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Rio de Janeiro, domingo, 04 de dezembro de 2016 - 10:29.

 

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quarta-feira, 9 de julho de 2014.

Livros infantis com audiodescrição

Livros infantis do projeto Baú das ArtesSite Externo. recebem recurso acessível de audiodescrição. A Editora Evoluir lançou recentemente o projeto, que distribui materiais paradidáticos para escolas municipais de Ensino Fundamental (EMEF). Entre eles, estão 20 livros que foram adaptados com o recurso acessível de audiodescrição. Diferencial que beneficia, especialmente, crianças com deficiência visual, baixa visão e até mesmo deficiência intelectual.

A gravação foi feita por Iguale Comunicação de Acessibilidade, empresa responsável pela execução deste projeto acessível para a Editora Evoluir, o trabalho de desenvolvimento dos audiolivros com audiodescrição compreende a intercalação, em meio ao texto original e às falas das personagens, das descrições das imagens dessas personagens, suas ações e os locais onde se encontram. Feito que garante ao público-alvo uma compreensão mais assertiva acerca do conjunto de cada obra.

Todo o trabalho da Iguale compreendeu as seguintes etapas: adaptação de conteúdo; revisão cognitiva; composição das trilhas sonoras específicas para cada um dos livros; gravação, edição e mixagem dos áudios (total de 123 horas de trabalho) e revisão do conteúdo. Em cada audiolivro, além do narrador principal e do narrador audiodescritor, outros atores interpretam as personagens. E mais, todos os CDs receberam o título do livro em Braile, para a devida identificação.

Fonte: SentidosSite Externo..

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Gil Porta às 11:52.
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sexta-feira, 20 de junho de 2014.

Narração no Mané emociona pessoas com deficiência visual

Pessoas com deficiência visual presentes na partida entre Suíça e Equador viveram momentos inesquecíveis, na inauguração do sistema de audiodescrição no estádio.

Estádio Mané Garrincha em Brasília.

A audiodescrição pode ser acessada por meio de frequências de rádio. Quem quiser ouvir, deve levar um aparelho portátil de rádio ou telefone celular com receptor FM, além de fones de ouvido. O serviço está disponível durante os jogos nas frequências:
– 103,3 FM em Belo Horizonte;
– 98,3 FM em Brasília;
– 88,9 FM no Rio de Janeiro e
– 88,7 FM em São Paulo.

Uma Copa do Mundo é feita de vários ingredientes. Dentro de campo, a emoção se faz com dribles, defesas, passes e, principalmente, gols. Fora do gramado, há um espetáculo de cores e sons composto por camisas das seleções, rostos e unhas pintados, cornetas, celulares registrando tudo e um clima de alegria que só quem vai a um estádio em um Mundial consegue entender.

Mas no jogo entre Suíça e Equador, no domingo (15/6), havia um ingrediente especial: um serviço que atende pessoas com deficiência visual, narrando os lances das partidas ao vivo. Apenas Brasília e outras três das 12 cidades-sede foram escolhidas para oferecer inovação durante os jogos do Mundial.

Foi um jogo diferente para três torcedores que não chamavam tanta atenção, pois estavam discretamente vestidos e não usavam acessórios extravagantes. Havia 68.351 que foram ver de perto a partida entre Suíça e Equador. Dentro de campo, o placar registrou 2 a 1 para a seleção europeia. Eles eram presenças mais do que especiais na arena brasiliense: foram os primeiros a experimentar a narração audiodescritiva, inaugurado no jogo de estreia da cidade no Mundial.

O projeto, que conta com 16 voluntários treinados para narrar os lances das partidas em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, utiliza uma aparelhagem semelhantes à dos rádios e fones para transmitir aos usuários. Os equipamentos foram adquiridos e doados pela FIFA às capitais, que terão o serviço como legado da Copa.

Emoção sem igual – Sentados atrás do gol do Equador no primeiro tempo, o brasiliense José Aurélio Oliveira, 48 anos, o mineiro Joaquim Fabiano Braga, 62, e o cearense Nilson Cordeiro dos Santos, 45, não escondiam a felicidade. E certamente sentiram uma energia muito positiva quando, aos 11 minutos de jogo, a primeira “ola” da Copa do Mundo em Brasília percorreu as arquibancadas, levando consigo um som contagiante por onde passou.

