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Rio de Janeiro, domingo, 04 de dezembro de 2016 - 10:24.

 

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terça-feira, 27 de julho de 2010.

Edital para produção de obras acessíveis foi prorrogado.

Inscrições para projetos de produção, difusão e distribuição de livro em formatos acessíveis vão até o dia 9 de agosto.

O Ministério da Cultura prorrogou o Edital de Fomento à Produção, Difusão e Distribuição de Livros em Formato Acessível. O período de inscrições foi ampliado de 22 de julho para 9 de agosto. Serão investidos R$ 1 milhão em projetos que fomentem a produção, difusão e distribuição de livros em formato acessível para pessoas com deficiência visual, ou seja, livros convertidos por meio de técnicas especializadas de adaptação, que proporcionem descrição ou narração das possíveis representações gráficas presentes na obra, nos formato Daisy, Braille, livro falado (voz humana ou sintetizada) ou outro formato que permita o acesso de todas as pessoas, prioritariamente aquelas com deficiência visual, ao seu conteúdo, excetuados os livros didáticos.

De acordo com dados do IBGE (Censo 2000), o Brasil tem 2,5 milhões de pessoas cegas ou com deficiência visual severa. Pesquisa recente da Fundação Getúlio Vargas (FGV), encomendada pelo MinC, mostrou que apenas 9% das bibliotecas públicas municipais possuem serviço voltado a pessoas com deficiência, indicando a carência de material para este público.

São três categorias de inscrição, que abrangem infraestrutura de produção de livros em formato acessível; produção e distribuição de livros em formato acessível e capacitação e difusão em livros em formato acessível.

Na categoria voltada à infraestrutura de produção de livros em formato acessível serão selecionadas, no mínimo, três propostas, de até R$ 160 mil cada uma. Os recursos poderão ser usados para a criação de um centro de produção de livros em formato acessível ou sua ampliação.

Na categoria de produção e distribuição de livros acessíveis serão selecionadas, no mínimo, duas propostas, no valor máximo de R$ 200 mil cada. As obras poderão ser adaptadas ou reproduzidas e distribuídas gratuitamente para o público atendido pela instituição proponente.

A terceira categoria do edital é destinada à capacitação e difusão, sendo selecionadas, no mínimo, duas iniciativas, no valor máximo de R$ 60 mil cada. Os projetos poderão ser de capacitação (por meio de cursos, treinamentos e outras atividades visando a transcrição, adaptação operação de programas e equipamentos que envolvam a produção e reprodução de livros em formato acessível) e difusão (de informações sobre livros acessíveis, entidades produtoras, acervos existentes ou práticas bem sucedidas nessa esfera).

As inscrições deverão ser feitas por correio eletrônico e toda a documentação deve ser enviada por correio postal. O edital completo encontra-se no site: www.cultura.gov.brSite Externo.

Informações:
Neila Baldi
Assessoria de Imprensa
Diretoria de Livro, Leitura e Literatura / SAI
Ministério da Cultura
SBS, Qd 02, L 11, Ed. Elcy Meireles,
2º subsolo – 70.070-120 – Brasília – DF
(61) 2024-2630 /2024-2628
(61) 9104.3514

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segunda-feira, 31 de maio de 2010.

Seminário: Ações e Reflexões sobre Aids e Deficiência: Diferentes Vozes.

Logomarca Ações e Reflexões.Imagem: Grupo de pessoas simbolizando a Diversidade: homens, mulheres, crianças, com e sem deficiência. Passam a idéia de movimento. Estão retratadas em diversos tons de vermelho, cor que simboliza a luta contra a aids, mostrando que estão unidas em torno desta bandeira; ao mesmo tempo, têm diferentes identidades. Sob o grupo, o nome do projeto: Ações e reflexões sobre aids e deficiência: diferentes vozes. O laço vermelho aparece entre as palavras “diferentes vozes”.

Acontece dias 23 e 24 de junho de 2010, no auditório do Instituto APAE de São Paulo, à Rua Loefgren, 2109, no bairro de Vila Clementino, na cidade de São Paulo (SP).

O objetivo do evento é dar voz a diferentes atores e segmentos sociais que trabalham com temas ligados ao HIV/aids e aos diversos tipos de deficiência. O seminário visa relatar iniciativas e projetos de prevenção e tratamento e também estimular reflexões, dando visibilidade a temas ainda cercados por preconceitos e tabus.

O seminário é a etapa final do projeto de mesmo nome, coordenado pelo Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas, com o apoio do Centro de Referência e Treinamento DST/Aids (Coordenação Estadual DST/Aids) da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e com as parcerias do Instituto APAE de São Paulo, Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência (AVAPE), Casa de Cultura do Itaim Paulista da Prefeitura de São Paulo, Casa de Cultura de Santo Amaro, CECCO Santo Amaro Centro de Convivência e Cooperativa, Rede Atitude e tradução/interpretação da Educalibras.

