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Rio de Janeiro, domingo, 25 de setembro de 2016 - 03:36.

 

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segunda-feira, 22 de junho de 2015.

Consulta pública sobre Notícia Regulatória e Relatório de Análise de Impacto sobre acessibilidade visual e auditiva em salas de cinema

Imagem de um projetor de filmes.A ANCINE colocou em Consulta PúblicaSite Externo., até o dia 08 de julho, Notícia Regulatória e Relatório de Análise de Impacto – AIR que discutem a implementação de ações para regulamentar a promoção da acessibilidade em salas de cinema, com disponibilização de recursos de legendagem descritiva, LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais e audiodescrição que possibilitem a fruição de conteúdo audiovisual por pessoas com deficiência visual ou auditiva. A ação está prevista na Agenda Regulatória 2015-2016 (arquivo .PDF)Site Externo. da Agência e tem correspondência com a diretriz do Plano de Diretrizes e Metas para o Audiovisual (arquivo .PDF)Site Externo. que atribui à ANCINE o papel de ampliar e diversificar a oferta de serviços de exibição e facilitar o acesso da população ao cinema.

A elaboração da Notícia Regulatória foi precedida e subsidiada por um Relatório de Análise de Impacto – AIR, elaborado pela Secretaria Executiva, pela Superintendência de Análise de Mercado e pela Superintendência de Desenvolvimento Econômico da ANCINE.

O documento apresenta trechos com tarjas para preservar informações sigilosas cuja divulgação possa ser sensível aos agentes do mercado. A Notícia Regulatória ficará em Consulta Pública recebendo contribuições e opiniões dos agentes econômicos e demais interessados por um período de 90 dias.

Como participar

Para oferecer contribuições na consulta é preciso se cadastrar no Sistema de Consultas Públicas da ANCINESite Externo.. Dúvidas sobre o funcionamento do sistema devem ser encaminhadas para ouvidoria.responde@ancine.gov.br.

O conteúdo da Notícia Regulatória (arquivo .PDF)Site Externo., assim como o Relatório de Impacto de Análise Regulatória (arquivo .PDF)Site Externo. podem ser consultados aqui, sem a necessidade de cadastro.

Regulamentação sobre acessibilidade da produção audiovisual já está em vigor.

Em dezembro de 2014, a ANCINE publicou a Instrução Normativa nº 116Site Externo., que regulamenta as normas gerais e critérios básicos de acessibilidade que devem ser observados por projetos audiovisuais financiados com recursos públicos.

O documento estabelece que todos os projetos de produção audiovisual financiados com recursos públicos federais geridos pela ANCINE devem contemplar em seus orçamentos serviços de legendagem descritiva, audiodescrição e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais.

via ancine com informações do Cultura Digital.

Fonte: http://valberlucio.comSite Externo.

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Gil Porta às 20:29.
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sábado, 13 de junho de 2015.

UFJF prepara formatura dos primeiros especialistas brasileiros em audiodescrição

Está chegando ao fim o curso de Especialização em Audiodescrição promovido pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em parceria com a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD). Em iniciativa inédita, foi possível viabilizar o primeiro curso sobre esta temática a nível de especialização no Brasil, com o principal objetivo de capacitar profissionais para promover a acessibilidade de pessoas com deficiência visual em apresentações culturais, com a descrição falada de imagens. O edital para a próxima turma está sendo elaborado e vai ser lançado pela UFJF a partir do 2º semestre, com abertura de cem novas vagas.

Com mais de 70% dos alunos concluintes, produzindo trabalhos de alta qualidade, o balanço do curso é altamente positivo e a segunda turma do curso visa atender a grande procura por nova turma em todo Brasil. Formados, este alunos assumem o compromisso de levar para seus estados o recurso, que proporciona uma inclusão plena da pessoa com deficiência ao possibilitar seu acesso à cultura de forma ampla.

Segundo a coordenadora pedagógica do curso, Lívia Motta, o curso tem ainda contribuído para o avanço da divulgação da audiodescrição nas diferentes regiões. “Os alunos já estão começando a trabalhar com o recurso dentro de cada contexto específico, temos alunos que trabalham em escolas ou mesmo com professores difundindo a importância da audiodescrição como um recurso pedagógico para ampliação das oportunidades de conhecimento de mundo para as pessoas com deficiência visual”.

Durante o penúltimo encontro presencial da turma, realizado nos dias 23 a 25 de abril na UFJF, os alunos puderam relatar a experiência de participar do curso e da expectativa pela finalização do mesmo. Audiodescritora há sete anos, Letícia Schwartz opina sobre a relevância do curso para a área. “A especialização em audiodescrição da UFJF preenche uma lacuna importante na formação profissional, até a implementação da pós-graduação a atividade acadêmica relacionada à audiodescrição era limitada a cursos de extensão”.

O profissionalismo dos docentes foi destacado pela atriz e dubladora Andreia Paiva. “O curso tem um grande diferencial, os professores são profissionais atuantes no mercado da audiodescrição no Brasil e em outros países, desta maneira aprendemos com as experiências deles e suas vivências na área”.

A professora Adriana Alves Borges, que atua no Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual, em Goiânia, tem aplicado na prática o conhecimento adquirido. “O aperfeiçoamento profissional na área do ensino-aprendizagem para o deficiente visual, tanto para meus alunos quanto para a equipe da qual faço parte tem sido muito importante”.

Deficiente visual e atuando como consultora de projetos, Elizabeth Dias de Sá avalia o curso. “Foi muito bem organizado, com um conteúdo programático muito importante, contemplando todas as áreas e com um alto nível de exigência. É um curso pioneiro, o corpo docente é altamente qualificado e tem esse diferencial, temos alunos com diferentes experiências, desde aqueles que estão iniciando, aos mais experientes e até eu, que sou uma pessoa cega e estou aqui para colaborar e para me qualificar como consultora”.

