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Rio de Janeiro, domingo, 04 de dezembro de 2016 - 18:23.

 

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quarta-feira, 15 de julho de 2009.

Chat do dia 5/07/2009 – Programa Assim Vivemos – Convenção, Estatuto e Criminalização.

Programa Assim Vivemos – TV Brasil
Bem-vindos!

Programa Assim Vivemos
TV Brasil – 05/julho/2009.
Chat – complemento do programa – 19 horas
Entrevistada: Flavia Maria de Paiva Vital.
Entrevistador: Marco Antonio de Queiroz – MAQ.

.MAQ Entra na conversação (op1)
MAQ: Boa noite a todos!
Jean: Boa!
Flavia. Boas!
Ireuda. boa noite MAQ
*.Sala E aberta para debates (por Jean)
MAQ: Ainda faltam 10 minutos para começarmos.
MAQ: Aproveitem para ir ao banheiro, beber água, falar com o visinho, xingar a namorada etc…
Fernando: aiai…
.Lui Entra na conversação
.Léo Entra na conversação
.Beatriz Entra na conversação
Léo(pvt). estamos nos últimos programas da série, né?
.Nina Entra na conversação
.Carmen Entra na conversação
.Lara Entra na conversação

MAQ: Boa noite a todos. Como em todas as semanas, começamos nosso chat com uma entrevista e, logo após, abrimos para que todos possam expressar suas opiniões a respeito do programa ou fazer suas perguntas à entrevistada.
MAQ: Nossa entrevistada de hoje é Flavia Maria de Paiva Vital, militante na luta pelos direitos das pessoas com deficiência, presidente do Centro de Vida Independente AN (SP) e pessoa com síndrome pós-pólio. Boa noite Flavia.
.Edu Entra na conversação
Lui(pvt). centro de vida independente???
Flavia. Boa noite MAQ, boa noite a todos.
.Fernanda Entra na conversação
MAQ: Flavia, o que é Síndrome pós-pólio?

Flavia. A SPP é causada pelo excesso de uso dos músculos por volta de 35 anos depois da pessoa ter tido paralisia infantil, o que causa fadiga incontrolável, fraqueza muscular, dores musculares e de juntas, desordem do sono, maior sensibilidade ao frio e à dor, bem como dificuldade para engolir e respirar.
Lara(pvt). Ah! mesmo assim, a nossa querida Flávia fuma como uma chaminé!

MAQ: Flavia, como é que você atua na militância da luta pelos direitos da pessoa com deficiência?

Flavia. Minha contribuição está em Colaborar na atualização da legislação sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e incentivar políticas públicas voltadas ao fomento da Vida Independente, através da educação inclusiva, comunicação, moradia acessível e disponível, transporte, cuidados com saúde, meio ambiente sem barreiras e tecnologia assistiva; (continua)
Flavia. Trocar informações entre nós mesmos, entre outras pessoas e a comunidade, através da Internet, e-mail, teleconferência e vídeo-conferência, fax, telefone ou qualquer tipo de comunicação para compartilhar nosso conhecimento, especialização e idéias uns com os outros; e construir parcerias com organizações nacionais e internacionais que tratem da questão da deficiência para promover Vida Independente.

MAQ: Flavia, nosso personalidade da semana é uma família cujos pais são surdos e que se comunicam com língua de sinais.
Que percebe dessa comunicação alternativa?

Flavia. A importância da comunicação para uma inclusão efetiva. Daí a necessidade de investimentos mais expressivos em pesquisas de tecnologias que propiciem a comunicação de todos,. mesmo daqueles com severas seqüelas.
.Bezerra Entra na conversação

MAQ: Flavia, que você destaca do filme e do conjunto “Os Amaciantes”?

Flavia. O trabalho em grupo de pessoas com deficiência intelectual e pessoas sem deficiência, onde todos participam e decidem. A expressão artística de cada um se adequando e crescendo em conjunto.
Flavia. Adorei o filme.

MAQ: Faz a gente sentir a maior emoção com o “Poseidon”, né?
Flavia. Titanic. Mais do que isso, é uma verdadeira lição de administração.

MAQ: (risos pela troca do nome do navio). Flavia, como está a legislação que abrange os direitos das pessoas com deficiência no Brasil?