As vagas são limitadas.
As inscrições devem ser feitas até 18 de junho, no site da APAE SP:
www.apaesp.org.br Site Externo.
A APAE SP está investindo na acessibilidade de seu site; lamentamos eventuais inconvenientes.
Visite o blog: www.aidsedeficiencia2010.blogspot.com Site Externo.

Serviço:

Inscrições gratuitas e limitadas
Número de participantes: 200
Horário: 8h00 às 17h30
Haverá intérprete de Libras
Haverá entrega de Certificado

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sábado, 17 de abril de 2010.

Pessoas com deficiência têm direito de exercer sexualidade, mas ainda há impedimentos na sociedade..

Agência de Notícias da AIDS.Site Externo.

Coordenadora do Instituto Amankay, Marta Gil, diz que há falta de dados sobre pessoas com deficiência e portadoras do HIV.

Uma pessoa com deficiência tem direito a exercer a sexualidade, mas pode enfrentar preconceitos e não ter acesso a dados sobre prevenção do HIV/aids por conta da sociedade. Esta foi uma das constatações de participantes do seminário “Ações e Reflexões sobre aids e deficiência: diferentes vozes” na zona leste de São Paulo. “Inclusive, ainda faltam dados envolvendo HIV/aids e deficiência. Quantas pessoas com essas características têm o vírus?”, criticou a coordenadora do Instituto Amankay, Marta Gil. A iniciativa de realizar o evento é da ONG com apoio do Programa Estadual de DST/Aids.

De acordo com o Censo do IBGE de 2000, 14,5% da população brasileira têm algum tipo de deficiência, ou seja, cerca de 24 milhões de pessoas. Mesmo assim, segundo Marta Gil, a visibilidade desses cidadãos na sociedade é baixa. “A nossa cidade nem sempre permite a acessibilidade em lugares públicos, o que deixa os indivíduos aprisionados em alguns casos.”

A falta de acessibilidade traz outro problema: a falta de acesso à informação. A psicóloga do Amakay Fernanda Sodelli contou histórias de pessoas com deficiência. Em alguns casos, ficam isoladas e sob proteção da família, o que pode de certa forma prejudicá-las. “Muitas mães podem dizer, meu filho ou minha filha não faz sexo. Portanto, não necessita saber sobre isso. Mas, no momento que esse descobre a possibilidade e consegue uma paquera correspondida, não exige nada da outra pessoa, muito menos o preservativo. A relação acaba sendo uma submissão”, explicou.

“As escolas também algumas vezes encaram o tema com certo preconceito e dizem que quem deve ensinar sexualidade são os pais. Mas, o fato é que invariavelmente, em algum momento, todo mundo descobre o sexo”, acrescentou o representante da Secretaria de Estado de Direitos da Pessoa com Deficiência Daniel Monteiro que também é deficiente visual. “Neste momento que é importante incentivar a descoberta, mas também abordar o tema prevenção.”

A recente onda de escândalos de pedofilia envolvendo a Igreja Católica também serviu como gancho para o seminário. Segundo Marta Gil, quando uma criança com deficiência se isola demais, sem motivo aparente, o caso necessita de uma investigação mais profunda. “Se estes casos atuais na mídia geralmente são abafados, imaginem quando envolve esta parte da população”, disse Marta Gil.

Falta de Informação.

A coordenadora do Instituto Amankay, Marta Gil, também criticou a falta de informação envolvendo HIV/aids e deficiência. “Quantas pessoas com essas características têm o vírus?”

O sociólogo Cláudio Monteiro do Programa Estadual de DST/Aids de São Paulo explicou que a aids também pode deixar sequelas, tornar uma pessoa deficiente. “Isso dificulta um pouco para apurar quantas têm HIV”. “Mas não é impossível, necessitaria uma pesquisa mais aprofundada”, rebateu Marta Gil.

O ativista do Instituto Vida Nova Américo Nunes também lembrou que em 2009 o Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais lançou edital de pesquisa na área, com investimento de R$ 500 mil, e mesmo assim não recebeu nenhuma proposta. “Faltou mais divulgação por parte do Ministério”, disse Marta Gil. “Falta uma posição mais política das ONGs nessa área também”, afirmou Américo Nunes em entrevista.

O evento contou com a presença de estudantes da Universidade Cruzeiro do Sul, além de gestores e ONGs. “A ideia foi trazer reflexões sobre o tema fora de bairros centrais de São Paulo”, conta Marta Gil. Segundo ela, a atividade deve ser repetida no próximo dia 27 em Santo Amaro.

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