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Rio de Janeiro, domingo, 25 de setembro de 2016 - 18:57.

 

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012.

Prefeitura de São Paulo ANUNCIA serviço de Equoterapia.

Método terapêutico que utiliza o movimento do cavalo para reabilitar pessoas com comprometimento físico, psíquico e intelectual passa a ser incluído nos serviços oferecidos pela prefeitura da cidade de São Paulo.

Será inaugurado, dia 3 de fevereiro, hoje, sexta-feira, às 10 horas, o serviço de Equoterapia, oferecido gratuitamente pela Prefeitura de São Paulo. Voltado ao atendimento de pessoas com deficiência, este novo serviço é resultado da parceria entre as Secretarias Municipais da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED) e da Saúde (SMS), para estabelecer convênios com instituições que adotam esse método terapêutico.

O primeiro convênio foi firmado com o Centro Social Nossa Senhora da Penha (CENHA), localizado no Tatuapé – onde será realizada a cerimônia de inauguração do serviço, que contará com a presença dos Secretários Marcos Belizário (SMPED) e Januário Montone (SMS) – e gradualmente, o serviço será ampliado para outros pontos da cidade.

Indicações.

Considerada uma das formas mais eficazes para reabilitação de pacientes com problemas motores – distrofias, esclerose múltipla, seqüelas de paralisia cerebral, AVC, entre outros – a equoterapia também traz bons resultados no aumento da autoestima, autoconfiança, qualidade de vida e sociabilização das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

Até agora, todo paciente que necessitava desse recurso terapêutico tinha de recorrer obrigatoriamente a serviços privados. Estima-se que 4 mil pessoas aguardem hoje uma chance de iniciar esse tipo de tratamento.

Cerimônia de Inauguração dos Serviços de Equoterapia

Dia: 3 de fevereiro de 2012 (sexta-feira)
Horário: 10 horas
Local: Centro Social Nossa Senhora da Penha
Rua Francisco Bueno, 384, Tatuapé, São Paulo-SP.
Tel.: 3913-4070 / 4071 / 4073
Cel.: 5413-6293 / 7243-2388
smcardona@prefeitura.sp.gov.br.
sogodoy@prefeitura.sp.gov.br
claudiajesus@prefeitura.sp.gov.br

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segunda-feira, 28 de novembro de 2011.

Correndo atrás da CNH – Projeto difícil mas não impossível.

Adriana Lage comenta sobre o simulador existente no DETRAN de Belo Horizonte que permite à pessoa com deficiência física testar sua capacidade para dirigir um veículo.

Adriana Lage.

Essa semana foi rica em assuntos ligados às pessoas com deficiência. Podemos destacar a excelente performance do Brasil no Parapan e o lançamento do Viver Sem Limites. Como a semana foi bem corrida e estou atolada de tanto serviço, vou deixar para comentar sobre esses assuntos mais tarde. Hoje vou falar sobre um cadinho sobre a obtenção da minha CNH.

Imagem de uma CNH com o símbolo internacional das pessoas com deficiência no lugar da foto.Sempre tive vontade de tirar minha CNH – Carteira Nacional de Habilitação. Trata-se de um sonho ainda bem distante de ser realizado. Mas, de forma alguma, impossível! Como possuo fraqueza muscular e comprometimento motor na vértebra C5, não consigo ganhar força por nada desse mundo. Podem acreditar: não consigo girar o volante do carro utilizando apenas uma das mãos.

As pessoas com deficiência, em Minas Gerais, devem sempre buscar as informações na Comissão de Exames Especiais, localizada na Rua Bernardo Guimarães, 1468. O site do DETRAN contém todas as orientações. Em 2003, fui ao DETRAN de Belo Horizonte em busca da minha CNH. Lá existe um simulador muito legal. Na época, o atendente me garantiu que eu conseguiria girar o volante e não utilizei o simulador. Fiz os exames previstos, prova de legislação e, com tudo certinho, fiquei na fila de espera da autoescola. Na época, apenas uma autoescola possuía um carro com as adaptações que necessito: direção hidráulica, câmbio automático, freio e acelerador manuais e pomo no volante. Quando fiz minha primeira aula de direção, o instrutor ficou bobo quando não consegui fazer um giro completo no volante. Estava na Avenida dos Andradas, que é toda plana, e não consegui fazer um retorno. Achei legal a postura do instrutor. Ele me orientou fazer fisioterapias e só depois retornar para um novo teste. Dito isso, procurei uma fisioterapeuta e peguei pesado na malhação do braço.

