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Rio de Janeiro, quinta-feira, 08 de dezembro de 2016 - 12:23.

 

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sábado, 28 de abril de 2012.

“O Colecionador de Crepúsculos” – Audiodescrição, legendas e LIBRAS.

Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Lavoro Produções e PETROBRAS apresentam:
Peça “O Colecionador de Crepúsculos” estréia no teatro Carlos Gomes com recursos de acessibilidade.
Sessão de domingo, 6 de maio, custa R$1 e conta com Audiodescrição, Interpretação em LIBRAS e Legendagem.

Desde o início de março, todas as peças em cartaz no Teatro Municipal Carlos Gomes, na temporada de 2012, têm contado com recursos para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. A cada primeiro e terceiro domingos do mês, o público tem acesso ao serviço, sem acréscimo ao valor do ingresso. A próxima peça em cartaz no espaço será “O Colecionador de Crepúsculos”, no dia 6 de maio, às 19h30, com ingressos custando apenas R$1.

O espetáculo tem direção e dramaturgia de Vladimir Capella – que já recebeu prêmios como Molière, APCA, Mambembe e SHARP – e reúne 24 atores no palco para contar histórias baseadas na obra de Luís da Câmara Cascudo, uma das personalidades mais importantes da cultura brasileira. O espetáculo entrará em cartaz em curtíssima temporada, de 3 a 6 de maio, com apresentações duplas às quintas e sextas, às 14h30 e 20h, no sábado às 20h e, no domingo, às 19h30.

O Teatro Municipal Carlos Gomes, que é um dos mais importantes do Rio de Janeiro, é o único do país a oferecer o serviço de acessibilidade total ao público de suas peças. O objetivo é incluir as pessoas com deficiência visual – cegos e pessoas com baixa visão – além de pessoas com deficiência intelectual, autistas, disléxicos e com síndrome de Down, por meio da audiodescrição; e de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, por meio da Língua Brasileira de Sinais e do serviço de Legendagem, como as que são utilizadas pelos canais de televisão em Closed Caption.

O recurso da audiodescrição consiste na descrição objetiva de todas as informações visuais contidas nas cenas do espetáculo teatral, como expressões faciais e corporais, ações dos personagens, detalhes do ambiente, figurino, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de informações escritas em cenários ou adereços. Para completar a acessibilidade para as pessoas com deficiência visual, o programa da peça tem versão em Braille. A interpretação em LIBRAS é a tradução para a Língua Brasileira de Sinais de todos os diálogos, músicas e informações sonoras importantes da peça teatral. A legendagem também contém todos os diálogos, músicas e informações sonoras do espetáculo, e é utilizada pelas pessoas com deficiência auditiva que não usam LIBRAS.

O projeto de acessibilidade é idealizado pela Lavoro Produções e patrocinado pela Petrobras, em parceria com a Prefeitura do Rio.

Sobre “O Colecionador de Crepúsculos”.

O espetáculo reproduz alguns contos de Luís da Câmara Cascudo: “O Compadre da Morte”, “A Velha Amorosa”, “O Marido da Mãe D’Água”, “A Menina Enterrada Viva” e “A Formiga e a Neve”. A história central da peça é inspirada no primeiro conto, que mostra como um caipira (interpretado por Marcos Oliveira) quer arrumar uma madrinha para seu filho. A morte (Selma Egrei), uma senhora rica e ilustrada se oferece para batizar o menino e, em troca, a comadre faz do caipira um médico muito famoso. Ele é capaz de prever o futuro de um doente, por meio de um truque simples: se ela estiver posicionada na cabeceira da cama o doente se salvará, mas se estiver aos pés da cama, ele morrerá.

