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Rio de Janeiro, terça-feira, 27 de setembro de 2016 - 13:44.

 

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domingo, 7 de dezembro de 2014.

Criar uma criança surda faz o mundo soar diferente

Por Lydia Denworth.

Quando descobri que meu filho não podia ouvir, percebi que na verdade era eu que não estava, de fato, escutando.

Antes que meu filho mais novo, Alex, fizesse dois anos, nós descobrimos que ele tinha uma perda auditiva significativa que tendia a piorar. Algumas semanas mais tarde, me vi no ginásio da escola que meus outros dois filhos frequentavam. Estive nesse ginásio dezenas de vezes para vários eventos – aplaudindo e torcendo, conversando com outros pais e então seguindo em frente com o resto do meu dia. Nesta manhã, minha rotina foi abalada. O barulho das crianças ecoou das arquibancadas. Quando as crianças quietas pegavam o microfone era difícil ouvi-las.Tudo isso era normal, mas eu nunca tinha notado antes. Agora, eu estava ouvindo o mundo de um jeito diferente, imaginando-o através dos ouvidos – e dos aparelhos auditivos – do Alex, que um dia poderia ser um estudante aqui. Ter um filho surdo, eu percebi, iria me ensinar a ouvir.

Uma vez que comecei a ouvir, comecei a aprender. A pesquisa veio naturalmente – sou jornalista – e se tornou o meu mecanismo de enfrentamento. Através de livros, conferências e conversas com todos os especialistas possíveis, comecei a entender o poder do som – como a fala dos pais, dos cuidadores e dos professores molda a linguagem falada de uma criança; e então, como a linguagem falada de uma criança a ajuda a aprender a ler. Eu também vi e ouvi mais claramente os efeitos nocivos do alter ego do som, o barulho – a indesejada cacofonia do nosso mundo industrial, ou efeito amplificado de várias pessoas falando ao mesmo tempo, ou a música muito alta e invasiva.

O que mais me impressionou foi o que o som não importa muito para as crianças ouvintes, como meus dois filhos mais velhos. A partir do minuto em que nasce, cada experiência que uma criança tem está sendo gravada pelo seu cérebro. O som, ou a ausência dele, é parte desta experiência. Os neurônios fazem conexões uns com os outros, ou não; o sistema auditivo se desenvolve, ou não, baseado nessa experiência. O som é essencial para qualquer um que esteja aprendendo a falar e ouvir – e isso inclui todas as crianças ouvintes bem como as totalmente surdas e as que usam aparelhos auditivos e implantes cocleares, que enviam sinais sonoros diretamente para o nervo auditivo.

Antes que descobríssemos que o Alex não podia ouvir, ele estava usando todos os sinais visuais disponíveis – sorrisos e caretas, mãos balançando, dedos apontando – para que seu mundo fizesse sentido. Por um tempo, ele compensou bem o suficiente para nos deixar achar que ele ouvia, mas não conseguiu mais uma vez que seus colegas começaram a falar.

Tanto a quantidade quanto a qualidade das palavras que as crianças ouvem em seus primeiros anos de vida afetam o desenvolvimento da sua linguagem. Com o passar do tempo, como as crianças vão tendo mais experiências auditivas, o processamento auditivo nos seus cérebros acelera e se torna mais eficiente. A repetição, o ritmo, a poesia, a música e até o Dr. Seuss ajudam as crianças a aprender a língua ao fazê-las ouvir por padrões. Essa prática de escuta em seguida forja as redes neurais necessárias para a leitura porque a capacidade de fazer com o que se ouve faça sentido e quebrar a fala em sílabas e fonemas é a base da leitura. Como uma criança reage ao som – o quão eficientemente seu cérebro processa o som – no primeiro dia do jardim de infância está relacionada com quantas palavras por minuto uma criança será capaz de ler na quarta série. Isso mostra que os problemas com o processamento do som são o cerne da maioria dos problemas de leitura. Por outro lado, crianças que leem bem construíram fortes circuitos cerebrais que conectam audição, visão e linguagem.

É importante notar que se uma criança surda crescer usando a língua de sinais, ela não vai precisar do som porque seu mundo é visual. A língua de sinais, se for a primeira língua, se fixa no cérebro nas mesmas áreas em que a língua oral o faz naqueles que aprenderam a falar. Já a leitura é outra questão. Aqueles que têm a língua de sinais como primeira língua aprendem a ler no que para eles é considerado uma segunda língua e historicamente têm tido muito mais problemas com a leitura do que seus pares ouvintes.