Com um fone de ouvido a lhe guiar a imaginação, José Aurélio, um santista que perdeu a visão há cinco anos devido a complicações geradas pela diabetes, voltava a um estádio pela primeira vez desde então. “Estou muito feliz por participar de um evento como esse, uma Copa do Mundo no Brasil”, disse o brasiliense, ao fazer uma descrição perfeita do ambiente a sua volta: “Pelo o que eu acompanhei, o estádio está lotado e muito colorido com torcedores da Suíça, do Equador e também com muitos brasileiros, que, tenho a impressão, devem ser mais numerosos do que os dos dois times”.

Com deficiência visual desde que nasceu, Joaquim Braga considera a narração uma oportunidade única para aqueles que, como ele, se sintam parte de um jogo de futebol. “Eu me sinto mais integrado com as pessoas que enxergam. O projeto é muito bem-vindo”, ressaltou. Nilson dos Santos, que perdeu parte da visão após sofrer uma alergia a um medicamento aos cinco anos, também aprovou a iniciativa: “Estou muito feliz por estar aqui”.

Prazer em ajudar – A emoção não tomou conta apenas de quem ouvia a transmissão. Os narradores, que precisam estar atentos não somente aos lances da partida, mas também a itens como linguagem corporal, entorno e o ambiente, compartilharam a alegria durante os 90 minutos de jogo. Os estudantes de jornalismo Pedro Paulo Borges e Ana Freire voltaram para casa com um sentimento de muita felicidade após a experiência no Mané.

“Estava um pouco nervoso no começo, com alguma ansiedade, mas no final tudo acabou dando certo. Ter narrado três gols de uma Copa do Mundo foi algo muito especial para mim. Somos os olhos deles no estádio e nosso desafio é passar tudo o que acontece na partida com mais detalhes possível”, afirmou Pedro Paulo. Selecionados em universidades, os voluntários foram escolhidos conforme requisitos como: perfil em áreas como esporte e deficiência visual, além de olhar apurado para aspectos visuais de uma partida de futebol.

Fonte: Brasília na CopaSite Externo..

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Gil Porta às 21:22.
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terça-feira, 10 de junho de 2014.

RioFilme lança edital para dotar cinemas cariocas de acessibilidade

Chamada Pública vai financiar implementação de tecnologias de audiodescrição e legenda oculta.

A RioFilme lançou nesta quarta-feira, dia 4 de junho, o programa Cinema Acessível RioFilme, voltado aos exibidores cinematográficos. O edital disponibiliza 200 mil reais para investimento em dez complexos de exibição para a instalação de ferramentas de audiodescrição e legendas ocultas que promovam o acesso de pessoas com deficiência visual e auditiva às salas de cinema do Rio de Janeiro.

Segundo a entidade, apesar de 20% da população carioca possuir algum tipo de deficiência sensorial, não há hoje no Rio de Janeiro nenhum cinema com tecnologias que possibilitem o acesso destes espectadores.

Inscrições abertas a partir de 16 de junho.

As inscrições gratuitas serão abertas às 18h do dia 16 de junho e devem ser feitas pelo email cinema.acessivel@riofilme.com.br. Para se candidatarem ao apoio, os proponentes precisam ser cadastrados na ANCINE como grupos exibidores há pelo menos dois anos e devem indicar um complexo cinematográfico em funcionamento no município do Rio de Janeiro por no mínino dois anos.

As propostas recebidas serão numeradas e analisadas por ordem de inscrição e a RioFilme publicará no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro a lista com as inscrições válidas e nulas. A seleção levará em conta, além da ordem cronológica das inscrições, a localização dos complexos de exibição inscritos. Para saber mais sobre a forma de inscrição e os critérios de seleção, leia a íntegra do edital e de seus anexos no site da RioFilme.

Com a adaptação dos complexos às tecnologias de acessibilidade, a oferta de filmes que permitirão o uso das tecnologias instaladas dependerá dos distribuidores. A partir de 2014, todos os longas financiados pela RioFilme deverão ser finalizados com legendas ocultas e audiodescrição.

Fonte: ANCINE – Agência Nacional do CinemaSite Externo..

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Gil Porta às 10:53.
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