Conteúdo principal | Últimos 20 posts | Posts por assunto | Bengala Legal

Blog do Bengala Legal.

Rio de Janeiro, quarta-feira, 28 de setembro de 2016 - 03:22.

 

Conteúdo principal.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012.

Projeto Praia Acessível – cadeiras anfíbias

Cadeira anfíbia para pessoas com deficiência.

Cadeiras proporcionam segurança para entrar no mar.

Um projeto piloto voltado às pessoas com deficiência foi implantado pelo Governo do Estado, no domingo, 16, em Capão da Canoa, no Litoral Norte. Parte integrante das ações da Operação Verão Numa Boa, o Praia Acessível disponibilizará cadeiras anfíbias para as pessoas com deficiência entrarem no mar com segurança.

O teste do equipamento foi realizado no sábado, 15, por funcionários da Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e Altas Habilidades (Faders), responsável pelo projeto, em Torres, durante o lançamento da operação. Mais leves e com pneus especiais para a areia, as cinco cadeiras compradas pela Fundação serão disponibilizadas às sextas-feiras, aos sábados e aos domingos, ao longo do verão, em Capão da Canoa, e os veranistas terão a ajuda de um salva-vidas.

“Temos o programa de geração de oportunidades e a ideia foi fazer uma praia acessível dentro do Verão Numa Boa e fazermos com certeza uma praia democrática, dando oportunidades a todos”, afirmou o secretário da Justiça e dos Direitos Humanos, Fabiano Pereira, que acompanhou o teste das cadeiras em Torres.

O projeto Praia Acessível contempla ainda esteiras ecológicas, feitas por um funcionário da própria Faders, para facilitar o acesso dos cadeirantes à praia. A iniciativa, explica a presidente da Fundação, Marli Conzatti, faz parte do plano RS Sem Limites, voltado às pessoas com deficiência. “Em novembro do ano passado, a presidente Dilma lançou o plano Viver Sem Limites e o Rio Grande do Sul foi o primeiro Estado a aderir à proposta”, destacou.


Fonte: GAZ – www.gaz.com.brSite Externo..

Facebook.Compartilhar no Facebook.

Twitter.Publicar no Twitter.

Arquivado em: Pessoas com Deficiência.
Assuntos:  , , , , .
MAQ às 11:59.
Post visitado 17796 vezes, 2 foram hoje.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012.

Discriminação e preconceito no ensino privado

Nota pública: escolas públicas e privadas não podem discriminar em razão da deficiência.

Tendo em vista o texto publicado no boletim da Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (CONFENEN), em seu boletim (páginas 8, 9 e 10)Site externo., o Fórum Nacional de Educação InclusivaSite externo., o Portal Inclusão JáSite externo. e a Rede Inclusiva – Direitos Humanos BRSite externo. vêm, por meio desta, repudiar o teor do referido texto, que orienta para a restrição do acesso e permanência na educação, promovendo diretamente a exclusão educacional de pessoas com deficiência. A nota é um incentivo à pratica do bullying, à violação do direito humano à educação e ao preconceito e à discriminação de pessoas com deficiência.

Aproveitamos esta feita para esclarecer à Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino – CONFENENSite externo. que Educação é direito humano e, portanto inalienável, direito que não se pode dispor, direito da criança e do adolescente, seja ela ou ele Pessoa com ou sem deficiência.

Esclarecemos também que as escolas privadas não são regidas por legislação diferenciada e que, à parte disso, discriminar é crime. Negar ou fazer cessar matricula por motivo de deficiência é crime, com pena de reclusão de 1 a 4 anos (Lei 7.853/89).

É importante também esclarecer que, a despeito do posicionamento da entidade, muitas escolas privadas trabalham em concordância com a legislação vigente e que estas escolas cumprem com o seu papel social e seguem as diretrizes nacionais para a oferta da educação.

Reafirmamos ainda que estabelecimentos de ensino públicos ou privados devem respeitar e se organizar dentro dos parâmetros da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da Constituição Federal, do Estatuto da Criança e do Adolescente, do Código de Defesa do Consumidor, no Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência – Viver Sem Limite, da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (MEC/2008) e todas as diretrizes e orientações do Ministério da Educação para a inclusão educacional.