Flavia. Com a ratificação pelo Brasil da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, temos pela frente um árduo trabalho de atualizar a nossa legislação, para que a mesma não desconsidere nenhum dos direitos previstos na Convenção. Esta atualização deve ser feita com a colaboração das pessoas com deficiência, que devem conhecer seus direitos e deveres. Creio ser este nosso maior desafio. (Continua).
Flavia. Temos na Câmara Federal o Estatuto da Pessoa com deficiência, que considero um retrocesso na luta pela inclusão e no Senado o PL 112/2006, nenhuma das duas
matérias nasceram da vontade das pessoas com deficiência. Além destas, no Congresso Nacional, Senado e Câmara, existem quase quinhentas matérias de assuntos ligados às pessoas com deficiência. Uma verdadeira “festa do arroz doce”.
.Jonatas Entra na conversação

MAQ: Flavia, o que é Vida Independente? Pergunto isso porque a OCIP que você é presidente chama-se Centro de Vida Independente.

Flavia. No início da década de 70, surgiu nos Estados Unidos , e, depois, em outros países, um movimento social cujos princípios foram levantados pelas próprias pessoas com deficiências severas, que não aceitavam mais ficar à margem da sociedade e à mercê das instituições, especialistas e familiares, que decidiam tudo por elas. (Continua).
Flavia. Nesse momento, iniciou-se um movimento internacional de Vida Independente, no qual a palavra independente significava não-dependente da autoridade institucional e familiar. Na década de 80, particularmente no Ano Internacional das Pessoas Deficientes (1981), surge um outro movimento internacional, o de luta pelos direitos das pessoas com deficiência. (Continua)
Flavia. Esses dois movimentos produziram uma tendência mundial voltada para a implementação daqueles direitos, a fim de consolidar a equiparação de oportunidades para pessoas com deficiência, de modo não-paternalista e não-autoritário. (continua).
Flavia. O movimento de Vida Independente veio provar que a pessoa com deficiência tem capacidade plena para administrar seus interesses e obrigações com independência, fazer suas escolhas e tomar decisões sobre o que é melhor para elas, e exigirem o direito de assim fazê-lo.

MAQ: Flavia, abriremos o chat agora, para que todos que queiram perguntar mais possam fazê-lo. De agora em diante, todos seremos entrevistados e entrevistadores, ok?

Flavia. Está ótimo!

MAQ: Sintam-se à vontade para perguntar qualquer coisa ou mesmo para expressar opinião sobre o programa de hoje!
*.Sala E aberta (por Fernando)


Diniz. olá Flávia! te conheci em SP no encontro Dosvox mas já havia falado contigo no skype antes. tenho por ti grande admiração e respeito.
Léo. flávia, como é a sua circulação pela cidade?
Beatriz. Flávia, como analisa o papel das instituições na vida da pessoa deficiente?
Lui. Escuto frequentemente alucinações sonoras. Vc podia me explicar algo sobre isso?

Flavia. Obrigada Diniz. Beatriz, depende da Instituição.
Flavia. Léo, é muito difícil. Ando com cadeira de rodas e moro em São Paulo! Já viu. Mas, trabalho no centro que é bastante acessível
Léo. também sou cadeirante. sei como é.

Flavia. Alucinações sonoras????
Lui. sim.

Beatriz. Flávia, como os projetos não nos representam e, em certa medida, são um retrocesso, não seria o caso de as categorias se unirem para elaborar projetos de lei?
MAQ: Mas as “categorias”, que você quer dizer, grupos de pessoas com deficiências diversas, se reúnem justamente em entidades como os Centros de Vida Independente.
Flavia. Beatriz é o que precisamos, com urgência!
Diniz. Vamos legislar galera!
Beatriz. Penso que se as categorias reivindicarem o que precisam, vai ficar mais fácil, ou menos difícil, não? Na realidade atual, o que atende a alguns, pode, inclusive, prejudicar a outros grupos. Concorda?
Flavia. Diniz, se não fizermos isto, perderemos os nossos direitos adquiridos.
Flavia. Concordo Beatriz, por isso temos que fazer uma ampla discussão.

Léo. Flávia, você dirige seu próprio carro ou usa os táxis acessíveis?
Léo. eu uso os táxis.
Flavia. Léo, uso o taxi acessível.
Léo. eu também, Flávia.
Léo. já conheço todos os taxistas.
Léo. já fiz matérias sobre o táxi para a folha online.
Flavia. Quero ler!
Léo. procura na busca do folha online meu nome (Leonardo Feder). aí vc vai ver um vídeo tb que fizemos

