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Rio de Janeiro, sábado, 24 de setembro de 2016 - 18:55.

 

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segunda-feira, 7 de julho de 2014.

Metodologia para Diagnóstico de Acessibilidade em Centros Urbanos

DIA 17 DE JULHO ÀS 19h – LANÇAMENTO DO LIVRO:

Metodologia para Diagnóstico de Acessibilidade em Centros Urbanos:
Análise da área Central da Cidade do Rio de Janeiro.

Autores: Cristiane Rose de S. Duarte, Regina Cohen, Alice de Barros H. Brasileiro e Osvaldo Luiz de Souza Silva
O livro será lançado também em versão falada para deficientes visuais.

Local: Blooks Livraria – Praia de Botafogo, 316 (Espaço Itaú de Cinema) – Tel.: (21) 2559-8776
ESTACIONAMENTO: Praia de Botafogo – Esquina com a Rua Visconde de Ouro Preto / Ao lado do Banco Itaú

Contamos com vocês lá! Solicitamos ampla divulgação!

Cartaz para divulgação do livro

Descrição da Imagem:

A imagem do convite está inserida em um retângulo com layout retrato. Está dividida em 2 partes: a superior possui fundo na cor vinho com o destaque estilizado da data 17 de julho na cor branca do lado direito superior. Logo abaixo, ainda em branco pode-se ler:

19hs – LANÇAMENTO DO LIVRO.

Na parte de baixo que é um retângulo maior, mostrando a capa do livro na cor mostarda e um skyline com pontos turísticos da Cidade do Rio de Janeiro e setas significando rotas acessíveis se dirigindo a eles com informações sobre o local do evento e a logo da Blooks Eventos, além do nome dos autores.

Na faixa branca no final do cartaz estão as logos do grupo dos autores do livro – o NÚCLEO PRÓ-ACESSO, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do Instituto Benjamin Constant (parceiro responsável pelo livro falado para as pessoas com deficiência visual) e da Gráfica Triunfal.

Regina Cohen & Cristiane Rose de S. Duarte.
Núcleo Pró-Acesso UFRJ.
PROARQ/FAU/UFRJ.
www.proacesso.fau.ufrj.brSite Externo..
ACESSO: Projetos, Consultoria e Ensino em Acessibilidade Ltda.

Destinations For All World Summit, 19-22 October 2014, Montreal, Canada.
http://www.destinationsforall2014.com/en/indexSite Externo..

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Gil Porta às 12:53.
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terça-feira, 24 de junho de 2014.

Pâncreas artificial é testado com sucesso

Feito com um iPhone 4S, o ‘gadget’ confere níveis de insulina a cada cinco minutos.
Smartphone e monitor de glucose.
O sistema consiste em um smartphone ligado a um monitor de glucose e bombas que fornecem insulina e glucagon.

BOSTON, EUA. Um pâncreas artificial portátil, construído a partir de um iPhone modificado, regulou com sucesso os níveis de açúcar no sangue em pessoas que têm diabetes tipo 1, segundo uma pesquisa publicada no “The New England Journal of Medicine” nesse domingo.

O pâncreas artificial é a última versão de um dispositivo que vem sendo redesenhado por muitos anos. O sistema consiste em um iPhone 4S acoplado a um monitor de glicose, duas bombas, e reservatórios de insulina e glucagon. Um sensor embaixo da pele de um dos lados do abdômen mede a glicose no fluido entre as células, o que corresponde de perto aos níveis de glicose no sangue. O sensor libera uma leitura para o smartphone, e o software do smartphone calcula a dose de insulina a cada cinco minutos. O medicamento é, então, bombeado através de tubos finos de dois pontos de infusão minúsculos incorporados sob a pele do outro lado do abdômen do paciente.

O telefone também tem um aplicativo no qual um paciente pode inserir informações imediatamente antes de comer, indicando se a refeição é o café da manhã, almoço ou jantar, e se o conteúdo de carboidratos será pequeno, grande ou típico. Em seguida, ele calcula e distribui as doses adequadas. O dispositivo ainda requer uma picada no dedo duas vezes por dia para obter uma leitura precisa de sangue, o que o paciente entra no telefone.

Testes.
Os desenvolvedores testaram o dispositivo durante cinco dias em dois grupos de pacientes, 20 adultos e 32 adolescentes, comparando os resultados com as leituras obtidas com bombas de insulina convencionais. Os adultos testados tinham, cada um, a constante atenção de uma enfermeira, e eles ficaram hospedados em um hotel para o estudo de cinco dias.

Os adolescentes, sendo 16 meninos e 16 meninas, viveram sob supervisão em um acampamento de verão para jovens com diabetes. Christopher Herndon, 13, testou o aparelho e disse ter odiado ter que deixar de usar o dispositivo. “É como um sonho para os diabéticos, exime-os da responsabilidade; evita riscos ao organismo e faz com que você se sinta bem o tempo todo”, explicou à rede de TV NBC.

Diabetes tipo 1, que geralmente começa na infância ou na idade adulta jovem, é uma condição crônica em que o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina, o hormônio que reduz os níveis de açúcar no sangue. A insulina funciona em conjunto com glucagon, um hormônio que aumenta o açúcar no sangue. Juntos, eles mantêm o açúcar no sangue em uma faixa saudável.

