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terça-feira, 27 de julho de 2010.

ONCB Reforça em sua Assembleia, Necessidade de Luta e Mobilização em Defesa da Audiodescrição.

ONCB - Organização Nacional de Cegos do Brasil.

A implementação da audiodescrição em programas televisivos, preocupação que norteou muitas das ações da ONCB – Organização Nacional de Cegos do Brasil no ano de 2009, continuará na ordem do dia da entidade, para suas lutas em 2010.

A assembléia do dia 17 de julho aprovou deliberação que autoriza a entidade, através das suas consultorias, a empreender estudo e gestões para uma denúncia formal do governo brasileiro junto ao Comitê de Monitoramento da Convenção Sobre Direitos das Pessoas com Deficiência da Organização das Nações Unidas, pois já são mais de cinco anos de uma disputa burocrático jurídica que dificulta e impede o cumprimento do direito ao acesso à informação e à comunicação para milhares de pessoas com deficiência visual, no que toca aos conteúdos televisivos.

A audiodescrição já deveria ter sido implementada há pelo menos três anos, entretanto, o Minicom, atendendo a gestões dos proprietários da radiodifusão brasileira, vem adiando sistematicamente o cumprimento da medida. A última portaria, alterando o cronograma de implantação do recurso na televisão brasileira, foi publicada em 25 de março deste ano, dando pelo menos dez anos de prazo às empresas radiodifusoras para a readequação de suas metas de criação do serviço.

Para o presidente da ONCB, Moisés Bauer, há que se ter muita disposição de luta e cobrança sistemática da parte do segmento de pessoas com deficiência, a fim de que essa trajetória desfavorável possa ser modificada.

Fonte: ONCB NewsSite Externo.

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MAQ às 11:37.
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5 Comments | Deixe seu comentário.

  1. Comment by Naziberto Lopes — 29 de julho de 2010 às 18:42

    Parabenizo a ONCB pela iniciativa contundente de defesa do recurso da audiodescrição, fundamental para que uma pessoa com deficiência visual possa se integrar no mundo do entretenimento, cultura, lazer, cinema, teatro, televisão, entre outros. Muito louvável e digno de aplauso.
    No entanto, gostaria de levantar aqui uma questão que muito me intriga até o momento e que é a completa e absoluta mudez e o completo e absoluto silêncio por parte da ONCB, que almeja ser uma voz quase que uníssona do segmento de pessoas com deficiência visual no Brasil, para com o fato de que ha 7 (sete) anos a Lei 10.753/03 – Lei do Livro – aguarda pela regulamentação do inciso que reconhece as pessoas com deficiência visual como leitores dignos e livres, para que possam acessar suas leituras em qualquer espaço que se reserve para isso, livrarias, bibliotecas, editoras, pontos de leitura, escolas, etc.

    Sem nenhuma explicação aparente a ONCB fecha seus olhos literalmente para essa questão que está sendo discutida por milhares de pessoas com deficiências incapacitantes para a leitura convencional no Brasil ha mais de 5 anos. Estamos pleiteando que uma minuta de Decreto de Regulamentação que está parada na Casa Civil da República em Brasília seja desengavetada e que seja sancionada pelo Presidente Lula, mas a ONCB não move um milímetro de seu lugar para falar, pleitear, defender, pensar sobre a questão que é fundamental na vida de qualquer pessoa com dediciencia visual e que é o acesso aos livros e a leitura a sua escolha, de maneira autonoma, livre, independente, cidadã.

    O que estará por trás desse silêncio sepulcral da ONCB para com esse assunto tão importante para o segmento das pessoas com deficiência visual no Brasil?!

    Fica aqui o convite para que os responsáveis pela Organização visitem o site que se organizou para coordenar essa luta, para que ela assine o abaixo assinado pelo livro e leitura acessíveis no Brasil, semelhante as mais de 100 instituições brasileiras que já o fizeram e semelhante as mais de 15000 pessoas físicas que também já o fizeram.

    Será que a ONCB vai se manifestar a respeito explicando quais os motivos de silenciar de maneira tão estranha para com esse assunto?

    Atenciosamente.

    Naziberto Lopes
    Coordenador do MOLLA, movimento pelo livro e leitura acessíveis no Brasil
    http://www.livroacessivel.org

  2. Comment by André Carioca — 30 de julho de 2010 às 12:29

    Sinceramente, vejo essa questão de audio descrição com uma certa preocupação.