Diniz. Flávia, o que prevê o estatuto do deficiente, por exemplo, que podemos considerar retrocesso?
Diniz. eu gostaria de ampliar minha consciência jurídica em relação ao que é retrocesso e o que seria avanço.
MAQ: para pessoas que lutam pela igualdade de oportunidades, um estatuto empresta às pessoas com deficiência um status especial. Somente crianças e terceira idade tem estatutos… queremos leis comuns, ordinárias, não especiais, entende?
Flavia. Diniz, ele é assistencialista demais, e nossa legislação já está mais adiantada que ele.
Diniz. Compreendo
Beatriz. Faz todo o sentido essa ampla discussão.
Beatriz. Concordo com você, MAQ.
Lui. burocracia, questão de diferenças de raças, etnia, etc. Um assunto para doutora Flavia!
MAQ: quem pensa em vida independente acha que temos que nós mesmos de pensar e defender nossas causas, mas de forma inclusiva e não especial, assistencialista, de cima para baixo. O estatuto não foi criado por nós, não nos dá independência etc… já leu algum estatuto?
Diniz. já li mas ainda não tive a oportunidade de ler o projeto que está na câmara.
Beatriz. Isso mesmo, MAQ, o Estatuto não nos representa.
Diniz. então vocês tipo odeiam o Paulo Paim?
Diniz. eu gostava dele…
Beatriz. Flávia, eu costumo brincar entre amigos, o que precisamos é de projetos como rampas que atendam aos cadeirantes, mas que não derrubem o cego pela berada, entende o que quero dizer?
Flavia. Beatriz, por isso os projetos tem que ser feitos pelos princípios do desenho universal.

Léo. para que a prefeitura resolva colocar todas as calçadas acessíveis, falta prioridade no uso do orçamento municipal ou é um problema legislativo?
Flavia. Léo, os dois. A calçada é de cuido do proprietário do imóvel. Ao mesmo tempo, temos calçadas em entornos de prédios públicos que estão em péssimo estado de conservação.
Beatriz. Isso mesmo, Flávia.
Léo. como então resolver esse problema da acessibilidade?
Flavia. A acessibilidade tem que contemplar a todos. O Desenho Universal é para isso.

MAQ: são 3 os projetos de estatutos que estão no senado e câmara, todos assistencialistas. Mas a questão não são se ele são bons ou não, a questão é que são estatutos… Só tem estatuto quem é criança ou pessoa de terceira idade. Se você se considera um cidadão igual, com direitos e deveres, porque estatuto?
Diniz. considero-me um cidadão com limitações, por isso ainda não tinha caído a ficha…
MAQ. Pois é, Diniz, mas iguais na diferença, não?
Lui. assim espanta, “poxa” de estatuto!
Flavia. Diniz, direitos humanos não pode ter donos e nem partidos.
Beatriz. Precisamos apresentar um projeto nosso e unificado em categorias urgentemente.
Léo, é importante nos unirmos a outras pessoas que tenham o mesmo ideal.

Lui. podemos falar sobre estados alterados da mente agora Dra. Flavia?
MAQ: pode Lui, mas não é o tema do programa de hoje, certo? O amigo assistiu o programa de hoje?
MAQ: Lui, o amigo sofre de alucinações?
Lui(pvt). tratamento respeitável de Dra. Flavia.
MAQ: Lui, o amigo tem alguma síndrome de transtorno psíquico?
Lui(pvt). tenho 38 anos sou de SSA-BA e admiro muito os psicanalistas de bom grado
Lui(pvt). faço análise e tenho acompanhamento psiquiátrico
Lui. sou músico, poeta, compositor, desenhista, projetista…
Lui(pvt). Desconcertista
Lui. Concretista

Flavia. Temos que falar na criminalização da discriminação com a pessoa com deficiência.
Léo. nao é crime previsto em lei?
Léo. pensei que se enquadrasse em racismo, sei lá
Flavia. Não! Só por jurisprudência. Temos que exigir isto de imediato.
Beatriz. É crime, mas tem gente que age de forma velada, o que é ainda pior, não acham?
Flavia. Beatriz, este é o pior preconceito.
Beatriz. É mesmo e o que mais acontece, não?
Léo. é mesmo.

Beatriz. Flávia, como acha que o deficiente deve agir para fazer a família entender que ele é capaz e tem direito de escolher o seu destino?
Flavia. Beatriz, um dos serviços mais precários no Brasil é o apoio às famílias. Então, temos que lutar praticamente sozinhos.
MAQ: Temos de lutar sozinhos, primeiro para aprender a nos virar sozinhos.
Beatriz. Não seria o caso de criar um serviço de apoio e conscientização das famílias?
Flavia. Mas, procure conhecer mais sobre Vida Independente.
Beatriz. OK, farei isso.
Léo. eu também
Léo. tem site?
Flavia. Visite o site www.cvi.org.brSite Externo.