Quando o Alex começou a frequentar a escola com seus irmãos ele estava usando aparelho auditivo num ouvido e implante coclear no outro. Descobriu-se que pequenas estratégias pensadas para melhorar o ambiente da sala de aula para ele beneficiaram a todos. Depois que ensinamos o Alex a educadamente pedir que seus colegas falassem mais alto ou repetissem algo, o ambiente ficou cheio de crianças fazendo o mesmo pois ninguém conseguia ouvir o que as crianças tímidas sussurravam. Nenhuma das crianças na classe dele da primeira série ouviu a tarefa de matemática porque o barulho do ar condicionado parecia uma batedeira. Trocar aquele velho aparelho ajudou 20 crianças, e não apenas uma. O mesmo valeu para os carpetes e cortinas e para a ideia de cobrir as pernas de metal das cadeiras. De acordo com a Acoustical Society of America, os níveis de ruído em muitas salas de aula são tão altos que aqueles com audição normal conseguem ouvir apenas 75% das palavras lidas de uma lista.

Outra coisa aconteceu. As necessidades do Alex sutilmente mudaram algumas dinâmicas do grupo, encorajando um novo nível de atenção. Ouvintes não precisam olhar quando alguém está falando para entender o que dizem, mas surdos precisam. Embora o AASI e o IC do Alex permitissem que ele ouvisse sem olhar, ele se beneficia de pistas visuais, e na sala dele foi dada uma lição de língua de sinais americana a respeito da necessidade de contato visual. A coisa mais bonita a respeito de olhar para alguém enquanto a pessoa fala é que, em vez de parecer que está prestando atenção, você provavelmente está prestando atenção.

Prestar atenção importa num nível mais profundo. A capacidade de prestar atenção nas crianças se desenvolve com o tempo, assim como a linguagem. E como a linguagem, a atenção seletiva – do tipo que as crianças precisam em sala de aula – é afetada pela experiência. Com a prática você se torna melhor. Neurocientistas provaram que quando as crianças prestam atenção elas aprendem. Focando em algo específico – uma voz por vez ou seu livro em vez de seu amigo – resulta em maior resposta do cérebro, medida pela atividade elétrica mesmo em crianças tão pequenas quanto as de três anos. Essa resposta maior ajuda a construir redes entre os neurônios e treina o cérebro para aprender.

O Alex está agora na sexta série na mesma escola. Eu não posso mudar a acústica da cafeteria, mas na sala de aula, todo início de ano tratamos de relembrar os professores dele para que parem e escutem. Nós os encorajamos a amplificar o som, por exemplo, lembrando-os de olhar para os alunos em vez de olhar para o quadro, e para diminuir o ruído mantendo as portas sempre fechadas.

Em casa, os meninos costumam fazer o dever de casa na mesa da cozinha enquanto eu faço o jantar e ocasionalmente entrei em cena para oferecer sugestões ou fazer perguntas – muitas vezes sem deixar o que estava fervendo no fogão. Não faço mais isso. Desligo o rádio e calo meus filhos mais velhos e então me sento próxima ao Alex (ou qualquer um dos meus filhos que precise de ajuda) e dou a ele minha atenção total. Ele aprende melhor e eu aprendo mais sobre ele. Gostaria de nunca ter feito isso de modo diferente do que tenho feito.

Fonte: TIME Magazine

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Gil Porta às 13:54.
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quinta-feira, 27 de novembro de 2014.

Encontro de Audiodescrição

Encontro de Audiodescrição aborda circulação da pessoa com deficiência visual em museus, parques e eventos

UFJF - Faculdade de Engenharia / Edifício Itamar Franco. Evento, promovido pelo Núcleo de Pesquisa em Inclusão, Movimento e Ensino a Distância, acontece na Faculdade de Engenharia, de 27 a 29 de novembro.

A circulação da pessoa com deficiência visual em diversos tipos de ambientes é o tema do 3º Encontro Presencial do curso de Especialização em Audiodescrição, promovido pelo Núcleo de Pesquisa em Inclusão, Movimento e Ensino a Distância da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). O evento acontece aborda de 27 a 29 de novembro, na Faculdade de Engenharia.

As aulas deste módulo do curso, realizado em parceria com a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, visam preparar os alunos para a audiodescrição em museus, parques, eventos corporativos, acadêmicos e gerais, com o objetivo de ampliar o universo de aplicação destas técnicas e recursos e promover a acessibilidade de maneira integral na sociedade.

Na programação, os alunos participam, no dia 27, de 18h às 22h, da aula sobre Audiodescrição em Museus e Parques, ministrada pela professora Amanda Tojal, consultora em acessibilidade e ação educativa inclusiva em museus e instituições culturais e docente do curso de Extensão Cultural em Ensino da Arte na Educação Especial e Inclusiva da Pinacoteca de São Paulo.