A aluna Marilena Assis também é cega e acredita que o recurso é indispensável. “O que esse curso ampliou para mim como usuária, foi esse mundo imagético que eu tive pouco acesso. Hoje tenho noção de tudo que eu preciso de informação para construir um conceito”.

Flávio Coelho, que atua na Fundação Dorina Nowil, também relata sua experiência enquanto aluno. “É muito conhecimento adquirido que a gente aplica na confecção de cada produto, na consultoria e a oportunidade de compartilhar práticas diversas, o que nos dá a chance de poder mudar nosso processo de trabalho e isso é enriquecedor”.

De acordo com Eliana Lucia Ferreira, coordenadora do curso, a audiodescrição é mais uma possibilidade de acessibilidade para pessoas com deficiência visual, por isso é muito importante capacitar profissionais que atendam a essa necessidade, sendo uma nova demanda de mercado de trabalho. “A Universidade Federal de Juiz de Fora não mediu esforços para promover o primeiro curso de audiodescrição e não podemos deixar de agradecer à Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, na pessoa do secretário Antônio José, que teve a sensibilidade de entender como esse recurso é um diferencial na vida de muitas pessoas. Só temos que enaltecer essa atitude e elogiar o trabalho da secretaria, principalmente na decisão de reofertar o curso, que teve um índice de procura bastante significativo, o que demonstra o interesse e a valorização da sociedade pelo tema”, finaliza.

Leia: Como nasceu a proposta do Curso de Especialização em Audiodescrição.

Fonte: Blog da AudiodescriçãoSite Externo..

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Gil Porta às 21:33.
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sábado, 6 de junho de 2015.

‘Tradução’ para cegos e surdos se espalha por espetáculos em São Paulo

MARIA LUÍSA BARSANELLI.
De SÃO PAULO.

Em um cantinho ao lado do palco, Rafaella Sessenta, 32, alonga braços e pernas. Posiciona-se frente a uma câmera e aguarda a largada: o início de um show em tributo a Michael Jackson, realizado no domingo (31/5) em São Paulo.

Rafaella é tradutora de libras (Língua Brasileira de Sinais) e trabalha em eventos culturais há oito anos. Ela diz que é preciso traduzir ao público surdo as letras e também o ritmo das músicas.

Para entrar na cadência do astro do pop, dança junto (até mimetiza as mãos arqueadas de "Thriller") e imita o tocar de instrumentos que se sobressaem: faz gestos de um bateristas, dedilha uma guitarra.

Enquanto isso, a audiodescritora Livia Motta, 62, fica em uma cabine, ao fundo da plateia. Sua função é narrar aos espectadores cegos, munidos de fones de ouvido, o que acontece sobre o palco. No roteiro, conta ela, também faz um histórico sobre as músicas, o artista e a coreografia.

Para a analista de sistemas Talita Spulveda, 29, que perdeu a visão há cinco anos, as opções culturais para deficientes vêm crescendo. Em 2015, diz, compareceu a mais programas com audiodescrição do que nos últimos dois anos.

Já a assistente administrativa Mellina Reis, 31, que é cega, acha que há mais programação para deficientes, "mas são em dias pontuais". "Poderia ter mais vezes", diz.

Para a museóloga e consultora de acessibilidade Amanda Tojal, há um crescimento desses espetáculos nos últimos cinco anos. Não só uma forma de atrair o público deficiente, mas também em decorrência de editais públicos de cultura, que muitas vezes exigem de projetos uma contrapartida de acessibilidade.

A casa de espetáculos HSBC Brasil adotou sessões com libras e audiodescrição a partir de 2011. Hoje, de acordo com o espaço, recebe programas assim ao menos uma vez por mês, com uma média de 80 surdos e cegos por dia.

A Virada Cultural, que teve três espetáculos acessíveis em 2013 e 13 no ano seguinte, deve aumentar o número nesta edição (20 e 21/6), diz a Secretaria da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida.

No MAM, que também dá cursos para educadores atenderem os públicos cego e surdo, formou-se um grupo de estudos que promove saraus bilíngues: falado e em libras.

Por vezes, a tradução em libras serve como uma escada para o espetáculo, diz Rafaella, a tradutora de libras.

É comum que comediantes de stand-up interajam com o tradutor. Em fevereiro, no Itaú Cultural, a Banda Estralo chegou a convidar o tradutor de libras para entrar no palco.

A dança também tenta se adaptar. Em maio, a companhia Cisne Negro fez apresentações com audiodescrição.

Desde 2013, a São Paulo Cia. de Dança faz sessões para cegos. Há um ano, adotou o aplicativo WhatsCine: em celulares e tablets, o público acompanha a obra com audiodescrição, legendas ou libras. O roteiro, conta Inês Borgéa, diretora artística do grupo, descreve cenários, figurinos, sensações e movimentos.

Em algumas sessões, cegos podem chegar mais cedo, tocar no cenário e nos figurinos e sentir, em um boneco articulado, como são os movimentos. "São novos caminhos para a dança", diz Borgéa.

Assista o vídeo.

Download do vídeo (arquivo .MP4 compactado .RAR com 34 MB). Clique com o lado direito do mouse e vá em “Salvar link como…”

Fonte: Folha de S.PauloSite Externo..

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Gil Porta às 14:04.
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A ANCINE colocou em Consulta Pública, até o dia 08 de julho, Notícia Regulatória e Relatório de Análise de Impacto – AIR que discutem a implementação de ações para regulamentar a promoção da acessibilidade em salas de cinema, com disponibilização de recursos de legendagem descritiva, LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais e audiodescrição que possibilitem […]

 

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