Jonatas. Algum de vocês participou da Oficina de Indicação de Políticas Públicas de Cultura para Pessoas com deficiência em Outubro do Ano passado aqui no Rio?
MAQ: Sim, eu estive lá no evento do Ministério da Cultura, e falei sobre a audiodescrição, além de dizer ao chefe de políticas públicas do ministério que tinha na gaveta dele em Brasília 10 mil assinaturas do livro acessível… você estava lá?
Jonatas. MAQ, estive lá sim. Perguntei por ter sido uma iniciativa de unir pessoas com deficiência para ouvi-las
MAQ: sim, mas lá foi uma iniciativa do governo e não nossa, de pessoas com deficiência… e foi de entidades ligadas ao ministério… Eu entrei de penetra no evento.
Jonatas. Hahaha Vc foi com a Lara, certo?
Jonatas. MAQ, Tudo é válido se servir para que efetivamente as leis sejam respeitadas, não?
Flavia. Jonatas, as leis só serão cumpridas quando cobrarmos sua efetivação.
Beatriz. Se a gente não partir para a luta, eles assumem as rédeas de nossa existência e não nos deixam fazer nada.
Léo. boa, Beatriz
MAQ: Beatriz, antigamente somente as famílias lutavam por nós, agora, com a vida independente, nós lutamos por nós… bem, esse agora para mim é desde 1978, quando fiquei cego, pois minha família queria que eu ficasse em casa sem fazer nada…
Beatriz. Vou visitar o Site, Flávia.

Flavia. Lui, não entendo de alucinações, mas creio que elas existem.
Lui. vou sair, volto na px semana, thank you!
MAQ: Lui, desculpe-nos qualquer coisa, volte sempre… precisamos saber mais de alucinações e das coisas que te atingem para podermos, de alguma forma, ajudá-lo, ok?
Lui Sai da conversação

.Lucio Entra na conversação
Lucio. Já acabou o chat?
Jean: não
MAQ: Oi Lúcio, seja bem-vindo!
Lucio. Não deu pra entrar mais cedo.. Oi MAQ, vim em busca da minha cadeira cativa…
Lucio. E a Flavia está por aí? Vocês estão deixando ela falar?
Beatriz. Oi Lúcio, que bom que voltou!
MAQ: Lúcio, estávamos falando da Convenção e de Vida Independente!

Léo. mas o executivo não pode tomar as rédeas do processo? vai confiar no poder legislativo? o mais corrupto?
Flavia. Leo, temos que fazer incidência com os parlamentares. Do jeito que coloca, seria uma ditadura.
Léo. mas o executivo pode pressionar o legislativo, não?
Léo. tem sempre mecanismos, não tem? medida provisória, sei lá
MAQ: O executivo está podendo até fazer coisas demais, como adiar a lei da audiodescrição para nós! (e justamente através de portarias)
Léo. mas se o executivo, sob nossas rédeas de contribuinte, aplicar mais dinheiro do orçamento nas nossas causas… é questão de prioridade de políticas públicas.

Beatriz. Flávia, é pergunta pessoal mesmo: o que é mais difícil como cadeirante? Para mim, como cega, o mais difícil é andar sozinha de bengala em lugares que não conheço e ainda sujeita a pessoas estranhas.
Flavia. Beatriz, para mim foi adaptar a minha casa a minha possibilidade de uso.