Diferença entre gadget e bomba de insulina.
Boston. Cerca de um terço das pessoas com diabetes tipo 1 dependem de bombas de insulina para regular o açúcar no sangue, o que elimina a necessidade para injeções e pode ser programado para imitar a libertação natural de insulina. O problema é que essas bombas não se ajustam automaticamente às necessidades de insulina variáveis do paciente, e eles não liberam glucagon.

O novo dispositivo libera ambos os hormônios, e faz isso com pouca intervenção do paciente, a cada cinco minutos.

Fonte: O TempoSite Externo..

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Gil Porta às 12:22.
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sexta-feira, 20 de junho de 2014.

Narração no Mané emociona pessoas com deficiência visual

Pessoas com deficiência visual presentes na partida entre Suíça e Equador viveram momentos inesquecíveis, na inauguração do sistema de audiodescrição no estádio.

Estádio Mané Garrincha em Brasília.

A audiodescrição pode ser acessada por meio de frequências de rádio. Quem quiser ouvir, deve levar um aparelho portátil de rádio ou telefone celular com receptor FM, além de fones de ouvido. O serviço está disponível durante os jogos nas frequências:
– 103,3 FM em Belo Horizonte;
– 98,3 FM em Brasília;
– 88,9 FM no Rio de Janeiro e
– 88,7 FM em São Paulo.

Uma Copa do Mundo é feita de vários ingredientes. Dentro de campo, a emoção se faz com dribles, defesas, passes e, principalmente, gols. Fora do gramado, há um espetáculo de cores e sons composto por camisas das seleções, rostos e unhas pintados, cornetas, celulares registrando tudo e um clima de alegria que só quem vai a um estádio em um Mundial consegue entender.

Mas no jogo entre Suíça e Equador, no domingo (15/6), havia um ingrediente especial: um serviço que atende pessoas com deficiência visual, narrando os lances das partidas ao vivo. Apenas Brasília e outras três das 12 cidades-sede foram escolhidas para oferecer inovação durante os jogos do Mundial.

Foi um jogo diferente para três torcedores que não chamavam tanta atenção, pois estavam discretamente vestidos e não usavam acessórios extravagantes. Havia 68.351 que foram ver de perto a partida entre Suíça e Equador. Dentro de campo, o placar registrou 2 a 1 para a seleção europeia. Eles eram presenças mais do que especiais na arena brasiliense: foram os primeiros a experimentar a narração audiodescritiva, inaugurado no jogo de estreia da cidade no Mundial.

O projeto, que conta com 16 voluntários treinados para narrar os lances das partidas em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, utiliza uma aparelhagem semelhantes à dos rádios e fones para transmitir aos usuários. Os equipamentos foram adquiridos e doados pela FIFA às capitais, que terão o serviço como legado da Copa.

Emoção sem igual – Sentados atrás do gol do Equador no primeiro tempo, o brasiliense José Aurélio Oliveira, 48 anos, o mineiro Joaquim Fabiano Braga, 62, e o cearense Nilson Cordeiro dos Santos, 45, não escondiam a felicidade. E certamente sentiram uma energia muito positiva quando, aos 11 minutos de jogo, a primeira “ola” da Copa do Mundo em Brasília percorreu as arquibancadas, levando consigo um som contagiante por onde passou.

Com um fone de ouvido a lhe guiar a imaginação, José Aurélio, um santista que perdeu a visão há cinco anos devido a complicações geradas pela diabetes, voltava a um estádio pela primeira vez desde então. “Estou muito feliz por participar de um evento como esse, uma Copa do Mundo no Brasil”, disse o brasiliense, ao fazer uma descrição perfeita do ambiente a sua volta: “Pelo o que eu acompanhei, o estádio está lotado e muito colorido com torcedores da Suíça, do Equador e também com muitos brasileiros, que, tenho a impressão, devem ser mais numerosos do que os dos dois times”.

Com deficiência visual desde que nasceu, Joaquim Braga considera a narração uma oportunidade única para aqueles que, como ele, se sintam parte de um jogo de futebol. “Eu me sinto mais integrado com as pessoas que enxergam. O projeto é muito bem-vindo”, ressaltou. Nilson dos Santos, que perdeu parte da visão após sofrer uma alergia a um medicamento aos cinco anos, também aprovou a iniciativa: “Estou muito feliz por estar aqui”.

Prazer em ajudar – A emoção não tomou conta apenas de quem ouvia a transmissão. Os narradores, que precisam estar atentos não somente aos lances da partida, mas também a itens como linguagem corporal, entorno e o ambiente, compartilharam a alegria durante os 90 minutos de jogo. Os estudantes de jornalismo Pedro Paulo Borges e Ana Freire voltaram para casa com um sentimento de muita felicidade após a experiência no Mané.

“Estava um pouco nervoso no começo, com alguma ansiedade, mas no final tudo acabou dando certo. Ter narrado três gols de uma Copa do Mundo foi algo muito especial para mim. Somos os olhos deles no estádio e nosso desafio é passar tudo o que acontece na partida com mais detalhes possível”, afirmou Pedro Paulo. Selecionados em universidades, os voluntários foram escolhidos conforme requisitos como: perfil em áreas como esporte e deficiência visual, além de olhar apurado para aspectos visuais de uma partida de futebol.

Fonte: Brasília na CopaSite Externo..

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Gil Porta às 21:22.
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