Ao lado dessas histórias aparece a figura de Luís da Câmara Cascudo, ouvindo, registrando, fumando seu charuto e apreciando o crepúsculo. Até que um dia ele adoece. E a morte se posiciona aos pés da cama. Mas o caipira não quer que aquele homem sábio venha a morrer. E é assim que o esperto caipira vai procurar meios de enganar a morte para salvar a vida do folclorista. Diversas cenas são, ainda, enriquecidas com a presença de personagens-narradores: pescadores, lavadeiras, pessoas do povo.

A peça sagrou-se vencedora em quatro categorias do Prêmio Femsa de Teatro, incluindo Melhor Espetáculo 2009, Melhor Figurino (J. C. Serroni e Telumi Helen), Melhor Iluminação (Davi de Brito e Vânia Jacônis) e Melhor Ator Coadjuvante (Giovani Tozi).

Sobre a Lavoro Produções:
A Lavoro Produções é uma empresa pioneira na criação de projetos culturais com acessibilidade, que se tornou uma referência entre as instituições, grupos e pessoas com deficiência no Brasil e no mundo desde 2003, quando começou a realizar o Festival Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência. O projeto introduziu a acessibilidade em projetos culturais no Brasil.

Sobre o Teatro Municipal Carlos Gomes:
O Teatro Municipal Carlos Gomes tem uma trajetória que se confunde com a própria história do teatro brasileiro. Em 1904, o empresário do entretenimento Paschoal Segreto comprou o antigo Teatro Cassino Franco-Brésilien, fundado em 1872, e o renomeou Carlos Gomes. Em 1963, a classe teatral reagiu contra a tentativa de transformar o teatro em cinema, mas o espaço ficou abandonado. Em 1988, o teatro foi posto à venda. A Prefeitura do Rio comprou o teatro, realizou uma grande reforma e o transformou em um dos melhores teatros da cidade, em 1993. Hoje, além da sala principal, funciona no segundo andar o Salão Nobre Guarani, reservado para espetáculos musicais.

Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes.

Peça: O Colecionador de Crepúsculos.
Dia 6 de maio, às 19h30
Local: Teatro Municipal Carlos Gomes.
Praça Tiradentes, 19, Centro. Telefone: 2224-3602 ou 2215-0556.
Capacidade: 685 lugares.
Ingresso: R$ 1
Classificação etária: 10 anos.
Duração: 90 minutos.
Bilheteria: a partir das 11h (qui. e sex.); a partir das 14h (sáb. e dom.).

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MAQ às 15:17.
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quarta-feira, 18 de abril de 2012.

Audiodescrição – Nossa vida não vale um Chevrolet

Na próxima sexta-feira, o espetáculo NOSSA VIDA NÃO VALE UM CHEVROLET terá sessão com audiodescrição. A ação é promovida pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre/ SMC/ FUMPROARTE. Este é o primeiro de cinco projetos já selecionados pelo FUMPROARTE que contarão com acessibilidade para pessoas com deficiência visual.

NOSSA VIDA NÃO VALE UM CHEVROLET conta a saga de uma família de ladrões de carros, que vive à margem da sociedade e tem seu destino ainda mais desestruturado após a morte do patriarca. A situação se torna pior com o envolvimento dos três irmãos com uma mesma mulher.

Ao final da apresentação haverá um bate-papo com o elenco da peça.

Quer uma amostra? Confira a descrição de uma cena do espetáculo:

O fogo ainda crepita dentro da lata de tinta. Na penumbra, Monk bebe da garrafa de bolso. Joga a cabeça para trás e ergue a garrafa, despejando a bebida para dentro da boca. Cambaleia. Bebe mais. Deixa-se cair sentado no chão. Deita.
Sílvia chega caminhando devagar. Detém-se ao se deparar com Monk. Avança até ele, que, ao percebê-la, ergue o corpo lentamente até sentar. Monk passa as mãos pelas pernas de Sílvia. Roça o rosto em suas coxas, enquanto ela afaga os cabelos dele. Sílvia se agacha e acaricia o rosto de Monk. Ele baixa a cabeça. Ela o segura pelo queixo e aproxima seus lábios dos dele. Beijam-se longamente. Ele volta a baixar a cabeça. Ela mostra um molho de chaves. Segurando-o pelo braço, Sílvia ajuda Monk a se levantar. Ele guarda a garrafa no bolso do macacão, passa o braço sobre os ombros dela e caminha com dificuldade até o ambiente da cortina de franjas. Sílvia ajuda Monk a sentar sobre a caixa de som. Deixa a bolsa e as chaves no chão. Monk bebe.