Lara. Boa noite Flávia, olá pessoal. Sobre aquela oficina de Indicação de Políticas Públicas de Cultura para Pessoas com deficiência em Outubro do Ano passado aqui no Rio, entendo o seguinte:
Lara. como o Jonatas disse, a oficina foi organizada por pessoas do governo, mas quem elaborou as sugestões que ficaram registradas foram, em sua maioria, pessoas com deficiência.
Lara. E também pessoas que trabalham com acessibilidade, como educadores, arquitetos.
Flavia. Boa Noite Lara, é bom estar aqui!
Léo. oi Lara
MAQ: Jonatas, as pessoas com deficiência que estavam lá não eram representativas o suficiente. Por exemplo, o cego artista que estava por lá não tinha nem noção da Convenção, do decreto 5296, não lutava por nossas causas, tinha só opiniões particulares.
Flavia. MAQ, não basta ser pessoa com deficiência… risos!
MAQ: claro que não basta ter deficiência, temos de saber o que já conquistamos, o que ainda não conquistamos, o que é direito, o que está sendo cumprido ou não, etc…
Lara. Mas MAQ, aquele cego artista era apenas um, e minoria em termos de opinião.
Flavia. Lara, o pior que não. Um dos maiores desafios que temos é levar ao conhecimento das pessoas com deficiência seus direitos e obrigações.
MAQ: Lara, mesmo assim, se todos conhecessem muito de tudo que lutamos por ali, mesmo assim, era muito pouca gente para ser representativa!
Jonatas. MAQ, não dá pra desvalorizar o evento pela escolha do representante… Na verdade, isso acontece sempre. Devemos sim continuar divulgando e fazendo conhecerem mais das leis
Jonatas. só assim o risco de escolherem representantes vazios vai ser quase nula… Por mais que vc seja atuante e conscientizador não conseguirá jamais estar em todos os lugares em que estão pedindo opiniões de pessoas com deficiência…
Lara. Acho que não adianta nada jogar fora o resultado daquela oficina. Foi a primeira desse tipo que participei, e deu um trabalho danado durante 3 dias inteiros… O que acho lamentável é que o documento final ficou muito pobre e resumido e foi parar em uma gaveta do Ministério da Cultura.
MAQ: Jonathan, todas as pessoas que estavam ali tinham algum vínculo com o ministério da Cultura, portanto, com o rabo
preso… a maioria, não todos. Não vou citar
nomes aqui, mas as entidades que estavam lá não são representativas em sua maioria.
MAQ: se eu recebo do ministério da Cultura dinheiro para imprimir meus livros e editá-los, vou dizer que a política do ministério está ruim? Se vou, até que ponto?
Lara. Ficou acanhado, resumido, Tudo aquilo que batalhamos para redigir em conjunto desapareceu… Não sei como foram os outros, e não recebi mais nenhum documento complementar. Achei estranho o governo organizar aquilo sem ter lá pessoas dos outros ministérios, para que o diálogo acontecesse de fato.

Léo. a Flávia tá dando uma aula. queria conhecê-la…
Flavia. Léo venha em uma reunião do CVI
Léo. opa, eu quero!
Léo. quando e onde é a reunião?
Flavia. Léo, nossas reuniões acontecem no SESC Vila Mariana.
Léo. opa, pertinho de casa!!!!!!

Lucio. Bem, peguei o bonde andando a quilômetros da estação mas tenho uma dúvida que gostaria de colocar para a Flavia.
Lucio. É o seguinte: há uma grande desconfiança das pessoas que não estão ligadas aos movimentos sociais em relação ao dito controle público.
Lucio. há uma imagem de que são pessoas envolvidas numa escalada de poder.
Lucio. minha pergunta é:
Lucio. como garantir que as políticas públicas não representem interesses corporativos, mas interesses sociais?
Lucio. Como recuperar credibilidade e dar maior força aos espaços públicos?
Flavia. Lucio, só através de uma ampla discussão social e incidência direta nos parlamentares.
Lucio. Vivemos num país que criminaliza professores da escola pública e movimentos legítimos.
Flavia. Lucio, não vejo outra maneira a não ser o movimento social unido.
Lucio. Mas há essa mesma desconfiança em relação aos poderes do estado.
Lucio. Então deixa eu reformular minha pergunta rapidamente.
MAQ: sim… um formulário de reformulação para o Lúcio, por favor!
Lucio. Como você avalia a autonomia dos movimentos das pessoas com deficiência nesse momento no Brasil?
Beatriz. Flávia, acho que o caminho que você aponta ainda é o mais indicado: nos unirmos.
Flavia. Temos uma divisão muito clara, os que dependem do dinheiro do Estado (federal, estadual e municipal) para sobreviverem, e quiçá, enriquecerem e outras que
não estão com o “rabo preso” como diz o MAQ.
Lucio. Isso. Penso isso tb.
Flavia. Lúcio, eu acredito na força dos movimentos sociais.
Lucio. às vezes tenho a impressão que muitas pessoas esperam parcerias público-privadas entre movimentos sociais e governo.
Flavia. É este o veneno!
Léo. a função dos movimentos sociais é pressionar o governo
Lucio. Isso. Penso isso tb.
Flavia. Eu não sou contra a andar junto com o Governo quando as metas são as mesmas, não esquecendo a ética. Mas tem que saber exatamente a hora de estar do outro lado.
Lucio. Participei das conferências no ano passado e o que senti foi uma total cooptação governamental.. Isso me deprimiu e estou tentando me recuperar.
MAQ. A audiodescrição está sendo barrada pelo ministério das comunicações. Se eu, que estou trabalhando indiretamente para o ministério das Comunicações quero abrir uma ação judicial contra o ministério, vou pensar duas vezes, ou não?
Lucio. Ainda mais porque vejo as entidades que deveriam ser intransigentes serem compradas com muita facilidade.
Lucio. Compradas é muito duro, caladas acho que fica melhor..
Flavia. Não Lucio, compradas mesmo!
Beatriz. Mas é compradas mesmo, e com todas as letras, infelizmente.
Lucio. Pois é, como podemos ajudar as pessoas a entenderem que não devem negociar sua autonomia?
Flavia. Uma dica que dou é viver dentro da filosofia de Vida Independente.

