 32, alonga braços e pernas. Posiciona-se frente a uma câmera e aguarda a largada: o início de um show em tributo a Michael Jackson, realizado no domingo (31/5) em São Paulo. Rafaella é tradutora de libras (Língua Brasileira de Sinais) […]

 

O curso de Especialização em Audiodescrição promovido pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), abrirá uma segunda turma ainda este ano. Estão previstas 100 vagas a partir do segundo semestre. O curso tem o objetivo de capacitar profissionais para promover a […]

 

A AFB (American Foundation for the Blind, ou Fundação Americana para Cegos) anunciou nesta semana os nomes dos quatro homenageados que receberão o prestigioso prêmio Helen Keller na noite do dia 18 de junho, em Nova York (Estados Unidos). Estamos homenageando as realizações de indivíduos e empresas pelo sucesso na melhoria da qualidade de vida […]

 

Estão abertas as inscrições para o 7º Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes Sobre Deficiência. Ficha de inscrição e regulamento, acesse: www.assimvivemos.com.br Em 2015, o Festival Assim Vivemos chega à sua 7ª edição. É com enorme alegria que iniciamos mais uma busca pelos melhores filmes produzidos no mundo sobre o tema da pessoa com […]

 

A diretora da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicações do TRT5 (Setic), Cláudia Jorge, participou da primeira reunião da Comissão Permanente de Acessibilidade do sistema Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT) em 2015, na última terça-feira (14/4). A comissão tem como objetivo principal propor medidas para facilitar o acesso de pessoas com […]

 

É hora de deixar de observar apenas a obrigação legal da contratação de pessoas com deficiência física e analisar os ganhos econômicos e sociais da inclusão Silvia Torikachvili. Observando os exemplos mencionados ao longo da reportagem, percebe-se que, quando as empresas decidirem contratar talentos em lugar de deficiências, elas entrarão para o melhor dos mundos. […]

 

 

 

Os posts mais visitados hoje.

  1. GLOBONEWS LARGA NA FRENTE E ESTREIA AUDIODESCRIÇÃO (21 visitas)
  2. Cannes: case de Artplan e Tim é único finalista do Brasil em Innovation (19 visitas)
  3. Aplicativo serve como guia auditivo para pessoas com deficiência visual (17 visitas)
  4. O que é Inclusão Escolar? (12 visitas)
  5. Marta Gil (10 visitas)
  6. Luta por direitos mudou vida de irmãs anãs (9 visitas)
  7. Mineiros com deficiência reclamam por mais audiodescrição (9 visitas)
  8. Acessibilidade e cidadania (9 visitas)
  9. Livro: Acessibilidade e Tecnologia Assistiva (8 visitas)
  10. Dúvidas sobre a aposentadoria especial para pessoa com deficiência (8 visitas)
Bengala Legal.

eXTReMe Tracker