INFORMAÇÕES GERAIS:
Sessão com audiodescrição de Nossa Vida Não Vale Um Chevrolet (espetáculo de teatro adulto)
quando? dia 20 de abril, às 20 horas. A transmissão da audiodescrição terá início às 19:45. O evento termina em torno das 21:40.
onde? no Centro Cenotécnico, na Rua Voluntários da Pátria, 1370.
como chegar? O Centro Cenotécnico fica entre a Rua Garibaldi e a Rua Ramiro Barcelos. A tarifa de taxi, partindo do Mercado Público, fica em torno de R$ 10,00.
quanto? entrada franca para pessoas com deficiência visual, mediante reserva antecipada.

ATENÇÃO: São apenas 40 lugares. Reserve seu ingresso com antecedência pelo e-mail milpalavras@milpalavras.net.br ou pelo telefone (51) 9993-5292.


NOSSA VIDA NÃO VALE UM CHEVROLET.
Texto de Mário Bortolotto e direção de Adriane Mottola. No elenco, Rafael Guerra, Cassiano Ranzolin, Morgana Kretzmann, Fernanda.
Petit, Carlos Azevedo, Guilherme Zanella, Plinio Marcos Rodrigues e Eduardo Cardoso. Produção: MeK Produções Artísticas.

Audiodescrição: Mil Palavras.
Apoio: CEAPP – Centro Especializado de Apoio Pedagógico e Produção.
Financiamento: FUMPROARTE – Prefeitura Municipal de Porto Alegre/ SMC.

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quarta-feira, 11 de abril de 2012.

Abertura da Exposição Sentir prá Ver. Pinacoteca SP.

O Governo do Estado de São Paulo, a Secretaria da Cultura e a Pinacoteca do Estado de São Paulo convidam para a abertura da exposição Sentir prá Ver: Gêneros da Pintura na Pinacoteca de São Paulo no dia 28 de abril de 2012 (sábado), das 11h às 14h.

A Exposição permanecerá de 29 de abril a 15 de julho de 2012, terça a domingo, das 10h às 18h, entrada até às 17h30.

Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Praça da Luz, 2 – Luz – Fone 3324.1000.
CEP 01120-010 – São Paulo – SP.

Associação Pinacoteca Arte e Cultura – APAC.

www.pinacoteca.org.br

Descrição do convite:

o convite retangular é dividido em duas partes: uma com fundo laranja, à esquerda, onde está a logomarca da exposição, composta pela frase: sentir prá ver, escrita em branco e por um retângulo branco, dentro do qual se destaca, também em laranja, a silhueta de duas mãos que parecem tatear alguma coisa. A outra parte, à direita, com fundo branco, contém o texto do convite, escrito nas cores preto e laranja, as logomarcas da Pinacoteca e do Governo do Estado de São Paulo e, logo abaixo das informações sobre datas e horários de funcionamento do museu, os símbolos de acessibilidade universal para pessoas cegas, em cadeiras de rodas, com deficiência auditiva, com baixa visão e com deficiência intelectual. No rodapé, as logomarcas das empresas: Arteinclusão; Tojal, Teixeira, Ferreira, Serrano & Renault Advogados Associados; e Casa do Braille.

As pessoas que não possuem deficiência visual, por gentileza, imaginem o convite como nós, com deficiência visual, o fazemos. Imagine como se você estivesse ao telefone e alguém lendo o texto da descrição. A imagem eu não arrumei!

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