Nesse meio tempo, consegui uma promoção no banco e passei a trabalhar oito horas por dia. Como a fisioterapia não estava me rendendo mais força nos braços, decidi dar um tempo e continuar apenas com os exercícios em casa. Comecei a nadar em 2007 e retomei minhas atividades com uma fisioterapeuta em maio do ano passado. Sinceramente, sinto que melhorei muito desde que intensifiquei a natação e a fisioterapia. Mas não consigo ganhar força mesmo! Minha neurologista do Sarah me confirmou que a lesão medular que tive matou justamente o pedaço dos neurônios que me permitem ganhar força.

No final de agosto desse ano, resolvi recomeçar minha busca pela CNH. Para evitar novas frustrações e gasto de dinheiro, antes de fazer exame médico e psicotécnico, procurei a Comissão de Exames Especiais. Fiquei encantada com o atendimento recebido. Estava bem vazio no dia em que fui lá. Esperei os instrutores voltarem do almoço e logo fui ao simulador. Se não me engano, foi uma doação da FIAT para o Governo de Minas há uns anos atrás. O simulador permite à pessoa com deficiência testar como seria dirigir um carro de verdade. Os instrutores foram extremamente simpáticos e educados. Testei o pomo de três pontas e o de duas pontas. Infelizmente, ainda não consigo girar o volante. Já estava indo embora, quando um dos instrutores, ao ver um movimento que fiz conversando – tenho mania de gesticular, ainda mais quando fico ansiosa ou estressada – resolveu fazer novos testes. Ele me disse que nunca viu um caso como o meu. É estranho ser tetraplégica, realizar alguns movimentos com os braços e mãos que são incomuns para pessoas tetra e não conseguir girar o volante. Não vou negar que fiquei triste. Quando os instrutores me disseram para não desanimar e me contaram a história de um deficiente que, desde seus 18 anos correu atrás da CNH e, finalmente, aos 53 anos, conseguiu obtê-la, meus olhos encheram. Quase arrumei um chororô. Os dois ficaram emocionados.

Dessa tentativa, aprendi algumas coisas:

– No meu caso, só conseguiria dirigir se pudesse utilizar um volante menor ou mais baixo.

– Outra possibilidade seria dirigir o carro através de um joystick. Essa tecnologia está em uso na Europa, mas, segundo me disseram, ainda não está disponível no Brasil. Podem imaginar o custo disso!

– Caso Deus queira e um dia consiga dirigir, o DETRAN permite que o cadeirante dirija o veículo em sua própria cadeira de rodas. Dá pra se adaptar, por exemplo, um Doblô ou Kangoo, para que o cadeirante entre pela parte de trás do carro e vá para o lugar do motorista sem sair da sua cadeira de rodas. Só essas adaptações, aqui em BH, saem, no mínimo, por R$ 40.000,00. O custo é alto, mas vale a independência que trará a uma pessoa tetraplégica por exemplo.

– Recomendo que os mineiros com deficiência mais severa procurem a Comissão Especial de Exames antes de começarem os exames. Vale a pena testar o simulador e ter uma idéia antes de gastar tempo e dinheiro.

Eu me surpreendi com o atendimento recebido na Comissão de Exames Especiais. Não esperava um atendimento tão humanizado! Eles fizeram questão de me motivar e deixaram as portas abertas para que eu faça novos testes no simulador assim que me sentir apta.

DETRAN MG
https://wwws.detrannet.mg.gov.br/detran/SolicitaServico.asp?IdServico=57Site Externo..

Fonte: Blog do BHLegal.netSite Externo..

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011.

Proseando sobre sexualidade com Leandro Portella.

Um bate papo informal entre Adriana Lage e Leandro Portella sobre a sexualidade dos lesados medulares e as dificuldades encontradas por tetraplégicos.

