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Rio de Janeiro, quinta-feira, 08 de dezembro de 2016 - 16:18.

 

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sábado, 9 de maio de 2015.

Apple é novamente homenageada por criar produtos acessíveis para deficientes visuais

A AFB (American Foundation for the Blind, ou Fundação Americana para Cegos) anunciou nesta semana os nomes dos quatro homenageados que receberão o prestigioso prêmio Helen Keller na noite do dia 18 de junho, em Nova York (Estados Unidos).

Estamos homenageando as realizações de indivíduos e empresas pelo sucesso na melhoria da qualidade de vida das pessoas com perda de visão através de inovações revolucionárias ou realizações inspiradoras que mudam a percepção sobre o que significa ser deficiente visual.

A Apple — ao lado do ator Charlie Cox (que interpreta um herói cego na série “O Demolidor”), do músico Ward Marston (que é deficiente visual) e da empresa Vanda Pharmaceuticals (pelo tratamento pioneiro de um distúrbio do ritmo circadiano, o qual pode afetar pessoas totalmente cegas) — receberá o prêmio por conta do VoiceOver, presente em Macs, iPods, iPads e iPhones.

Eis o que a Maçã fala sobre a tecnologia (versão para iOS):

O VoiceOver é um leitor de tela baseado em movimentos que permite que você aproveite toda a diversão e simplicidade do iOS, mesmo sem ver a tela. Com o VoiceOver habilitado é só dar três cliques no botão de Início para acessá-lo onde você estiver no iOS. Ouça uma descrição de tudo o que estiver acontecendo na tela, de como está a carga da bateria e quem está ligando até sobre qual APP o seu dedo está. Você pode fazer um ajuste na velocidade e no tom da voz.

A Apple já recebeu esse mesmo prêmio em 2009, também por conta do pioneirismo em oferecer produtos acessíveis para todos.
Coincidentemente, nesta semana nós falamos sobre a acessibilidade do Apple Watch e como, mais uma vez, a Maçã está à frente da concorrência nesse quesito.

Está aí um caminho que todas deveriam seguir a Maçã…

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Gil Porta às 18:55.
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segunda-feira, 20 de abril de 2015.

Usuários com deficiência visual poderão utilizar o PJe-JT por meio do teclado

A diretora da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicações do TRT5 (Setic), Cláudia Jorge, participou da primeira reunião da Comissão Permanente de Acessibilidade do sistema Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT) em 2015, na última terça-feira (14/4). A comissão tem como objetivo principal propor medidas para facilitar o acesso de pessoas com deficiência ao PJe-JT, além de sugerir adaptações e promover testes de acesso e revisão das ferramentas e funcionalidades do sistema que permitam maior acessibilidade a pessoas com deficiência visual.

Durante o encontro, o servidor do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e membro da Comissão, Rafael Pereira de Carvalho, apresentou os novos avanços obtidos sobre o tema na versão 1.5.1 do PJe-JT, que atualmente está em homologação nos Tribunais Regionais do Trabalho.

A Coordenadora Nacional do PJe-JT, desembargadora Ana Paula Pellegrina Lockmann, afirmou que a versão 1.5.1 apresenta uma importante evolução com relação a anterior, uma vez que esta ‘permite, em conjunto com um software leitor de tela, que pessoas com deficiência visual possam realizar todas as ações no sistema usando o teclado’.

MULTIPLICADORES – Os membros da Comissão também deliberaram a respeito do treinamento sobre o PJe-JT que será oferecido pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) a um primeiro grupo de servidores com deficiência visual. O objetivo é capacitar os funcionários para a utilização do sistema e formar multiplicadores.

A Comissão também foi apresentada aos seus três novos membros: a juíza do substituta do Trabalho Renata Bonfiglio, do TRT-SP; o analista judiciário do TRT-SP, Ivo Cleiton de Oliveira Ramalho; e o procurador Mario César Lima da Silva, da Procuradoria-Geral do Estado da Bahia.

Fonte: TRT – 5ª RegiãoSite Externo.

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Gil Porta às 14:30.
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domingo, 25 de janeiro de 2015.

Lei municipal 10.791amplia atenção à epilepsia.

Prefeitura de Belo Horizonte pode questionar na Justiça a legislação, promulgada pela Câmara.

por LUCIENE CÂMARA.

Ser rejeitada como aluna em uma escola de pilates por ter epilepsia é somente um exemplo do preconceito sofrido em 2014 pela aposentada Márcia Martins Ferreira, 56. Ela e outros pacientes com a doença também já se depararam com a falta, na rede pública, de medicamentos de alto custo, que precisam ser tomados à risca todos os dias para evitar convulsões e o agravamento do quadro clínico. É por conta de situações como essas que foi criada, este ano, a lei municipal 10.791, que institui o Programa de Atenção à Saúde de Pessoas com Epilepsia de Belo Horizonte (Paspe-BH).

