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Rio de Janeiro, domingo, 21 de setembro de 2014 - 00:01.

 

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sexta-feira, 12 de setembro de 2014.

Ele só pode piscar os olhos e, ainda assim, dá aulas na UFJF

Rayder Bragon.
Do UOL, em Belo Horizonte.

Vanderlei Corradini Lima.

Vanderlei Corradini Lima, 53, é portador da esclerose lateral amiotrófica (ELA)

O médico e professor Vanderlei Corradini Lima, 53 anos, é portador da esclerose lateral amiotrófica (ELA)Site Externo., com sintomas diagnosticados em 2010. Mesmo tendo que conviver com as extremas limitações físicas impostas pela enfermidade, ele reencontrou a felicidade de continuar na profissão ao ser convidado para ministrar aulas na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), localizada na cidade de Juiz de Fora a 278 km de Belo Horizonte.

Nos últimos meses, pessoas famosas passaram a encarar o “desafio do balde de gelo” como maneira de atrair atenção para a enfermidade. Há também o mote de o desafiado fazer uma doação em dinheiro a uma instituição que trata pacientes com a ELA.

“A doença me tirou muita coisa, não falo, não ando, não como, não saio de cima de uma cama, mas não tirou minha capacidade de servir e enfim ser feliz”, descreveu Lima ao UOL em entrevista concedida por e-mail. Ele afirmou ter conseguido trabalhar até julho de 2011. Atualmente, ele vive com a mulher e dois filhos na cidade de São Sebastião do Paraíso, cidade no sul de Minas Gerais e distante 400 km da capital mineira.

Há três semestres, o profissional atua como professor convidado, no curso de medicina da universidade, e no qual interage a distância com alunos do 2º período na disciplina fisiologia médica, que aborda tópicos de neurofisiologia.

Ele dispõe de computador munido de um programa e um leitor infravermelho que captam os movimentos dos globos oculares, que não foram afetados pela doença. Por meio de um mouse e um teclado virtual ele consegue interagir com a máquina e utilizá-la normalmente.

“Há uma página específica no site da universidade com uma plataforma virtual de ensino a distância. Cada semana um novo caso clínico é discutido entre professores, monitores e alunos”, disse referindo-se à plataforma utilizada para ensino a distância (Moodle). Segundo ele, o retorno dado pelos alunos foi considerado positivo.

“Meu intuito sempre foi de agregar à disciplina uma visão prática e humanista, gerando um ensino mais próximo da realidade que irão enfrentar. O retorno positivo foi confirmado pela participação dos alunos. Especificamente em relação ao caso clínico da ELA podemos aproveitar ao máximo, já que eles tinham a visão de um paciente e um médico na discussão”, disse.

Ele participa dos fóruns de discussão online promovidos por meio da plataforma abordando aspectos práticos e psicobiossociais dos casos discutidos, além de responder a questionamentos feitos pelos universitários do curso.

Vanderlei Corradini Lima.
Bem humorado, ele enviou esta foto para ilustrar a reportagem sobre sua experiência como professor no curso de medicina da UFJF.

Experiência.
Responsável pelo convite feito ao médico, a professora Carla Malaguti, que ministra aulas de fisiologia no curso de medicina da UFJF, disse ter visto que Lima postava mensagens nas redes sociais. Assim, ela vislumbrou uma maneira de trazer a experiência do médico para seus alunos.

“Como ministro aulas de neurofisiologia no curso de medicina, na qual são abordados o funcionamento do sistema nervoso, bem como as disfunções neurológicas como a ELA, imaginei que com a experiência do doutor Vanderlei, enquanto médico e sua vivência como paciente vítima dessa doença, seria muito oportuno e produtivo incorporá-lo nas discussões de casos clínicos”, informou.

A professora afirmou ter tido o respaldo dos diretores do curso e disse que a interação entre os alunos e Lima é um “exemplo a ser seguido”.

“Ele trouxe a riqueza das suas experiências profissionais, argumentando, apimentando e desafiando os acadêmicos a buscarem respostas muitas vezes não encontradas em livros ou artigos. Os alunos ficaram mais interessados, curiosos e motivados no saber ao lidar com um caso real de uma doença debilitante como a ELA através de uma nova tecnologia de comunicação”, contou.

Carla Malguti confidenciou que há planos de utilizar o conhecimento de Lima nos cursos de fisioterapia e psicologia.

“A história do doutor Vanderlei mostra como pessoas limitadas por aspectos físicos podem romper fronteiras e se manterem produtivas, pois além de poderem contribuir com a sociedade, podem também manter parte da satisfação com a vida ao se sentirem úteis”, salientou. Carla disse que a divulgação da doença é importante para mobilizar a sociedade com a arrecadação de fundos que permitam pesquisas para tentar encontrar a cura da doença ou minorar os efeitos dela nos portadores.