As lutas do movimento social organizado levaram a conquistas em benefício de pessoas com e sem deficiência. O acesso e a permanência na educação se tornaram realidade devido a políticas públicas de educação inclusiva do governo federal na última década, que, implementadas por estados e municípios, possibilitaram a crianças e adolescentes do Brasil a escolarização, garantindo, assim, o direito constitucional à educação. Ainda com um longo caminho a percorrer para garantir escola de todos e de cada um, aprender junto e com – com recursos e verbas públicas carimbadas – é hoje a nossa realidade nas escolas públicas.

Cabe às escolas privadas cumprir com o seu papel e ofertar a educação com base na equiparação de diretos e igualdade de condições e oportunidades.

A possibilidade da oferta do ensino, para a iniciativa privada, foi assegurada pelo legislador no artigo 209 da Constituição Federal, mas desde que respeitados o cumprimento das normas gerais da educação e a autorização e avaliação de qualidade pelo poder publico. Já no artigo 206 da CF/88, a igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola e a qualidade do ensino são princípios sob os quais o ensino deve ser ministrado. Não podemos discriminar e manter pessoas na invisibilidade.

A nota da CONFENEN fere todos os princípios fundamentais da Carta Magna e hierarquiza seres humanos.

Tendo em vista que a universalização do acesso e a permanência na educação em estabelecimentos públicos e privados são assegurados pela Constituição Federal, cujo objetivo maior é a promoção do bem comum, a CONFENEN tenta relativizar o sujeito de direitos, como se a pessoa com deficiência não fosse Pessoa por completo. O fomento ao conhecimento e a educação torna-se, então, um incentivo à discriminação e a praticas sociais abusivas e ilegais.

Segregar seres humanos e torná-los invisíveis frente à sociedade é o contrário de educar. É vergonhoso. Pretender hierarquizar seres humanos esquecendo que a escola é espaço de aprendizado junto e com e de exercício da cidadania é algo que a sociedade deve repudiar, além de pedir que providências sejam tomadas. Educação não é preparação para a vida, é a própria vida. Lugar de criança com ou sem deficiência é na escola, seja ela pública ou privada. É uma questão de direito.

A nota de incentivo à discriminação, ao preconceito e à violação dos direitos humanos nos pegou de surpresa, pois não é de se esperar orientação para o preconceito de entidade da Educação Privada, pois educação, além de direito inalienável, é um direito central e imprescindível para o exercício dos demais direitos. No que diz respeito à educação, o público e o privado seguem as mesmas regras.

Na escola privada, de livre escolha da família, estuda quem paga a mensalidade, estuda quem paga as cobranças comuns a todos os estudantes, por que é fundamental esclarecer que nenhuma família tem a obrigação de custear mediadores, pagar taxas extras e pela oferta do atendimento educacional especializado. Tudo isso é obrigação dos estabelecimentos de ensino. No âmbito público e no privado, Inclusão, Acessibilidade e Desenho Universal são atribuições da educação, em todos os níveis, fases e etapas do ensino.

Por fim, reivindicamos que a CONFENEN retrate-se e oriente as escolas privadas em conformidade com a legislação vigente. Pedimos que o Conselho Nacional de Educação se manifeste sobre a referida nota, bem como o Ministério da Educação e a Secretaria de Direitos Humanos. Reivindicamos que o Ministério Público oriente a entidade em relação aos direitos das pessoas com deficiência e tome as providencias que considerar cabíveis.

Todos os anos inúmeras famílias matriculam os seus filhos com deficiência em escolas privadas, muitas são bem atendidas, mas tantas outras ainda não. Esperamos que a CONFENEN oriente os estabelecimentos privados de ensino para a oferta da educação em conformidade com os ditames, em futuras notas que priorizem o respeito à legislação vigente, pois é o mínimo que se espera de quem se propõe a oferecer educação.

O Brasil mudou, já vencemos o medo e a chama da esperança está viva. O paradigma é o do direito; vamos respeitar as conquistas da sociedade brasileira e garantir que crianças e adolescentes com deficiência sejam os protagonistas de suas próprias vidas.

Educação é Direito e é Vida.

Colocamos-nos à disposição para quaisquer esclarecimentos. Como dizia Paulo Freire: “Não há saber mais. Não há saber menos. Há saberes diferentes”.