Adriana Lage.

Considero a internet uma das maiores invenções da humanidade. A quebra das fronteiras físicas e culturais nos permite viajar por mundos bem diversos, conhecer pessoas novas, ter contato com novas realidades e compartilhar conhecimentos. Como tudo nessa vida, é preciso um cadinho de maldade e atenção para separar coisas boas das ruins, assim como pessoas relevantes daquelas que não acrescentarão nada à nossa existência. Tem muito lixo por aí. Em uma dessas viagens virtuais tive o prazer de conhecer melhor o Leandro Portella. Já conhecia seu blog e era fã da sua história. Ele ministrará um curso sobre a Sexualidade dos Lesados Medulares no final do mês. Como considero esse assunto bem interessante e ainda pouco divulgado, nós dois resolvemos fazer uma parceria transformando nosso bate papo informal em informação.

Imagem: Logomarca do site Ser Lesado.Leandro é uma daquelas pessoas que mexem com a gente. Tem 30 anos, é tetraplégico, trabalha com vendas e é blogueiro. Impossível ser indiferente a esse exemplo de superação. Afinal, não é pra qualquer um ter sua vida modificada da noite pro dia e tirar dessa experiência uma lição de vida. Já imaginaram o quanto deve ser difícil ser ‘andante’ e, num piscar de olhos, mover apenas dos ombros pra cima? Mas não vou exagerar muito nos elogios para que o moço não fique muito convencido! Vamos ao bate papo:

Adriana Lage: Há quanto tempo é deficiente? Como se tornou deficiente?

Leandro Portella: Há 12 anos, tive uma lesão medular por mergulho em água rasa.

A.L.: Há quanto tempo escreve? De onde surgiu a ideia para criar o blog Ser Lesado?

L.P.: Desde 2009, sempre tive vontade de ajudar outros lesados e o Blog foi o meio mais rápido e acessível.

A.L.: Fabiano Puhlman, em seu livro Revolução Sexual sobre Rodas, aborda brilhantemente a questão do tornar-se deficiente. Normalmente, a pessoa passa por algumas fases até aceitar a situação e continuar vivendo de forma plena. Como foi esse seu período de transição?

L.P.: Geralmente isso ocorre durante 1 ano, mas por ter uma lesão alta, foram 2 anos de luta e adaptação.

A.L.: Você tem comprometimento motor na C3. O que isso significa na prática? Quais suas principais limitações?

L.P.: Sou tetraplégico completo, só movimento dos ombros para cima e sou dependente do respirador para dormir! As dificuldades são inúmeras, mas ser dependente é o mais difícil.

A.L.: Quem te ajuda nas atividades do dia a dia? Possui cuidador? Se sim, quanto gasta com ele?

L.P.: Família e cuidador. O custo é alto e varia dependendo da cidade e do número de horas trabalhadas. Há 4 meses estou com Home Care pago pelo Estado. O processo demorou 1 ano. Quem se interessar eu passo o contato do advogado.

A.L.: As tecnologias assistivas têm facilitado bastante a vida das pessoas com deficiência. Quais delas você utiliza?

L.P.: Uso um comando de voz gratuito que se chama MOTRIX. Ele me dá total autonomia para utilizar o computador.

A.L.: Como as pessoas lidam com sua deficiência? Sofre preconceito? Se sim, cite alguns exemplos.

L.P.: Nunca sofri preconceito, acho que também pela minha postura diante a deficiência!

A.L.: Muitas pessoas desconhecem as limitações de um tetraplégico. Por exemplo, tem muita gente que pensa que todo cadeirante tem força nos braços. Eu mesma não imaginei que você digitava com a boca! Quais dicas você daria para as pessoas interagirem com um tetra que não mexe os braços, já que a falta de conhecimento leva ao preconceito?

L.P.: Apenas respeitar o limite do outro e na duvida é só perguntar para o Tetra!

A.L.: Sabemos que quando se trata de lesão medular, cada caso é um caso. Vivemos em uma sociedade machista na qual o poder fálico é bem valorizado. Os homens, independente da deficiência, morrem de medo de perder esse poder. Hoje em dia, temos várias técnicas que auxiliam os lesados medulares a recuperarem sua vida sexual. No final do mês, você ministrará, em Sorocaba/SP, um curso sobre a sexualidade dos lesados medulares. Poderia nos contar um pouquinho do que será visto no curso?