MAQ: Caramba… hoje a coisa está quente… vou abrir a janela! ahaahha
Jean: Está mesmo, MAQ. Mas é que aqui na administração temos ar condicionado, sabe como é.
Flavia. Jean, vocês estão bem… risos.

Léo. até quando vai o programa?
MAQ: O programa está no 17 e vai até o 26.
Léo. hum, daqui a pouco tem o festival Assim Vivemos!
MAQ. Em falar em Festival, o Festival Assim Vivemos é um exemplo de acessibilidade, cultura para todos… nós cegos já poderíamos ter audiodescrição nas TVs e cinemas…
Léo. é muito grave essa questão da audiodescrição, o pior é que ela está sendo negligenciada.
Lara. Mais que negligenciada, o MINICOM está lutando contra a implantação imediata… Acho que cada pessoa tem que contribuir com o que pode; eu espero estar dando uma gotinha de contribuição com os projetos que faço.
Beatriz. Onde eu posso conseguir o máximo de informações possíveis sobre a audiodescrição para tentar escrever um artigo e para quem devo enviá-lo, caso consiga produzir algo interessante.
Flavia. A audiodescrição deve ser um recurso disponível full time.
Lucio. Pra Inclusive você pode enviar coisas até nem tão interessantes.
Léo. vamos lá, gente, vamos colocar as reivindicações por escrito, vamos divulgar nossas ideias
Flavia. Lucio, a Inclusive está ótima, parabéns!

Lucio. Flavia, existem pessoas com deficiência intelectual em centros de vida independente?
Flavia. Aqui, em São Paulo, no CVI, infelizmente só tem o Pedro com deficiência intelectual. As pessoas com deficiência intelectual são muito tuteladas pelas famílias, que, muitas vezes as “sufocam”.
Beatriz. E como sufocam, Flávia.

Jonatas. Meus amigos, estou de saída. Mais uma vez foi um prazer participar do chat com todos. Até a próxima!
Beatriz. Até a próxima Jonatas.
Lara. O Jonatas é nosso intérprete de Libras do programa!
MAQ: Valeu Jonatas, desculpe-me pelo radicalismo.. não sou tanto assim, só de público, ok?
Jonatas. Ah sim, perdão, Jhonatas Narciso, 23anos, Rio de Janeiro/RJ. rs Agora vou. Fuuui!
Flavia. Abraços Jonatas!

MAQ: Estamos terminando…
MAQ: ok… quero antes que eu esqueça, agradecer publicamente à Flavia pela excelente entrevista!
Flavia. MAQ, eu que agradeço este espaço, foi ótimo estar aqui!
Beatriz. Boa noite Flávia e muito prazer, suas idéias são ótimas.
Flavia. Grata!
Carmen. Parabéns, MAQ pela condução do programa, parabéns Flávia pelas palavras esclarecedoras!
Flavia. Obrigada Carmen, boa noite!
MAQ: Obrigado Carmen, mais uma vez! Flavia, foi um sucesso sua presença! Valeu mais uma vez.
Léo. até mais. fui
Flavia. Grata MAQ, beijos!
.Flavia Sai da conversação.

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MAQ às 10:42.
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terça-feira, 14 de julho de 2009.

Carta de Compromisso da FBASD – Um Ano da Ratificação da Convenção.

Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down – FBSD.Site Externo.

Mais de 60 ativistas entre eles 37 representantes de associações de síndrome de down, que estiveram presentes no encontro promovido pela Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down com apoio da SEESP assinam a “Carta de compromisso em homenagem ao primeiro aniversário da ratificação da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência”, e levam para suas cidades e Estados o compromisso de divulgar, com acessibilidade,pressionar e acompanhar a efetivação imediata de todos os direitos previstos na Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência e seu Protocolo Facultativo.
A Carta foi apresentada pela Relações Públicas da FBASD Beatriz Paiva.

Carta de Compromisso em Homenagem ao Primeiro Aniversário de Ratificação.

Nós, participantes do Encontro de Formação para Educação Inclusiva: Alunos com Síndrome de Down na Escola Comum, realizado nos dias 9 e 10 de julho de 2009, pela Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, com apoio do MEC/SEESP, na cidade de Brasília – DF, declaramos que:

Nos comprometemos a divulgar, com acessibilidade, pressionar e acompanhar a efetivação imediata de todos os direitos previstos na Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência e seu Protocolo Facultativo (Decreto Legislativo nº 186/2008), para que a deficiência seja compreendida como uma característica da diversidade humana e a partir do contexto da comunidade em que vivemos.