Claudia Grabois.
Coordenadora jurídica e de políticas públicas do Portal Inclusão Já.
Coordenadora do Fórum Nacional de Educação Inclusiva e da Rede Inclusiva – Direitos Humanos BR.

Matéria com Claudia Grabois e sobre escola inclusiva na Globo News:

Entrevista de Claudia Grabois na Globo NewsSite externo.

Reportagem da Globo News sobre escola inclusivaSite externo.

Facebook.Compartilhar no Facebook.

Twitter.Publicar no Twitter.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012.

2º Encontro Nacional de Audiodescrição

Público alvo: audiodescritores, estudantes e profissionais de Comunicação, Rádio e Televisão, Cinema e Letras, produtores culturais, representantes dos ministérios e das secretarias estaduais e municipais de Cultura, Educação, Turismo e outras relacionadas; produtores e realizadores cinematográficos e teatrais; exibidores cinematográficos (privados e públicos); distribuidores; serviços educativos de museus; proprietários de teatros e de espaços culturais (privados e públicos); gestores de espaços culturais públicos e privados; pessoas com deficiência; organizações não governamentais que atuam em defesa das pessoas com deficiência; jornalistas e veículos de comunicação (TV, rádio, jornal, revista, meio digital); instituições de apoio às pessoas com deficiência; professores das redes de ensino municipal, estadual e universitário (público e privado).

COORDENAÇÃO

Prof. Dra. Eliana Lúcia Ferreira
Prof. Dra. Lívia Maria Villela de Mello Motta
Paulo Romeu Filho

Data: 13, 14 e 15 de dezembro de 2012.
Local: Universidade Federal de Juiz de Fora – MG.

OBJETIVOS

O 2º ENCONTRO NACIONAL DE AUDIODESCRIÇÃO, uma realização da Universidade Federal de Juiz de Fora em parceria com a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, órgão vinculado à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, objetiva:

  • discutir, analisar e encaminhar questões referentes à implementação da audiodescrição nos mais diversos segmentos;
  • oferecer subsídios para elaboração de políticas públicas;
  • encaminhar propostas relativas à formação de audiodescritores e regulamentação da profissão;
  • oferecer oportunidades de prática aos participantes por meio de oficinas;
  • compartilhar pesquisas e estudos acadêmicos em desenvolvimento no Brasil;
  • oportunizar troca de experiências e saberes entre profissionais da área.

2º Encontro Nacional de Audiodescrição.

PROGRAMAÇÃO

QUINTA FEIRA
17:30 horas – Inscrições e entrega de material
18:30 horas – CERIMÔNIA DE ABERTURA
Palavra do Reitor: boas vindas e introdução ao tema do encontro
Palavra da coordenadora do evento: Prof. Dra. Eliana Lúcia Ferreira

Das 19:00 horas às 20:30 horas – MESA DE ABERTURA
TEMA: AUDIODESCRIÇÃO E O ACESSO À CULTURA E À INFORMAÇÃO
Reitor da UFJF: Prof. Dr. Henrique Duque.
Representante da Secretaria dos Direitos Humanos: Sr. Antonio José Ferreira – Secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Representante da ONCB (Organização Nacional de Cegos do Brasil): Clóvis Alberto Pereira.
Representante audiodescritores: Prof. Dra. Lívia Maria Villela de Mello Motta.
Representante público consumidor: Paulo Romeu Filho.
20:30 horas – EVENTO CULTURAL (apresentação de longa-metragem com audiodescrição)

SEXTA FEIRA/MANHÃ
Das 9h00 às 10h30 horas – MESA REDONDA
TEMA: POLÍTICAS PÚBLICAS PARA AMPLIAÇÃO DO USO DA AUDIODESCRIÇÃO NOS DIVERSOS SEGMENTOS

Secretaria de Direitos Humanos: Sérgio Paulo da Silveira Nascimento
Ministério das Comunicações: Sra. Elza Maria Del Negro B. Fernandes
Ministério do Trabalho: Cláudia Maria Virgílio de Carvalho Paiva