    Achei muito legal a iniciativa do cinesesc e foi muito legal poder acompanhar os filmes com esse recurso.

    Agora creio ter gente exagerando e isso me preocupa.

    Na copa da áfrica, falou-se em audio descrição para partidas de Futebol.

    Pelo menos da forma que foi proposto, não concordo, já que os cegos estariam em um setor diferente acompanhando as partidas. Lógico. Perderia a emoção de estar em um estádio, fazendo parte da torcida. Para mim seria melhor assistir em casa, do que tal opção. rs.

    Voltando ao cinesesc, percebi que na maioria dos filmes, a audio descrição foi necessária. Porém em outros como abraços partidos, que já tinha boa sonoplastia, não via tanta necessidade.

    sou a favor do recurso sim. Mas, sabendo da situação do país onde vivemos e também de que a implantação gera custos, deveria haver uma discussão mais ampla e flexível, para uma implantação onde realmente seja eficaz e necessário.

  3. Comment by MAQ — 31 de julho de 2010 às 2:23

    Oi André, boa noite.

    Em primeiro lugar, prazer saber que apareceu em meu blog! Só por isso já valeu sua opinião. Penso diferente, até para as audiodescrições aparentemente desnecessárias. Vou te dar um exemplo que você pode ver em meu site, acho que está em:
    http://www.bengalalegal.com/natura-mamae-bebe

    (minha memória está fraca e estou com sono e preguiça de procurar o endereço para ver se é esse mesmo).

    Nesse comercial da Natura, caso você assista somente o que ele fala, pensa que não acrescentou nada a audiodescrição. Como você sabe que é um produto para uma mulher grávida, é certo imaginar que as imagens são de uma mulher grávida e que, certamente aparece sua barriga com ela passando o produto. Bem, eu imaginei isso de cara sem a audiodescrição. Muita coisa é falada no comercial, tanto é que a audiodescrição fica espremida. No entanto, a audiodescrição informa que a embalagem do produto é de uma barriga de mulher grávida. Uma simples, pequena informação importantísssima para o reconhecimento do produto por mulheres grávidas cegas. As grávidas que vêem não assistem a audiodescrição, mas enxergam a embalagem. Ou seja, a embalagem pode ser reconhecida pelo tato. Quantas informações de pequena e de grande importância já perdemos sem a audiodescrição?

    Com relação a juntar as pessoas cegas para escutarem a audiodescrição, também concordo que sair da vibração da galera seria igual a assistir na TV. Mas vale a experiência de se saber que acréscimos teríamos e, caso não achássemos relevantes, saírmos para a galera. Isso tem uma explicação. Os cegos são aglomerados em alguns lugares, como no teatro da Vivo aí em São Paulo, devido à qualidade da sintonia de rádio que transmite para nossos fones de ouvido a audiodescrição. Existem teatros também que as ondas do rádio ficam atrapalhadas por algum obstáculo, inclusive eletrônico e elétrico, como ar condicionado, por exemplo. Assim, se existe um lugar onde os fones transmitem a audiodescrição muito bem, pede-se para que os cegos fiquem ali. No CCBB aqui do Rio não existe esse problema e podemos ficar em qualquer lugar do cinema.

    Eu adoro audiodescrição, já assisti a uns 200 produtos , como peças de teatro, cinema, vídeos com audiodescrição. Penso que o povo não está acostumado, quando acostumar não vai querer largar. É uma questão de costume. Existe uma questão democrática que, não é o seu caso, pessoas que não gostam da audiodescrição não pensam… se não gosta, basta não utilizar, não pegar os fones de ouvido, ir em um dia que não tenha audiodescrição etc. É uma opção, não uma obrigação para o cego. Existem aqueles que lutam contra… engraçado o porque disso, basta esquecer a audiodescrição e pronto, porque ser contra, contra a audiodescrição e os que gostam, adoram isso?

    André, dos filmes que assistiu no SESC, um você achou que não haveria a necessidade. Entretanto, para você ter certeza absoluta disso, tinha de o assistir sem a audiodescrição, certo?

    Volte sempre!

    Abraços amigos do MAQ.

  4. Comment by André Carioca — 2 de agosto de 2010 às 9:10

    Olá Maq.

    Bom. Já que estou no seu blog, agora te espero no meu, né?

    Legal seu comentário.