Escritor.
“Minha história talvez seja diferente da maioria dos pacientes, pelo fato de ser médico, eu mesmo fiz o diagnóstico clínico, e, após a confirmação, preparei minha vida e minha família para tudo que iria enfrentar. Nessa situação é fundamental a aceitação”, disse.

Recentemente, ele escreveu um livro, no qual aborda a doença, e se prepara para a confecção de outro. “Na verdade, o que deu origem ao livro EU E ELAS, foram as várias conversas pelas redes sociais, onde percebi que esperavam de mim um médico de almas. Assim pude servir e ser útil, minha verdadeira vocação, escrevendo crônicas”, avaliou. O título faz referência a sua experiência com a medicina, a música e a doença. O próximo livro, segundo ele, terá o título de “O Médico de Pijamas e suas Estórias”.

Fonte: UOL EducaçãoSite Externo..

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Gil Porta às 13:40.
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terça-feira, 12 de agosto de 2014.

A Educação Inclusiva avança no Brasil

A Educação Inclusiva avança no Brasil: Cursos, livros e palestras oferecem apoios na formação de professores.

Otimista com o processo da Educação Inclusiva, o especialista na área e educador Emílio Figueira fala sobre o desenvolvimento e formação de professores na contribuição de uma educação para todos.

Dados recentes da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), mostram que no mundo, as pessoas com deficiência estão entre os grupos de maior risco de exclusão escolar. Segundo o último Censo Populacional (IBGE, 2010), o Brasil têm 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que representa 23,9% da população. A maioria das crianças e adolescentes com deficiência já estuda em escolas regulares. Em 2013, 77% (648 mil) das matrículas de alunos com deficiência estavam em classes comuns.

Professor Emílio Figueira. É um número expressivo, mas que ainda gera muitas expectativas e desafios quando o assunto é Educação Inclusiva. “Sou bastante otimista com relação à ela. Fico muito bravo quando alguém diz que nada mudou com relação às pessoas com deficiência. Mudou sim, e para melhor”, diz professor e psicólogo educacional Emílio Figueira (44). “A Educação Inclusiva é uma delas. Claro, muita coisa precisa ser melhorada, aperfeiçoada. Temos relatos de casos que deram errados. Mas também temos muitos relatos de sucesso. Tudo é uma questão de processo. E processos precisam respeitar etapas. Assim como as questões que envolvem pessoas com deficiência são culturais, precisam de tempo para mudanças de mentalidades!”, conclui o educador.

Considerado uma referência em Educação Inclusiva no país, Figueira é autor de livros como “O que é Educação Inclusiva”, “Conversando sobre educação inclusiva com a família”, “A deficiência dialogando com a arte”, “Psicologia e pessoas com deficiência”, “Caminhando em silêncio: uma introdução à trajetória das pessoas com deficiência na história do Brasil”, dentre outros.

Para Figueira, sendo “um processo em que se amplia a participação de todos os estudantes nos estabelecimentos de ensino regular, a Educação Inclusiva é uma reestruturação da cultura, da prática e das políticas vivenciadas nas escolas de modo que estas respondam à diversidade de alunos. É uma abordagem humanística, democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades, tendo como objetivos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos”.

Sua história é um misto de experiências próprias e atividades profissionais em prol de pessoas com deficiência. Figueira nasceu com uma deficiência motora, paralisia cerebral, que compromete a fala e movimentos. Muito cedo nos anos 70 foi para a AACD numa época onde a reabilitação ainda estava no início no Brasil. E isto fez toda a diferença em sua vida. Foram nove anos de muitas terapias e estímulos que renderam a sua autonomia. Graças ao tratamento e motivação que recebeu na AACD, mesmo tendo muitas coisas contra como uma sociedade ainda segregadora, optou por estudar. Foi jornalista em vários meios de comunicação nos anos 80 e 90. Formou-se em psicologia e em teologia, fazendo em seguida cinco pós-graduações e um doutorado em psicanálise. Hoje está concluindo doutorado em teologia, exerce várias atividades, tem 49 livros e 88 artigos científicos publicados no Brasil e exterior, textos montados no teatro.

Em uma entrevista exclusiva, o professor observou: “A Educação Inclusiva atenta a diversidade inerente à espécie humana, busca perceber e atender as necessidades educativas especiais de todos os sujeitos-alunos, em salas de aulas comuns, em um sistema regular de ensino, de forma a promover a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal de todos. Uma prática pedagógica coletiva, multifacetada, dinâmica e flexível requer mudanças significativas na estrutura e no funcionamento das escolas, na formação humana dos professores e nas relações família-escola, resultando em uma força transformadora, apontando para uma sociedade inclusiva”.

Curso e Palestras.