MEDIADOR: Paulo Romeu Filho

10:30 horas – CAFÉ
Das 11:00 às 12:30 horas – MESA REDONDA

TEMA: IMPLEMENTAÇÃO DA AUDIODESCRIÇÃO NOS DIVERSOS SEGMENTOS – FOCO NO PRODUTOR DE AUDIOVISUAIS

MÍDIAS: Alessandra Savino
TEATRO: Lara Valentina Pozzobon da Costa
CINEMA: Marçal de Souza

MEDIADORA: Marta Almeida Gil

SEXTA FEIRA/TARDE

OFICINAS: das 14:00 às 17:00 horas

OBJETIVOS: discutir o conceito e as diversas possibilidades de aplicação da audiodescrição, oferecendo aos participantes oportunidades de reflexão e prática para que possam compreender a abrangência, importância e benefícios, o que, certamente, irá contribuir para a disseminação e implementação do recurso em suas regiões.

1. AUDIODESCRIÇÃO NO CINEMA
PROFESSORES: Bell Machado e Letícia Schwartz

2. AUDIODESCRIÇÃO NO TEATRO
PROFESSORES: Mimi Aragón e Nara Monteiro

3. AUDIODESCRIÇÃO NA TV
PROFESSORES: Leonardo Rossi Lazari e Klístenes Bastos Braga

SEXTA FEIRA/TARDE
Das 14:00 às 17:00 horas
REUNIÕES TEMÁTICAS:
Em paralelo às oficinas acontecerão reuniões temáticas para discussão de assuntos relevantes ligados à audiodescrição.

Das 14:00 às 15:30 horas
TEMA: PROFISSIONALIZAÇÃO DO AUDIODESCRITOR E MERCADO DE TRABALHO
COORDENADOR: Rodrigo Campos Alves
Das 15:30 às 17:00 horas
TEMA: COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO AUDIODESCRITOR
COORDENADOR: Maurício Santana
17:00 às 17:30 horas – CAFÉ

SEXTA FEIRA/FINAL DE TARDE
Das 17:30 às 19:00 horas – MESA REDONDA
TEMA: IMPLEMENTAÇÃO DA AUDIODESCRIÇÃO NOS DIVERSOS SEGMENTOS – FOCO NAS PESQUISAS ACADÊMICAS.

Eliana Paes Cardoso Franco – Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Soraya Ferreira Alves – Universidade de Brasília (UNB)
Vera Santiago Araújo – Universidade Estadual do Ceará (UECE)
MEDIADORA: Elizabet Dias de Sá

SÁBADO
08h30 – 10h00 horas – MESA REDONDA
TEMA: IMPLEMENTAÇÃO DA AUDIODESCRIÇÃO NOS DIVERSOS SEGMENTOS – FOCO NO PRODUTOR DE AUDIODESCRIÇÃO

Maurício Santana
Graciela Pozzobon da Costa
Lívia Maria Villela de Mello Motta
MEDIADOR: Laércio Santana

Das 10h30 às 12h00 horas – MESA REDONDA
IMPLEMENTAÇÃO DA AUDIODESCRIÇÃO NOS DIVERSOS SEGMENTOS – FOCO NO PÚBLICO ALVO

Elizabet Dias de Sá
Iracema Vilaronga
Felipe Mianes
José Vicente de Paula
Gilson Mauro

MEDIADOR: Marco Antonio de Queiroz

Das 12:00 às 12:30 horas – CERIMÔNIA DE ENCERRAMENTO COM LEITURA DO DOCUMENTO PRODUZIDO DURANTE O EVENTO.

Apresentação do documento que visa sugerir ações que promovam a acessibilidade comunicacional das pessoas com deficiência visual por meio da audiodescrição aos mais diversos meios culturais e educacionais a curto, médio e longo prazo, nas esferas pública e privada; e os pré-requisitos para a profissionalização do audiodescritor.

Audiodescrição do evento: a audiodescrição do evento será feita por Márcia Caspary (RS), Luciamaria (SP), Jumara Bienias (SP) e Maria de Fátima Angelo (SP).
Mestre de cerimônias: a apresentação do evento será feita por Rodrigo Almeida Simões da Silva (RJ).