    Eu acho que lutar contra Audio descrição, assim como lutar contra o uso do cão guia etc, não é uma atitude inteligente, pois como você mesmo disse, ninguém é obrigado a usar.

    Concordo também contigo quando diz que às vezes, alumas coisas que parecem desnecessárias quando temos a audio descrição vemos que perdemos partes do filme. Isso fica bem claro quando se assiste avatar com e sem Audio Descrição.

    Agora defendo que todo recurso deve ser utilizado com eficácia.

    Cão guia por exemplo pode ser uma boa opção. Desde que você não o leve para um palco da virada cultural, pois nesse caso prejudicaria a saúde dele.

    No caso da audio descrição, que estamos debatendo, penso que, num país como o Brasil o ideal é tentar fazer as coisas devagar.

    Se assim não for e tentarmos exigir um investimento muito alto de cara, acontecem coisas como agora. Estão tentando atrazar ao máximo a implantação.

    Bom você vê atualmente que algumas emissoras estão transmitindo alguns programas em H D, fazendo um investimento atual até conseguirem acessivelmente, passar para toda a programação.

    Penso que com a àudio descrição, deveriam primeiro priorizar onde mais se precisa dela, para sr colocada em alguns programas e quem sabe, gradativamente seria colocada nos outros programas.

  5. Comment by MAQ — 4 de agosto de 2010 às 12:19

    Oi novamente André, bom dia.

    Estive em seu blog. Meu blog e o seu são completamente diversos. O meu é sobre informações de notícias, eventos, entrevistas, tudo sobre pessoas com deficiência em geral. O seu é sobre sua vida particular, o que pensa, o que viveu etc.

    Quando fiz o meu blog pensei em aumentar o espaço do meu site “Bengala Legal, que não tinha espaço para coisas momentâneas. Como faço o Bengala “na mão”, fazer uma página para que anuncie um evento que depois de uma/duas semanas não interessasse mais, não valia a pena. Como o Word-Press é muito fácil de se postar essas coisas, dando o mínimo trabalho, acabou tendo esse objetivo. Textos acadêmicos, de amigos (você está no Bengala escrevendo sobre Linux) é para o site, post sobre uma atitude da ONCB fica por aqui.

    Meu site é mais genérico, o seu é de marca, da marca André Carioca, ok? (risos).

    Não sei de onde o amigo tirou que a audiodescrição é cara. Ela pronta, mixada com o filme ou programa de TV, custa R$3000,00 a hora Se a própria TV fizer um setor para audiodescrição, pode custar menos, pois retira-se daí o custo do stúdio. A ex-portaria 310 dáva-nos 2 horas de audiodescrição por dia, aumentando uma hora por ano até 10 anos. Duas horas por dia significariam R$6000,00 por dia para uma população de consumidores de até 18 milhões de pessoas, contando aí pessoas cegas, de baixa visão, disléxicas e com algumas síndromes, que costumam aproveitar melhor a informação quando percebida pelo canal visual e auditivo ao mesmo tempo.
    Conheça o depoimento da Deise Fernandes sobre seu filho disléxico em:
    http://www.bengalalegal.com/dislexia2

    Quando estivemos no ministério das comunicações eles disseram para nós que seria impossível a audiodescrição na TV brasileira, pois não tinham o equipamento necessário. A Globo nos disse isso. No entanto, no dia seguinte, no sábado, foi editado o primeiro comercial de TV, financiado pela NATURA, em horário nobre, no começo, no meio e no final da novela das 9. (risos). Brincamos com eles em agradecer terem comprado o equipamento que não tinham no dia anterior de forma tão rápida! (risos).

    Eles acham que não somos mercado de consumo, cego não compra nada, disléxico e síndorme de down também não.

    Não sei de onde tirou que a audiodescrição é cara, esteve conversando com a Globo e a ABERT? (risos)

    Tem muito zum zum zum por aí de pessoas que não estão acompanhando nossa luta. A lei está do nosso lado e o lobby da ABERT contra. Éramos para ter audiodescrição na TV desde julho de 2008 e o ex-ministro Hélio Costa, ex-funcionário da Globo, conseguiu assinar 5 portarias adiando…. dizendo que era caro, que as TVs não tinham dinheiro etc… simplesmente ridículo. Um minuto de comercial na TV custa 120 mil dólares no horário nobre e eles não teriam R$6000,00 para duas horas de audiodescrição?

    Abraços amigos do MAQ, plenos de audiodescrição.

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