Na prática, a legislação determina que a prefeitura desenvolva ações de esclarecimento à sociedade para combater a discriminação, além de capacitar profissionais de saúde e garantir aos pacientes uma série de serviços de diagnóstico e tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS). Em caso de desabastecimento de remédios em farmácias públicas, a administração municipal também fica obrigada a ressarcir os gastos das famílias com a compra do medicamento.

Impasse. A lei foi proposta pela vereadora Elaine Matozinhos (PTB) e, depois de aprovada na Câmara, chegou a ser vetada pelo prefeito Marcio Lacerda, em outubro do ano passado. No entanto, o veto foi “derrubado” em plenário e a lei, promulgada pelo presidente da Câmara, Wellington Magalhães (PTN), no último dia 6.

Em vigor desde então, a legislação depende, agora, de a Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) colocá-la em prática. O órgão informou, em nota, que já oferece atendimento integral no tratamento da epilepsia, mas que “estuda forma de viabilizar os pontos adicionais, que ainda não são aplicados pela rede SUS-BH para planejar sua implementação”.

“Temos 2% da população brasileira com epilepsia e ainda não há um programa de saúde com a qualidade estabelecida pela lei. Recebo relatos de pacientes que tiveram convulsões graves por falta de medicação ou que precisaram esperar mais de um mês na fila para conseguir consulta com um especialista”, diz a vereadora Elaine Matozinhos.

Avanço. A Associação Mineira de Epilepsia (Amae) informou que Belo Horizonte já avançou muito no tratamento e que a lei vem assegurar a atenção integral a todos, não só do ponto de vista da saúde, mas, também, social. “Além de precisarem de médico e medicamento, elas precisam de apoio terapêutico para superar a discriminação”, afirma Maria Carolina Doretto, presidente da Amae e da Federação Brasileira de Epilepsia (Epi Brasil).

Ao ser rejeitada na escola de pilates, que fica no bairro Funcionários, região Centro-Sul da capital, em meados de 2014, Márcia Ferreira se sentiu triste e frustrada. “A doença já faz a gente se sentir frustrada em diversos aspectos. Ela tira a nossa independência, só posso sair acompanhada de alguém”, conta. Para fortalecer seu emocional, ela faz acompanhamento periódico com terapeuta. “É o que me dá mais segurança”, diz a aposentada.

O que já existe.
Atendimento. A Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) informou que o atendimento a pessoas com epilepsia é realizado, a princípio, nos centros de saúde.

Tratamento. É feito com “anticonvulsivantes”, que podem ser retirados nas farmácias dos centros de saúde. Pacientes mais graves são encaminhados para um neurologista.

Financiamento. O financiamento dos medicamentos é feito pelas três esferas de governo. Segundo a SMSA, não há medicamento em falta “permanente” na rede.

Desabastecida. Conforme O TEMPO mostrou na edição do dia 12, a Farmácia de Minas, administrada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), não tem atendido ao menos 30% das 1.200 pessoas que, diariamente, tentam retirar remédios para tratamento de doenças crônicas, como a epilepsia.

Prefeito alega que a nova lei afronta a Constituição Federal.

Ao vetar o projeto de lei, o prefeito Marcio Lacerda justificou que a proposta era inconstitucional e resultaria em um aumento de despesas sem a devida indicação de nova fonte orçamentária – conforme determina a Lei de Responsabilidade Fiscal (101/2000). Agora, como a Câmara decidiu derrubar o veto e colocar a lei em vigor, a prefeitura informou que avalia a situação para decidir se irá recorrer à Justiça contra a nova legislação.

Na justificativa, Marcio Lacerda ressaltou que, apesar de louvável a pretensão da vereadora Elaine Matozinhos ao idealizar um programa de saúde para pessoas com epilepsia, a proposta viola o artigo 88 da Lei Orgânica do Município, que diz caber apenas ao prefeito criar e organizar atribuições dos órgãos que fazem parte do Executivo municipal.

Segundo ele, o projeto consiste em um “vício de iniciativa”, que “afronta o princípio de separação e harmonia entre os poderes”, previsto no artigo 2º da Constituição Federal.

Dentre outras observações, o prefeito afirma que a nova legislação desconsidera que a atenção farmacêutica é atribuição não só do município, mas também do Estado e da União.

Fonte: O TEMPO.

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Gil Porta às 17:50.
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