Descrição da logomarca: a logomarca do evento é composta, na parte superior, pelo desenho estilizado de um microfone deitado, com o cabo nas cores verde e amarelo e o bocal redondo na cor azul. No lado direito do microfone, o local de realização do evento: CAEFI (Coordenação de Acessibilidade Educacional, Física e Informacional) da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora) – 2012. Na parte de baixo da logomarca, o título do evento: 2º ENCONTRO NACIONAL DE AUDIODESCRIÇÃO, escrito com letras pretas.

Facebook.Compartilhar no Facebook.

Twitter.Publicar no Twitter.

« Posts mais novosPróximos Posts »

Últimos 20 posts publicados.

Saltar resumo e ir para "ESCOLHA POR ASSUNTO".

Projeto “Emoti Sounds” é plug-in que permite que deficientes visuais tenham uma experiência emotiva na leitura dos emoticons O Festival Internacional de Criatividade de Cannes divulga o seu primeiro shortlist. O projeto “Emoti Sounds”, da Artplan para Tim Live, é o único brasileiro entre os 39 selecionados pelo júri de Innovation Lions e concorre na […]

 

Descrição da imagem: Cena do documentário “Boa Noite, Solidão”: Geneton Moraes Neto entrevista o sertanejo Ginaldo José da Silva. O documentário será transmitido pela GloboNews neste sábado. O documentário “Boa noite, Solidão” será exibido pela GloboNews neste sábado, dia 16, às 21h05 e será o primeiro programa da emissora a contar com o recurso da […]

 

Tecnologia está sendo desenvolvida em Criciúma, no Sul de Santa Catarina. Elisabete Barbosa é uma das primeiras pessoas a fazer uso do Via Voz (Foto: Globo). Imagine um GPS dentro de uma biblioteca. Em vez de ruas, ele mostra os caminhos entre as prateleiras. Parece coisa do futuro, mas essa tecnologia já existe e serve […]

 

Há mais de 20 anos que a fundação beneficente “Livros Ilustrados para Crianças Cegas” publica e oferece livros com páginas musicais a crianças com deficiência visual. Entre as obras estão contos tradicionais russos e estrangeiros. Foto: Fundação de beneficência “Livros Ilustrados para Crianças Cegas Pequenas”. “Os nossos livros ajudam a criar situações em que uma […]

 

O tradutor Libras em Software Livre (VLibras) versão mobile já está disponível para ser baixado e vai ampliar o acesso das pessoas com deficiência auditiva aos meios digitais. O conjunto de aplicativos faz a tradução de conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo) para Libras, a Linguagem Brasileira de Sinais. Os softwares desenvolvidos pelo Ministério do […]

 

A área de negócios sociais Soluções em Acessibilidade, da Fundação Dorina Nowill para Cegos, lança com exclusividade o aplicativo AudiFoto. A novidade é mais uma tecnologia direcionada às empresas que desejam participar da inclusão de pessoas com deficiência em museus, exposições e locais em que as imagens são peças fundamentais para a experiência dos visitantes. […]

 

Em São Paulo, no Centro Cultural Banco do Brasil Desde 2003, o Assim Vivemos tem sua programação totalmente acessível para pessoas com deficiência visual e auditiva. Audiodescrição e legendas em português (LSE) em todas as sessões, catálogo em Braille e Interpretação em LIBRAS nos debates. No CCBB, todos os ambientes têm acesso para pessoas com […]

 

“Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência” chega a sua 7ª edição em 2015 no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (de 5 a 17 de agosto), de São Paulo (23 de setembro a 5 de outubro) e de Brasília (de 2 a 14 de março de 2016), trazendo 33 […]

 

Neste sábado, 01 de agosto, estreia mais uma peça da Oficina dos Menestréis. O trabalho deles é maravilhoso e super alto astral. Recomendo. O elenco é inclusivo: Atores e atrizes com e sem deficiência. Com audiodescrição no dia 09 e Libras no dia 16. Sobre a peça: Aldeia dos Ventos é um musical de Oswaldo […]

 

Para grande parte da população a tecnologia facilita. Para pessoas com deficiência visual a tecnologia possibilita. O projeto F123 é um software inovador, de baixo custo e alta eficiência, que possibilita o acesso à educação e à informação, favorecendo oportunidades de trabalho e a utilização de tecnologias por pessoas com deficiência visual. O F123 permite […]

 