Especializado e apaixonado pela modalidade da educação a distancia, Emilio Figueira está comemorando cinco anos ministrando cursos online de Educação Inclusiva. Nesse período teve como alunos em fase de graduação ou especialização, mestrandos, doutorandos, professores, diretores, pedagogos, psicólogos, psicopedagogos e pessoas em geral. O educador aborda em suas aulas as bases históricas, as legislações e conceitos básicos da Educação Inclusiva, as características de cada tipo de aluno com necessidades educacionais especiais e as dicas pedagógicas para cada um, elaborar as estratégias pedagogias e executá-las na elaboração e andamento de uma sala de aula inclusiva e serem agentes multiplicador do conceito e filosofia da Educação Inclusiva. Seu principal curso é de 180 horas e totalmente online pela UNICEAD, com certificado de aperfeiçoamento profissional aceito por várias escolas, concursos públicos e prefeituras como pontos e/ou plano de carreira de funcionários e educadores.

Superando suas próprias limitações, nos últimos quatro anos, Figueira tem viajado sempre sozinho por vários Estados brasileiros, cidades, ministrando palestras sobre “As pessoas com deficiência na era da inclusão escolar e social” em escolas, universidades, clubes, entidades, instituições, ao mais variado público. São mais de 38 palestras ministradas onde de maneira multimídia o autor fala um pouco da história das pessoas com deficiência no Brasil, os três momentos pedagógicos voltados aos educandos com necessidades educacionais especiais, a ansiedade no processo de Educação Inclusiva, o desenvolvimento global do aluno e os efeitos positivos das deficiências e pontos para uma boa Educação Inclusiva.

Na palestra “Pessoas com Deficiência e Suas Interações no Mercado de Trabalho”, com uma abordagem um pouco diferente do convencional, Emílio Figueira destaca que uma inclusão no mercado de trabalho dependerá também de uma boa convivência no ambiente profissional. Se o empregador e funcionários com ou sem deficiência se atentar para esse detalhe, mais que as metas produtivas, as interações sociais serão experiências enriquecedoras para todos os envolvidos no ambiente. Surgirão as aprendizagens mútuas entre todos os envolvidos no processo.

MAIS INFORMAÇÕES:
Professor Emílio Figueirawww.emiliofigueira.com.brSite Externo..
UNICEADwww.unicead.com.brSite Externo..

Fonte: Dino – Visibilidade OnlineSite Externo..

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Gil Porta às 10:14.
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sexta-feira, 8 de agosto de 2014.

Reflexão sobre o que falta e a mudança de mentalidade

A reflexão abaixo é uma resposta do MAQ para o Ernesto Luiz Muniz Moreira, que na época (2012) era Presidente do CVI Floripa, dia 23 de junho de 2012. Essa resposta foi enviada para diversas listas de discussão, das quais MAQ era um participante ativo e muitas vezes polêmico.
MAQ tinha recebido o Prêmio Web para Todos, em primeiro lugar.
Em minha opinião, ela continua atual.

Marta Gil.


De: MAQ <maq@bengalalegal.com>.
Data: 23 de junho de 2012.
Assunto: [acessibilidade] Re: [MVIBRASIL] MAQ VENCE EM PRIMEIRO LUGAR O PRÊMIO WEB PARA TODOS
Para: MVIBRASIL@yahoogrupos.com.br.
Cc: MVI Brasil <mvibrasil@yahoogrupos.com.br>, acessodigital@googlegroups.com, TV Acessível <tvacessivel@yahoogrupos.com.br>, acessibilidade <acessibilidade@yahoogrupos.com.br>.

Oi novamente Ernesto, boa tarde.

Tudo, realmente, é uma questão de “ponto de vista”. Para mim, por exemplo, se existe 95% de sites para ainda serem feitos com acessibilidade na web, conforme divulgação do W3C e CGI é porque existem também 5% já feitos. Não podemos pensar só no que não conquistamos ainda, a não ser como meta.

A questão maior não é os 5% feitos e os 95% não feitos. A principal questão é a mudança de mentalidade. No Paraná, por exemplo, são 30% feitos e 70% por fazer e, para a média brasileira dar 5% X 95% é porque existem estados com menos de 5%.

Mas como os números são meros reflexos da mentalidade posta em ação, isso significa que, como no ano anterior a essa pesquisa de 2011, a média brasileira era de 2,5%, isso significa que em um ano 2010/2011, tivemos o dobro de sites acessíveis. Se pensarmos que temos milhões de sites no Brasil, não estou falando de milhares, estou falando de milhões, dependendo da qualidade dos acessíveis isso passa a ser significativo, mesmo que muito pouco ainda.