No dia 28, as aulas serão ministradas em período integral. Das 8h30 às 12h30, o tema volta a ser abordado, dessa vez pela professora Vera Santiago, docente na Universidade Estadual do Ceará e com experiência na área de linguística aplicada, com ênfase em tradução, atuando na área de audiodescrição.

Das 14h às 17h30 e das 19h às 22h, as docentes Soraya Ferreira e Graciela Pozzobon ministram aulas sobre Audiodescrição em Eventos Corporativos e Acadêmicos. Soraya é professora adjunta da Universidade de Brasília (UnB) e coordenadora do grupo de pesquisa em Tradução Audiovisual, com foco em audiodescrição para pessoas com deficiência visual. Graciela é atriz e participa de várias produções artístico-culturais como audiodescritora.

No dia 29, das 8h às 12h, será abordado o tema Produção de eventos com acessibilidade comunicacional, com palestra ministrada pela professora Lara Pozzobon, produtora cultural e responsável pelo Festival Internacional Assim Vivemos, de filmes sobre pessoas com deficiência.

Recesso

A partir do dia 22 de dezembro o curso de Especialização em Audiodescrição entra em recesso na plataforma Moodle, retornando suas atividades no dia 12 de janeiro de 2015, com a aula Descrição de imagens estáticas, da professora Lívia Motta.

Outras informações: (32) 2102-3283.

Fonte: www.ufjf.brSite Externo.

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Gil Porta às 17:59.
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quarta-feira, 26 de novembro de 2014.

Censo aponta aumento no número de servidores com deficiência no Poder Judiciário

Neste caso percebe-se que as empresas, por preconceito estão perdendo pessoas qualificadas, inteligentes, que poderiam contribuir muito para o sucesso da empresa.

É cada vez maior o número de pessoas com deficiência ingressando no serviço público. Este aumento tem uma razão plausível, que é a exclusão realizada pelas empresas às pessoas com deficiência, muitas vezes qualificadas, o que cai por terra, mais uma vez o argumento das empresas que pessoas com deficiência não tem qualificação. Podemos perceber um grande número de pessoas não qualificadas sim, mas não devemos apenas enfatizar as pessoas com deficiência. Isto é uma realidade geral.

Certa vez uma pessoa de RH de uma determinada empresa que proferi palestra me disse: “as pessoas com deficiência qualificadas estão muito bem empregadas, obrigada”. E pelo visto a maioria das pessoas com deficiência estão no serviço público.

É preciso que as empresas reflitam. Observem esta realidade. A acessibilidade é o primeiro passo para a inclusão.

ANA LÚCIA DE OLIVEIRA.
Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da OAB/MG.


Na foto: Maria Luciana Freitas de Albuquerque.
Fotógrafo: Luiz Silveira/Agência CNJ.

Ao se formar nos cursos de Direito e Administração, Maria Luciana Freitas de Albuquerque passou a distribuir currículos em diversas empresas, mas, toda vez que era selecionada, logo acabava sendo prontamente dispensada. O motivo é que Luciana, como prefere ser chamada, possui atrofia muscular espinhal e necessita de cadeira de rodas para se locomover, o que era considerado uma barreira para as empresas. Ao ingressar como servidora no Fórum do Guará, no Distrito Federal, suas necessidades foram respeitadas e sua carreira jurídica começou finalmente a deslanchar. Luciana faz parte dos 2,5% de servidores com deficiência no Poder Judiciário, grupo que está em pleno crescimento, segundo dados do Censo do Poder Judiciário, realizado em 2013 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

De acordo com o censo, nas justiças do trabalho e militar estadual esse percentual alcança 3,5%, e, na Justiça Estadual, 2,2%. Se considerarmos o número de deficientes apenas entre os servidores efetivos que ingressaram nos últimos dois anos, o percentual se amplia para 4,5% do total de efetivos. Entre os servidores com deficiência, 58% são deficientes físicos, 24% visuais e 17% auditivos.

Com uma deficiência congênita, Luciana ingressou no Poder Judiciário em 2011, após tentativas frustradas de exercer a profissão em empresas privadas; apesar da cota de deficientes exigida por lei, ela conta que as deficiências mais graves são preteridas. “As empresas preferem deficiências mais leves para atingir o percentual exigido”, diz Luciana. Nascida em Cidade Ocidental/GO, ela enfrentou muitas barreiras para conseguir estudar nas escolas, principalmente pelo preconceito. “Alguns pais não queriam que os filhos estudassem com uma aleijada”, diz. Atualmente, ela é técnica judiciária do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), voluntária na Semana da Conciliação, e atua no Fórum do Guará – onde depois dela já ingressaram mais dois servidores cadeirantes.