Para tal, enfatizamos que a educação, na perspectiva da inclusão, deve ser entendida dentro do modelo social que valoriza capacidades e habilidades dos educandos, com e sem deficiência e tem como função romper com a lógica da exclusão, por meio do acesso, permanência e participação de todos, com atendimento educacional especializado, quando necessário, de acordo com o artigo 24 da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e o Decreto nº 6.571/2008.

Reafirmamos que as pessoas com deficiência devem participar de todas as ações, com equiparação de oportunidades, para que sua plena capacidade legal seja respeitada, garantindo-se os apoios e as salvaguardas específicas, como pressupostos para alcançarmos um mundo justo e inclusivo.

Sabemos que para isso, o exercício do controle social deve ser uma prática cotidiana e nos comprometemos a exercê-lo e estimular que os demais cidadãos brasileiros também o façam para que os instrumentos previstos no primeiro tratado de direitos humanos, ratificado em nosso país com equivalência de emenda constitucional, sejam efetivamente aplicados.

Parafraseando Gandhi, devemos nos transformar na mudança que queremos ver no mundo.

Brasília, 10 de julho de 2009.

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MAQ às 13:40.
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sábado, 9 de maio de 2009.

Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência ratificada em Portugal.

Lista Acessibilidade – Yahoo Groups.

Foi ontem ratificada pela Assembleia da República Portuguesa a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e o respectivo Protocolo Opcional, aguardando-se agora a sua Publicação em “Diário da República”.

A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência representa um importante instrumento legal que proíbe a discriminação contra as pessoas com deficiência/incapacidade em todas as áreas da vida, inclui provisões específicas relacionadas com a reabilitação e habilitação, educação, saúde, acesso à informação, serviços públicos entre outras, e vem preencher uma lacuna nas normas internacionais de direitos humanos existentes.

Ainda que este documento não obrigue aos países a adopção de medidas que não possam suportar financeiramente, exige, no entanto, que trabalhem com o objectivo de adoptar progressivamente iniciativas que permitam às pessoas com deficiência alcançar uma maior autonomia pessoal e uma melhor qualidade de vida.

Neste sentido, a Convenção salvaguarda a integridade, liberdade e privacidade das pessoas com deficiência, garantindo a integridade dos seus direitos sociais, políticos, económicos e culturais e salvaguardando os seus direitos específicos no que se refere à acessibilidade, autonomia, mobilidade, integração, habilitação e reabilitação, participação na sociedade e acesso a todos os bens e serviços.

A par da responsabilização de toda a sociedade, governos e sociedade civil, no combate à discriminação das pessoas com deficiência, é instituído um sistema de monitorização internacional da aplicação da Convenção, através do qual o Comité dos Direitos das Pessoas com Deficiência, criado pela Convenção e composto por peritos independentes, analisará os progressos verificados a nível nacional, com base em relatórios nacionais apresentados pelos Estados Parte.

Sistema de monitorização este que consta do Protocolo Opcional à Convenção, que tem cariz facultativo.

Portugal participou do processo de negociação da referida “Convenção”, bem como do “Protocolo Opcional”, e assegurou sempre que o articulado estivesse de acordo com as normas e princípios gerais de direito, nacionais, europeus e internacionais, que são parte integrante da ordem jurídica interna.

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MAQ às 11:59.
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Há mais de 20 anos que a fundação beneficente “Livros Ilustrados para Crianças Cegas” publica e oferece livros com páginas musicais a crianças com deficiência visual. Entre as obras estão contos tradicionais russos e estrangeiros. Foto: Fundação de beneficência “Livros Ilustrados para Crianças Cegas Pequenas”. “Os nossos livros ajudam a criar situações em que uma […]

 

O tradutor Libras em Software Livre (VLibras) versão mobile já está disponível para ser baixado e vai ampliar o acesso das pessoas com deficiência auditiva aos meios digitais. O conjunto de aplicativos faz a tradução de conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo) para Libras, a Linguagem Brasileira de Sinais. Os softwares desenvolvidos pelo Ministério do […]

 

A área de negócios sociais Soluções em Acessibilidade, da Fundação Dorina Nowill para Cegos, lança com exclusividade o aplicativo AudiFoto. A novidade é mais uma tecnologia direcionada às empresas que desejam participar da inclusão de pessoas com deficiência em museus, exposições e locais em que as imagens são peças fundamentais para a experiência dos visitantes. […]

 