A Fundação Dorina Nowill para Cegos tem uma nova versão para o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa em formato digital acessível Daisy – Digital Accessible Information System. O Instituto Helena Florisbal foi o parceiro para a viabilização deste projeto, que conta com a produção e disponibilização de cinco mil dicionários em português com as novas […]

 

Dança no MIS e Unlimited apresentam: MARC BREW, bailarino e coreógrafo da Escócia, na performance REMEMBER WHEN e uma residência (processo criativo aberto ao público) junto à bailarina brasileira Gisele Calazans. As atividades fazem parte do programa mensal: Dança no MIS, com curadoria de Natalia Mallo, que convida coreógrafos a escolher uma área do Museu […]

 

A ANCINE colocou em Consulta Pública, até o dia 08 de julho, Notícia Regulatória e Relatório de Análise de Impacto – AIR que discutem a implementação de ações para regulamentar a promoção da acessibilidade em salas de cinema, com disponibilização de recursos de legendagem descritiva, LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais e audiodescrição que possibilitem […]

 

Está chegando ao fim o curso de Especialização em Audiodescrição promovido pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em parceria com a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD). Em iniciativa inédita, foi possível viabilizar o primeiro curso sobre esta temática a nível de especialização no Brasil, com o principal […]

 

MARIA LUÍSA BARSANELLI. De SÃO PAULO. Em um cantinho ao lado do palco, Rafaella Sessenta, 32, alonga braços e pernas. Posiciona-se frente a uma câmera e aguarda a largada: o início de um show em tributo a Michael Jackson, realizado no domingo (31/5) em São Paulo. Rafaella é tradutora de libras (Língua Brasileira de Sinais) […]

 

O curso de Especialização em Audiodescrição promovido pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), abrirá uma segunda turma ainda este ano. Estão previstas 100 vagas a partir do segundo semestre. O curso tem o objetivo de capacitar profissionais para promover a […]

 

A AFB (American Foundation for the Blind, ou Fundação Americana para Cegos) anunciou nesta semana os nomes dos quatro homenageados que receberão o prestigioso prêmio Helen Keller na noite do dia 18 de junho, em Nova York (Estados Unidos). Estamos homenageando as realizações de indivíduos e empresas pelo sucesso na melhoria da qualidade de vida […]

 

Estão abertas as inscrições para o 7º Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes Sobre Deficiência. Ficha de inscrição e regulamento, acesse: www.assimvivemos.com.br Em 2015, o Festival Assim Vivemos chega à sua 7ª edição. É com enorme alegria que iniciamos mais uma busca pelos melhores filmes produzidos no mundo sobre o tema da pessoa com […]

 

A diretora da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicações do TRT5 (Setic), Cláudia Jorge, participou da primeira reunião da Comissão Permanente de Acessibilidade do sistema Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT) em 2015, na última terça-feira (14/4). A comissão tem como objetivo principal propor medidas para facilitar o acesso de pessoas com […]

 

É hora de deixar de observar apenas a obrigação legal da contratação de pessoas com deficiência física e analisar os ganhos econômicos e sociais da inclusão Silvia Torikachvili. Observando os exemplos mencionados ao longo da reportagem, percebe-se que, quando as empresas decidirem contratar talentos em lugar de deficiências, elas entrarão para o melhor dos mundos. […]

 

 

 

Os posts mais visitados hoje.

  1. O que é Inclusão Escolar? (13 visitas)
  2. Dúvidas sobre a aposentadoria especial para pessoa com deficiência (7 visitas)
  3. Futebol de 5 - Esporte Adaptado - Cegos. (7 visitas)
  4. Basquete em Cadeira de Rodas. (7 visitas)
  5. Festival Assim Vivemos – 7º Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência (6 visitas)
  6. Festival Melhores Filmes - edição 2014 - está ainda mais imperdível (6 visitas)
  7. Mineiros com deficiência reclamam por mais audiodescrição (5 visitas)
  8. Casal cria ONG que incentiva adotar crianças com deficiência (5 visitas)
  9. Refletindo sobre a formação de público de pessoas com deficiência (5 visitas)
  10. Conferência Municipal de Acessibilidade e Comunicação em Uberlândia. (5 visitas)
Bengala Legal.

eXTReMe Tracker