Acessibilidade – As adaptações feitas pelo Poder Judiciário são fundamentais para o trabalho das pessoas com deficiência.

O TJDFT, por exemplo, proporciona uma van adaptada que busca as pessoas com deficiência que possuem dificuldades de locomoção todos os dias nas próprias residências. No tribunal, há cinco anos, existe um Núcleo de Inclusão (NIC), responsável pelas ações integradas que viabilizam a efetiva inclusão dos deficientes, que realiza campanhas de sensibilização com os servidores e encontros das pessoas com deficiência para discussão de demandas como a aquisição de leitores de voz, lupas eletrônicas, tradutor de libras para os julgamentos, entre outros. “No NIC participam os próprios servidores com deficiência, nosso lema é ‘nada sobre nós sem nós”, diz Maria José Barbosa Silva, coordenadora do NIC.

A acessibilidade no Poder Judiciário é uma conquista das pessoas com deficiência que há muito lutam para trabalhar de maneira digna. O primeiro servidor com deficiência do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Luiz Lopes Batista, viveu essa transformação nas duas últimas décadas.

“No começo havia muitas dificuldades no tribunal, mas agora tudo evoluiu muito com os computadores. O tribunal tem se mostrado muito preocupado com acessibilidade e já há várias adaptações”, diz Luiz, que é deficiente visual e trabalha na Comissão Permanente de Ministros do STJ desde 1990. Nascido no interior do Piauí, na cidade de Barro do Ouro, Luiz perdeu a visão aos dois anos e só veio a descobrir a causa – um glaucoma – aos dezesseis, quando foi examinado em Brasília/DF.

Entre as atividades que exerce estão a intensa pesquisa, leitura dos votos, dos acórdãos e elaboração de projetos de súmulas, tarefas que hoje podem ser realizadas sem auxílio de outras pessoas. Perto de se aposentar e pai de três filhos, Luiz se diz animado com a carreira jurídica. Ele pretende ainda advogar e lembra de uma época em que acessibilidade ainda era um sonho distante: “consegui tudo pelo apoio da minha esposa, que leu todos os livros para mim durante o curso de Direito”, afirmou.

A acessibilidade dos tribunais tem proporcionado a realização das tarefas principais sem auxílio. É o caso da analista judiciária Lucinéia Rodrigues, que é deficiente visual e servidora na 30ª Vara do Trabalho de Porto Alegre há nove meses e considera que consegue exercer 90% das suas atividades profissionais sem auxílio de outras pessoas. A servidora utiliza o sistema de processo eletrônico desenvolvido pelo CNJ, o PJe. “O sistema é acessível, mas há dificuldades por vezes, ainda é preciso que se façam aperfeiçoamentos”, afirmou Lucinéia. A servidora continua estudando porque sonha ingressar na carreira de promotora.

Satisfação na carreira – A satisfação demonstrada pelas pessoas com deficiência em relação ao trabalho se insere, de acordo com dados do censo, em um contexto de contentamento dos servidores do Poder Judiciário no que se refere às funções desenvolvidas.

O Censo do Judiciário demonstra que 80% dos servidores estão satisfeitos com o resultado do trabalho prestado aos cidadãos, enquanto que 91% estão felizes com a escolha profissional de trabalharem no Poder Judiciário e 83% sentem orgulho de dizer o que fazem e onde trabalham. Quase todos os servidores (98%) acreditam que o próprio trabalho melhora o desempenho do tribunal.

O censo demonstra ainda que 40% dos servidores estão satisfeitos com a preocupação dos tribunais e conselhos de Justiça com a qualidade de vida e saúde no trabalho, e 58% sentem-se valorizados nos locais onde trabalham.

Realizado em 2013, o censo, cujos relatórios por tribunal serão divulgados no VIII Encontro Nacional do Poder Judiciário em novembro, é a primeira pesquisa aberta a todos os servidores e magistrados brasileiros, visando traçar seu perfil e avaliar os níveis de satisfação em relação a dimensões da carreira, condições de trabalho e motivação para o trabalho, dentre outros. O questionário foi enviado a quase 17 mil juízes e aos mais de 285 mil servidores dos 94 tribunais. Participaram da pesquisa 64% dos magistrados e 60% dos servidores.

Luiza de Carvalho.
Agência CNJ de Notícias.

Fonte: CNJSite Externo.

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Gil Porta às 19:05.
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