L.P.: O curso será dia 29/10/11 e abordará os temas: anatomia, aspectos clínicos e reabilitação da lesão medular, anatomia urogenital, cateterismo vesical, disfunção sexual, disfunção erétil e o depoimento da vida sexual de um tetraplégico. O curso terá certificado e valerá como hora extra curricular.

A.L.: Já que citou o cateterismo vesical, do que se trata? Como você lida com isso?

L.P.: É a passagem de sonda para esvaziar a bexiga; procedimento importante antes de ter relação sexual. Já adaptado, lido bem!

A.L.: Você enfrenta preconceitos para arrumar uma parceira? Como lida com sua sexualidade? É possível sentir/dar prazer?

L.P.: Algumas mulheres têm receio, medo, talvez por falta de informação. Lido super bem: aprendi a sentir prazer. É diferente, mas muito bom!

A.L.: Há um tempo atrás, quando voltei a acreditar em contos de fadas e estava me relacionando com um tetra C5, pesquisei sobre a viabilidade das relações sexuais entre pessoas com grande comprometimento físico. Pode ser um pouquinho mais complicado, mas querendo, pra tudo se dá um jeito. Afinal, não dizem por aí que nossa região mais erógena é o cérebro? Tudo passa por ele: tesão, amor, orgasmo… Quais posições sexuais você indicaria para alguém que deseja se relacionar com um tetra?

L.P.: Para o homem tetraplégico, não dá para variar muito: sempre com a parceira por cima. Em breve saberei novas, pois comprei o livro “Silla Sutra”…(risos)

A.L.: Homens com lesão medular podem ter filhos? É possível ter ereção? É possível controlá-la?

L.P.: É possível sim. Tenho ereção reflexa (que é dependente do estimulo tátil) e a ereção involuntária (que não controlo). Filho também é possível, mas como não ejaculo, precisarei de uma orientação médica para fazer a coleta do esperma. A ereção não controlo, porém a sintonia com parceira faz a relação ficar satisfatória “demais da conta” para ambos.

A.L.: Qual a primeira coisa que vem à sua cabeça quando pensa em:

A.L.: deficiência.
L.P.: Superação.

A.L.: sexo.
L.P.: cumplicidade.

A.L.: preconceito.
L.P.: inaceitável.

A.L.: Não é fácil ser deficiente em nosso país. Imagine então ser tetraplégico C3. Leandro, você é um grande exemplo para nós. Uma das características que mais admiro em você é sua disposição para o trabalho. Seu blog, com certeza, ajuda muitas outras pessoas com deficiência. Disseminando o conhecimento, você contribui de forma proativa para a minimização dos preconceitos. Qual mensagem deixaria para os leitores?

L.P.: Acho que essa frase diz tudo que penso: “Quando sua realidade muda, seus sonhos não precisam mudar.” (Johnnie Walker).

O curso a ser ministrado pelo Leandro será de grande valia para lesados medulares e seus pares. É sempre bom relembrar que conhecimento não ocupa espaço e, além de tudo, serve para quebrar preconceitos. Conversando com Leandro, podemos notar que a deficiência nunca é impedimento para uma vida sexual ativa e saudável. Pra tudo se dá um jeitinho. E isso vale para homens e mulheres.

Desejo ao Leandro, boa sorte no curso, muita saúde e força pra continuar brilhando por aí. Não se esqueça que me deve um conto e um autógrafo! E mais, não deixe de compartilhar com seus leitores as novidades e resultados do curso.

As inscrições para o curso Lesão Medular: Reabilitação e Sexualidade podem ser feitas no endereço: http://serlesado.com.br/?p=2990Site Externo. . Não deixem de conferir várias matérias legais no blog Ser Lesado (www.serlesado.com.brSite Externo.).

E não é só isso: quem curtir o blog Ser Lesado no facebookSite Externo. concorrerá a uma camiseta!

Fonte: Rede SACISite Externo.

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