Somos da época passada do impossível… e agora estamos na época do provável. Não nos basta, por outro lado, reclamarmos, temos de começar a fazer. Não estou me dirigindo especificamente a você, mas a todos nós. Fico feliz e triste, ao mesmo tempo, quando sou convidado a dar palestras em universidades e percebo o nível de desconhecimento que aqueles estudantes têm a respeito de acessibilidade e que quando começo a falar de técnicas de acessibilidade, como se espantam por estar ouvindo de uma pessoa cega aquilo que desconhecem ou que apenas ouviram falar.

Quando falo de iPhone e afirmo que são acessíveis, aqueles iPhones que compraram na loja como eu, que qualquer pessoa pode fazê-lo falar por onde estão passando na tela… correm espantados para seus próprios iPhones, iPads e iPods e ficam boquiabertos em perceber que os aparelhos que têm na mão são acessíveis e seus sites não!

Nossa inclusão que, teoricamente, é a sociedade nos incluindo dentro dela mesma, precisa de algo fundamental, que mostremos a ela que estamos preparados para isso, que isso é possível, concreto, definitivo. Que não são ETs que entram em seus mundos, são pessoas como eles. Mas ainda existem eles e nós e não venham me dizer que a responsabilidade disso é só da sociedade preconceituosa e desconhecedora de nossa humanidade, nós mesmos ainda não nos educamos para sermos iguais, ainda nos juntamos em guetos que muitas vezes reclamam de acessibilidade em seus vários níveis, mas que utilizam essa mesma acessibilidade, não para estarem entre todos, mas para estarem acessivelmente em seus guetos. E é nessa cultura que vivemos e nos sentimos confortáveis. Dar um passo fora para o mundo, requer coragem, aceitação de nossos próprios limites e diferenças, a ponto de que, com eles, sejamos iguais na diferença, não iguais a nós mesmos, mas iguais a todos, esse todos ampliado que é nosso ideal.

Enquanto continuarmos com essa cultura, com essa intimidade única com nossas diferenças, seremos mais diferentes que iguais e essas diferenças serão sempre maiores que nossos corpos, nossos sentidos, nossas mentes e nossos limites estão encravados no que pensamos de nós mesmos.

Por tudo isso é que penso que 5% de sites acessíveis estão na medida não somente do que a sociedade pensa de nós, mas no que nós pensamos de nós mesmos. A saída disso é a educação e acreditarmos em nossa capacidade, é nós próprios nos vermos como iguais, porque, simplesmente, somos iguais.

Alguns de nós não falam, alguns de nós são capazes de, ao tomar um sorvete, errar a boca e batê-lo na testa, alguns de nós derrubam a comida para fora do prato, alguns de nós têm seus corpos todos distorcidos e bem fora do comum, alguns de nós são bem baixos, outros não tem um ou mais de um membro, alguns de nós falam por sinais, outros observam nossas bocas e expressão, outros andam com vasilhas guardando urina, outros saquinhos guardando fezes, uns tem dificuldade de comunicação com o mundo, outros não falam bem, uns usam muletas para andar e outros andam em camas… somos todos iguais a todos os seres humanos do mundo, precisando ou não de ajuda, de tecnologias, de coisas que comumente a maioria não precisa. Ainda assim somos iguais, iguais na diferença, iguais na igualdade…
Mas na mentalidade, caso não acreditemos nisso, seremos então pessoas especiais, mas especiais no pior sentido, o da pena, da desconsideração, da anomalia.

E todos, inclusive nós próprios, estão aí para nos dizer isso, caso não nos apropriemos de nossa sanidade, de nossa loucura e nos deseducarmos de todos os limites que aprendemos a ter. Conscientes de nossa igualdade, aí sim, podemos reivindicar o que precisamos para a igualdade, mesmo que para isso precisemos só do olhar do outro e, mais que esse olhar, o nosso próprio a nós mesmos.

Como um paraplégico vê um cego? Como um surdo vê um camarada com síndrome de Down? Como um surdo que se comunica por sinais vê o outro que é oralizado? Temos preconceitos enormes entre nós mesmos e queremos a todo custo que a sociedade não os tenha conosco. É risível.

Assim, Ernesto, 5% refletem o seu trabalho, o meu trabalho, o trabalho de muitos aqui… porque, na verdade, nós e a sociedade em geral somos apenas 5% dos que acreditam e fazem por isso. Precisamos de nos reeducar. Só falta a sociedade acreditar mais na gente que nós mesmos!

Desculpem-me os erros de português e concordâncias… também preciso me reeducar nesse sentido! (risos).

Abraços acessíveis do MAQ.

***
Bengala Legal – Cegos, Inclusão e Acessibilidade: www.bengalalegal.com.
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***
P. S.: Você está recebendo um e-mail de uma pessoa cega. Isto é inclusão digital! Comemore conosco.
Uma sociedade inclusiva é aquela que reconhece, respeita e valoriza a diversidade humana.
MAQ – Rio de Janeiro – CEL: (21) 9912-0000.
***

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Gil Porta às 12:22.
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