Em São Paulo, no Centro Cultural Banco do Brasil Desde 2003, o Assim Vivemos tem sua programação totalmente acessível para pessoas com deficiência visual e auditiva. Audiodescrição e legendas em português (LSE) em todas as sessões, catálogo em Braille e Interpretação em LIBRAS nos debates. No CCBB, todos os ambientes têm acesso para pessoas com […]

 

“Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência” chega a sua 7ª edição em 2015 no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (de 5 a 17 de agosto), de São Paulo (23 de setembro a 5 de outubro) e de Brasília (de 2 a 14 de março de 2016), trazendo 33 […]

 

Neste sábado, 01 de agosto, estreia mais uma peça da Oficina dos Menestréis. O trabalho deles é maravilhoso e super alto astral. Recomendo. O elenco é inclusivo: Atores e atrizes com e sem deficiência. Com audiodescrição no dia 09 e Libras no dia 16. Sobre a peça: Aldeia dos Ventos é um musical de Oswaldo […]

 

Para grande parte da população a tecnologia facilita. Para pessoas com deficiência visual a tecnologia possibilita. O projeto F123 é um software inovador, de baixo custo e alta eficiência, que possibilita o acesso à educação e à informação, favorecendo oportunidades de trabalho e a utilização de tecnologias por pessoas com deficiência visual. O F123 permite […]

 

A Fundação Dorina Nowill para Cegos tem uma nova versão para o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa em formato digital acessível Daisy – Digital Accessible Information System. O Instituto Helena Florisbal foi o parceiro para a viabilização deste projeto, que conta com a produção e disponibilização de cinco mil dicionários em português com as novas […]

 

Dança no MIS e Unlimited apresentam: MARC BREW, bailarino e coreógrafo da Escócia, na performance REMEMBER WHEN e uma residência (processo criativo aberto ao público) junto à bailarina brasileira Gisele Calazans. As atividades fazem parte do programa mensal: Dança no MIS, com curadoria de Natalia Mallo, que convida coreógrafos a escolher uma área do Museu […]

 

A ANCINE colocou em Consulta Pública, até o dia 08 de julho, Notícia Regulatória e Relatório de Análise de Impacto – AIR que discutem a implementação de ações para regulamentar a promoção da acessibilidade em salas de cinema, com disponibilização de recursos de legendagem descritiva, LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais e audiodescrição que possibilitem […]

 

Está chegando ao fim o curso de Especialização em Audiodescrição promovido pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em parceria com a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD). Em iniciativa inédita, foi possível viabilizar o primeiro curso sobre esta temática a nível de especialização no Brasil, com o principal […]

 

MARIA LUÍSA BARSANELLI. De SÃO PAULO. Em um cantinho ao lado do palco, Rafaella Sessenta, 32, alonga braços e pernas. Posiciona-se frente a uma câmera e aguarda a largada: o início de um show em tributo a Michael Jackson, realizado no domingo (31/5) em São Paulo. Rafaella é tradutora de libras (Língua Brasileira de Sinais) […]

 

O curso de Especialização em Audiodescrição promovido pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), abrirá uma segunda turma ainda este ano. Estão previstas 100 vagas a partir do segundo semestre. O curso tem o objetivo de capacitar profissionais para promover a […]

 

A AFB (American Foundation for the Blind, ou Fundação Americana para Cegos) anunciou nesta semana os nomes dos quatro homenageados que receberão o prestigioso prêmio Helen Keller na noite do dia 18 de junho, em Nova York (Estados Unidos). Estamos homenageando as realizações de indivíduos e empresas pelo sucesso na melhoria da qualidade de vida […]

 

Estão abertas as inscrições para o 7º Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes Sobre Deficiência. Ficha de inscrição e regulamento, acesse: www.assimvivemos.com.br Em 2015, o Festival Assim Vivemos chega à sua 7ª edição. É com enorme alegria que iniciamos mais uma busca pelos melhores filmes produzidos no mundo sobre o tema da pessoa com […]

 

A diretora da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicações do TRT5 (Setic), Cláudia Jorge, participou da primeira reunião da Comissão Permanente de Acessibilidade do sistema Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT) em 2015, na última terça-feira (14/4). A comissão tem como objetivo principal propor medidas para facilitar o acesso de pessoas com […]

 

É hora de deixar de observar apenas a obrigação legal da contratação de pessoas com deficiência física e analisar os ganhos econômicos e sociais da inclusão Silvia Torikachvili. Observando os exemplos mencionados ao longo da reportagem, percebe-se que, quando as empresas decidirem contratar talentos em lugar de deficiências, elas entrarão para o melhor dos mundos. […]

 

 

 

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